História A Dívida (Imagine Sungoh) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias 24K
Personagens SungOh
Tags 24k, Imagine, Imagine Sungoh, Nhawmaah, Sungoh, Yoo Sungoh
Visualizações 42
Palavras 3.570
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, meus amores, tudo baum? ♡
Espero que sim! ^^
Enfim, trago aqui mais uma one-shot [de um dos] membros do 24K! O Sungoh!!
Todxs nós (ou não) sabemos que o Sungoh está em hiatus, devido a sua lesão no ombro. Quem não sabia até agora, já está sabendo nesse exato momento hihi
Esperamos que ele esteja se recuperando e cuidando muito de sua saúde!
A fanfic tá bem grandinha, por isso que eu demorei para escrever [e por causa da preguiça também, mas ok]
Avisando também que tá 10001% fluffly e clichê.
Tenham uma boa leitura! ♡

Capítulo 1 - Capítulo Único;


Fanfic / Fanfiction A Dívida (Imagine Sungoh) - Capítulo 1 - Capítulo Único;



   "Eu te salvei uma vez, e agora você me deve essa dívida" 



   — Flashback ON —


   Estava correndo nos corredores, atrasada para aula. Havia ajudado uma novata a encontrar sua sala, pois a mesma não conseguiu gravar o caminho. No meio do caminho, acabei esbarrando em alguém, e essa pessoa nada mais, nada menos era o meu ex-namorado.


   – Que coicidência, não? Era com você mesmo com quem queria falar. 


   – Aish, me deixa. Estou atrasada para aula. – Tentou sair, mas foi segurada pelo braço.


   – Continua sendo a mesma aluna exemplar... 


   – Me solta! – Tentou retirar seu braço, mas foi em vão.


   – Qual é? Eu só quero ter uma conversinha com você, amor. – Ele a puxou contra ele, com o rosto muito próximo. 


   – Não me chame mais assim! – Ela exclamou. – Dá pra me largar?!


   – Dá pra largar ela?!


   Ouviram uma voz no final do corredor. Olharam e notaram quem era.


   – E você com isso? – O ex-namorado perguntou ao garoto, erguendo uma sobrancelha.


   – Não tenho nada a ver com isso, mas você deveria respeitar a garota, não? – Sua voz e feição era séria. 


   – Tsc, cai fora daqui. Ninguém te chamou nessa conversa. 


   – É mesmo... nem ela te chamou pra conversar. É uma pena mesmo. 


   O outro já estava fervendo de raiva. Soltou a menina, na tentativa de socar o garoto, mas se surpreendeu com a reação do mesmo, que conseguiu se defender e, como resposta, recebeu um soco certeiro na cara. Cambaleou e caiu no chão, meio inconsciente.


   – Tsc, que fracote. Foi só um soquinho. – Olhou para o corpo, que estava no chão, e depois para a garota, que até agora observava tudo. – Me chamo Yoo Sungoh, mas provavelmente já deve me conhecer. 


   O mesmo ergueu seu braço na frente da garota. 


   – É... Oi... – A garota respondeu, meio sem graça, enquanto apertava a mão do outro. 


   Sungoh se aproximou da garota, chegando próximo ao seu ouvido, e disse:


   – Eu te salvei uma vez, e agora você me deve essa dívida.


   Logo, saiu e deixando a mais nova sem reação. 


   (...)


   Dias depois, Sungoh foi à procura dela.


   – Yah. – Ele a chamou, depois de a ter encontrado, debaixo de uma árvore, lendo um livro. – Venha cá. 


   Sua voz era um pouco séria e autoritária. 

   A mesma se levantou e foi ao seu encontro. 


   – Quero que me faça um favor. – Ele disse, enquanto a mesma prestava atenção. – Quero que você fique comigo por uma semana. No máximo, até sexta-feira.


   A garota o olhou, surpresa. 


   – Mas... por quê eu? – Ela perguntou, já sabendo um pouco da resposta. 


   – Lembra da dívida que tem comigo? E mais... você pode causar ciúme naquele cara, e ele desistir de você de vez. – Sungoh sussurrou. 


   Pensou um pouco, aceitando, por fim. 


    Flashback OFF —


   (...)


   Ainda era terça-feira. A partir daí, ambos começariam a agir como namorados. Todos que os viam juntos acreditavam que são um casal. Alguns elogiavam, outros criticavam. Maioria eram meninas que sentiam inveja. 

   A mais nova ainda não se sentia à vontade, perto do garoto. Do garoto em que gostava.

