História A Dama E O Vagabundo - Interativa - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~PandinhaChan

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 45
Palavras 1.189
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpa se fica confuso e desculpa erros estou escrevendo pelo celular

Capítulo 3 - Capítulo 1 - Irmão?


                POV Kaio

Hoje começa as aulas, então levantei cedo, tomei banho, e coloquei uma blusa branca com a estampa de caveira preta, um casaco preto, calça preta e tênis preto, vo todo de preto hoje. 

Alguém bate na porta, eu falo:

— Entra — (quando vejo quem era abro um sorriso na cara) — Oi Bia.

Beatriz possuí longos cabelos liso castanho escuro que vão até sua cintura. Seus olhos são verdes claros, sua pele clara e é baixinha.

— Oii Kaio, vamos pro colégio. — (conheço esse sorriso)

— O que você vai apronta?

— Nada

— Hum sei

— Para de ser idiota

— Vamo logo pro colégio.

Entrei no carro chique dela (pra mim tudo que é caro é chique), e fomos pro colégio, agente se conhece a 2 anos e ela sempre vem me visitar, me a peguei a ela, então pra mim é minha irmã mais velha, só é mais velha por dois meses, chegamos no colégio.

Eu estava distraído, procurando a sala da diretoria, que trombei com uma menina. Ela é loira, dos olhos azuis, tava a olhando e percebi que ela fico vermelha de vergonha, desviei o olhar e a ajudei ela a levantar, peguei os livros do chão e entreguei pra ela. Ela agradeceu

— Obrigado e desculpa tava distraída. 

— Denada, e eu também estava distraído e então não precisa pedir desculpa. — (coloquei as duas mãos na nuca em sinal de vergonha) — Pode me fala aonde é a sala da diretoria?

— É a última sala do corredor

— Obrigado, a meu nome é Kaio.

— Meu nome é Mindy, e denada.

Chamei a Bia, e fomos na diretoria, a sala tava aberta então pedimos licença e entramos, e ela se apresentou:

— Olá sou a diretora Paula, e o que vocês querem? 

— Os horários e o número da nossa sala. — (falo a bia)

— A sim, vocês devem ser os outros dois alunos novos, Kaio e Beatriz, aqui está — (entregou um papel e bia pego)

Saimos da sala da diretora, vimos aonde era nossa sala, o bom é que ficamos na mesma sala e o ruim é ser os alunos novos. Batemos na porta e o professor abriu e eu falei:

— Oi, somos alunos novos.

— Sim, entrem

Entramos e ele chamou dois alunos na frente. E pediu pra gente se apresentar. Começo com o menino dos cabelos castanhos e olhos castanhos

— Oi sou Nicolas Dias, tenho 17 anos, vim de Rio de Janeiro

Depois foi a Bia

— Sou Beatriz Russet, tenho 16 anos, e so daqui mesmo

Depois o outro menino dos cabelos castanho meio loiro

— Oiii, Sou Felipe Aguiar, tenho 16 anos e vim de São Paulo

Agora eu

— Sou Kaio Dias, tenho 16 anos e só daqui mesmo. 

— Podem se sentar. — (falo o professor) — Alunos sou o professor de História, meu nome é Shesmman. Como hoje é o primeiro dia de aula vou deixar vocês fazerem o que quiser de capa do primeiro bimestre, então podem começar.

Nem liguei pra capa eu queria saber quem era esse Nicolas ele tem o mesmo sobrenome que o meu, fiquei pensando nisso que nem vi o tempo passando, a bia me tirou dos meus pensamentos:

— Eii, vamo pro refeitório

— Vamo — (nem liguei pro sorriso das ideias malucas dela)

Chegando no refeitório, vi o Nicolas novamente e bia fico intrigada comigo e resolveu pergunta, melhor mando eu fala:

— Fala logo o que você tem, fico no mundo da lua as aulas inteiras

— Lembra dele? — (apontei pro Nicolas)

— Sim é o Nicolas da nossa sala.

