História A Demon Named Angeline(incest) - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ed Sheeran
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Incesto, Romance
Exibições 50
Palavras 3.061
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ah, gente sei que demorei bastante dessa vez, peço de coração que me perdoem, mas aqui está o capitulo. E dessa vez o capitulo não tem grandes acontecimentos, eu deixei para o próximo capitulo. Porém mesmo assim espero que gostem. Ah, antes que eu me esqueça eu não pude revisar com total cautela, então me desculpem qualquer deslize gramatical. Desde já agradeço pelo apoio e carinho de todos vocês.Tenham uma ótima leitura!

Capítulo 10 - O inicio de uma guerra


Fanfic / Fanfiction A Demon Named Angeline(incest) - Capítulo 10 - O inicio de uma guerra

 Era fim de tarde quando ele saiu de casa, carregando consigo uma mala de rodinhas e seu violão. Ao entrar em seu carro fecha a porta do passageiro, enquanto Anthony nosso motorista, guardava a sua bagagem no porta-malas. Porém, não falou para onde ia e nem quando pretendia voltar. Passou uma ideia absurda em cabeça. Esperava que ele voltasse atrás pra dizer que tudo aquilo fora uma brincadeira ou puro equívoco. Mas o que eu estava pensando? Se tratando de “Ed Sheeran” tudo é complicado. Fiquei da janela olhando para ele ainda dentro do carro. Então, ele ia viajar? E nem sequer me deu um beijo ou um mero abraço de despedida?

De certo não entendo tamanho afastamento de sua parte se até ontem estávamos bem.

Assim como minha melancolia o céu também parecia estar em sintonia com meus sentimentos. Começou uma chuva intensa e turbulenta. O frio que entrava por minha janela aberta, tocava partes da minha pele descoberta, causando-me calafrios tenebrosos. Mas em nenhum instante afastei-me daquela maldita janela, com a esperança de ao menos um sorriso simples dele receber, mas seu carro deu partida e nem sequer um olhar seu eu pude contemplar.

Alguns minutos depois ou talvez horas que seu carro partiu. Não sei ao certo quanto tempo fiquei plantada na janela só olhando para baixo, enquanto a chuva tão forte quanto minha decepção, caia no lugar vago, onde antes estava seu carro. Ele realmente partiu sem dizer adeus.

 

Fechei a janela e tentei não chorar, mas era... Como se diz mesmo? Oh, sim “Impossível”.

 

Então, só me restava esperar que toda aquela melancolia passasse. Definitivamente uma coisa que não seria fácil.

 

 

Fui até o quarto do papai e peguei um dos seus moletons em seu closet. Não satisfeita peguei uma de suas cuecas boxer preta. Adorava usá-las eram confortáveis e parecia um shortinho em mim. Peguei também uma toalha sua já indo em direção do banheiro e entrando no Box.

 

Naquele começo do anoitecer decide que ia respirar o mesmo ar que ele, usar todas as coisas dele. Até que a dor parasse e então, só então, esqueceria que um dia houve “Ed Sheeran” em meu coração. Talvez fosse tudo mais fácil se eu perdesse a memória, porque daí eu viveria meus dias, sem lembrar-me desse amor ou obsessão púbere por meu pai.

 

Ao ligar o registro do chuveiro, senti a água eliminando toda aquela tensão, de poucas horas atrás. Mas o que a água não foi capaz de eliminar, foram minhas lágrimas, que desciam dolorosamente velozes. E uma a uma, foi preenchendo cada canto do meu rosto, se misturando com a água quente.

 

Fragmentos daquele momento inoportuno me assombravam sem piedade fazendo com que as lagrimas descessem ainda mais.

 

Recordando...

―O quê significa isso Angeline? – Sua voz soou tão grave que estremeceu o meu corpo inteiro provocando em mim calafrios.

 

— Eu vou deixa-los conversar – apenas assenti e Gabi saiu em seguida fechando a porta atrás de si.

