História A Delegada (Camren) - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags A Delegada, Camren, Fifth Harmony
Exibições 62
Palavras 2.945
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, tudo bem com vocês?
Me desculpe por demorar a postar os capítulos, mas é porque estou sem tempo e também não sou uma máquina de escrever kkk
Quem ler No Way e A Delegada, percebe que ambas são totalmente diferentes, né?!
Mas enfim espero que gostem.
Bjos

*Desculpa os erros ortográficos
*Leiam No Way(Camren)
*Não esqueçam de dar suas opiniões.

-Stay_007

Capítulo 4 - Sentindo pena?


Lauren Jauregui Pv

Depois de me despedir da Camila, voltei para minha casa. E lá estava eu; sentada na sacada pensando na vida. Eu não podia contar a verdade pra Camila. Sim, eu menti, mas isso é uma coisa que meu trabalho exigiu; não contar a ninguém. Eu não vou em bora, não vou largar tudo, eu só vou encontrar com uma pessoa na Inglaterra que diz saber tudo sobre o tal chefão e que me ajudará a colocá-lo atrás das grades. Infelizmente, essa pessoa só irá me encontrar daqui a três meses. Já faz um tempo que não temos notícias desses "justiceiros", por um lado eu agradeço a eles por fazerem isso. Eu sei que matar pessoas não é o certo, mas eu também já matei muitos bandidos e esses psicopatas não estão matando pessoas inocentes.

E Camila?, a moça é bem bonita e de traços latinos. Ela é encantadora. Eu me sinto envergonhada por ela ter me visto daquele estado ontem: bêbada.

Se tem uma coisa que eu não posso desmanchar, essa coisa é a minha imagem. Mas agora, uma mulher qualquer me viu em estado deplorável, o que será que vão achar de mim? Uma delegada de alto porte ficando terrivelmente bêbada.

Saí dos meus devaneios e voltei para o meu quarto. Essa dor de cabeça ainda não tinha passado, tomei o remédio mais forte que encontrei, deitei na cama e apaguei.

Dia seguinte

O barulho insistente do despertador me acordou, fazendo-me resmungar por isso. Bati com a palma da mão no objeto desligando o mesmo, olhei a hora e merda, já se passava das 11:00min horas. Que porra, quanto tenpo eu dormi?. Era pra eu estar na delegacia a tempo. Levantei da cama e por sorte minha dor de cabeça havia passado, tomei um banho rápido, comi qualquer coisa e saí.

(...)

Estacionei meu carro na garagem da delegacia e adentrei o local.

- Boa tarde senhora - Ally disse

- Boa tarde, Ally - Respondi.

Entrei em minha sala e Harry, meu patrão, estava sentado na cadeira de frente para minha mesa. Estranhei sua visita, pois Harry poucas vezes ia na delegacia

- Boa tarde Lauren. - Pronunciou ele

- Boa tarde senhor. - Sentei em minha cadeira um pouco desajeitada - E-eu não costumo me atrasar Sr. Harry, fico surpesa por sua visita.

- Vim saber sobre a águia. - Águia era a pessoa com quem eu iria me encontrar daqui a três meses. Com certeza esse era o seu apelido.

- O que o senhor quer saber?

- Você tem certeza que essa pessoa está falando a verdade?

- Olha Harry, se é que posso lhe chamar assim. Águia me deu provas que suas palavras são verdadeiras.

- Que tipo de prova?

- Do tipo de coisas que ninguém nunca saberia, algumas informações que só esse "chefão" poderia saber.

- E como a senhorita acha que a águia conseguiu isso? - Eu já estava ficando nervosa.

- Essa informação ainda não consegui senhor. - Meu superior assentiu

- Pois bem, espero que você não falhe nessa missão, Lauren. Confio plenamente em você e no seu trabalho. Quero prender esse desgraçado logo, mas infelizmente só poderemos fazer isso daqui a três meses.

