História A desconhecida. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kylie Jenner
Tags Romance
Exibições 8
Palavras 677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sejam bem-vindos ao meu lar, hahaha. Bom, queridos, primeiramente eu gostaria de pedir paciência, essa é a primeira fanfic que eu posto em qualquer lugar que seja e eu não sei exatamente os dias nos quais irei postar os capítulos, com o tempo decido isso, preciso ver o andamento das coisas. Sem me estender muito, queria dizer que eu espero que gostem, escrevo sempre com muito carinho.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction A desconhecida. - Capítulo 1 - Capítulo 1

Tudo de novo. Tudo de novo. Tudo de novo.
Essa era a única coisa que eu conseguia pensar enquanto chorava silenciosamente no meu quarto, com a cara afundada no travesseiro. Meu coração estava em descompasso e, a essa altura do campeonato, as minhas mãos estavam trêmulas.
— Kylie, preciso conversar com você. Abre a droga dessa porta, por favor, meu amor. – Michael gritou e bateu na porta do meu quarto diversas vezes, mostrando seu desespero. Toda a repulsa e nojo que eu senti ao escutá-lo me chamando de "meu amor" foi inexplicável, nunca pensei que fosse capaz de sentir algo tão ruim e tão forte um dia.
— Some daqui. – gritei. Ele ameaçou falar alguma coisa, mas eu coloquei os fones de ouvido antes que escutasse seus novos argumentos. Michael sabia o quanto eu o amava e eu não podia correr o risco de me deixar levar por tanto amor. 

Deixei as lágrimas escorrerem mais fortemente, causando-me arrepios. A música que tocava no fone conseguia descrever os sentimentos que eu guardava por Michael no momento.
Como ele pôde me trair com a garota que dizia ser a minha melhor amiga? Como ele pôde jogar a nossa história no lixo assim? Como ele pôde me enganar e me fazer sofrer do jeito que eu estava sofrendo agora? Michael, definitivamente, era um grande babaca. E, devido a sua babaquice, ele perdeu a única garota que se importava com ele de verdade, que no caso era eu. 

Depois de ficar tanto tempo diante de tantos pensamentos, acabei pegando no sono.

XXX.

Não sei ao certo por quantas horas dormi, mas sei que foram horas suficientemente boas para que eu ficasse melhor.
Levantei da cama cuidadosamente, percebendo que a minha vista estava um tanto quanto embaçada. Ótimo, Kylie, é isso que dá chorar por um otário que te traiu.
Caminhei até o banheiro e segurei na pia com força ao encontrá-la. Pus um pouco de água em meus olhos, na tentativa de melhorar a visão.
Quando olhei para o espelho, encontrei uma versão de mim que se me contassem que existia, eu provavelmente iria começar a rir e chamar a pessoa de louca.

Eu estava acabada, totalmente destruída. Os meus olhos estavam roxos e o resto da minha cara se encontrava vermelha. Encontrar o meu cabelo detestavelmente desarrumado ocasionou em mim mais ódio por Lucas, se é que isso era possível.

Fechei a porta do banheiro e em seguida, arranquei a roupa do meu corpo. Entrei no box e liguei o chuveiro, cuidando de ficar debaixo do mesmo. 
Aproveitei cada minuto daquele banho como se ele fosse o último banho da minha vida. A água estava deliciosamente gostosa – apesar de fria. –
Depois de incríveis 20 minutos de banho, saí do banheiro enrolada em uma toalha. Fui até meu closet, escolhi uma roupa qualquer e vesti. 
Ao terminar de me arrumar, eu estava assim: (https://farinhasdomesmosaco.files.wordpress.com/2015/04/kylie-jenner-duff-shirt.jpg).

Procurei por meu celular, encontrando-o jogado de qualquer maneira em cima da cama. Segurei-o em mãos e vi que ainda eram 4:30. Droga.

Caminhei para fora do meu quarto e fui até a porta principal com cuidado, afinal, minha mãe estava dormindo e eu ainda devia uma explicação a ela do motivo pelo qual cheguei chorando em casa.
Como Michael veio aqui, ele deve ter explicado pra ela, porém, com certeza bancou o coitadinho e contou o lado dele da história, e ela precisava saber do meu, mas isso era uma coisa que não aconteceria agora.

Saí de casa e tranquei a porta com a chave, pondo-a no bolso. O tempo estava frio e eu havia trago um moletom comigo, ele ficou jogado no meu ombro desde que abri a porta do meu quarto para sair. Não pensei duas vezes antes de colocá-lo e começar a andar pela cidade, sem rumo algum.

A cidade era simples, sem muito luxo, mas conseguia ser incrivelmente movimentada. 4:30 da manhã e várias pessoas passeavam pelas ruas com um sorriso no rosto. Sim, com um sorriso. Quem consegue sorrir essa hora? Creio eu que as pessoas que habitam aqui não são muito normais.


Notas Finais


E aí, o que acharam? Espero que comentem muito e, como eu disse antes, que gostem também. Como todos sabem, toda fanfic precisa de comentários para que a autora se entusiasme e continue com ela, é claro que comigo não poderia ser diferente. Xoxo. (Pretendo postar mais alguns capítulos mais tarde, quem sabe assim eu não consigo animá-los?)


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