— Ele tem o mesmo sobrenome que o meu, a monitora que me acho na lata de lixo, falo que tinha um bilhete comigo dizendo o nome do meu pai e meu nome.

— Qual é o nome seu pai!

— Michel Dias 

— Você que sabe se ele é seu irmão? Vai la e pergunta pra ele

Ela praticamente me empurro, mas agradeci mentalmente a ela por ter empurrado, cheguei na mesa aonde estava ele e o Felipe se não me engano e perguntei:

— Nicolas seu pai de chama Michel?

— Sim, por quê? — (me olho desconfiado)

— Michel Dias?

— É, vai fala que... — ( acho que ele lembro de algo) — Kaio Dias, você é..  você é... meu irmão? — (ele estava confuso) — Meu irmão que meu pai abandono na lata de lixo, porque acho que não ia sobreviver.

— Se eu sou seu irmão não sei, mais que fui abandonado numa lata de lixo sim. — (ele pego o celular e ligou pra alguém)

Quando ele estava a falar no telefone bia se aproximou de mim, viu a confusão e ela não pergunta, manda fala:

— Fala o que aconteceu!

— To confuso, ele pode ser meu irmão

— Que loko

— "Que loko" nada, não consigo acreditar

— Mais acho melhor começa a acreditar. 

A diretora veio pro refeitório pra anunciar algo:

— Alunos, como nem todos os professores foram contratados as duas últimas aulas serão vagas, podem ir embora. 

Bia fico feliz, juntamente com os outros e eu continuei confuso , senti uma mão no meu ombro, viro pra trás e vejo um homem de terno, fiquei mais confuso ainda, ele percebeu e se apresentou:

— Desculpa não queria te deixar confuso, sou o Alfredo, protetor do Nicolas

— Como assim protetor?

— Nosso pai teve um infarto e morreu, a mamãe morreu em um acidente de carro quando descobriu que o pai te abandono. Então Alfredo cuida de mim — (respondeu Nicolas)

— A gente tem que ver se você é mesmo irmão do senhor Nicolas, opa desculpa do Nick. — (Alfredo)

— Como? — (minha cabeça tava dando voltas)

— Vamos fazer o testa de DNA, assim poderemos saber. — (Alfredo)

— Kaio, acho melhor eu ir até amanhã — (Bia)

— Tá, até amanhã — (a abracei e ela foi embora)

— Vamos senhor? — (Alfredo)

— Alfredo, não me chama de senhor, so de Kaio

— Ta bom, vamos?

— Vamos — (falo e sou puxado por Nick se não ia fica la parado)

Entrei dentro do carro, encostei a cabeça na janela, acho que fico uns 20 minutos andando até chegar, sai do carro, entrei na clínica, esperamos mais 5 minutos, depois eu e Nick entramos numa sala, tiraram nossos sangues, e saimos da sala. Depois Alfredo me deixo na porta do orfanato, a monitora legal viu que eu estava confuso e pergunto:

— O que aconteceu, pequeno?

— Não, nada não. — (menti)

— Hum sei, a lembrei você agora tem uma colega de quarto.

— Como assim?

— Ué, uma colega de quarto

— Ta bom.

Fui pro quarto, bati na porta, vai que eu entro e ela ta se trocando, ela abre a porta e eu entro e me apresento:

— Sou Kaio, e você é? — (Me olho desconfiada) — Calma não mordo, quem faz isso é cachorro — (ela riu, mas depois fico séria denovo)

— Sou Charlotte, então somos colegas de quarto? — (continua desconfiada)

— Sim, somos. Vo dormi, não tem problema né?

— Não

Deitei na minha cama, fechei os olhos e fiquei pensando no dia de hoje, eu posso ter um irmão, não sei se isso é bom ou ruim ja tenho um que considero irmão, o Guilherme, ele hoje não veio aqui, deve ta tendo alguma briga com o pai, pensei nessa nova colega de quarto, mais no que eu mais pensei foi na menina cujo o nome é Mindy, com todos esse pensamentos dormi.


Notas Finais


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