- Não irei lhe decepcionar, senhor. - Me levantei estendendo a mão para o homem que fez a menção de aperta-las em forma de comprimento. Harry saiu da sala me deixando sozinha, mas não por muito tempo, pois Vero acaba de entrar pela porta. - Você não trabalha mais não, é? - Perguntei rindo

- Estou em meu horário de almoço, querida. - Veronica é uma advogada muito conhecida. A mesma trabalha em um escritório perto do meu trabalho. - E vim te chamar pra ir almoçar comigo.

- Não vou poder, acabei de chegar aqui.

- Nossa, você veio trabalhar no horário de almoço?! Que trabalho bom.

- Não foi bem assim, eu perdi a hora.

- E por que, hein? - Vero sempre pensando besteiras.

- Eu não transei, ok?! Só estava com dor de cabeça e tomei um remédio forte, que me fez dormir até o dia seguinte.

- Ah, que pena - Minha amiga fingiu estar triste. - E você e Camila?

- O que tem?

- Vocês foram pra casa juntas...

- Veronica, ela só me levou em casa, nada de mais. Depois ela foi em bora. Não rolou nada. Ela mesma me disse isso

- Como assim? Vocês se encontraram de novo?

- Eu pedi pra conversar com ela. Queria perguntar se tínhamos ficado. Já que aquela sua mensagem estava com segundas intenções. - Apontei o dedo em sua direção

- Segunda intenções? - Vero levou a mão até a altura do peito com se estivesse ofendida - Claro que não.

- Imagina.

- Tudo bem, eu admito. Eu achei que vocês tivessem ficado.

- Mas não ficamos.

- Mas bem que você queria, né?

- O quê? Claro que não...

- Ah para Laur, Camila é bem gostosa. E tá na cara que ela tá te dando mole

- Claro que não Vero. Camila só quis ser gentil me levando pra casa. Nada de mais.

- Tá, mas vai dizer que ela não é gostosa?

- Vero, vai a merda. - Joguei em sua direção uma borracha que estava em cima mesa.

- Você precisa transar!

- Veronica, transar não é tudo na vida.

- Mas é a melhor coisa da vida. - Gargalhei, Veronica não tem jeito

- Você é demais. - Vero resolveu almoçar na minha sala. Ficamos ali jogando conversa fora, quando fomos interrompidas por duas batidas na porta. Deixei que a pessoa entrasse

- Com licença. - Ally disse. - Tem uma moça aqui fora querendo falar com a senhora.

- Ela falou o nome?

- Camila Cabello. - Camila aqui? Por que será?. Vero me deu um sorrisinho maldoso de lado e Revirei os olhos

- Mande a entrar. - Allyson assentiu e saiu. Camila entrou pela porta com um sorriso no rosto. Ela usava um vestido azul soltinho um pouco acima e joelhos. Levantei-me para comprimenta-la.

- Camila? que surpesa. - Lhe dei um abraço

- Quis fazer uma visita. - Camila me soltou e deu um abraço em Vero

- Eu já vou indo Laur, foi um prazer revê-la Camila. Fala pra Dinah que lhe mandei um beijo. - Antes de sair, Vero me lançou um olhar como quem quisesse dizer "Pega logo ela" e como resposta fiz um sinal de negação com a cabeça. Pedi para que Camila se sentasse e assim ela fez.

- Não lhe esperava aqui, Camila.

- Me desculpe por aparecer assim do nada, sem avisar.

- Não tem problema. Quer beber alguma coisa?

- Desde que seja alcoólico. - Ri e me levantei indo em direção a pequena mesinha que tinha ali, coloquei um pouco de whisky em um pequeno copo.

- Aqui está. - Lhe entreguei o copo. Camila virou o líquido de uma vez só. - Vai com calma. - Falei

- Adoro Whisky. Mas enfim, eu estava passando por aqui perto e resolvi vim aqui. Sei que você é uma mulher ocupada... Mas só queria lhes fazer uma visita mesmo.

