História A Dinastia dos Herdeiros: A Historia de uma Deusa - Capítulo 17


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Categorias Lendas Urbanas, Minecraft, Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso
Personagens Herobrine, Pedro Afonso Rezende Posso, Personagens Originais
Tags Alictía, Aventura Ação, Canibalismo, Deusas, Dinastia, Drama, Fantasia, Ficção, Guerra, Herdeiros, Herobrie, Heroinas, Imaginação, Magia, Minecraft, Morte, Rezendeivel, Romance, Sangue, Sobrenatural, Vilas, Vingança, Violencia
Exibições 7
Palavras 1.698
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Desculpem a demora!
Boa leitura.

Capítulo 17 - Entendendo o que Acontece


    - Visão Alictía –

 

     Chegando ao castelo, ouve uma comemoração, nada muito grandioso nem espantosamente chamativo, mas uma festa mesmo, querendo ou não era motivo de comemoração.... Fingia estar feliz, fingi estar feliz, fingi estar completamente sã... depois de algum tempo lá, iludindo todos com um falso sorriso e um ar de exalto, deixei-os e fui para meu quarto, Ender ficou por lá, estava se divertindo com outros dragões...

   No corredor, de frente a porta de meu quarto, olhos arregalados e um sorriso forçado, entrei, de dentro do meu quarto, um olhar mórbido e um sorriso psicopático... não do tipo que se lança a alguém, mas do tipo que se lança a se mesmo quando se está triste, com raiva, e etc de se mesmo, mas a insanidade é tão grande, que mantemos um sorriso verdadeiro no rosto, meu cérebro queria melhorar às coisas, ele tomava conta das minhas ações, e o cérebro não sabe como lidar com as coisas, e o coração não sabe lidar com as emoções....

   Tirei aquela roupa e tomei um banho o mais rápido possível, queria tirar aquele sangue, que era toda a evidencia do que eu fiz, dos gritos e lagrimas.... Ver todo aquele sangue escorrer de meu corpo, era revigorante, velo sair e me deixar mais leve.... Vesti um vestido de seda transparente curto, uma blusa e um shortinho por baixo, me senti revigorada... me joguei na cama abraçada a um travesseiro, lembrando das palavras daquele garoto “você matou nossa mãe” elas ecoavam na minha mente, batendo de frente com os meus pensamentos os empurrando, os fazendo cair... Insanidade é assim!

- Oi. - Entity…

- Oi.

- Tudo bem?

- Acho que sim.

- Que bom, isso é 50% de chance de estar bem né?

- Hahaha, bobo. –ele conseguiu um roubar um sorriso de felicidade e verdadeiro ainda por cima.

- Você adotou a cria de humanos...

- Sim, adotei aquelas CRIANÇAS.

- Por que fez isso?

- Nos dois sabemos muito bem que apesar da firmeza e confiança, eu estava insegura e infeliz, talvez fiz isso por bondade, ou desculpa pro meu subconsciente me deixar em paz e me dar um desconto na senhorita culpa. Ainda por cima, eu sou Humana… uma pequena parte.

- Ei, Ei! EU, sou seu subconsciente!

- Blá. –zombei.

- Já pensou se os seres humanos não existissem?

- Não...

- Não haveria guerras, não haveria discórdia, haveria paz entre as espécies, não haveriam mortes!

- Os zumbis passariam fome.

- Eles não se alimentam só de humanos. Eles também comem outras coisas.

- Tipo?

- aaaa, deixa eu ver, minhocas, sangue artificial e carne artificial e etc.

- Nossa que cardápio chique!

- Poise kkkk.

- Mas Entity, mesmo se os humanos não existissem, e se os monstros ainda sim fossem assim? Bem digo, e se “nos” fossemos assim, como os humanos. –disse insegura.

- Não fales besteiras, somos superiores a eles!

- Somos seres vivos, cometemos erros, um pouco diferentes mas poderíamos ser iguais, e se nos começássemos uma guerra contra nós mesmos? Como eles fazem! E se nos fossemos egoístas, cruéis, gananciosos e se nos fossemos corruptos???

