História A Doce Amizade dos Loucos - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland)
Personagens Absolem, a Lagarta, Alice Kingsley, Chapeleiro Maluco, Coelho Branco, Dormidonga (Mallymkun), Gato de Cheshire (Gato Risonho), Lebre de Março, Rainha Branca, Rainha Vermelha, Tweedle-Dee, Tweedle-Dum
Tags Alice Kingsleigh, Amizade, Felicidade, País Das Maravilhas, Recomeço
Exibições 51
Palavras 2.712
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Perdoem-me pelo atrasado. Fiquei madrugando, dormi demais, fiquei escrevendo sem parar e agora estou completamente fascinado por Ghost in The Shell. Já faz um bom tempo que não fico desse jeito por causa de um anime, mas é tão cheio de reflexões filosóficas trans-humanistas que eu tenho que ver esse negócio várias e várias vezes até conseguir entendê-lo por completo.
Sem mais delongas...
Boas Lonjuras!

~Rockeiro Sem-Noção.

Capítulo 5 - Em Casa


 

Pela primeira vez em muito tempo, Alice acordou de um sono profundo, se sentindo renovada. Ela se sentou em sua nova cama enorme e azul, e olhou ao redor. Ela só queria se certificar de que nada daquilo era um sonho, então, como o seu amado pai a ensinara, ela fechou os olhos castanhos e se beliscou.

 

Quando Alice abriu os olhos novamente, ela sorriu ao perceber que estava mesmo no País das Maravilhas e que aquilo não era um sonho assustadoramente real. Logo mais, a loira muitaz ouviu o seu estômago roncar de fome. Ela precisava comer – e muito. Levantado-se da cama, Alice tomou um rápido banho em sua majestosa banheira da suíte e vestiu um vestido confortável e leve que era todo de tonalidades de azul com verde e laços violetas.

 

Alice não conhecia muito o palácio da Rainha Branca. Era um lugar tão espetacular e grandioso que ela ficava perdida na contemplação e nos milhões de quartos e corredores. Mas ela prestou mais atenção na sua fome e não levou muito tempo para encontrar a cozinha até porque ela já podia ouvir uma gritaria histérica e sons de coisas sendo atiradas pelo quarto.

 

Assim que Alice abriu a porta da cozinha, uma panqueca de mirtilo veio voando em sua direção e se grudou na porta. Ela olhou para a panqueca e depois para Tachery, que estava virando panquecas no ar lá no fogão. De certa forma, ele acabou se tornando o cozinheiro de Mirana e Iracebeth. E lá estavam as duas irmãs rainhas sentadas numa mesa longa e branca coberta de gostosuras do café da manhã. Alice sorriu e pegou a panqueca da porta para morder.

 

-Alice!-Mirana sorriu ao colocar a sua xícara de chá na mesa.-Bom dia, querida. Dormiu bem?

 

-Foi como despertar de uma hibernação tranquila e aconchegante.-Alice respondeu ao puxar uma cadeira na mesa e se sentar.

 

-Vamos, Alice, coma alguma coisa.-Iracebeth ordenou enquanto enchia sua torrada com geléia de morango.-Você está tão magra que um carrasco poderia te parir ao meio só com uma tesoura.

 

-Iracebeth, eu estou comendo aqui!-Mirana rebateu.

 

-E eu não tenho razão, não?-Iracebeth rebate de volta.-Alice Kingsleigh, enfia tudo na goela. É boca livre!

 

Alice apenas riu e começou a se servir. De fato, ela nem imaginava que Tachery pudesse ser um bom cozinheiro, mesmo que atirasse as coisas por aí. Ele estava fazendo panquecas de mirtilo e as jogava da frigideira para a refratária na mesa com muita precisão em uma distância impressionante. Tinha torradas, omeletes, frutas frescas, bules de chá e jarras de suco de vários sabores.

