História A desgraçada princesa e o pobre mendigo - Capítulo 38


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Categorias Fairy Tail
Personagens Elfman Strauss, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gildartz, Jude Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Zeref
Tags Nalu Romance Gale Natsu Lucy
Exibições 82
Palavras 1.554
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Escolar, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 38 - De volta a Magnólia


Fanfic / Fanfiction A desgraçada princesa e o pobre mendigo - Capítulo 38 - De volta a Magnólia

- eu continuo a não concordar com isto Lucy – pergunto vendo-a a fazer as malas

- já falaste com o Gajeel? – perguntou ela atenta no que fazia

- ainda não

- eu te disse para falares com ele Natsu.

- eu sei, mas com os papeis que tenho tido por causa das empresas do meu pai, tem sido complicado – vejo ela suspirar

- Natsu eu já disse á Levy que íamos

- e será que ela sabe que estás grávida de 8 meses? – pergunto a fazendo paralisar – foi como pensei. Todas as vezes que falaste com ela nunca te lembraste? – é Lucy fez 8 meses á 2 dias.

- nem por isso, eu tenho falado com ela sobre a escola. Eu tive a falar com o professor da escola e ele concordou que eu estudasse em casa. Toda a matéria que a Levy dava na escola, ela manda-me por mail e estudamos pelo telemóvel. Desculpa – eu supiro

- tudo bem, mas já sabes, se tiveres dores ou sentires alguma coisa diz-me

- não te preocupes, eu aviso – disse dando-me um selinho

- a festa é mesmo do quê? – eu perguntei ajudando a fazer as malas

- é só para encontro de amigos – disse

- Tudo bem então. – pego nas malas e saí até á nossa garagem .

Assim que meto as malas no carro, ajudo a Lucy a entrar no carro, atráz.

Sim a Erza e o Jellal também vêm.

Ainda não sei onde vamos ficar, Lucy quer lá ficar uns dias, e eu vou pedir proteção ao Rony e ao John.

Nós paramos para comer e estava tudo bem, Lucy estava bem, mas a Erza ficou enjoada no carro. Eu fui até ao banheiro e quando estava a lavar as mãos o meu telemóvel vibra. Eu limpo as mãos e pego nele

- sim? – pergunto

- Natsu, é a Joanita, olha sabes aqueles papeis que me deste, que pensavas serem do teu pai?

- é acho que sim, o que têm?

- eu consegui perceber o que têm, bem mais ou menos

- e….

Assim que ela ia falar a chamada caiu. Eu olho para o telemóvel e vejo que ele está sem rede

- Droga. – e mando um sms a dizer que tinha ficado sem rede, que estava a caminho e que depois falavamos

O que será que os papeis tinham. Eu quando os encontrei naquele prédio, não dava para perceber nada, por terem já alguns anos, então eu os meti no bolso para que depois a Joanita podesse os decifrar.

Volto para ao pé da Lucy e dos outros

- que demora – disse Jellal

- eu já estou aqui não é, então toca a andar, ainda temos um longo caminho, como estás Erza?

- melhor

- e tu Lucy? tens alguma dor?

- não, eu estou bem – disse sorrindo – entou aciosa para ver a Levy

E continuamos o caminho.

 

Assim que chegamos fomos ter com o Gildarts.

- Oi Natsu, como tens estado? – perguntou

- eu bem, e tu?

- bem – disse sorrindo, a seguir olha para a Lucy – Lucy, que bom ver-te, e como esta essa criancinha ai?

- bem e saudável – disse ela sorrindo

- onde estão a Erza e o Jellal? – perguntou

- eles foram até á antiga casa deles, Erza precisava de descançar. – digo me sentando no sofá com uma cerveja na mão – e como vai a tua vida

- mais ou menos, Jude ainda pensa que eu estou morto e umas semanas atrás ele desapareceu – disse se sentando ao meu lado

- como assim desapareceu? – pergunto. Lucy senta-se ao meu colo e eu passo a mão pela sua cintura

- simplesmente desapareceu de Magnólia, ele não está na manção nem em lugar algum

- isso é estranho – digo

- meu pai não é custume deixar a mansão por muito tempo. – disse Lucy. eu agarro a mão dela e ela aperta a mesma.

- bem, eu vou fazer algo para comerem – disse indo em direção á cozinha.

Lucy saiu do meu colo e sentou-se ao meu lado sem largar a minha mão. Eu podia ver pelo rosto dela que ela estava com medo de que seu pai tramasse alguma.

- não te preocupes, eu vou estar sempre ao pé de ti e da Nashi, não vou deixar que ele te toque, prometo – digo dando um beijo na testa dela.

- eu sei – disse calma olhando para mim.