 

— Pronto, Angeline, agora explica que eu quero entender toda essa situação? Que diabos te levou a recorrer a isto? – fala apontando para o cigarro de maconha em minhas mãos e as bebidas ao meu redor.

 

Eu olhava fixamente para seus olhos, sua feição séria e ao mesmo tempo preocupada, esperando por uma resposta que talvez não fosse o que ele esperava. Desviei meu olhar do dele e busquei em meu interior falar da forma mais coerente e sem tanta enrolação, mas naquele momento o medo tomou conta de mim e se ele não acreditasse? E se ele se afastasse de mim? A verdade era que eu não queria dizer o motivo, por mais que fosse de pura amargura e desespero, era meu assunto e tenho certeza que papai não ia entender minha angustia.

 

Fui retirada dos meus pensamentos conturbados com a voz rude do papai, proferindo palavras tão dolorosas quanto adagas atiradas diversas vezes contra meu coração.

 

— Você não tem nada a dizer?─ Ele fez silencio por um momento, apertou forte as pálpebras, respirando impaciente. Depois de algum tempo voltou a falar ― Mas o que eu estava pensando!? Vindo de você qualquer bobagem é motivos para fazer besteiras. ─ Fala de maneira grosseira olhando para mim a todo o momento e passando as mãos ora nos cabelos, ora no maxilar travado.

 

—NÂO FALE ASSIM! ─ gritei expondo toda minha indignação. ― Você não sabe o motivo ─ Continuei a protestar levantando e indo com certa dificuldade para sua direção.

Papai notando meu estado de instabilidade física. Claro, estava sob efeito de álcool e droga. Papai prontamente correu para me segurar, após meu corpo desfaleceu sem que eu me dessa conta disso. Por um breve instante esqueci-me daquele momento tenso e me entreguei à deliciosa sensação que seus braços em volta do meu corpo transmitiam para mim.

Papai ri, mas não era uma risada de sarcasmo e sim de desgosto. Logo, após volta a falar.

 —Provavelmente o que sempre fez esses anos todos para chamar a minha atenção. Olha para você? Olha a sua situação? Até que ponto eu cheguei com você.  

Ele dá uma pausa e olha diretamente em meus olhos, pude ver meu reflexo através de sua íris brilhante, tão de perto. Meus olhos já trasbordavam em lagrimas.

 

―Eu sou um miserável, duas vezes. Porque Você é uma criança e minha filha. Como pude me deixa levar por esse absurdo ─ Lamenta desviando seus olhos dos meus e me senti perdida sem eles me encarando intensamente.

 

— Você está enganado Papai, por favor, olha pra mim eu não sou criança. Não me diga que sou. Agora eu não posso dizer, porque talvez você não entenda, mas porque não confia em mim e para de julgar os fatos sem uma conclusão definitiva?─ Respondo puxando seu rosto para que seus olhos fixassem nos meus novamente.

 

E nossos rostos tão de perto fizeram com que a insanidade quase nos tomasse, eu ainda o deixava nervoso. Nossos lábios ansiosos para um beijo intenso, que não venho pela covardia do papai que me soltou bruscamente fazendo com que eu caísse sentada no chão. Ele me deu as costas e continuou seu lamento hipócrita.

 

— E você ainda exige que eu não a trate como criança? Se é isso que você é. Uma criança. Age como uma criança e tem mente de uma. Você acha que agindo assim vai mesmo aliviar qualquer dor ou raiva que esteja sentindo? Seja lá o que tiver acontecendo com você quando quiser falar estarei pronto para ouvi-la abertamente, mas enquanto você não se dê conta de que precisa parar de se comportar como uma rebelde, ficará de castigo para refletir que todos os atos geram consequências, principalmente atos impensados como este. Espero que você pense no que te falei e que pare de estragar seu futuro com essas coisas. Se quiser ser tratada como adulta aprenda se comportar como uma e enfrente seus problemas de frente, e não usando essas porcarias.