 

Simplesmente, Alice encheu o seu prato com tudo o que viu pela frente e, já que ela não estava jantando entre seres humanos hipócritas de nariz em pé, ela começou a enfiar tudo na boca, usando tanto os talheres quanto as mãos. Mirana sorriu bem satisfeita enquanto Iracebeth parecia se perguntar como alguém poderia comer tanto daquele jeito.

 

A derradeira panqueca de mirtilo veio voando e aterrissou na pilha dentro da refratária. A Lebre de Março veio andando de maneira nervosa e bem desengonçada até a mesa e se sentou ao lado de Alice. Ele pegou duas torradas, colocou uma omelete de queijo no meio, banhou com um jarro de melado, colocou alguns morangos cortados e uma panqueca que fora embebida numa xícara de chá de pêssego. Tachery fechou o seu sanduíche maluco e o mordeu com um gemido escandaloso de prazer ao paladar.

 

-E eu pensava que lebres só comiam cenouras...-Iracebeth se segurou para não rir.

 

-Não seja tonta, mulher!-Tachery surtou, de repente.-Eu sou uma Lebre de Março! E nós temos um paladar muito mais refinado do que as lebres que vivem em tocas. Nós gostamos de tudo!

 

-Se eu te fizer uma torta de dedos amanteigados, você comeria?-Iracebeth questionou.

 

-Se tiver um chá de olhos para acompanhar...-Tachery deu de ombros e voltou à comer.

 

-Por falar em dedos amanteigados...-Mirana virou-se para a sua irmão.-Irace, você não andou roubando eles do armário, andou?

 

-E o que eu faria com um pote inteiro de dedos?-Iracebeth começou a rir como se fosse a coisa mais idiota do mundo.

 

-E eu lá vou saber? Você é louca.-Mirana respondeu, largando um cubo de açúcar em sua xícara de chá.-Da última vez, você sumiu com todas as minhas cerejas e aí descobri que você fez um colar com elas e estava usando outro dia.

 

-Você sabe que eu gosto de coisas pequenas.-Iracebeth faz uma carinha emburrada.-E vermelhas...

 

De repente, veio um arroto e esse arroto saiu da boca de ninguém menos que Alice Kingsleigh. Mirana, Iracebeth e Tachery olharam para ela no mesmo instante. Alice corou e tapou a boca.

 

-Desculpe...-Alice murmurou rapidamente.

 

Tachery começou a rir.

 

-Ah, Alice, não se preocupe com isso.-Mirana está dizendo com um sorriso alegre e doce.-Aliás, isso é um sinal de que você se satisfez com o maravilhoso café da manhã de Tachery.

 

-E também é um sinal de que você pode virar um porco, de repente.-Iracebeth completou.

 

-Iracebeth de Carmesim!-Mirana deu um tapa no braço de sua irmã.

 

-Mirana de Marmoreal!-Iracebeth devolveu o tapa.

 

Então, simplesmente, as duas irmãs começaram a trocar tapas juntas. Alice e Tachery ficaram apenas assistindo a Rainha Branca e a Rainha Vermelha darem tapas nos braços, nos ombros e até nas próprias mãos uma da outra.

 

Alice se chegou para Tachery, sem deixar de assistir aquela comédia.

 

-Elas já fizeram isso em algum evento importante?-Alice sussurrou.

 

-Não.-Tachery responde com a boca cheia.-Elas só amassaram tortas na cara uma da outra no solstício do inverno.

 

Alice riu e as duas irmãs continuaram dando tapas bobos uma na outra.

 

-Ahhh!-Iracebeth gritou, raivosa.-Cortem as cabeças!

 

:

 

Alice se encontrava na casa do Chapeleiro Maluco. Naquele dia, ele a convidara para a sua chapelaria para experimentar um chapéu que ele passara a noite toda fazendo. Lá, haviam milhões de chapéus em cabides e em manequins de ferro antigo. Alguns já estavam prontos e dentro de caixas embrulhadas com laço e fita e outros ainda estavam sendo confeccionados com várias engenhocas para encomendas e mais encomendas.