- Alictía, apesar de reprimidos, encarcerados, limitados e privados do livre uso deste mundo, nos monstros desenvolvemos um ótimo sistema político, econômico, social e idealista! Industrial e tecno-cientifico, evoluímos nas sombras, sempre ajudando uns aos outros!

- Ainda tenho muito a que aprender...

- A história do passado não importa, mas sim a história que você irá fazer! Um futuro promissor!

- Você acha?

- Tenho certeza...

- Mudando de assunto, vou visitar o reino das Flowers amanhã, e verei com elas devidos termos para as crianças ficarem lá, será que elas iram aceitar a presença de humanos por lá?

- Provavelmente, as Flower são excessivamente democráticas, toda aquela burocracia e papelada me dá dor de cabeça, mas são boas pessoas, justas e honrosas, mesmo se não os quiserem, não os trataram mal, e nos avisaram o quanto antes possível.

- Que alivio... mas ainda assim, como será que estão as crianças?

 

     - Visão Laila –

 

   Nossa, ainda não captei tudo que está acontecendo por aqui... nem o que aconteceu, minha mãe foi morta, meu lar destruído, eu fui separada de minha família, telo menos tenho meu irmão Felipe, Felipe...

 

   Ele está tão quieto, meu irmãozinho está dormindo em meus braços, este bebezinho fofo!  Nunca mais o verei, telo menos será doado ao nossos semelhantes, espero que a uma família que o ame... como minha mãe o amou... e como meu pai amaria, espero que tenha amigos, irmãos que se importam com ele tanto como eu e Felipe com ele, espero que seja feliz... não sei se estamos seguros, não que julgue os monstros por sua aparência, dentes afiados, garras e etc, ou telo menos pelo que dizem, mas o que presenciei, o que eles já causaram, mas não sei, e se eles só estivessem se defendendo? E Se nós formos os verdadeiros monstros...?

   Estava ali pensando quando uma esqueleta entra na tenda, meu irmão Felipe ao perceber sua presença corre até min, de forma protetora...

  - Olá crianças, eu me chamo Beatriz, comandante do exército dos esqueletos, muito prazer, bom, vamos? Nosso exército já está se dispersando e vamos levar vocês para seus novos lares!

  - Não vamos a lugar nenhum! Vamos ficar aqui! E este é o nosso lar, sempre foi…

- Vocês não vão sobreviver sozinhos, aliás, eu tenho ordens para leva-los então a vontade de vocês não faz muita diferença...

   Ela vem em nossa direção, mas Felipe a empurra agressivamente....

- NÃO CHEGUE PERTO DE MINHA FAMILIA! ELES SÃO AS ÚNICAS COISAS QUE ME RESTARAM E NÃO VOU DEIXAR QUE VOCÊS OS TIREM DE MIN!!!

 Beatriz se levanta do chão, limpa suas vestes, e olha com um olhar ameaçador para Felipe...

- Escuta aqui ô cria de humanos, vamos largar as falsidades não é? Eu não gosto de vocês e vocês não gostam de min! Quanto mais rápido acabarmos com isso, melhor pra todo mundo! Então eu não vou ficar a mercê da birra de um menininho que não sabe aceitar os males da vida! Ah, coitado do menininho, perdeu a mãe aos 7 anos e nunca mais vai ver o pai, escuta aqui, eu perdi minha família inteira para vocês humanos, então digamos que estamos quites!

   O olhar de Beatriz apesar de seu tom de voz, ela estava até mesmo com um semblante calmo...

 Já Felipe, mesmo não falando nada, estava com exaltado e ofegante, ódio era o que aquele ar exalava...

  Felipe pega uma almofada e joga na direção de Beatriz que desvia, mas não desvia de outro empurrão de Felipe... e cai do chão, ela bate a cabeça numa pedra e parece exalar dor...

- Felipe!

  Reclamo ele, coloco o bebe nos braços dele, e corro para ajudar Beatriz...