Antes de sair ele olhou uma última vez para mim e disse: Eu te amo e só quero o melhor para você e eu não sou o melhor homem para você. Esquece tudo isso por que não irá se repetir. Eu sou e sempre serei seu pai e, é desse modo que devemos agir a parte de agora como pai e filha.

Fim das recordações.

 

Sentei-me no chão do banheiro e chorei desesperadamente, nunca havia sentindo tal dor. Então, essa é a dor do amor? Sinto-me sufocada, como se o ar dos meus pulmões se esvaíssem rapidamente sem retorno.

Lembrei-me da minha infância até o último momento que estive com minha mãe. E chorei ainda mais. Eu me sentia tão sozinha, não era o momento certo para ser esquecida daquela maneira.

 

Talvez eu esteja fazendo muito alarde por uma situação, que podia ser superada facilmente com o passar do tempo. No entanto, o sentimento que eu tenho por ele jamais será esquecido, nem agora, nem nunca. Disso sempre tive certeza.

 

 Chega até ser desumano pedir para que eu sufoque um sentimento, talvez não o mais puro, por ele ser meu pai, porém é verdadeiro.

 

Desliguei o registro do chuveiro. Depois de vestida deitei na cama de lado, sentindo aquele colchão macio relaxar-me por inteira. Peguei os dois travesseiros do papai. Pus minha cabeça sobre um e abracei o outro, apertando fortemente e aspirando seu perfume com um aroma tão gostoso. Fechei os olhos e senti a sonolência me vencer.

 

(...)

Mais tarde pesadelos perturbadores assombraram meu sono pesado.

 

 

— Angel? Angel?– ouço uma voz feminina  conhecida a me chamar, inicialmente doce e suave.

 

Contudo, ao abrir os olhos sobressaltei, ao ver que era minha mãe que estava sentada à beira da minha cama. Ela olhava para mim com um olhar desapontado que eu jamais havia visto antes.

 

— Mamãe? Mas como? ─ Perguntei obviamente confusa e assustada com a situação.

 

— Porque vocês me traíram? Porque Angel? Você é uma vagabunda. Eu criei uma vadia – agora sua voz doce e suave havia se tornado em desprezo e muito ódio. Sua tapa, segundos depois de suas duras palavras proferidas foi o a prova de que ela estava muito magoada. Mais tapas foram desferidas com tanta força, que meu rosto virou bruscamente para o lado.

 

Voltei a olhar para ela completamente espantada, mamãe nunca havia batido em mim em vida e agora que senti o tamanho da sua fúria em morte comecei a ficar apavorada. Será que esse era meu castigo por amar ele, meu pai? Mas se isso já estava previsto porque raios implantaram esse amor em meu coração?

Mamãe soou muito agressiva e vingativa em todas as palavras e ações seguintes, me fazendo pensar por um segundo que não poderia ser a minha mãezinha querida.

 

— Você não merece o meu perdão, nem você, nem o seu pai serão felizes por isso. 

 

Eu não tinha reação era como se meu corpo todo ficasse paralisado diante daquela situação bizarra, ou pior que isso meu corpo obedecia a o comando da ira dela. Eu não conseguia me mexer, ou ao menos gritar, minha mente estava em pânico assim como todo meu corpo. Era inútil fugir quando ela começou a desferir tapas, socos e xingamentos ao mesmo tempo e eu nem podia me defender. Meu corpo estava petrificado feito pedra, na mesma posição. Naquele momento, eu aceitei meu castigo e não pensei mais em nada, foi então que tudo mudou de pior para terrível. O rosto da mamãe havia mudado drasticamente para de um mostro asqueroso, assim como sua voz engrossou ficando cada vez mais aterrorizante aquele pesadelo. Foi então que tentei reagir e comecei a me debater pedindo para que parasse, mas aquele ser medonho apertou meu pescoço, suas mãos eram ásperas e queimavam como brasas de fogo. Fiquei sem ar e então (...).

 

— Angel, Angel, acorda amiga pelo amor de Deus acorda– chama Gabi.

 

Eu até havia esquecido que ela estava aqui.

