História A Cura -(Prévia) (Pausada) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias The Walking Dead
Personagens Personagens Originais
Tags The Waling Dead, The Walking Dead, Twd
Visualizações 31
Palavras 1.578
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Por favor, deem críticas sobre a história, sobre o que mudar para melhorá-lá e deixá-la mais interessante. serei muito grata pela ajuda de vocês!
~lembrando que essa é só uma prévia da história e assim que ficar pronta eu deixarei o link nas notas finais~

Capítulo 1 - Capítulo Único


Eu sou Juliet. Juliet Grace. Minha idade não importa. Sou uma cientista que ajudou a criar esse vírus: ApocalipticonViral. Todos os outros morreram e eu sou a única que sobrou pra criar a cura fui eu. Na verdade, eu já consegui. Tava tudo quase pronto e eu só finalizei. Isso é uma injeção, a injeção que vai salvar as pessoas. Eu preciso testar isso, vou usar meu filho como cobaia. Ele só tem 4 anos, então eu não posso deixar ser uma dose muito forte.

-Filho?- acordo ele assim, com um tom de voz calmo e fazendo carinho na cabeça dele

-Mamãe! Tá tudo bem?-ele acorda um pouco assustado

-tá sim meu anjinho, só que a mamãe precisa fazer um teste. Você pode me ajudar?

-posso sim mamãe! O que eu tenho que fazer?

- a mamãe precisa te dar duas injeções, posso?

-pode mamãe. Isso é pra aquela pesquisa que você tá fazendo?

-Sim filho, é sim, a primeira pode doer um pouco, mas com a segunda melhora- não... eu vou dar a cura primeiro, e depois a do vírus. Eu injeto a primeira vacina nele, a da cura

-Não doeu mamãe

-Não? Que bom meu amor! Daqui a algumas horas eu te dou a outra.- Eu acabei esperando mais 2 dias para aplicar a do vírus nele

-Ai! Essa tá doendo mamãe!!!

-Calma Evan! já já vai parar de doer- se o quadro dele piorar eu aplico outra dose de cura. Felizmente tudo corre bem e ele não morre e se reanima. Ele continua aqui, comigo

-Mamãe, agora a gente já pode ir embora daqui?

-Sim meu amor, pode sim

-Então quando a gente vai?

-daqui a alguns dias bebê- eu só preciso confirmar o resultado de um exame de sangue que eu mesma fiz. Eu preciso saber, saber se eu estou grávida. Isso não pode ter acontecido, não como o mundo tá agora. Como eu vou me virar num apocalipse com uma criança e um bebê? Isso seria loucura demais para uma jovem.

-mas mamãe... já faz uma semana que a gente tá aqui...

-eu sei príncipe, amanhã a gente pode ir embora- vou pro laboratório e vejo o resultado. Merda, deu positivo, agora fodeu tudo... mas sem problema, eu tenho que cuidar do meu filho e não vou desistir por causa disso. Arrumo a bolsa dele e as minhas coisas no carro

- Filho...? vem, vamos embora daqui- digo pegando ele no colo enquanto ele dorme

-Hum... mamãe? Mamãe!- ele começa a gritar enquanto dorme

-Xiu... filho fica quieto- eu acalmo ele assim e ele volta a dormir em silêncio. Coloco ele no banco do passageiro que eu inclinei para ele ficar confortável. Ligo o carro, começo a dirigir e aí vem um flashback

*No dia seguinte de um experimento do ApocalipticonViral ter escapado*

-Senhorita Juliet, a senhorita poderia vir buscar o Evan na creche? Nós estamos com problemas

-Sim, eu vou aí sim, o problema é como?

-Não sabemos, tem umas pessoas muito estranhas que não querem falar conosco aqui no portão

-Ah! Sim eu estou indo aí agora!- falo apressada e vou correndo com o carro pra lá. Depois de pegar o Evan na creche eu passo em casa pra arrumar a mochila da escola dele com roupas e uma mochila minha com roupas e fotos.  Eu vou pra o NSF(National Science Foundation/ Centro de pesquisas científicas) pois eles chamaram todos os cientistas e nós vamos ficar em quarentena. Agora eu vou ter que apresentar o Evan pro pai dele: Mathew

-Math? Eu tenho uma pessoa pra te apresentar- digo isso enquanto bato na porta- Math? Eu vou entrar!?- abro a porta lentamente e o Evan olha curioso pra dentro. Vemos ele sentado no pé da cama

-Papai?- pergunta o Evan agarrando minha perna. Ele está com medo. Pego ele no colo, já sei o que aconteceu

-Math? Me responde por favor!- pergunto começando a chorar. O Zumbi do Mathew se levanta e eu saio correndo e chorando com o Evan no meu colo. Entro no meu quarto e fecho a pesada porta de aço e me sento contra ela chorando com o Evan no meu colo

-O que aconteceu mamãe? Por que o papai não quis falar com a gente? E por que você tá chorando?