   Ela me olha confusa, mas eu a ofereço a mão, para ajudá-la a levantar....

- Obrigada Laila, não é?

- Isso mesmo. –respondo com um sorriso meigo.

- Escuta aqui Laila, vocês não podem ficar aqui, é perigoso, para onde vocês vão, é um lugar melhor, vocês vão ser felizes lá, acreditem em min.... não estou aqui para machuca-los... Nem fazer lhes mal.

   Olhei para Felipe, que estava de com meu irmãozinho nos braços, e me olhando com raiva....

- Nós não temos escolha temos? –perguntei a ele...

- Não...

- Então vamos!

   Saímos da tenda, o dia estava muito bonito, o sol estava radiante, mas nuvens negras cobriam o lado oeste e pareciam se aproximar...

   Seguimos Beatriz, que tirou uma tesoura do bolso, e cortou.... O nada? Ela simplesmente abriu uma fenda, parecia um portal....

- Os menores primeiro!

  Eu já ia entrando, quando sinto algo segurando minha mão, era Felipe, que estava de cabeça baixa....

  Nós entramos, passar um portal era estranho, é a minha primeira vez, você vê um bocado de coisa, se sente um pouco enjoado, e do nada, você aparece em outro lugar.... Aparecemos em uma vila, era muito grande, e parecia ser das ricas.... Estava a noite.

- É aqui que vocês e seu irmão mais novo se separaram...

   Felipe, apertava com força meu irmãozinho, chorava muito, tanto que poderia se formar uma poça em baixo... eu estava confusa, como se eu esperasse que tudo se endireita-se e um milagre acontece-se, eu abracei Felipe, e meu irmãozinho junto, não queria deixar ele ir...

 

   - Não, por favor, não leve ele, não tire ele de min.... de Nós…

- É preciso, ele é apenas um bebe, terá a chance de conviver entre seus semelhantes, imagine só, ele poderá ser feliz aqui, com amigos humanos, uma mãe, um pai, e ele está com fome, existe uma mulher que acabou de ter um bebe na cidade, ela poderá cuidar dele.... estão ouvindo?

    Ouvimos um choro de bebe, vinha de uma casa muito bonita, espiamos pela janela, e vimos uma mulher tentando acalmar seu filho... e um homem tentando fazer o mesmo...

- Eles cuidaram bem dele?

- Com toda certeza...

   Eu estava com medo de nunca mais o velo, o que eu sabia que iria acontecer... peguei meu colar, que na verdade, eram dois, ambos eram parte de um coração, peguei a parte do meio, estava a foto, minha, de Felipe, de nossa mãe e de nosso pai, e a do meu irmãozinho ainda sem nome.... De quando nasceu... coloquei em seu pescoço, me despedi dele e Felipe fez o mesmo...

- Tudo bem... - confirmei a ela.

- Ótimo!

  Ela já ia bater à porta quando para...

- Já ia me esquecendo! Tenho de dar um presentinho a ele....

 

  Ela pega um saquinho que estava preso na cintura, e derrama ele em cima do meu irmãozinho, era, um pó roxo, brilhante, que ao cair na pele dele, começa fazer umas marcas em seu corpo...

 

- O que está fazendo com ele!

- Signo dos bons amigos, apenas monstros o vem quando parar de brilhar, isso fara com que nenhum monstro jamais o ataque... e ele também poderá entender os monstros, mesmo quando não falarem sua língua. Aliás, pra vocês também - ela jogou em cima de nós aquele pozinho – pronto, agora posso falar a minha língua e vocês a entenderam!

   Ela bate à porta da casa, e coloca meu irmãozinho ao chão, e se esconde atrás de uns arbustos, e nós fazemos o mesmo.... O brilho já havia sumido de nossos corpos, e meu irmãozinho começa a chorar... e então a mulher abre a porta....

    


Notas Finais


E então gostaram? Me digam aí nos comentários!
Dúvidas, elogios, críticas, piadas sem graça sobre melões? Mandem aí!
Sua opinião é importante pra mim :)


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