História A Diversão Acaba (incesto) - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem a demora :3

Capítulo 8 - Tentando entender tudo.


    Eu estava desesperada, não sabia o que fazer, todos ali presentes choravam e eu não sabia como agir... não posso viver sem meus pais!  Minha mãe é a pessoa que mais amo em toda minha vida, como vou fazer para viver sem ela?... E meu pai? Eu sei que não éramos nada próximos, mas tenho certeza que ele teria alguma explicação para me tratar daquela maneira e agora? Como vou saber se ele me amava?


    -Dani, o que vamos fazer agora? - disse soluçando de tanto chorar.


    -Eu também quero descobrir Carol....Estou sem palavras para isso...


   Titia e Carol foram em direção á cozinha e voltaram com dois copos de água e nos entregaram.


   -Pessoal, a gente vai encontrar um solução para tudo isso, temos que encontrar alguma forma de resolver as coisas, ou pelo menos tentar começar a resolver. - disse titia tentando nos acalmar.


   -Pessoal, eu sei que o clima não está nada bom, mas tenho que ir para casa, pois minha mãe ainda não sabe que cheguei. - Disse Nanda pegando suas malas.


   -Tudo bem, vai lá, mas depois por favor...vem aqui, preciso de um ombro amigo nesse momento. - Falei me despedindo dela.


   Nanda foi para casa e eu naquele momento não sabia o que fazer; então resolvi ir até meu quarto, deixando Dani conversando com tia Lê. Tranque a porta de meu quarto e me deitei; as lágrimas escorriam sem esforço algum, pois minha tristeza era enorme. De tanto chorar acabei adormecendo e ''acordando'' em um sonho.


   Estava tudo escuro e lá no fundo havia uma luz; eu estava com medo e fui correndo até lá e encontro papai e mamãe sentados um ao lado do outro e resolvo me juntar.


   EU: Mamãe! Papai! voltem por favor, eu preciso de vocês ao meu lado. Por favor, me....desculpem..


   MAMÃE: Minha linda...não tem porque você se desculpar, a culpa não foi sua, Deus quis assim e assim foi.


   PAPAI: Filha, com toda a certeza eu não fui um pai muito bom, sempre te ignorei e agora percebo o erro que fiz e, mesmo sendo tarde de mais eu gostaria de lhe pedir desculpas do fundo do meu coração. Você é minha filha! Eu que fui o idiota de fazer você pensar que não gostasse de ti; me perdoe por favor.


   EU: Papai, eu realmente sempre achei que você não gostasse de mim, sempre dava mais atenção para o Dani, mas eu não conseguiria não lhe perdoar, porque apesar de tudo, você é meu pai e eu te amo muuito.


   MAMÃE: Filha! Temos que ir, mas só quero que saiba que sempre estaremos aqui. Não tenha medo de seguir sua felicidade por medo; queremos seu bem e não sua infelicidade.


   Naquele momento eles desapareceram e eu acordei de meu sonho com um certo medo, mas resolvi não contar para ninguém. Não demorou muito e ouço um barulho, era Nanda; levanto-me, destranco a porta e volto a me sentar na cama.


   -Carol....como você está se sentindo? - disse Nanda sentando-se ao meu lado.


   -Meus pais acabaram de morrer e eu estou ótima Nanda. - falei em tom de deboche.


   -Desculpe, eu sei que a pergunta foi idiota, mas não sei o que fazer para animá-la....Queria poder ajudar você...


   -Então vamos descer, preciso tomar um pouco de água.


   Fomos até a cozinha, eram 21:30, titia e Dani conversavam na sala e quando fui até eles, me perguntaram se não queria algo para comer. Neguei e não era cena, eu realmente não conseguiria comer nada; fome era algo que não sentia naquele momento.


   Depois de um tempo a mãe de Nanda ligou para ela ir para casa, ela foi embora e nem lembrava que precisava conversar com Nanda......mas também não era o momento, pois não conseguiria pensar em mais nada a não ser em meus pais.


   Fui para meu quarto novamente e logo ouço uma batida na porta; era Dani.


   -Olá maninha, que tal conversarmos? - Disse ele tentando parecer melhor.


   -Claro Dani, sente-se.


   -Bom, você sabe que nós dois somos menores e não podemos ficar sozinhos nesta casa não é mesmo?


   -Sim...


   -Pois então; eu e tia Lê estávamos conversamos e vamos ter uma nova "mãe".


   -Como assim Daniel? - Falei um pouco brava pois não importava quem fosse, essa pessoa nunca substituiria minha mãe.


   -A própria tia Lê está disposta a vir morar conosco.


   -Sério? Ela faria isso mesmo?


   -Sim, ela só vai ter que resolver alguma coisas lá em Londres e vai conseguir nossa guarda!


   -Que bom...


   -Aii minha linda eu sei o quão vai ser difícil, mas eu prometo que vamos passar por isso juntos, eu sempre vou estar aqui do seu lado, pois eu te amo muito viu?


   -Também te amo muito Dani, mas sei que essa dor que estou sentindo não vai ser preenchida por nada.


    Dani me deu um beijo em minha testa e foi para seu quarto. Eu amo muito o Dani, mas não era o momento certo de resolver nada do que estava em minha cabeça antes. 


   No outro dia fomos todos à missa, rezar por meus pais. Não poderíamos fazer algo ''melhor'', pois o corpo de nenhum foi encontrado.


   Passei o dia inteiro dentro de casa, estava tentando processar tudo que estava acontecendo. Quando chegou à noite, comi algo leve e fui deitar, mas de forma nenhuma eu conseguia dormir e as lágrimas começaram a escorrer; ouço minha porta  se abrindo, era Dani


   -Está acordada? É que não consigo dormir...


   -Estou sim.


   -Posso deitar aí com você?


   -Claro.


   Dani deitou-se ao meu lado e se abraçou em mim, aquilo me trouxe tanta paz que consegui dormir, com seus braços em volta de meu corpo.



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