 

Estamos agora deitados, Lucy esta deitada de costas para mim. Ela adormeceu rápido, ao contrario de mim. Estou tão curioso em saber o que a Joanita descobriu nos papeis, que nem consigo dormir, e o Zeref, que será que ele anda tramando?

Meu telemóvel começa a vibrar, pego no mesmo e atendo

- alo? – digo baixo para não acordar a Lucy

- Natsu! Como é mano?

- Rony! – digo surpreso, olho para as horas

- ué, já não reconheces a voz de teu irmãozinho aqui? – eu sorri, Rony está muito contente, depois da morte de Martim, eu e o Rony nos aproximamos muito. E eu o vejo como irmão. Ele só me chama de irmãozinho quando está muito contente.

- fala aí, o que aconteceu para estares tão contente e ligares as 2h da manhã?

- nada, eu apenas estou com a Marta – disse

- oi Natsu – consegui ouvir a Marta falar ao longe.

- Oi Marta, como vai o bebé?

- ótimo – disse ela

- olha Natsu, Joanita já falou contigo?

- já, mas a chamada caiu, fiquei sem rede e ela não conseguiu me dizer

- hm

- tu sabes do que se trata?

- nem por isso

- mentiroso

- desta vez estou falando a serio – disse serio

- ta bom, ta bom, eu acredito – sinto Lucy meter a cabeça em meu peito e abraçar a minha cintura- olha sabes quem é que deu meu numero para Zeref?

- não sei não… - ele ficou uns segundos em silencio até que reparou no que falei – O QUÊ?

- é Zeref ligou, mas não foi para me ameaçar

- então? Zeref não liga assim para as pessoas.

- é, ele pediu ajuda

- Ajuda? O Zeref?

 - é eu também não acreditei

- ta, e o que ele queria?

- não sei, ele disse que depois me dizia para ir ter com ele.

- Natsu, não faças nada disso

- eu já aceitei, ele me disse que se eu ajudasse-o ele me contaria tudo sobre o Lucifer

- eu não digo nada, faz o que quiseres.

- tá, se eu precisar da tua ajuda eu ligo

- tudo bem. E aí, já chegou a Magnólia? olha que a festa da Levy é amanhã

- mano, eu estou deitado na minha cama, na casa de Gildarts. – disse e ele riu alto – eu não era para vir, mas Lucy insistiu então não tive como negar

- AAAAH – ouvi alguém gritar –Lucy está ai? – era a Marta

- é está, mas está dormindo agora – e ficou tudo em silencio – alô?

- irritaste minha mulher – disse Rony

- que foi que fiz?

- disseste aquilo que ela não queria ouvir

- são as hormonas?

- é.

- também já passei por isso e as vezes ainda passo.

- mas Marta se irrita serio, ela me mete medo as vezes

- Lucy também, ela acordou-me as 6h da manhã, para ir comprar chocolate – ouvi ele gargalhar – e se eu negasse, ela não me falava todo o dia

- Marta também, mas comigo foi uma semana, até eu lhe comprar o chocolate – tive que conter o riso para não acordar a Lucy

- Erza também está gravida

- serio, estou com pena do Jellal. Ela está de quanto tempo?

- um mês, quase a fazer dois. Mas ela descobriu que estava gravida, o bebé já tinha um mês

- estás a brincar?

- não estou não

- sem enjoos. Sem vómitos, sem desmaios sem nada?

- sim, isso mesmo. Lucy é que deu conta e comprou um teste de gravidez para ela.

- isso é de loucos.

- que fazer, mulher é doida.

- doida mesmo. Bem, eu vou ter com Marta para a acalmar

- tudo bem. Eu também tenho que dormir.

- ta tchau irmãozinho

- bem, isso de seres pai está a meter-te muito feliz – digo sorrindo

- é, e tu não estás?

- é claro que estou. Muito até – digo olhando para a Lucy. meti a mão em sua cabeça e mexo nos seus cabelos – quando chegares á parte em que sentires o teu filho a se mecher, não vais querer outra coisa.

- eu estou acioso para o sentir.

- e eu por ter minha filha em meus braços – disse sorrindo

- ta, tchau Natsu tenho que ir

- tchau. – desligo e meto o telemóvel na mesinha de cabeceira. Volto a me deitar.

- quem era? – perguntou a Lucy com voz de sono

- acordei-te? – digo surpreso

- só quando começas-te a mexer no meu cabelo

- era o Rony

- o que ele queria a estas horas? – perguntou olhando para mim

- era para saber se já tínhamos chegado. – ela assentiu e voltou a deitar a cabeça em meu peito – Lucy! – a chamei. Assim que ela olha para mim eu a beijo – te amo – digo sorrindo

- eu também te amo Natsu – disse e voutou a me beijar.



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