História A Dama e o Vagabundo - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 30
Palavras 830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Já avisando que é meio hot.

Capítulo 6 - Sem sono!


Fanfic / Fanfiction A Dama e o Vagabundo - Capítulo 6 - Sem sono!

BIANCA ALCÂNTARA

 Segunda-Feira 12:45pm

Saí da escola e fui direto pra casa de Pedro,ele com certeza já estava no horário de almoço. Bati na porta dele,ele demorou um século para abrir a porta. Quando abriu estava apenas de calça jeans e secando os cabelos com uma toalha,gostoso.

-Oi!- dou um selinho nele.

-Oi!- ele sorri.

-Espero que tenha comida,estou morrendo de fome,não comi nada hoje,só uma maçã.- entro na casa dele.- Isso por que a Lana me obrigou.

-Minha mãe fez uma quentinha pra mim,podemos dividir,se você quiser.- ele fecha a porta.

-Tá.- jogo minha mochila no sofá.

Ele foi pra cozinha,pegou dois pratos e dois garfos,pegou a tal quentinha e dividiu meio-a-meio.

-Marco conseguiu um espaço para montar o brechó.- ele me entrega um dos pratos.

-Que bom,eu trouxe algumas coisas para decorar,estão lá no carro,trouxe umas araras,umas mesas e umas coisas.- me sento no sofá.

Ele se sentou ao meu lado e ligou a TV.

-Eu vou voltar pro trabalho daqui a pouco,mas lá pras 17:30/18:00h eu vou lá. Vai começar a funcionar amanhã,né?!- ele pergunta.

-Sim! A comida da sua mãe é maravilhosa! Nem a da Lana supera.- digo.- Eu quero conhecê-la!

-É,ela sempre cozinhou muito bem,se você quiser sábado eu te levo na casa dela.- ele diz.

-Tá bom,vai ser um prazer conhecê-la.

-Só não vá esperando nada chique e minha mãe não costuma gostar das minhas namoradas assim de cara.- ele diz.

-Namorada?! Já vai me apresentar pra sua mãe como namorada?- sorrio maliciosamente.

-Você entendeu o que eu quis dizer. É que toda mina que levei na casa dela,ela odiou logo de cara. Eu sou um príncipe então minha mãe quer arrumar uma princesa pra mim.- ele diz exibido.

-Ridículo.- reviro os olhos.

-Uma vez,quando eu tinha mais ou menos uns 16 anos,minha mãe arrumou uma mina da igreja dela pra mim. Ela era horrível,usava umas roupas estranhas,era chata pra caralho. Uma mosca morta,traia ela na cara dela e ela não fazia nada. Sexo?! Só depois do casamento. Graças a Deus ela me trocou por um garoto da igreja dela.- ele diz.

-Por que não terminou com ela? Você é o tipo: "faço tudo que a mamãe quer."?

-Não,é porque o pai dela me colocava o maior medo. Ele era general do exército. Uma vez só porque eu disse que não ia no aniversário do cachorro dela,ele quase me bateu.- ele sorri.- E a mãe dela era muito gostosa,ela fez parte da maioria dos meus sonhos eróticos,infelizmente só dos sonhos mesmo.

-Você é muito nojento.- digo.

<×>

Depois do almoço Pedro foi trabalhar e eu fui para a loja,era bem espaçosa mas precisava de alguns reparos nas paredes,porém não tínhamos tempo pra isso. Manu e eu penduramos cortinas nas paredes para cobrir as infiltrações,Marco montou as mesas e pendurou as prateleiras. A gente limpou tudo e organizou algumas coisas.

Eu já estava me preparando psicologicamente para ver aquele monte de pobre entrando e saindo do meu brechó. E mais,aquelas combinações ridículas. Falando em ridículo eu estava completamente horrível, ainda estava com a roupa do uniforme,que não é nada fashion.

PEDRO RODRIGUES

Saí do trabalho por volta das 18:00h,estava morto,mas mesmo assim fui para o brechó. A maioria das coisas já estavam prontas,ajudei Marco a pendurar a placa na faixada da loja,audei a colocar as etiquetas nas roupas e sapatos,tive que limpar o vômito da Manu,porque a patricinha só de olha já quis vomitar também e ela nunca limparia,Marco teve que levar Manu pra casa e sobrou pra mim mesmo. Depois fomos pra casa,a patricinha foi comigo.

-Você avisou no seu trabalho que não vai poder ir amanhã?- ela se senta no balcão da minha cozinha.

Ela estava com os cabelos molhados e uma camisa minha,estava muito sexy.

-Estou morrendo de fome,o que tem pra comer aí?- ela pergunta.

-Estou muito cansado,não vou fazer nada,não.- respondo.

-Poxa,eu não sei nem fritar um ovo.- ela diz manhosa.

-Tem uns biscoitos no armário,tem pão também,se quiser.

Ela fez careta.

-Ah deixa! Vem cá,vem,estou sem sono hoje.- ela me chama com um dedinho.

Me encaixei no meio das pernas dela,ela passou a mão na minha nuca e beijou meu pescoço,fez um caminho de beijos até chegar na minha boca,segurei a nuca dela e beijei ela vorazmente,ela passou as mãos na minha barriga e enfiou a mão por dentro da bermuda,abri o botão para ficar mais fácil pra ela. Ela colocou meu membro para fora e começou a punhetá-lo lentamente,abri os botões da camisa que ela estava,ela estava sem sutiã. Peguei ela no colo e fomos pro quarto,ela distribuía mordidas e chupões no meu pescoço.

Coloquei ela na cama e tirei minha bermuda,junto com a cueca. Voltei a beijá-la,ela inverteu as posições e começou a se esfregar no meu corpo. Quando percebeu que eu já estava bem duro,puxou a calcinha para o lado e foi sentando lentamente. Apertei seu seio esquerdo ela olhou pra mim e sorriu maliciosamente. Soltou um gemido alto quando sentiu todo o meu membro dentro dela,depois começou a quicar em cima de mim,cavalgando rapidamente. Eu chupava os seios dela e beijava seu pescoço,as vezes soltava alguns gemidos de prazer.

Ela apertava os próprios seios e gemia descontroladamente enquanto cavalgava.

-Gostosa!- aperto a bunda dela.


Notas Finais


Continua...


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