História A Doença do Amor - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Castiel, Dajan, Iris, Leigh, Li, Lysandre, Personagens Originais, Professora Delanay, Senhora Shermansky
Tags Amor Doce, Lysandre, Romance
Visualizações 38
Palavras 1.131
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Poesias, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estamos chegando nos capítulos finais dessa história sad, skkskss.
Boa leitura!

Capítulo 12 - Aceita?


-- Boa tarde, Mi! -- Leigh me cumprimenta com um aperto de mão. 

-- Boa, Leigh. 

-- Trouxe notícias do meu irmão? 

-- Na verdade hoje eu vim ver umas roupas. Não estou indo muito no hospital. 

-- Ah sim. Meus pais vieram da roça para a cidade, só para acompanhar essas últimas semanas de Lysandre. Eles praticamente estão morando lá. -- Ele termina de contar seu dinheiro e vem até mim. -- Em que posso te ajudar? 

-- Bem, eu queria um vestido branco. Não precisa ser muito chique, pode ter alguns desenhos, sei lá. Só precisa ser branco. 

-- Hum, vai para alguma festa? -- Ele pergunta indo até a sessão de vestidos.

-- Talvez. -- Digo sorridente.

-- Aqui, talvez esse você goste. Experimenta! -- Leigh me entrega um vestido branco curto, com umas flores desenhadas. Era simples e perfeito!

Fui até o provador e provei o vestido, em seguida eu comprei, é claro.

-- Só isso? -- Ele pergunta recebendo o dinheiro.

-- Sim, sapato eu tenho. Na verdade vou usar tênis mesmo, meus pés são os menos importantes da história. -- Sorrio. -- Enfim, melhoras para vocês e boas vendas.

Saio da loja e continuo andando pela cidade. Passo por uma loja de jóias e decido entrar.

-- Boa tarde senhorita, em que posso ajudá-la? -- Um rapaz de cabelos loiros e pele morena me atende.

-- Posso dar uma olhada nos anéis?

-- Claro! Por aqui.

(…)

Depois de uma tarde de compras eu chego em casa exausta. Mas antes, decido ligar para Lys.

-- Oi Lys. 

-- Alô? Quem é?

-- Michelle, a garota que é péssima em baralho mas te adora. -- Digo entrando no meu quarto e tirando a calça.

-- Acho que sei quem é você. Por que está me ligando?

-- Porque eu estava indo dormir mas antes quis te pertubar um pouco. -- Tiro o resto da roupa e fico apenas de calcinha.

Me deito na cama ainda com o telefone no ouvido.

-- Isso é fofo e idiota. Fofo pelo fato de você estar preocupada comigo, mas idiota porque você poderia estar dormindo. -- Ele riu. -- Como foi seu dia?

-- Bem, eu fiz umas comprinhas depois do colégio. Me senti uma verdadeira garotinha dos anos 90.

-- Haha.

-- Na verdade eu estou me sentindo uma garota dos anos 90 nesse exato momento. Falando com o paquera pelo telefone, enquanto aprecia uma tigela de sorvete e dar risadas falsas.

-- Está apreciando uma tigela de sorvete?

-- Não, deveria ter pensado nisso!

Rimos os dois.

Fico um tempo em silêncio encarando meu teto.

-- Ainda está ai garotinha dos anos 90?

-- Sim, estou. -- Digo rindo.

-- Você bem que podia vir me ver amanhã, não é?

-- Vou pensar no seu caso. -- Me deito de bruco sorrindo.

-- Pensa bem, eu não quero ter que cancelar nosso passeio de barco ao som de um violinista italiano.

-- Não se esqueça do macarrão a bolonhesa! Haha.

-- Michelle? Está ai? -- Minha mãe estava batendo na porta.

-- Preciso desligar, minha mãe descobriu que não estou fazendo as tarefas de casa e sim conversando com o valentão do colégio pelo celular.

-- Mande lembranças por mim.

Encerro a chamada.

Visto meu pijama e abro a porta.

-- Oi querida. Vi que saiu hoje à tarde, o que foi comprar?

-- Umas coisas.

-- Ah vai, me mostra! Você nunca saiu para fazer compras, preciso avaliar as coisas que comprou. -- Ela se deita em minha cama.

-- Okay, mas antes eu vou ter que explicar o porque das roupas. -- Me sento na cama ao seu lado.

 

 

 

 

-- Ah, boa tarde senhorita Michelle. Soube que você e o Lysandre andaram conversando bastante por telefone durante a semana.

-- Sim, foi muito bom! 

-- Tanto para ele quanto para você. Os remédios começaram a fazer mais efeito, pelo menos as convulsões e a amnésia estão controladas. Ontem eu entrei no quarto dele e ele me chamou de Doutor Rodrick.

-- Ele se lembrou? Ah meu Deus!

-- Pois é, sua ideia funcionou bastante. Ele está até mais motivado para fazer as coisas.

-- Tenho certeza que depois da minha visita ele estará ainda mais motivado. -- Digo segurando algo que estava em meu bolso da blusa de frio.

Subo até seu quarto e entro. Leigh e Rosalya estavam no quarto.

-- Que bom que chegou, estávamos falando de você agora! -- Diz Rosa. 

-- Oi gente. -- Cumprimento todos. 

-- Oi Michelle! -- Disse Lysandre. 

Me viro surpresa para ele. 

-- Se lembra do meu nome? -- Me sento na cama. 

-- Sim! Assim como lembro que você é a garotinha dos anos 90 que ficou uma semana no telefone comigo. 

Dou um enorme sorriso e o abraço. 

-- Você não imagina o quão feliz eu estou por se lembrar de mim. -- Segura suas mãos. 

-- E eu estou feliz por ter vindo. 

Ouço a porta de abrindo, vejo o doutor entrando com uma enfermeira. 

-- Que bom que estão todos aqui! Porque eu tenho algo a dizer. -- Digo me levantando da cama. 

Fico no meio de todos e encara Lysandre. 

-- Eu passei semanas pensando e repensando no que eu iria fazer hoje. Eu pensei muito no que Lysandre ia achar, e também no que todos em nossa volta iriam achar disso. Mas eu acabei chegando em um conclusão: Nada mais importa. Ninguém mais me importa, a opinião de ninguém mais me importa, a não ser a do meu amado... 

Me sento em sua cama novamente. 

-- Lysandre, no final do ano passado, nós oficializamos nosso namoro. Estávamos fartos de nos amar as escondidas, nos beijamos na frente de todos e dizemos: 'Foda-se todos os pensamentos e opiniões de todos vocês'. Em seguida saímos do colégio de mãos dadas. Isso foi dois dias antes de você sofrer aquele terrível acidente. 

Ele parecia estar tentando se lembrar. 

-- Eu queria chegar aqui e dizer: "Lembra daquele tal dia? Então, foi demais!" Mas eu tenho certeza de que você não se lembraria disso. Você só lembra do que quiser lembrar, então... Se lembra do que disse naquele dia na praia? Em que dormimos de conchinhas na areia macia da praia e ouvimos o som das gaivotas. Se lembra? 

Ele fechou os olhos, provavelmente tentando recuperar as memórias. 

-- Eu disse... Eu disse que te amava mais que tudo nessa vida. -- Ele volta abrir os olhos. 

Meus olhos ardem, imploram para chorarem. 

-- E uma coisa que eu esqueci de dizer foi… Eu também. Eu te amo mais que tudo nessa vida!

Retiro uma caixinha vermelha do bolso. 

-- Lysandre... -- Abro a caixinha revelando um par de alianças. 

-- Quer se casar comigo? 


Notas Finais


Aceita?


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