   Sentiu-se apaixonada por ele, ao vê-lo sentado em um canto do colégio, apreciando sua voz em que cantava uma melodia suave e que havia atraído a sua atenção. 

   Possuia dois lados: um típico aluno popular, que interagia com todos em sua volta e sério; e um garoto atencioso e doce. 


   (...)


   – Ei, que tal irmos ao cinema mais tarde? – Sungoh perguntou, enquanto degustava uma maçã. 


   – Não sei se posso... – Ela respondeu, meio receosa. 


   – Por que? Tem algo para fazer hoje? – Perguntou, um tanto curioso, porém, não demonstrava tanto. 


   – Eu preciso pedir permissão aos meus pais... – Ela respondeu, meio sem jeito.


   – Você já está no ensino médio, e os seus pais ainda precisam te dar permissão pra sair? – Ele perguntou, indignado e calmo, ao mesmo tempo. Viu que a "namorada" se sentiu um pouco abalada com a pergunta. – Aish, me desculpa. 


   – N-Não... Tudo bem... É a verdade. Acho que posso dar um jeito. 


   – Isso seria um "sim"? – Ele perguntou. A garota apenas afirmou. 


   – Qualquer resposta, eu te mando uma mensagem... caso eu possa ir... 


   – Ir aonde? – Surgiu uma voz próxima ao "casal". 


   – Você de novo...? – A mais nova resmungou baixo. 


   – Até quando você vai deixar de ser tapado e parar de se intrometer nos assuntos com ela, uh? – Sungoh perguntou, de uma maneira simples e grosso.


   – Aonde você pretende ir, gata? – O garoto perguntou, ignorando completamente a pergunta de Sungoh. 


   – Não sei se você está percebendo... mas estamos tentando ter uma conversa entre nós dois, será que dá pra cair fora daqui? – Sungoh continuou. 


   O outro, até agora, só sabia revirar os olhos. 


   – Vocês, por algum acaso, estão tendo algum tipo de relação? Não to entendendo. – Perguntou, totalmente enciumado, de braços cruzados. 


   – Se tivermos ou não, não é da sua conta. – Sungoh se surpreendeu com a fala da garota.


   – Ouviu, né? – Olhou, cinicamente, enquanto envolvia seu braço no pescoço da garota, a surpreendendo com um beijo na bochecha. 


   – Mesmo que não seja da minha conta, saiba que eu- 


   – Ah! Finalmente te achei, Oppa!


   Ouviram uma voz feminina, logo, aparecendo uma garota, agarrando o outro.


   – Estava te procurando por toda a parte, amor. Por que não me encontrou depois da aula? 


   O "casal" apenas observava a situação. 


   – Q-Quem é você, e por quê está me chamando de "amor"? – O outro se fingia de desentendido, mas Sungoh estava começando a entender o que se passava. 


   – Como assim? O que deu em você? – A garota perguntou, começando a se preocupar. 


   – Não! O que deu em VOCÊ?! Eu nem te conheço, garota! – O garoto continuava a enganá-la, um pouco nervoso.


   – Como assim, você não me conhece?? Hoje de manhã, me deu bom dia e um beijo! 


   Os dois, que permaneciam calados, ficaram surpresos. Até que Sungoh resolveu acabar com o assunto.


   – Ei, posso te contar uma coisa? – Ele perguntou à garota, ao tocá-la de leve e a mesma perceber. – Ele está te enganando. Não percebe isso? 


   – Pra quê eu enganaria alguém que eu não conheço? Tsc. – O garoto debochou.


   – Mas dizer que estava flertando com outra garota você não diz, não é? – Sungoh perguntou, cinicamente, fazendo o outro engolir seco. A menina se virou para ele, dando um tapa em sua cara. O rapaz saiu correndo e a menina atrás dele. – Aish. Finalmente, paz. 


   Ele bufou, um pouco irritado, enquanto bagunçava o seu cabelo. 


   – Não precisa ficar tão irritado... ele é realmente uma perda de tempo... foi por isso que eu terminei com ele. – A mais nova comentou baixo, mas foi o suficiente para Sungoh conseguir ouvir. 


   – O que ele fez? – Sungoh perguntou, sem hesitar.


   – Ele sempre me convidava em sair pra festar, beber e coisas assim... mas eu sempre negava, porque as datas eram justos nos dias em que tinha alguma prova ou trabalho pra fazer ou entregar no dia seguinte. Sendo que ele também não fazia nenhum trabalho direito e sempre me pedia pra "ajudar", mas no final, eu acabava fazendo tudo e ele ganhar uma nota alta sem ter merecido. Pedi pra terminar e até hoje ele não aceita isso... – Ela respondeu. 