 

— O que aconteceu? ─ pergunto confusa, ainda em choque pelo terrível pesadelo.

 

— Me diz você. Estava se debatendo e gritando socorro, dos corredores dava para se ouvir. ─ Pergunta assustada.

 

— Ah, meu Deus Gabi, foi horrível ─ respondo muito apavorada.

 

E desabo a chorar em seus braços soluçando.

 

— Shiii, calma já passou estou aqui. ─ tenta me acalmar com um abraço forte.

 ―Afinal, Com o quê sonhou que te deixou assim? –Perguntou Gabi ao deslaçamo-nos do abraço.

Olhei para ela ainda transtornada com a forma cruel que mamãe despejou aquelas ofensas. Suas tapas ainda queimavam meu rosto, como se tudo aquilo fosse real e não um mero sonho ruim. A forma como ela foi se metamorfoseando em um ser medonho e sua voz doce ficando em um timbre grotesco e irreconhecível. Apenas a ideia de que aquele pesadelo poderia ter mesmo acontecido arrepiava todos os cabelos existentes do meu corpo.

―Eu tive um pesadelo com a mamãe−Finalmente falei ainda trêmula.

E pela primeira vez admito que, senti medo e não um medinho, mas sim, um enorme medo de tudo que saiu da boca da mamãe naquele pesadelo.

Gabi olhou para mim com uma expressão um tanto piedosa e se pós a falar:

―Então, conte-me Angel, quem sabe se desabafar isso poderá lhe ajudar a esquecer – fala otimista esbanjando um sorriso amigável.

Sem questiona-la, apenas lhe contei os acontecimentos detalhadamente do pesadelo, do começo ao fim. No fundo eu acreditei em suas otimistas palavras de que desabafando poderia esquecer-me daquele momento, no mínimo assustador.

Respirei fundo, apôs terminar de contar exatamente tudo, a fim de reprimir o choro de pânico. Oras até uma garota com atitudes maléficas como eu, possuo sensibilidade e medos.

― Calma, Já passou – Gabi fala apôs outro abraço forte.

―Mas se não passar? –pergunto ainda em seus braços de uma forma infantil.

― Caso não passe eu sempre estarei aqui para te lembrar de que, você é mais forte do que pensa – Revela sincera e deposita um beijo terno em meus cabelos.

― Obrigada Gabi, não só por hoje, mas por sempre estar ao meu lado – falo olhando em seus olhos apôs desfazer-me do abraço.

―Talvez você não tenha notado, mas sou eu que tenho mais a te agradecer do que você a mim – Fala e em seguida sorrir docemente.

Gabi levantou-se e ligou a TV que tinha sobre uma cômoda branca de frente para minha cama, logo após voltou a sentar-se. Deitei a cabeça em suas pernas e ficamos assistindo um programa qualquer.

―Estive pensando aqui – Comenta tiro minha atenção da TV e volto para ouvi-la.

― Em quê? – lhe incentivo a continuar.

― Talvez, mesmo que você não tenha parado para pensar, a culpa esteja te afetando silenciosamente através desse pesadelo e de fato isso é tudo do seu subconsciente. Será que não seria melhor desistir antes que você se machuque ainda mais? Não que não torça por você, longe de mim. Mas parece que essa relação é impossível. – Palpita.

― É talvez você esteja certa, porém não quero e nem conseguiria desistir dele por isso. E mesmo que agora ele tenha me rejeitado, jamais vou deixar de lutar por ele. Papai é o amor da minha vida e tudo o que eu queria era que ele entendesse isso – desabafo soltando um suspiro cansado de desanimo.

―Tudo bem Angel, se você está certa de que é isso que quer. Então, pode contar comigo – Fala e olho para sua direção e sorrimos cumplice.

― Obrigada mesmo Gabi, sem seu apoio eu não suportaria – agradeço e recebo um beijo na testa.

―Agora vamos dormir, porque você sabe que da aula não podemos fugir – lembra tirando minha cabeça do seu colo.

― É – respondo revirando os olhos.