 

Pelo visto, nos últimos anos, Tarrant estava uma eterna era de prosperidade na sua vocação nata para fazer chapéus. Alice ficou feliz por isso. Quando ela estava indo até a sua casa, viu vários dos súditos de Mirana e Iracebeth usando lindos chapéus elegantes e coloridos que só poderiam ser do Chapeleiro Maluco.

 

No momento, Alice estava sentada numa cadeira bem diante de uma penteadeira. Perto dela, Bayard estava deitado numa cama canina de palha de arroz com coberto azul. Mallynkum estava mergulhada dentro de um pote cheio de contas coloridas na penteadeira e parecia estar se divertindo ali. Os gêmeos Tweedle-Dum e Tweedle-Dee estavam sentadinhos em um sofá e pareciam bem entretidos compartilhando um livro que era cheio de desenhos de chapéus do estilos mais ricos e fantásticos.

 

Tarrant estava enfiado dentro de uma saleta quando saiu de lá carregando uma linda caixa branca envolta numa fita lilás com laço rosado. Ele colocou a caixa sobre a penteadeira bem diante de Alice.

 

-Agora, Alice, feche os olhos.-Tarrant diz com o sorriso de quem está quase explodindo de animação.

 

Então, Alice fechou os olhos e sentiu algo ser colocado em sua cabeça com delicadeza e precisão.

 

-Mas que beleza!-ouve-se Mallynkum exclamando com admiração.

 

-Abra os olhos, Alice.-Tarrant pediu-lhe.

 

Quando ela abriu seus olhos, um sorriso largo e luminoso se fez presente em seu rosto. Sobre sua cabeça, estava um chapéu bem grandioso e vermelho que possuía um pequeno arranjo floral na frente e algo que parecia ser um broque de pedras de esmeralda, junto com um longo lenço lilás e bordado à ouro que se amarrava no topo do chapéu e pendia dele logo atrás das costas da loira muitaz.

 

-Tarrant!-Alice exclamou ao se levantar da cadeira.-Esse chapéu é lindo!

 

-Eu sei.-Tarrant riu alegremente.-Desde que você veio para cá naquela última vez, eu fiquei fazendo desenhos de chapéus para fazer um para você, mas não sabia se você voltaria, algum dia.

 

-Chapeleiro, você fez o chapéu mesmo assim.-Bayard disse-lhe.-Até porque você era o único que sabia que Alice voltaria, um dia.

 

-Ainda bem que você voltou para ficar, Alice!-Mallynkum diz, se levantando de sua pequena piscina de contas.-Sabe o quanto eu sofri toda vez que você subia pela toca, ou atravessava o espelho?

 

-Mally devorou muitas broas com queijo depois dessa.-Tarrant está dizendo.-Acho até que engordou alguns gramas.

 

-Como é que é?-Mallynkum rosnou.

 

-De fato!-Tweedle-Dum saltou do sofá.-Alice, com esse chapéu, você apresenta um ar de nobreza como se estivesse numa festa muito elegante.

 

-Corrigindo!-Tweedle-Dee saltou do sofá também com uma outra visão.-Alice, com esse chapéu, tem um belo ar de realeza como se fosse realizar uma cerimônia real muito especial.

 

Alice riu dos gêmeos divergentes e voltou à se olhar no espelho.

 

-Puxa, Tarrant, ficou incrível.-Alice sorriu para o seu leal amigo.-É esse que vou usar na festa de boas-vindas?

 

-Esse e muitos mais outros!-Tarrant diz, rindo.-Todos os dias, eu lhe farei um chapéu, Alice, como prova de minha gratidão por você ter voltado!

 

-Tarrant, não precisa fazer tudo isso.-Alice ri em diversão.-Eu já estou bem aqui.

