História A Descoberta - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Incesto, Jovens, Sexo, Sexualidade
Exibições 35
Palavras 1.321
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Josei, Lírica, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem!

Capítulo 11 - Docinho


Fanfic / Fanfiction A Descoberta - Capítulo 11 - Docinho


-Be...Bea...Beatriz? Desc... desculpa querida...

Engasguei nas palavras, respirava o ar gelado, olhava nos olhos dela, e via aquela garotinha de um modo diferente, seu corpo era como algodão, tocando e me arrepiando até a alma, era muito menor que eu...seus cabelos estavam tão molhados, senti...senti uma vontade incessante de beija-la.
Submergi meu corpo para ficar com a mesma altura que ela. Olhava para o meu lábio e então me aproximo, provoco seus lábios vermelhos, mas ela não deixa que eu a beijasse.
Ela nada de costas para longe de mim, e vejo que Renato e Felipe viram o que tinha acontecido. Saio da piscina e fico na beirada, Beatriz nada para perto das amigas.

Depois de um tempo, ainda na beirada, Fernanda se sentou ao meu lado:

-Beatriz é linda mesmo. Diz ela, a queima roupa.

-O que? Porque ta falando isso? Digo olhando para ela, vermelho e assustado.

-Vi o beijo de vocês. Ela não é um pouco nova para você? Diz, com uma feição raivosa.

-Ooh...Fernanda...Não rola nada entre a Bea e eu, tira essa idéia maluca da cabeça, aquilo não foi um beijo, foi um acidente, só. Digo me levantando e saindo para dentro de casa. Fernanda da um sorriso no canto do rosto e olha para Robbie.

[...]

-Huuuummmm! Aaaah! Que delícia cara! Diz Fernanda.

-Nossa, você gosta mesmo de pizza, né Fenanda? Digo rindo e colocando uma fatia na boca.

-Me deixa. Diz ela, desprezando minha presença.

-Vem cá, desde que eu cheguei, não vi ninguém nessa casa. Onde estão os empregados? Sei lá, a cozinheira?. Questionou Felipe.

-Meu pai dispensou todo mundo, posso cuidar de tudo sozinho. Digo tirando um espeto da boca, e baixando um pouco os óculos escuros, olhando para ele.
Ele riu e olhou para o céu.

-Ta ficando escuro aqui fora. Diz Beatriz. Estávamos do lado de fora, de baixo da cobertura que era para ser mais ou menos uma casa da piscina.

-Tem luz, é só ligar. Digo me balançando sentado na rede, ao lado de Renato e Robbie.

-Ou...a gente podia fazer uma fogueira! Diz Lucas.

-Gostei da idéia! A gente pode fazer! Digo me levantando da rede.

-Tem folhas secas de baixo da árvore. Diz Paloma.

-Fechou! Digo.

[...]

Lucas me ajudou a pegar as folhas no chão, Robbie escalou a árvore e pegou dois galhos. Mandei Paloma e Fernanda pegarem um isqueiro enquanto Aninha e Renato pegavam comida e um pano (tipo de piquenique).
Depois de uns minutos, estávamos ali, quietos e deitados.
Beatriz se deitou do meu lado, pegou o meu braço e cruzou ele em volta do seu corpo.

-Vamos brincar do jogo da garrafa? Disse Minha irmã.

-Tá ficando maluca é Sara? Digo no mesmo estante.

-Que foi? Eu não falo nada da sua namorada.

Todos começam a rir e tirar onda com a minha cara:

-Que namorada garota? Digo irritado.

-Ué, a Fernanda!

Todo mundo ri imediatamente e gritam fazendo aquelas zoações. Fernanda fica vermelha, ela gostava mesmo de mim, mas assim como eu, ela não queria se prender a ninguém.

-Vocês querem? Digo me sentando.

-Eu topo. Disse Robbie.

-Tô dentro. Disseram Renato e Paloma.

No final todo mundo concordou:

-O lugar vai ser no lugar que a garota quiser, e se demorarem muito a gente continua a brincadeira mesmo sem eles. Disse Felipe.

Todo mundo tava com o sangue fervendo:

-A garrafa é essa, vamos começar. Digo.

-Eu primeiro. Diz Lucas, girando. A garrafa gira e para.

-Pode ser na atrás da árvore. Diz Verônica.

Verônica era a mais quieta da turma, nem falei muito com ela, mas ja a conhecia a muito tempo. Eles vão para trás da árvore, e se beijam, abraçando um ao outro.

-Huuuuuumm. Dizem todos juntos.

Chegou a vez de Renato rodar. Parou na minha irmã!

-Pode ser aqui mesmo. Diz Sara.

