História A Décima Terceira Arte - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Arte, Depressão, Drama, Romance
Visualizações 3
Palavras 700
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oii, bem vindos à minha mais nova fic<3
Espero que gostem dela<3

p.s.: Antes de lerem, vão nas notas finais que tem um link de uma música pra vocês ouvirem quando chegarem numa parte específica da história.

Aproveitem a leitura<3

Capítulo 1 - Antes da Minha Vida Começar


           

A aula estava quase acabando, quando o professor deixou de explicar a Escala Fahrenheit e passou a contar sobre a vida dele. Melhor assim, aí eu tenho menos matéria pra pegar depois com algum colega. Eu tinha aproximadamente duas folhas de caderno para copiar, e a única coisa que estava em meu caderno era um desenho do rosto do professor. Não gosto particularmente dele, mas gosto de desenhar pessoas que fazem parte da minha vida, incluindo minha professora de português e o de biologia.

O sinal tocou, e todos os alunos saíram correndo da sala ao mesmo tempo, conversando alto e fazendo muito barulho. Como sempre, eu espero todos irem embora para depois eu guardar meu material e sair da sala. Só deixo para trás o professor, que estava com a mesa toda cheia de papeis e demorou um pouco mais do que eu para guardar tudo.

Antes de ir realmente embora, passei no banheiro para retocar o rímel – a única maquiagem que eu gosto de usar – e vi umas meninas no cantinho, rindo. Elas olhavam pra mim. Já estou acostumada, então deixei isso pra lá, guardei o rímel e saí daquele lugar, que fedia.

Geralmente quando eu chegava ao portão, a maioria das pessoas já tinha ido embora, mas ali haviam 30 ou mais delas. Sentei-me num banco perto da portaria para esperar a movimentação diminuir. Enquanto isso, peguei meu celular dentro da bolsa, o conectei com o fone de ouvido e comecei a ouvir Lil bo weep – Untitled (N//: link nas notas finais).

A bagunça diminuiu, então me levantei devagar do banco – não tenho pressa – e tomei o rumo da minha casa, que não ficava tão longe nem tão perto do colégio. O caminho é tão lindo, cheio de árvores floríferas, que me dá até gosto de andar pelas ruas.

Meu nome é Alissa, e eu tenho 17 anos. Você já deve ter percebido que eu não sou uma garota muito, digamos... Social. Na verdade, não sou nem um pouco. Acho que tenho algum problema que me impede de me socializar com as pessoas. O fato é que eu não tenho amigos, e muito menos um namorado. Eu nunca namorei ou fiquei com alguém. Todos os meninos (aliás, todas as pessoas) me acham estranha, ou alguma coisa assim.

Moro em Maringá, no Estado do Paraná, Sul do Brasil, junto com o meu pai, num apartamento bonito que eu considero grande demais para somente duas pessoas. A decoração do apartamento é chique – meu pai que escolhe tudo, e ele é arquiteto -, bem diferente do meu quarto, que eu tenho liberdade de escolher o que eu vou ou não vou usar para decorá-lo. Acho que meu pai só me deixa fazer isso porque ele fica preocupado comigo, com o meu jeito depressivo de ser. Ele acha que eu sou assim por causa da minha mãe, que foi embora quando eu tinha quatro anos. Mas não, eu não estou nem aí pra ela.

Entrei numa rua linda, onde as árvores cheias de flores roxinhas e amarelas cobrem a rua e fazem sombra, mas alguns raios de sol conseguem ultrapassar as folhas e ficam parecendo estrelas à noite. Peguei minha câmera fotográfica profissional da mochila e tirei uma foto daquela paisagem, depois a guardei, medo de um ladrão chegar de mansinho e tomá-la da minha mão. Acho que se isso acontecesse eu correria atrás do ladrão e mataria ele. Brincadeira, mas não posso prometer que eu não o machucaria nem um pouco.

Eu amo a arte. A arte é a minha vida. A música, a pintura, o desenho, a fotografia, a poesia em forma de poema. Sei que existem mais tipos de arte, mas tenho mais intimidade com esses. Sempre quando a minha vida sai do eixo – mais do que ela está nesse momento – eu ouço uma música. Sempre quando eu estou com raiva, eu pinto. Sempre quando eu estou triste, eu escrevo um poema, acompanhado da poesia (não posso dizer que eles são bons, mas de acordo comigo, eles são bons). Sempre quando eu estou feliz, eu fotografo. Como eu disse, a arte é a minha vida. Eu quero me formar em alguma área artística, mas ainda não sei qual. 

 


Notas Finais


Link- https://www.youtube.com/watch?v=4NFSB1p8gu4
O capítulo não ficou muito grande, mas acho que pro primeiro capítulo tá bom.
E aí, gostaram?? Deixe a sua opinião nos comentários :v


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...