   – Mas ele realmente te ama de verdade? – Ele perguntou, com a mão apoiada na testa e de frente à mais nova.


   – Acredito que não. 


   – E você...? 


   – Hm? 


   – Você o ama ou já o amou de verdade? 


   – No início, sim... mas com o tempo em que fui conhecendo mais, eu acabei descobrindo o que não esperava...


   Ambos trocaram olhares, até tocar o sinal. A mais nova se levantou primeiro, sendo seguida por Sungoh.


   – Quer que eu te acompanhe? 


   Ela apenas sorriu, sem graça. O mais velho sorriu com a atitude da mesma e acompanhou até sua sala. No meio do caminho, ambos estavam muito próximos, fazendo suas mãos esbarrarem um no outro. Sungoh não resistiu, e enlaçou seus dedos com os dela. Olhou discretamente para ela, e viu um sorriso tímido sair de seus lábios. Chegaram próximo da porta da sala, ficando de frente para o outro. 


   – Pronto. Está entregue. – Sungoh disse, sorrindo. 


   – Obrigada... 


   Se despediram e a mais nova adentrou na sala. 


   (...)


   No final da aula, Sungoh resolveu esperar a garota sair para irem juntos, porém não a viu sair em momento algum. Será que ela deve ter saído mais cedo? Ou se sentiu mal? 

   Correu até chegar na enfermaria. Perguntou sobre ela, falando o nome e a sala onde ela estuda. Estava certo. Ela havia se sentido mal e voltou para casa cedo. 

   Voltou para casa, sozinho, e um pouco tristonho. 

   Chegando em casa, cumprimentou a mãe e o cachorrinho, que foi logo ao encontro do garoto. Avisou à mãe que estaria no quarto e que desceria logo para o almoço. 

   Seguiu até o quarto, com o cachorrinho logo atrás. Deixou sua mochila em cima da cadeira, que tinha junto com uma escrivaninha e o seu celular em cima da mesa. Foi direto para o banho, com aqueles pensamentos negativos novamente. "Ela deve estar bem sim, Sungoh! Pare de pensar negativamente."

   Saiu do banho, vestindo uma calça moletom e uma camisa folgada branca. Se jogou na cama, chamando seu cãozinho para o seu lado. O mesmo pulou, se acomodando perto do seu dono, enquanto acariciava os pelos do bichinho. 


   – Sungoh! Vem almoçar! 


   O mesmo ouviu a mãe dizer no andar de baixo. Desceu as escadas e foi para a cozinha, lavar as mãos. Voltou para a sala de jantar e se sentou de frente para mãe. 


   – Como foi a aula? – A mãe perguntou.


   – Normal... – Sungoh respondeu, com a mão apoiada na cabeça, mexendo na comida. 


   – O que foi? Não gostou da comida? – A senhora perguntou, um pouco desanimada ao ver o filho daquele jeito.


   – Não, como sempre está ótimo... Só... Nada, esquece. 


   – Aconteceu algo no colégio? Se meteu em alguma briga? – Ela perguntou, começando a ficar preocupada. 


   – Não... Eu estou bem. – Ele respondeu, olhando fixamente para a mãe, dando um mínimo sorriso. Terminando de comer, se levantando e lavando o prato. 


   Voltou para o quarto, deitando em seguida na cama. Ficou encarando o teto por um tempo, mas lembrou de uma anotações de suas canções que havia escrito. Levantou num pulo, tirando uma caderneta, com vários papéis soltos que acabaram caindo no chão. Pegou todas e as colocou na escrivaninha. Procurou aquela que ele havia criado no dia em que encontrou a garota pela primeira vez. Foi no mesmo dia em que ficou frente à frente com ela. 

   Começou a adicionar mais alguns versos, até chegar no final da folha. Leu tudo o que ele escreveu e sorriu. Organizou as folhas, guardando dentro do caderninho e colocando de volta em seu devido lugar. 


   (...)


   No dia seguinte, ao chegar no colégio, tentou procurar a garota, mas não a encontrou. Passou o dia, chegando no final da tarde de quinta-feira, o mesmo decidiu mandar uma mensagem para ela, que havia faltado mais uma vez a aula. 


   Sungoh: Yah. Você está bem? Faltou quase a semana toda. 


   Esperou alguma resposta rápida. 