- Eu fiquei surpresa quando Ally anunciou seu nome. Mas eu gostei.

- Como anda as coisas aqui na delegacia?

- Está tudo indo bem. Claro, sempre tem dias que chegam casos pra mim horríveis, mas nada fora do comum. - Camila assentia a cada palavra dita

- E aqueles homens... Que estavam matando os pedofolos? Já descobriram alguma coisa? - Eu não conseguia entender a tamanha curiosidade da Camila pelos "justiceiros"

- Ainda não. Já faz um tempo que não temos notícias deles.

- As vezes eu fico pensando; como a pessoa consegue ter o sangue tão frio a ponto de matar assim com tanta crueldade.

- Realmente. Essas pessoas são psicopatas. - Fizemos um breve silêncio - Mas me conta, como vai a vida? - Tentei mudar de assunto

- Vai indo... Está ótima por sinal. Morar sozinha não é tão ruim - Camila falou fazendo-me rir.

- Ah, então você mora sozinha? - Arquiei uma das sombracelhas

- Sim, depois da morte dos meus pais, eu fui morar sozinha.

- Mas com certeza você deve ter um namorado pra te fazer companhia - Camila gargalhou

- Eu não namoro. Acho que os homens são uma perda de tempo. E aliás, não é dessa fruta que eu gosto. - Espera... Camila? Lésbica?

- Concordo com você, são atrasos de vida, e também não tenho muito tempo pra namorar.

- Então você também não tem namorado? - Neguei com a cabeça. - Uau

- O quê?

- É porque você, uma mulher tão bonita, e que esteja solteira... É surpreendente.

- Obrigada. - Ri meio sem jeito

- Você também mora sozinha? Perguntou ela

- Sim. - Respondi

- Mas e os seus pais? - Por que ela teve que tocar nesse assunto? Que merda!

- Camila, acho que tenho que dá uma saidinha agora. - Fugi do assunto. Camila pareceu não entender o porquê de eu não ter respondido sua pergunta, pois a mesma fez uma expressão confusa

- A-Ah tudo bem. - Gaguejou ela, se levantando

- Me desculpe.

- Tá tudo bem Lauren. - Com certeza Camila era a pessoal mais doce que já conheci. Ela me olhava de uma forma que parecia conseguir enxergar todos os meus problemas através de um só olhar. Me olhava com uma intensidade fora do normal.

Me despedi dela a levando até a porta. Após a saída da Camila, fechei todas as cortinas da minha sala e voltei a me sentar. Apoiei meus cotovelos sobre a mesa e enfiei meu rosto nas mãos e comecei a chorar. Eu preciso da minha família, só deles, é o que eu mais preciso neste momento.

Camila Cabello Pv

Saí da delegacia e peguei o primeiro táxi que avistei. Em menos de 15 minutos cheguei em minha casa. Paguei o motorista e entrei no apartamento. O elevador estava mais lento que o normal, as portas foram abertas indicando que eu havia chegado no meu andar. Abri a porta e entrei. Joguei minha bolsa em qualquer canto e fui para o meu quarto.

Como eu preciso descobrir o motivo da Lauren ir em bora, decidi lhe fazer uma pequena visita. Mas ainda não descobri nada; ainda não fui direta. Mas calma... Tudo tem sua hora. É estranho a mudança de humor da delegada ao perguntar sobre sua família. Fui pegar meu celular na bolsa que estava na sala e voltei para o quarto e liguei para Gabriel.

- Alô? - O homem tinha voz de sono

- Estava dormindo seu infeliz?

- N-não, senhora.

- Assim espero. Eu te liguei pra saber se você descobriu mais alguma coisa sobre aquela delegada.

- Sim. Lauren tem um irmão chamado Chris e uma irmã mais nova chamada Taylor Jauregui. Seus pais são: Clara Jauregui e Michael Jauregui.

