História A different warrior - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Palavras 1.127
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Misticismo, Saga, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 12 - O canto da Sereia


//Sobre misturar a primeira e a terceira pessoa, mil desculpas, eu nem percebo, tentarei super fazer menos.

 Narrado por Ryan
 
 Acordei envolvido pelos braços de um cara, e muito assustado diga-se de passagem, não me lembrava nada da noite passada, a não ser as horas cansativas de defesa do acampamento que ainda se encontrava em alerta máximo para qualquer mísero ataque, eu estava por pedindo proteção a todos os deuses egípicios e força á aquele que provavelmente ficariam na batalha, mas seriam lembrados pra sempre.
    
   "Bom dia amor" ouço uma doce voz sonolenta conhecida, e por incrível que pareça eu senti certo conforto ao saber que era Scott, mas um pouco de preocupação pelo amor, mas decidi ser tão amorzinho quanto.
  
  "Muito bom saber que você passou a noite aqui" selei calmamente seus lábios e o encarei deixando um sorriso meigo ao final.

   "Nunca te deixaria sozinho depois de ontem" seu tom o o de mais romanticamente apaixonado possível e aquilo me assustava de certa maneira, não me recordava de ter feito juras de amor, na verdade não me recordava de nada.

  Minha manhã foi relativamente normal, a não ser de ter a companhia inesperada de Scott, mas soube lidar, e papai, não ficou muito feliz, e algo no tom dele me dizia que havia mentiras envolvidas, preferi não comentar sobre… ainda.
 
   <~>

 "Guerreiros, se preparem, nossa primeira equipe vai liderar a defesa e ir diretamente ao líder e tentar eliminá-lo, os demais trabalhem para defender o acampamento, e nossos bens, deêm seu melhor" Disse Hou yi, que liberaria as tropas na batalha contra os coreanos, nem eu acredito que vou ter que mata-los, era meio irônico de certa forma, mas não teria pena,  eliminação em massa é meu forte, mas eliminação individual era meu prazer.

  Cada um dos integrantes da tal banda foi passado pra nós, seja pra eliminar, machucar ou somente coletar informações, mas de preferência trazer vivo e para interrogatório, coisa que eu não faria, rs.
  
    "Dispersar e atacar guerreiros", disse Alice á todos os ali presentes,  era praticamente metade de todo o acampamento, a outra metade provavelmente estava se preparando.

    Eu fui com meu grupo separadamente fazer uma emboscada por trás, por mais que eles já soubessem disso, a filha de kali insistia em achar que essa era a melhor estratégia, levantei a hipótese que não poderia ser bem sucedido e que um ataque surpresa pela terra seria bem melhor sucedido, todos apoiaram a boa e velha emboscada traiçoeira, não pude fazer nada, a maioria vence.
 
  Malena fez o ritual de teleporte rapidamente e nos colocou atrás de todas as tropas, não chamamos atenção, o lugar onde estávamos era ligeiramente bonito, era daqueles que dava vontade de sentar com amigos pra tomar um piquenique, talvez traria Bianca aqui depois de um tempo.

  Depois de um entre de olhar de todos, Bianca sussurou um "Good Night" bem convincente e de maneira de certa forma destrutiva mas ainda sedutora e percebeu-se que o mini exército de Kappas, soldados de argila e também ilusões de água ficou completamente estático, a filha de Nox foi muito esperta e tirou toda a visão dos inimigos, antes que eu pudesse fazer alguma coisa, ouvi um canto, mais especificamente de Yantra que fez inteligentemente, não os destruiu, mas sim os atoordoou, deixando menos destruição, porém foi em massa e a deixou fraca. Era perceptível pois seus cabelos brilharam e começaram a subir lentamente e se movimentar, percebia-se que não era a leve brisa que passava ali, mas o poder que estava fluindo, também seus olhos que se
dilataram e ficaram numa mistura meio intergalática de verde e azul com brilho, era bonito de se ver, difícil de se compreender.

   "Consegue continuar o feitiço?! " Ouviu-se o filho de Hades, meio ignorante confesso mas admito que faria o mesmo em uma momento tenso como esse.

   "Sim, mas não consigo fazer mais muita coisa, isso suga muita energia, vou me proteger e manter o feitiço quando eu mandar uma mensagem mental, voltem o mais rápido possível, significa que o
tempo de duração terá terminado, eles ficam mais agressivos quando o canto da sereia acaba" Ela disse em um tom firme e seguro de si.

  "Dividam-se guerreiros, peguem cada um seu alvo, os leve para o ponto de encontro, eu ficarei de guarda, para assegurar a segurança da senhorita Petrovna", ouviu-se de Alice, que estava sendo o mais compreensível possível com todos, o que não era de seu feitio.

 "Vou atrás do meu alvo meus amores, bom proveito com os seus alvos, qualquer coisa, chamem pelo escaravelho, ele os ajudará" Falei debochado e bem não ligando para o que eles fariam mesmo, assobiei e em poucos instantes Powet apareceu, destruindo rapidamente uma fileira de soldados de argila que ali estavam e deixando o grupo boquiaberto, não era pra menos, era super bem treinada, e tinha a força de um elefante, e duas garras tão afiadas quanto uma serra elétrica, montei nela, que ronronou levemente e pulou na cabeça de um dos mini kappas o destruindo entretando fez um
impulso pra cima, me fazendo ter melhor visão e identificando onde Jimin, meu alvo, estava. Nos céus pra variar, não daria o mole de ficar misturado com seus "servos", pessoas metidas não gostam de ver e participar de derramamento de sangue, além de  ficar vulnerável a um ataque aréo ou subterrâneo, pena que ele nunca esperaria um ataque da terra, o que me lembrou de uma criatura que Thoth havia mencionado quando fui em uma de
suas inúmeras bibliotecas, Apófis era seu nome, a cobra maligna do egito e claro nada mais justo que usa-la a meu favor nessa batalha, por mais que fosse super perigoso, iria arriscar.
Comecei a escrever um antigo feitiço egípcio, que pelo que eu conheço de experiências anteriores, faria um belo estrago, porém seria por um bem maior.

   Depois de desenhar como se fosse um pentagrama, mas de dez pontas, e com cada um dos símbolos egípicios mais importantes em cada ponta, e escrever as palavras básicas pra qualquer pentagrama com mais de 7 pontas, que era "Voluntatem suam trem nobilium" que do latim traduz-se "Faça a vontade de seu invocador, nobre criatura" 
   E comecei a recitar o feitiço
  "Deixe que faça, deixe que desvie, deixe que tenta fugir de sua devida punição, como reza a lenda o maior juiz retornará e obedecerá a quem tiver a ousadia de invoca-lo, será curto porém será glorioso, será fenomenal, e esse feitiço só poderá ser revertido por quem o fez" 
   Eu havia chamado a atenção de uma boa parte dos inimigos a minha volta, mas não puderam me tocar, feitiços egípicios são extremamente protegidos, nem mesmo um deus pode pará-los. Fiz uma pausa dramática.
  " LEVANTE-SE APÓFIS, E LUTE AO MEU LADO" 



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