 

-Alice, você sabe como Tarrant é.-Bayard diz ao coçar a orelha com a pata traseira.-Ele é teimoso ao extremo e, mesmo você dizendo que não precisa de tantos chapéus, você vai encontrar a sua banheira cheia de chapéus.

 

-Chapeleiro, você não seria tão teimoso assim, seria?-Alice perguntou-lhe.

 

Em resposta, o Chapeleiro Maluco apenas esboçou um sorriso demente e virou o rosto.

 

-Já era, Alice.-Mallynkum diz, mergulhando na piscina de contas novamente.-Agora, você está destinada à usar um chapéu diferente do outro toda vez que ir ao banheiro.

 

Os Tweedles começaram a rir disso enquanto Tarrant encarava o teto da chapelaria como se estivesse tendo um monte de idéias malucas e maravilhosas.

 

-Eu não me importo.-Alice sorriu docemente.-Se for os chapéus do meu Chapeleiro, eu sempre os usarei.

 

E o Chapeleiro ficou bem feliz com isso.

 

:

 

Começou a Festa de Boas-vindas à Alice Kingsleigh, a Muitaz – pelo menos, era isso que estava escrito na faixa comemorativa acima de todos os convidados.

 

A festa acontecia num jardim de cerejeiras atrás do palácio real de Marmoreal. Lá, haviam pessoas belas e elegantes vestindo branco da cabeça aos pés e usando chapéus extravagantes e exóticos. Todos se serviam das longas mesas cobertas de doces, bolinhos, salgados, pães, frutas e todo o tipo de chá existente. Tinha mesas de toalha branca com cadeiras confortáveis e arranjos florais para todos se aconchegarem e conversarem. Tinha também uma pista de dança bem vasta, onde várias duplas bailavam ao som da música tocada pelos instrumentos musicais de um grupo de musicistas.

 

Tinha um ar festivo por ali. As cerejeiras estavam ornadas por faixas, fitas, laços e lanternas de papel. A grama verde estava coberta de pétalas de cerejeiras. E só se ouviam risos animados naquela festa. Era possível ver que a população de Marmoreal havia aumentado depois que Salazem Grum se tornou uma terra sem vida, já que todos os habitantes de lá se mudaram, assim que veio a queda do reinado tirano da Rainha Vermelha. Mas agora, as pessoas que foram escravizadas por ela agora viviam em paz com a rainha.

 

Numa mesa longa, todos estavam presentes lá.

 

Mirana e Iracebeth se sentavam juntas lado a lado. Tarrant não parava sentado porque sempre tinha alguém pensando em um novo chapéu para si. Tachery parecia estar muito fascinado com uma colher de chá, ou com o seu reflexo nela. Cheshire estava colocando cubos de açúcar dentro da sua xícara há um tempo porque estava distraído com um moscavalo escondido no chapéu de uma mulher que dançava e, é claro, sua xícara já havia transbordado. Mallynkum usava sua espadinha para tirar a cobertura doce de um bolinho que tinha mais, ou menos o tamanho dela. Bayard se banqueteava com um bolo de carne que tinha o formato de um bolo confeitado. Os Tweedles não sabiam o que era melhor: bolo de creme com morangos, ou torta de frutas vermelhas. McTwisp saboreava um lindo bolo de cenoura sem deixar de olhar para o seu relógio de bolso de vez em quando. E até o Capturandam participava da festa sem causar medo em ninguém porque tinha até algumas crianças montando nele.

 

E, curiosamente, Alice estava sentada bem no meio daquela mesa. Além de usar o seu novo chapéu, ela trajava um belo vestido roxo e azul com adornos rosados feito pelas melhores costureiras de Marmoreal.

 

Num certo momento, Mirana parou de brigar com Iracebeth por causa de uma torrada com geléia de morango e uma outra com marshmallow, e se levantou de sua cadeira. Ela pegou uma sineta prateada e a tilintou para captar a atenção de todos.