Renato se levanta, em seguida ela, os dois tinham a mesma idade e quase a mesma altura.
Ele tira o cabelo do rosto dela, e apertando suas mãos ao beija-la. Todos ficam calados. Confesso que me deu uma sensação muito estranha ao ver minha própria irmanzinha beijando um garoto. Mas tudo bem. Chegou a vez do Robbie.
A garrafa gira, por sete segundos, e para:

-Na Fernanda? Diz Robbie, muito surpreso.

-Pode ser lá dentro da casa. Diz ela sorrindo sem disfarçar.
Todos olham para mim:
-Fernanda? Digo.
-Que foi? Diz ela fechando os olhos.

Ela se levanta e vai para dentro da casa. Digo para Robbie:

-Vai lá!

[...]

Depois de um tempo, Paloma beija Felipe. Então Fernanda e Robbie voltam. "Vou demorar o triplo". Penso com raiva.

Chegou a minha vez, estava com tanta raiva que minha mão tremia, girei e a garrafa parou:

-Bea? Digo.

-Eu escolho lá dentro da casa. Disse ela, me puxando pela mão. Fui contente igual uma criancinha ganhando doce.

Chegamos e ela pediu para ser no segundo andar, entramos no quarto dos meus pais, arrumo minha camisa amarrotada olhando para o chão, não esperando seu beijo repentino. Suas mãos tão delicadas tocavam minhas boxexas, seu nariz encostava no meu, e de ponta de pé, ela me abraçava, parando bruscamente, ela pergunta:

-Transa comigo? Por favor! . Me arrepio completamente, olho para ela com uma feição de dúvida. Ela completa, ofegante:

-Preciso de você dentro de mim! Deixa! Por favor! Sinto muita atração por você Luis!

-Bea...eu não...é que...

-Entra em mim, faz o que quiser de mim.

-Você é jovem demais para isso...garota.

Ela então me beija. Lembro-me do que Fernanda havia feito, não importava mais, eu vou me vingar, vou perder minha virgindade agora!
Bea não me deixava respirar de tanto me beijar, arrasta-me ainda beijando até a cama dos meus pais. Me deixa por um instante, sobe em cima da cama, olhando nos meus olhos,diz:
-Me faz sua cachorrinha! Preciso do seu...dentro da minha...

Aquele foi o estopim. Pulou da cama para cima de mim, ainda me beijando cruzou as pernas em minha volta e eu a segurava. Não aguento muito tempo e caiu de costas em cima da cama, fazendo com que ela ficasse em cima de mim.
Ela para de me beijar do nada:
-O que foi? Pergunto ofegante.
Ela olha para mim com um sorriso no canto, havia entendido. Tirei meu short, ela tirou o dela também, revelando suas pernas, tão branquinhas.
Fico de cueca e ela se esfrega em cima de mim, sua força me possuía, não era mais um garotinho, não era uma simples masturbação, um fogo diferente me controlava. Ela mordia seu lábio inferior e voltava a me beijar. Tão menor, mas sabia das coisas mais que eu. Beijo seu pescoço, ela fecha os olhos, passa suas mãos no meu peitoral, fico com o membro pulsando, ela pegava minhas mãos, e fazia com que eu apertasse seus peitos, que ainda estavam em formação. Finalmente tenho tempo para tirar minha cueca, ela sai de cima de mim e diz se esfregando e me abraçando pelas costas, ainda de calcinha:

-Vaaai! Tira!

Tiro minha cueca, meu órgão estava vermelho de tanta ereção, ela então diz:
-Aé! Diz ela, tirando sua calcinha se sua blusa.

Tiro minha blusa também, então vejo sua xaninha...tão branquinha...nossa, eu fiquei apressado. Pego ela bruscamente, abro suas pernas, e pressionando contra seu corpo beijo seus seios, passo a língua e chupo os bicos. Ela então geme pela primeira vez. Seguro meu órgão, ela fecha os olhos, começo a provoca-lo na entrada, então com mais força, ele entra. Sinto seu corpo apertado, começo a forçar e ela a gemer, igual uma gatinha:

-Luuuis...Aaahh...Luis...vai...

Com as próprias pernas, pressiona meu corpo ainda mais, começo a fazer movimentos, de ida e vinda, ela só aumenta o volume. Sinto suas mãozinhas me puxarem, passarem bobas pelo meu peitoral. Fecho os olhos, engulo a saliva, e libero minha ejaculação. Sinto seu órgão vibrar, os movimentos ficam mais fáceis, e faço muitos vai-e-vens. Ela fica muito vermelha, por ser muito branca. Aperta os próprios seios, delirando e gemendo. Tiro meu pênis de dentro dela:

-Hum...espera ai... Diz ela, lacrimejando e dando um sorriso malicioso.

Pega o meu pênis, passa seu dedo na pontinha, melando de esperma, e arrasta na língua, mostrando para mim. 


Notas Finais


Então? O que acharam?
Obrigado por lerem!


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