Essa foi a ultima palavra que proferi antes de apagar completamente, tendo minha amiga com seus braços em volta da minha barriga transmitindo para mim conforto.

 

Na manhã seguinte acordei com os raios do amanhar queimando levemente meu rosto nu. Ao sentar-me na cama peguei meu celular e como de habito olhei se havia uma nova mensagem e... Bingo! Ali estava e era do senhor perfeito/ covarde. Mesmo hesitante resolvi ler o que dizia a mensagem: Talvez eu tenha sido duro demais, em relação ao que aconteceu entre nós dois. Sei minha pequena, papai foi um canalha com você, mas me perdoe? Você sabe que é tudo para mim, mas entenda por mais que seja difícil agora é melhor assim, antes que tudo se torne impossível de reparar. Eu que errei, você não é culpada. Estava carente e usei minha própria filha para me satisfazer. Imperdoável. Sabe, Angel estive pensando e você tem toda razão quando diz que eu sou um covarde. Sou um covarde, mas não por ter dado um basta nisso tudo e sim por não ter resistindo ao momento. Portanto, isso é um adeus a nós dois, melhor tire essa ideia da cabeça por que as possibilidades são irreais. Ponha de uma vez por todas em sua cabeça, que eu sempre serei seu pai e meu amor paterno é tudo que posso lhe oferecer de agora em diante. Enquanto ao outro assunto, confesso que me senti um miserável quando te vi usando aquelas coisas. Eu não quero que faça mais isso, me obedeça, por favor, filha, não só por mim e sua mãe, mas também por você mesma. 

Te amo muito!!!

 

Posso dizer leitores, o quanto achei patética essa mensagem!?Bem, acredito que todos concordem comigo. Arrastei-me até o banheiro trombando com minha amiga que saia enrolada a uma toalha.

―Nossa, Angel, vejo que pelo jeito desleixado que você está deve ter acontecido, mas alguma coisa ─ Fala atenta a minha expressão.

É patético como a desilusão amorosa deixa uma pessoa.

― Engano seu, não aconteceu nada ─ minha voz soou um pouco rude e segui para a entrada do banheiro, porém fui impedida pela curiosa da minha amiga.

― Até parece que não te conheço. Vamos anda logo desembucha ─ exige colocando-se na enfrente da entrado do banheiro.

Sem escolha, apenas me dei por vencida respirando fundo e apontei para meu celular que deixei em cima da cama.

― Apenas leia a ultima mensagem que recebi do meu querido pai, ainda está aberta, portanto aproveite. ─ Isso foi tudo o que falei passando por ela que finalmente me deu espaço.

(...)

Caros leitores, eu não tenho palavras para descrever o quanto desprezível e entediante foi minha semana.

Segunda-feira: Trabalho em grupo de biologia (Só o fato de fazer trabalho em grupo me aborrece, realmente nunca fui popular).

Terça-feira: Foi um total tormento ouvir quase 30 minutos da explicação do professor de historia, Gilbert.

Quarta-feira: Educação física, não que eu seja sedentária, mas porque raios eles tem que nos mandar correr em círculos por quase meia hora em toda quadra!?.

Quinta-feira: Teste surpresa de matemática e geografia. Francamente, parece que esses demônios do Philip e Evandro tiraram o dia para azucrinar ainda mais a merda da minha semana.

Sexta-feira: Bem, não posso dizer que foi um dia tão ruim, pois as aulas de patinação no gelo me deixam muito contente. Depois da ultima aula estressante de física tudo o que me deixava de bom humor era minha paixão por patins.

E depois de tanta chatice chegou enfim o dia da festa e se você acha que eu não vou, pode esperar pelo próximo capitulo, pois de Angeline Sheeran pode se esperar tudo, menos coisas leves...


Notas Finais


Sei que o capitulo não estar nem 40%, mas espero seus comentários aqui se poderem ajudaria muito, beijos até a próxima. Não vou prometer que sera rápido, mas prometo que vou me esforça ao máximo para que seja.


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