- Isso não me interessa, seu idiota - Bufei - Quer saber Gabriel? Você é muito imprestável! - Finalizei a ligação.

Eu não sei o que está acontecendo com esses homens. Pago eles muito bem, mas não conseguem fazer uma pequena investigação. Olhei pela janela do quarto e vi que já estava escurecendo. Que rápido

- Preciso beber - Falei pra minha mesma me levantando da cama.

Entrei no banheiro e tomei um banho demorado, vesti um vestido vermelho com um corte V, um pouco justo, mas nada vulgar. Passei um batom da mesma cor e nos pés um scarpin preto. Peguei as chaves do carro e saí.

(...)

Estacionei meu carro no estacionamento da boate. Logo na entrada se via o nome do local

Boate Boiler. Essa era a minha boate preferida. O lugar era muito agradável, na frente era tudo preto mas com o nome do lugar em destaque com a cor vermelha. Por dentro tinha luzes neon coloridas, e um pouco de fumaça para deixar o ambiente mais agradável. Fiquei na fila por pouco tempo até passar por um segurança que liberou minha entrada.

A batida frenética inundava meus ouvidos, pessoas dançando uma coladas na outra; algumas se beijando totalmente descontroladas. Andei pelo meio das pessoas até chegar ao bar. Pedi uma vodka. Não demorou muito para que o bar men me trouxesse a bebida.

- Me dá um pouco? - Um morena falou sentando ao meu lado. Olhei para o copo com a bebida e sorri

- Claro. - Falei lhe entregando o copo. A morena era linda. Usava uma maquiagem forte, e seus cabelos estavam jogados para um lado só.

- Obrigada - Agradeceu a moça na qual não sei o nome. Ela bebeu um gole da bebiba e me devolveu o copo. - Posso saber seu nome?

- Camila e o seu? - Não vou negar... a mulher é uma delícia e também já faz um tempo que não fico com alguém, então por que não ficar com essa moça?

- Louise

- Lindo nome. - Falei com um sorriso cafajeste no rosto

- Obrigada, Camila. Você vem sempre aqui?

- Sim, eu amo esse lugar... Por aqui tem muita gente bonita - Por causa do volume da música, fui obrigada a falar no ouvido da Louise

- Isso foi um elogio?

- Digamos que sim. - Mordi os lábios. - Gostei do seu batom...

- E de menta, quer provar? - Essa Louise sabe provocar!

- Com todo prazer! - Beijei os lábios da morena com uma velocidade absurda. Pedi passagem com a minha língua e ela rapidamente cedeu. Minha mão foi de encontro com sua cintura, onde dei uma apertada de leve. Seus braços estavam enroscados no meu pescoço. Nossas línguas dançavam em sincronia, sua boca tinha gosto de álcool, deixando o beijo mais quente. Terminei o delicioso beijo com uma mordida em seu lábio inferior. - Adorei o sabor. - Sussurrei. A morena deu de canto um sorriso safado e umideceu seus lábios com a língua em uma forma provocante. - Quer ir pra outro lugar? Mais reservado? - Sugeri

- Claro, mas antes preciso ir ao banheiro... Já volto. - Louise piscou e saiu. Virei- me para frente e pedi mais uma dose de vodka, eu já sentia o efeito da álcool fazer efeito, pois minha cabeça estava girando

Um Wisky por favor! - Uma voz feminina soou do meu lado... Espera,  eu conheço essa voz

- Lauren? - A Delegada estava com os olhos vermelhos como se ela estivesse chorando. Assim que me viu, tratou e limpar os olhos.

- Oi Camila. - Lauren tinha a voz mais rouca que o normal.

- Aconteceu alguma coisa? - Fingi preocupação

- Aqui senhora - Falou o mesmo homem que me serviu da vodka. Lauren pegou o copo da mão do cara com agressividade e virou tudo de uma vez.

- Outra! - Ela colou com o copo na mesa com força.