   Dois minutos depois, ouviu seu celular apitar. 


   ___________: Estou. 


   Sungoh: O que aconteceu? Por que faltou as duas aulas?


   ___________: Estive doente. Peguei uma febre alta e fiquei na cama nesses dias. Mas eu estou me sentindo melhor. 


   Sungoh: Tem certeza? 


   ____________: Sim.


   Sungoh: Vai pro colégio amanhã?


   ____________: Sim, Oppa.


   – ELA ME CHAMOU DE OPPA. 


   – Ela quem, Sungoh? – Daeil perguntou, com um sorriso malicioso.


   Sungoh havia convidado seus amigos para conversarem e jogar video-game, e esqueceu completamente da existência deles enquanto trocava mensagens com a garota. 

   Cory e Jeonguk, que estavam jogando uma partida de um jogo qualquer no video-game, enquanto Daeil - que apenas observavam os dois jogando - olharam para Sungoh. 


   – E aí, cara, tu tá com uma menina e nem conta pra gente? Que amizade é essa? – Cory perguntou. 


   – Não enche, eu não to com ninguém. 


   – Hmmmm, to sabendo. – Os três comentaram. 


   Enquanto isso, na casa da garota, ela estava surpresa com a própria resposta. Jurou mesmo que estava mais quente que a febre da noite passada. "Eu não escrevi isso..."

   De volta a casa de Sungoh, os meninos ainda pedia resposta do mesmo. 


   – A gente conhece ela? – Daeil perguntou, curioso e pensando em todas as meninas que os quatro conheciam.


   – Pelo menos diz quem é! – Cory exclamou.


   – Vocês não devem conhecer... – Foi a única coisa que Sungoh respondeu.


   – Tá apaixonado, né? – Jeonguk perguntou, maliciosamente.


   Sungoh não respondeu. 


   – Eeeeeeh... – Os três disseram, zombando do amigo. 


   – Ela é da 2° série. – Ele respondeu.


   – ... – Os três ficaram em silêncio, se entreolhando.


   Todos voltaram sua atenção para o celular de Sungoh, que havia tocado.


   __________: Por que a pergunta?


   – Que que ela disse?? – Daeil perguntou.


   – Chama ela pra sair. – Cory sugeriu.


   Sungoh: Nada...


                   Você gostaria de sair comigo amanhã?


   __________: Ah, pode ser... 


   Sungoh: Quer que eu venha te buscar?


   __________: Não precisa...


   Sungoh: Eu faço questão. Por favor.


   __________: Aigoo, tudo bem. Mas aonde iremos?


   Sungoh: Vai ser surpresa. 


                   Nos vemos às 14:00, pode ser?


   __________: Okay. 


   Sungoh: Até amanhã.


   __________: Até. 


   Assim que recebeu a mensagem, bloqueou o celular e suspirou aliviado. 


   – E aí?? – Daeil perguntou, desesperado. 


   – Ela aceitou. 


   – Aceitou o que? – Daeil perguntou, confuso.


   – Sair com ele, burrão. – Jeonguk respondeu.


   – Credo, Jeonguk. – Daeil disse, incrédulo, se referindo ao modo que ele respondeu. 


   – Você que é lerdo. – Jeonguk rebateu.


   – Enfim, vamos jogar mais uma partida. – Daeil disse, enquanto pegava o seu controle.


   – Acho que não. – Sungoh respondeu, e todos o olharam.


   – Por que? – Os três perguntaram.


   – Pretendo fazer uma coisa. 


   – E...? 


   – Pretendo gravar uma música. – Ele respondeu.


   – Ah... – Os três responderam.


   – Estamos saindo, então. E boa sorte amanhã. – Cory respondeu, e os três saíram. 


   Depois de terem saído, Sungoh foi direto para escrivaninha. Pegou seu notebook, e começou a criar alguma música de fundo, que combinasse com a letra que ele havia criado.

   Começou a gravar sua voz, cantarolando os versos em um gravador. De primeira, não se sentiu satisfeito. Gravou novamente. Achou um pouco melhor. Gravou novamente. Estava quase lá. Gravou mais uma vez. Achou perfeito. 

   Foi ver a gravação junto com a música de fundo e... ambos não combinavam. 

   O mesmo começou a ficar nervoso. 

   Resolveu ligar para Cory, pois o mesmo era bom em criar ótimas batidas de músicas. 


   – Alô?


   – Cory, me ajuda.


   – Fala, cara.