 

E, pelo visto, o badalar da sineta fez até a música parar. E todos olharam para a Rainha Branca.

 

-Caros amigos.-Mirana começou num sorriso luminoso.-Até ontem, nós vivíamos nossas vidas em perfeita paz sob o reinado sábio e justo meu e de minha irmã, Iracebeth, mas agora nossas vidas não serão mais como antes porque nossa amiga, campeã e salvadora de todo o País das Maravilhas está entre nós e passará à viver todos os dias conosco como se fôssemos uma grande família louca e feliz!

 

E todo mundo começou a rir disso.

 

-Alice.-Mirana virou-se para a loira muitaz.-Não gostaria de dizer algumas palavras para nós?

 

-Claro.-Alice sorriu.

 

Mirana sentou-se em sua cadeira e tomou a torrada com geléia de morango das mãos de Iracebeth. Alice riu disso e se levantou. Ela olhou para todos e todos olharam para ela.

 

-Povo do País das Maravilhas.-Alice começa, sorrindo.-Eu estive aqui pela primeira vez na vida por pura curiosidade. Vi um coelho de paletó correndo com um relógio de bolso e decidi segui-lo. Eu não imaginava que pararia nesse mundo tão perfeito e exótico quando caí naquela toca de coelho, mas depois eu fui embora dele. Na segunda vez que estive aqui, eu mal sabia quem eu era e ainda tinha de matar um dragão terrível, mas antes de ir embora desse mundo, eu já sabia quem eu era. Na terceira vez, quando atravessei um espelho misterioso, eu tinha de salvar um grande amigo da sua própria sanidade, assim como tive de salvar o seu próprio mundo depois disso. Eu não tinha percebido isso antes, mas eu sempre tinha alguma coisa para fazer aqui. Algo muito importante que me tornaria mais sábia e me ajudaria à alcançar o impossível. Quando perdi tudo o que tinha em meu antigo mundo, eu sabia que ainda havia um mundo que me amava, onde eu teria tudo e seria feliz de novo. E agora que estou nesse mundo pela quarta vez, não quero mais ir embora dele e acredito que minha nova vida aqui no País das Maravilhas será tão louca e muitaz como todas as aventuras bizarras e maravilhosas que já vivi com todos vocês. Obrigada.

 

Alice se sentou e Mirana se levantou com uma xícara de chá.

 

-À Alice Kingsleigh, a Muitaz!-Mirana bramou alegremente.

 

E todos aplaudiram.

 

A música recomeçou e a festa também. Na mesa, todos voltaram à tagarelar, porém Alice sentiu uma mão em seu ombro. Ela se virou e viu Tarrant sorrindo para ela.

 

-Minha Alice, me concederia a honra dessa dança?-Tarrant perguntou-lhe.

 

Em resposta, Alice sorriu e se levantou de sua cadeira. O Chapeleiro Maluco foi levando sua grande amiga de maneira elegante e cavalheiresca pela mão até a pista de dança. As pessoas logo abriram um grande espaço lá e ficaram observando os novos dançarinos.

 

Alice e Tarrant entrelaçaram as mãos no alto enquanto ela pôs sua mão em seu ombro e ele a sua em sua cintura.

 

Então, os dois grandes amigos de longa data começaram a dançar no ritmo de uma música animada e feliz. Todos os aplaudiram sem parar, mesmo que não tenham terminado de dançar. Muitos ali admiravam a amizade de Alice e Tarrant. Nenhum deles foram muito de ter amigos por demasiado, devido ao seu estilo louco e criativo demais – mas agora eles eram duas almas solitárias e artísticas que se encontraram no País das Maravilhas e, nele, decidiram celebrar a sua bela amizade com uma dança.

 

Vendo-se em meio àquela festa maravilhosa com pessoas tão benévolas que a amavam e a admiravam, Alice sabia que agora ela estava em casa.

 



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