- Lauren? - Insisti.

- Não aconteceu nada, ok? - Pela primeira vez, vi essa mulher nervosa, a mesma parecia ser tão calma.

- Camila? Podemos ir? - Louise surgiu atrás de mim... Eu não podia deixar Lauren sozinha tão nervosa daquele jeito, quer dizer, poder eu até posso, aliás, não me importo nem um pouco com essa desgraçada...mas é que infelizmente, eu ainda tenho que fingir ser a Camila boazinha.

- Louise... Desculpa, mas estou com dor de cabeça, prefiro ir pra minha casa dormir um pouco.

- Mas eu posso fazer essa sua dor de cabeça passar rapidinho, que tal? - A moça vinha pra cima de mim quando eu a interrompi

- Não, Louise, me desculpa. - A morena trincou o maxilar e inflou as narinas. Respirou fundo, bufou e saiu furiosa.

- Que merda delegada! - Pensei

Lauren já estava no terceiro copo, e estava novamente chorando. Coloquei uma quantia em dinheiro em cima do balcão para pagar a bebiba que essa idiota consumiu. Me levantei e lhe peguei pelo braço

- Vamos sair daqui. - Falei

Puxei Lauren pra fora da boate, o movimento do lado de fora era o oposto do lado de dentro. Tudo mais calmo. A mesma sentou no meio fio e abraçou os seus joelhos, me aproximei e sentei ao seu lado.

- Lauren? - Chamei baixinho

- Saí daqui Camila! - Lauren tinha voz embargada.

- Não até você me dizer o que houve pra você estar chorando. - A mulher fungou e olhou pra mim

- Por que eu estou chorando? PORQUE MINHA VIDA SIMPLISMENTE É UMA DROGA! EU SOU UM LIXO. MEU PAI ME ODEIA, MINHA FAMÍLIA ME ODEIA. EU ME ODEIO! - Ela pressionou os labios tentando conter o choro - Eu só quero me desculpar com o meu pai, falar o quanto amo ele, eu sei que estou sendo infantil, mas eu não consigo, você me entende? A qualquer momento eu posso perde-lo Camila! EU NÃO QUERO PERDE-LO! - Lauren gritava em meio as lágrimas, ela voltou a abaixar a cabeça e voltou a chorar. Envolvi meu braço ao redor do seu corpo e lhe dei um abraço, falso, mas dei

- Eu sinto muito, Lauren. Mas por que a qualquer momento você pode perde-lo?

- Meu pai está doente, está com leucemia. - Senti uma forte dor no peito como eu nunca havia sentido antes. Aquelas palavras me pegaram de surpresa

- Me desculpa Camila, você não tem nada haver com a minha vida horrível, olha só você...tendo o trabalho de me ajudar de novo, uma bêbada ridícula, me desculpa mesmo, eu só queria desabafar com alguém. - Ela levantou seu rosto e me fitou. Seu olhar se direcionou até minha boca e meus olhos foram para a sua. Umideci meus lábios com a língua por conta do nervosismo. Eu não estava me reconhecendo... Eu estava sentindo pena dessa mulher? Da mulher que matou meu melhor amigo? O que está acontecendo com você Camila Cabello?

Lauren estava aproximando seus lábios aos meus, fechei os olhos imaginado a besteira que estava por vir. Colamos nossas testas, nossas respirações estavam ofegantes. O alito da Lauren tinha cheiro de álcool puro. Nossos lábios estavam quase roçando uns aos outros, quando nós íamos se beijar...

- LAUREN! - A voz da Vero se fez presente.

Um farol forte iluminava aonde estávamos, me afastei rapidamente recuperando meus sentidos e Lauren fez o mesmo.


Notas Finais


Camila sentindo pena da Lauren? Hmm, sei não hein!😏

Acham que esse beijo deveria ter rolado?

ME DESCULPEM PELOS ERROS!/rt


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