   – Eu gravei a letra e tentei criar alguma música no fundo, mas deu tudo errado. Pode tentar criar uma pra mim? Eu te mando a gravação por e-mail. 


   – Beleza, manda aí. 


   Sungoh voltou sua atenção para a tela do notebook, mandando a gravação para o e-mail de Cory.


   – Recebeu?


   – Sim. Depois eu mando, quando eu terminar.


   – Valeu.


   Sungoh suspirou, aliviado. 

   Saiu do quarto, indo em direção da cozinha. Abriu a geladeira, pegando uma jarra de água, despejando um pouco em um copo, voltando para o quarto. 


   30 minutos depois...


   Sungoh estava quase caindo no sono, quando escutou seu celular tocar em cima da escrivaninha. Se levantou, atendendo, sem ao menos ver quem era.


   – Alô?


   – Terminei e já te mandei no e-mail. Tava dormindo, cara?


   – Quase... Valeu, Cory. 


   – De nada. Você canta bem, não sabia disso.


   – Obrigado. 


   – Enfim, to indo dormir. Até semana que vem.


   – Até.


   Desligou a ligação, e voltou para escrivaninha. Abriu o e-mail e nele junto, estava a seguinte mensagem:


   "Aqui está. Você canta bem! Aproveitei e juntei a gravação e a batida pra te ajudar mais. Acho que ficou bom... Espero que esteja :D"


   Sungoh soltou um riso ao terminar de ler. Foi escutar o áudio, se surpreendendo. Cory deve ter trabalhado bastante nisso.

   Baixou o áudio e transferiu em um pendrive, o colocando ao lado do notebook, anotando mentalmente em não esquecer de levá-lo consigo no dia seguinte. 

   Terminando tudo, tomou um banho rápido e foi dormir. 



   • No dia seguinte, 13h40.


   Enquanto terminava de se arrumar, notou que sua mãe entrou no quarto.


   – Como você está lindo, meu filho! – A senhora comentou, surpresa, com as mãos no rosto. O mesmo apenas sorriu. – Vai se encontrar com alguém?


   O garoto afirmou, com um pequeno sorriso. Vestia uma camisa social branca, calça jeans preta e um tênis da mesma cor. 


   – Preciso ir. Eu volto mais tarde. – Deu um beijo na testa da mãe, pegou a chave e o celular, saindo de casa.


   Um pouco antes, o mais velho havia perguntado onde a garota morava e a mesma mandou o endereço. Decidiu ir à pé, pois era bem próximo.

   Chegando lá, parou em frente a uma casa simples, um pouco grande. Possuia dois andares e um pequeno espaço na parte da frente, cercada por cercas de madeira. 

   Chamou pela mais nova, esperando no lado de fora. Viu a porta se abrir, vendo ela sair. Não conseguiu esconder sua expressão de surpresa, ficando de boca aberta. Chegando até o portão, o abriu e encontrando o mais velho, paralisado. 


   – Você... Está... Deslumbrante. – Sungoh disse, ainda impactado. 


   – Você também... – Ela respondeu, sem graça. A mesma vestia um vestido (de sua preferência), uma sapatilha e havia feito um pequeno coque "mal feito". Nas mãos, segurava uma pequena bolsa. Trocaram mais alguns olhares, até ela interromper o momento. – Ahn... pra onde iremos...?


   – Logo, logo você irá descobrir. Vamos? – Ele perguntou, oferecendo o braço. Ela assentiu, enganchando seu braço com o dele. 


   No caminho, conversavam sobre assuntos de escola, vida fora dela e aleatoriedades. 

   Primeiramente, a levou para uma sorveteria. Escolheram um sabor e o mais velho fez questão em pagar. Depois, foram para um parque de diversões. Foram em vários brinquedos, por final, indo para a barraquinha de tiro ao alvo, onde a garota havia ganhado um pequeno ursinho de pelúcia. 

   Logo, quase no final da tarde, ele a leva até uma praia para ver o pôr do sol. Tiraram os sapatos e começaram a caminhar na areia. Havia pouco movimento, deixando apenas o som das ondas e dos pássaros voando. 


   – Você tem medo de altura? – Sungoh perguntou. 


   – Um pouco... por quê? 


   Ele apontou para uma ponte, que ligava a praia e uma pequena ilha um pouco distante.


   – Não tem problema, é seguro. – O mais velho comentou. – Se sentir medo, pode apertar minha mão.


