História A Dama E O Vagabundo - segunda temporada - Capítulo 49


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais
Tags Adolescência, Briga, Justin Bieber, Namoro
Exibições 189
Palavras 1.058
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei amores, eu fiquei sem internet.
Capítulo hoje tá beeeeeeeem interesante.
Boa leitura!

Capítulo 49 - Vingança.


Minha vontade era de partir pra cima daquele filho da puta e acabar logo com a vida dele.

- Como vocês conseguiram encontrar ele? - perguntei ainda olhando o homem moreno desacordado.

- Isso foi fácil. - Chris.

- Chris e eu pegamos aquele vídeo que foi enviado pra gente e demos umas olhadas com bastante atenção... - Luke.

- Mas como não deu pra descobrir muito coisa, resolvemos invadir o sistema de câmeras espalhadas pela cidade e bom...encontramos ele. - Chris completou.

- O que pretende fazer com ele Bieber? - James.

Me aproximei do cara e me agachei um pouco, olhei pro rosto daquele desgraçado e logo eu senti que devia me vingar.

- Acordem ele! - mandei.

- Com todo prazer chefinho. - Jaden sorriu.

Ele entendeu muito bem o que iria fazer com o filho da puta.

Jaden fez um gesto pra um dos meus homens e o mesmo pegou um balde cheio de água e jogou no no cara fazendo com que ele acordasse assustado, o mesmo tentou se soltar, mas ele tava amarrado.

- A Bela Adormecida acordou. - zombei e os meninos riram.

- O que você quer? - perguntou em um tom intimidador.

Pobre homem, mal sabe ele que quem intimida as pessoas aqui sou eu.

- Você acha que vai me intimidar com esse tom de voz? - ri levemente. - Tá enganado. E respondendo a sua pergunta: eu quero saber quem foi que te mandou fazer o que fez comigo e com a minha família. - cheguei mais perto dele.

- Eu nunca vou revelar isso. - falou com um sorrisinho nos lábios.

- Tudo bem. - dei de ombros. - Jaden? - o chamei sem desviar minha atenção do cara a minha frente.

- O que foi?

- Você ainda guarda meus antigos brinquedinhos? - perguntei com um sorriso vingativo nos lábios.

- Claro! - respondeu com o mesmo sorriso.

- Pegue pra mim. - pedi.

- É pra já.

Jaden foi até um pequeno armário e tirou de lá uma pequena maleta.

Ele colocou em cima de uma mesa que havia ali e eu sorri.

Andei até a mesa e olhei meus velhos amigos ali.

Armas, facas, estiletes, tudo o que se possa imaginar desses tipos de armas havia ali naquela maleta.

Peguei uma arma e uma faca que por sinal tava bem amolada, do jeito que eu sempre gostei.

- O que você vai fazer? - o cara perguntou com um semblante assustado assim que me virem pra ele.

- Isso vai ser divertido. - escutei Ryan falar pros outros garotos.

- Escute bem, podemos fazer isso do jeito fácil ou do jeito difícil, a escolha é sua. - falei passando a faca levemente pelos meus dedos.

- Eu já disse que não vou falar quem me mandou provocar o acidente. - tentou se soltar.

Tentativa falha!

Balancei a cabeça levemente e negativamente.

- Eu te dei a oportinidade de escolher, mas você optou pela mais complicada pra você e fácil pra mim. - sorri. - Bastava você dizer o nome do seu chefinho, só isso e você iria sair daqui com vida. - só que não!

- Justin acaba logo com isso. - Chaz impaciente.

- É...quero ver ele implorar pela vida. - James.

- Tirem a roupa dele. - ordenei.

Os homens que estavam ali, obedeceram e fizeram o que eu mandei.

Logo o cara tava completamente nu em nossa frente.

- Agora eu vou me divertir. - sorri. - Vai falar o nome do desgraçado? - possicionei a faca em sua coxa.

- Eu já disse que não. - seus olhos demonstravam raiva.

- Ok. - passei a faca de uma só vez em sua coxa, fazendo na mesma um corte profundo fazendo-o gritar de dor. - E aí? - passei novamente a faca em sua outra coxa. - Vai dizer? Hum? - possicionei a faca cheia de sangue em sua bochecha.

- E-eu não. - eu já tava ficando irritado.

Passei a faca em seu rosto e o mesmo começou a sangrar, o homem gritou de dor mais uma vez.

Segurei firme na faca e finquei ela em seu braço esquerdo sem dó.

- P-por favor...p-pare. - pediu. - Tenha piedade.

Ri com o que ele havia me pedido.

Ter piedade? Coitado!

- Ter piedade? - fiz um corte em seu braço direito. - Por acaso você teve piedade quando provocou aquele acidente? HEIN SEU FILHO DA PUTA? - dei um soco em seu estômago fazendo com que o cara perdesse o ar. - SABE ONDE MEU FILHO TÁ AGORA SEU DESGRAÇADO? ELE TÁ EM UMA CAMA DE HOSPITAL ENTRE A VIDA E A MORTE. ELE PODE ACORDAR E SE ELE ACORDAR PODE NEM SE LEMBRAR QUE TEM FAMÍLIA. E AGORA VOCÊ VEM PEDIR PRA QUE EU TENHA PIEDADE DE VOCÊ? - ri. - Eu quero que você vá arder no fogo do inferno porque é pra lá que vou te mandar seu filho de uma puta. - falei levantando a faca pronto pra fazer mais um corte nele.

- NÃO POR FAVOR! E-eu t-te imploro...n-não me mata. - vi que lágrimas caíram de seus olhos.

- CALA A PORRA DA SUA BOCA. - enfiei a faca em seu ombro.

O cara soltou um grito rouco de dor.

Isso não era nada perto da dor que eu tava sentindo, a dor de ver meu filho naquela cama de hospital correndo risco de morrer.

- P-por f-favor. - pediu.

Segurei firme na faca e desferi um corte em seu pênis fazendo com que o homem gritasse mais uma vez de dor.

- Isso não é nada comparado a dor que eu tô sentindo de ver meu filho naquela cama de hospital por sua causa. - sussurrei no ouvido dele.

- Por...favor...me deixa ir...e-embora. - ri alto.

Olhei pro cara a minha frente todo ensanguentado e a raiva me dominou mais ainda.

Peguei a arma em minha cintura e apontei pra ele.

- Espero que você seja bem reccebido pelo capeta lá no inferno. - sorri e o homem arregalou os olhos.

Desparei a arma acertando um tiro em sua cabeça, outra em seu pênis e vários tiros em outras regiões.

Isso era só o início da minha vingança, ainda irei fazer MUITO pior com o desgraçado que tá por trás disso tudo.


Notas Finais


Eita que as coisas esquentaram, Justin versão frio.
O que acharam do capítulo? Comentem.

Kiss de chocolate.


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