História A culpa é do destino- Jung Hoseok - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Trouxarmy234

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 26
Palavras 929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello Bitches nananana boa leitura 💕

Capítulo 1 - Acidentes acontecem


               Hoseok pov on

Hoje se inciava mais um ano no ensino médio, estava em casa junto aos meus amigos, estávamos quase prontos prestes à sair.

A escola que a gente estudava era como os filmes de colegial americanos, cada um tem seu grupo, e o meu é o dos populares.

- a gente vai se atrasar!- gritou Jin Hyung, como ele é o mais velho tem o papel de omma no grupo

Saímos da minha casa e fomos em direção aos carros, que eram 4 no total, um meu, um de Suga, outro de Jin e outro de Jimin.

No meu carro iria eu e Jungkook, Suga sozinho, Jin com Namjoon e V com Jimin; assim feito entramos dentro dos carros e fomos em direção a escola.

(...)

Já haviamos chegado na escola e Jungkook pediu pra tirar o carro e estacionar perto dos outros meninos, como ele estava aprendendo a dirigir resolvi deixa-lo fazer isso, porém foi uma escolha ruim, muito ruim.

               ____ pov on

Eu havia chegando na Coréia à 1 semana, vim antes de minha mãe, ja que vim com kathe, minha melhor amiga. Estava "morando" com ela no apartamento que os pais dela deu para a mesma, não iria pra casa sem minha mãe e ser acusada por meu irmão de ser o motivo da separação dos seus pais.

Eu e Kathe iríamos estudar na mesma escola, que por ironia, era a mesma que meu irmão, como queria fazer uma "surpresa" nem comentei que iria voltar.

Sei que seus amigos são farinha do mesmo saco, tudo galinha. No Brasil, eu trabalhava na empresa dos pais de Kathe, ou seja, ganhava bem, e nisso, consegui minha preciosa moto, dona do meu coração, que consegui trazer para Coréia, minha moto é uma RR 1100 preta, pois mais que eu quisesse uma Harley eu não conseguiria sentir tanta adrenalina quando na RR.

Vesti minha calça rasgada das coxas até o tornozelo, meu all star de couro preto e uma camiseta azul grande escrito "Fuck you" em preto com um dedo do meio. 

Kathe usava uma calça branca com uma camisa social jeans, uma bota preta e seus cabelos negros soltos, dando um lindo visual junto a sua pele morena.


Prendi meu longos fios de cabelos que vinham até a cintura, eles tinham uma coloração vermelho sangue, eram lisos com as pontas ondulados, confesso, até eu sentiria inveja de mim mesma.

Peguei meu capacete preto com um dragão verde desenhado na parte de trás e coloquei em minha cabeça, logo abaixando o vidro, Kathe pegou o capacete azul com uma caveira em branco desenhada e desceu as escadas comigo.

Chegando no estacionamento do prédio, subi na moto ligando-a em seguida, logo Kathe subindo na mesma e segurando em meu corpo, ela sabia como eu corria; mesmo Kathe sendo 1 ano mais velha que eu, ela não tinha carteira, motivo? Medo e insegurança.

(...)

Chegamos na frente do colégio, e pude confirmar, ele era enorme. Deixei Kathe na secretaria para ela pegar nossas turma e horário enquanto iria estacionar meu bebê.

Entrei no estacionamento e vários alunos estavam se exibindo enquanto conversavam sobre assuntos chatos, os garotos falavam de garotas e vice versa, credo, até parece que eles não conhecem séries, músicas, animes, filmes, livros, povo sem cultura.

Acelerei minha moto é percebi vários alunos me olhando com curiosidade, como se nunca viram um novato na vida, de longe reconheci Jimin com seus cabelos laranjas apoiado em seu carro vermelho enquanto falava com seus amigos e com algumas meninas que até cego perceberiam que só queriam abrir as penas.

Acelerei mais um pouco, foi quando um imbecil que brotou dos quintos dos infernos dando ré sem olhar a passagem de veículos, sem pensar duas vezes virei a moto de lado dando uma derrapada, minha moto se chocou com a lateral do carro preto que brotou do nada,me arremessando pelo capô do carro, deslizei por cima do mesmo e cai no asfalto quente sentindo meu corpo seu arrastado, logo uma ardência nos cotovelos, mãos, costas e joelhos. Quando a queda acabou, parei deitada no chão inclinada para direita, forcei meu corpo e fiquei de barriga pra cima, respirando fundo pra não surtar se estragar minha moto.

Levantei um pouco a cabeça para tentar ver minha moto, vi um amontoado de alunos parando em volta do "acidente" para ver oque aconteceu, soltei minha cabeça novamente no chão soltando um "aaah não" baixo

Fiquei lá, deitada no chão esperando a boa vontade do meu corpo se lavantar sozinho, até que vi um garoto se aproximar e colocar e colocar a mão no vidro do meu capacete, e antes de erguer o mesmo, agarrei seu pulso o impedindo, ele com o susto do ato repentino se afastou. 

Sentei no chão, sentindo uma dor na costelas, mas logo tratei de levantar do chão e caminhar mancando até o carro, onde dois garotos analisavam o amaçado do carro, minha moto apenas tinha sido riscada, mas o carro já fora amaçado pelo impacto

-ei você tá bem?- perguntou um garoto, assento com a cabeça e fui levantar minha moto, com muito esforço, ja que a mesma era bem pessda

-____!!!- ouço gritarem por mim, Kathe vinha correndo em minha direção como se eu estivesse morrendo, quase lá.

Ela chegou até a mim, tirou a trava do capacete e obsevou meu rosto, que graças à proteção estava intacto.

- você tá bem?- pergunta

-quanta frescura. Acidentes acontecem!- ouvi uma voz fina e irritante dizer no meio da multidão

-eu to bem- respondi, a mesma tocava meu Rosto pra ter a certeza, todos à nossa volta me encarava com os olhos arregalados- vam'bora- puxo a mão dela enquanto empurro a moto para a vaga mais próxima

(...)



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