   Ele disse, com a mão em sua frente. Olhou para ele, que tinha um olhar que transmitia confiança. Sorriu com o jeito dele, e seguiram em frente. Atravessaram a ponte, e a mais nova observou bem o local. Era todo iluminado com pequenas luzes em volta de algumas palmeiras e entre elas. No centro, havia uma mesa, coberta por um pano branco, pratos e talheres, e uma rosa ao lado. Seria isso um encontro? 


   – Sungoh... isso é...


   – Sim. 


   Ele respondeu, já sabendo que a mais nova iria perguntar. 

   Agiu como um cavelheiro à todo tempo. Tiveram um jantar, com a vista do pôr-do-sol.


   – ____________... Queria te dizer umas coisas que guardo faz um tempo... 


   Sungoh começou, fazendo a garota voltar sua atenção à ele. 


   – Desde que começamos a 'namorar', eu comecei a criar um sentimento por ti. Achava que isso tudo era passageiro, mas descobri que não é quando me preocupei com você por ter faltado as aulas. Eu comecei com essa coisa "dívida" porque eu queria me aproximar mais de você, ser um amigo, ou talvez até mais que isso... e também queria te ver sorrir à todo momento. Fiquei um pouco bravo, quando você contou sua relação com o seu ex-namorado, confesso, e queria te provar o quanto eu posso ser melhor que ele e te fazer ser a garota mais feliz desse mundo. Eu gosto muito de você. 


   – S-Sungoh... Eu... 


   A garota permanecia em choque. Sungoh estava sentindo um pouco de medo, pois sentia que ele não iria ser correspondido. Já abaixou a cabeça, preparado pra receber uma resposta negativa. Ouviu a cadeira ser arrastada e viu a garota levantar seu rosto, e o beijar. Se surpreendeu com a atitude da mesma, mas estava gostando. Envolveu sua cintura, enquanto acariciava seu rosto, acomodando mais em seu colo. Quando o ar fez falta, terminaram o beijo com troca de olhares.


   – Isso... Foi... Uau...


   Sungoh não sabia o que dizer ou sequer expressar. Apenas queria os lábios da garota novamente. A puxou pelo pescoço, tendo aqueles lábios que tanto desejava. Pediu passagem à língua e a mesma cedeu, explorando cada canto de sua boca. Terminaram o beijo com uma leve mordida no lábio inferior. 


   – Bobo... Eu também gosto de você... – A garota disse, baixo, com a cabeça afundada no pescoço do maior. 


   – Quê?! – Ele perguntou, surpreso. A mais nova apenas soltou um riso fraco. – É sério? Não me ilude assim...


   Apenas viu a mesma afirmar com a cabeça. 


   – Então, você corresponde com os meus sentimentos? – Sungoh perguntou. 


   – Sim. – Ela respondeu, sorrindo. 


   – Então... Você aceitaria namorar comigo?


   – Aceito sim! 


   Ambos sorriram um para o outro, terminando a noite com um selinho. 


   – Ah! Antes que eu me esqueça... – Sungoh lembrou, e começou a mexer no bolso da calça, logo tirando o pequeno pendrive. – Tenho uma coisa especial pra você, mas tem que prometer que vai olhar só depois de chegar em casa! 


   – Eu prometo! 


   A mais nova respondeu, sorrindo.

   Decidiram sair, pois estava começando a ficar muito tarde e que os pais de ambos poderiam estar preocupados. Sungoh a levou até a casa dela, deixando próximo ao portão. 


   – Hoje foi um dia maravilhoso. Nunca me diverti tanto! – A garota dizia, enquanto não parava de sorrir. 


   – Que bom que gostou, meu amor. – Sungoh respondeu, acariciando o cabelo da namorada. Deu um último selinho, antes de se despedirem. – Boa noite, minha princesa.


   – Boa noite, meu príncipe. – Ela respondeu, depois de se abraçarem. A mais nova entrou em sua casa e Sungoh voltou para a sua. 





Notas Finais


Eu disse que estava muito clichê...
Espero que tenham gostado!
Eu ainda pretendo escrever dos outros membros do 24K
Ainda falta o do Changsun, Cory e Hongseob!
Quem quiser saber quando eu irei postar elas, cliquem no botão "seguir" no meu perfil ^u^
Aproveitando que lá tem mais fanfics dos meninos!
Ah! Quem quiser mandar algum pedido de one-shot nos comentários, fiquem à vontade! Caso queiram me mandar alguma ideia, é muito bem-vinda que eu irei tentar escrever!
Vou parar por aqui porque está muito grande ><
Beijinhos e até breve! ♡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...