-Seu papai, Evan, ele virou um monstro, por isso ele não quis falar com a gente. Ele não pode voltar ao normal, pelo menos não ainda. Por enquanto ,meu amor, a gente não vai poder falar nem ficar perto do papai-Eu falo soluçando mas vou me acalmando. Escutamos tiros e gritos no corredor atrás da porta

-Mamãe? O que tá acontecendo mamãe?- ele pergunta assustado

-Calma meu amor, eu também não sei, mas vamos ficar aqui- eu abraço ele forte e ele faz o mesmo. Alguns minutos depois os gritos param, mas os tiros continuam, até quem em uns 20 minutos tudo está em silêncio

-mamãe? A gente pode sair? O que aconteceu?

-Eu não sei meu amor, eu não sei...- pego uma chave de fenda que estava na quarto- filho, fica aqui e não sai!

-tudo bem mamãe... mas... e se você não voltar?

-Eu te prometo que eu volto- abraço ele e saio do quarto- essa porta é pesada o suficiente pra ele não abrir...- vasculho o lugar e encontro apenas 2 zumbis, que eu mato facilmente. O resto está com tiro na cabeça, então não vão reanimar. Eu volto para o quarto e o Evan tá encostado em um canto do quarto

-Mãe? É você?- ele pergunta assustado e se encolhendo e escondendo o rosto

-Sim meu amor, a mamãe prometeu que ia voltar, não?- eu entro, fecho a porta e ele corre pra me abraçar. Vamos pro laboratório e eu tranco a porta. Vou terminar as pesquisas

*Voltando pro carro que está a Juliet e o Evan...*

-Mãe?

-Oi meu amor! Tudo bem? - Já tá de noite e eu ainda tô dirigindo

-Tudo mamãe, e você?- ele tá preocupado comigo. A gente é assim: eu cuido dele e ele de mim

-Vamos pra uma casa de campo, eu vou tentar achar um lugar pra gente viver

-Por que a gente não pode ficar em casa?

-Por que... filho, eu vou ter que explicar muita coisa pra você, você vai entender?

-Sim mamãe! Eu quero entender o que tá acontecendo!

-Tudo bem- paro o caro e vou arrumar as coisas. Abaixo o encosto do banco de trás do meu Picasso e aquilo vira praticamente uma cama de casal. Coloco o meu cobertor pra forrar, pego o Evan e nos sentamos lá

-Conta mamãe!

-Tudo bem... é assim: a mãe  e uns cientistas amigos meus criamos um monstro. Esse monstro escapou. Sabe aquelas pessoas estranhas que tavam no portão da creche?- ele faz que sim com a cabeça- Então, o monstro que escapou mordeu elas...- ele me interrompe

-Então esse monstro também mordeu o papai?- Seguro pra não chorar antes de responder

-Sim, foi isso que aconteceu. Se esse monstro morder alguém essa pessoa fica igual ele

-Então eu não vou deixar nunca esse monstro te morder, mamãe, você é muito importante pra mim!

-Você também meu amor- abraço ele- a Pesquisa que a mamãe fez é pra conseguir um jeito de as pessoas mordidas não reanimarem

-Assim... eles não viram... monstros?- ele pergunta tentando entender

-Sim, exatamente isso, agora vamos dormir- nos cobrimos e dormimos. No dia seguinte conseguimos chegar em um casa bem afastada de tudo. Lá tem um grupo e assim que chegamos um garoto aponta uma arma pro carro e fala:

-Parado! Desça do carro e se identifique!

-Tudo bem!- eu desço do carro com as mãos pra cima

-Qual o seu nome?

-Juliet. E o meu filho é o Evan

-Tem grupo?

-Não. só eu e ele

-Nós temos um grupo. Entre, o Rei Ezekiel vai gostar de te conhecer- eu volto pro carro e passo pelo portão. Logo depois estaciono e pego as mochilas e o Evan

-Espera, eu vou te ajudar- ele pega as mochilas- me chamo Benjamin.

-Como eu já disse eu sou Juliet e esse é o meu filho, Evan

-Oi Beijamin!

-Olá Evan- ele responde com um sorriso doce mesmo ele tendo errado seu nome segundos atrás

-Bom, você pode nos levar para o Rei?

-Sim, me acompanhem- ele nos leva até uma sala grande e lá somos apresentados ao rei Ezekiel

-Olá, eu sou Ezekiel. Como você se chama?

-Juliet. Juliet Grace. E esse é meu filho: Evan- todos fazem essa cara de surpresa quando eu falo do meu filho, que chatice.

-Quantos anos você e o pequeno têm?

-20

-4- responde o Evan mostrando quatro dedos de uma mão para o rei e ele sorriu para ele

-Quer fazer parte do reino?

-Pode ser, a gente não tem mais pra onde ir

-Agora vocês fazem parte do reino. Lá fora tem um por do sol incrível, Benjamin, acompanhe ela, por favor- Benjamin nos leva até um barranco, depois de guardar as nossas malas em um quarto e me dar à chave. Evan aponta pra casa e pergunta(imagem de capa do capítulo):

-Mamãe, a gente vai voltar pra lá?                                 

-Não pequeno, agora a gente mora aqui

-Me sigam?- diz Benjamin

-claro!

-Espera... eu... posso pegar ele?

-Ah!  Claro! Vai com o titio, Evan-passo meu filho para ele e seguimos o caminho até uma sala

-Por que você confia em mim?-ele pergunta no corredor que dá acesso a outra parte do reino

 



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