História A Dona da Boate - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Álcool, Boate, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Romance, Sexo
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Palavras 1.441
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Orange
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


BOOAA LEITUUURAAAA!!! ❤❤❤

Capítulo 3 - Capítulo 03


- Posso entrar? - perguntou de cabeça baixa.

- Por favor - disse me levantando - sente-se Kauany.

- Por favor me chame de Kau. Eu odeio o meu nome.

- Por que o odeia? É um nome tão bonito! - disse.

- Longa história. - suspirou.

- Certo. Vamos ao que interessa, preciso da sua carteira de trabalho, identidade, e o seu curriculum por favor. - falei e ela começou a procurar em sua bolsa.

- Aqui está. - me entregou os documentos. 

Comecei a anotar tudo em meu computador, e, vez ou outra percebia que ela me encarava e quando eu levantava o olhar para encará-la também ela desviava o olhar na hora. Dado alguns minutos terminei de repassar todas as informações que eu precisava dela:

- Pronto! - estendi a mão para lhe entregar seus documentos - Agora você é oficialmente uma nova dançarina da minha boate. Espero que se dê bem com as menina - terminei de falar e ela colocou um sorriso no rosto.

- Aaah, muito obrigada por essa oportunidade Sr. Eliz.... - a interrompi.

- Me chame de Eliza.Apenas Eliza.

- Huum. Okay, obrigada pela oportunidade Eliza - disse brincando com os dedos.

- Não me agradeça. Você é maravilhosa e merece estar aqui. - disse sorrindo.

- Obrigada mesmo. Posso tirar uma dúvida com você? - perguntou envergonhada.

- Claro. O que deseja saber? 

- Eu percebi que aqui tem várias portas, o que são? - perguntou.

- Ooh sim. Já entendi onde quer chegar. Aqui na boate funciona o seguinte: mulheres de todos os tipos vem aqui para satisfazer seus desejos ou simplesmente arrumar uma companhia de uma noite só ou apenas para beber. Esses quartos são para as que vem para satisfazer seus desejos, como assim? Minhas dançarinas estão aqui para sensualizar - ela prestava atenção de uma maneira absurda - fazer essas mulheres sentirem prazer e desejar minhas dançarinas. Se por acaso algumas delas (minhas dançarinas) se sentir atraída por uma dessas mulheres e quiser se relacionar de uma maneira bem diferente se é que você me entende, fizemos os quartos, as paredes e portas são a prova de som, ou seja, não se ouve nada lá dentro e ninguém daqui de fora escuta nada. Claro, você só vai para o quarto de realmente quiser ter alguma relação sexual com outra mulher. Você não é obrigada a ir  e se te forçarem as seguranças estarão atentas para te "salvar". Entendeu?

- Nossa até demais - ela ainda estava sentada me encarando atentamente - Já aconteceu de uma de suas dançarinas serem forçadas a ir pro quarto?

Dei uma risada nasal:

- Quase toda semana - ela arregalou os olhos - mais relaxa, nunca aconteceu nada demais.

- Ufa - deu uma risadinha. Fiquei a olhando e sem pensar falei:

- Sabe, quando você está dançando, você esquece sua timidez totalmente. - ela ruborizou.

- Aaah. Eu sempre gostei de dançar. Quando eu danço eu esqueço do mundo. Apenas me vejo. Vou para o meu mundo. - os olhos dela brilhavam.

- Nossa. Profundo... - foi a única coisa que eu consegui dizer. - Bom senhorita Kauany, está na hora de você ir trabalhar, não e mesmo - dei uma risada. - Vá se trocar, e conheça o lugar onde irá trabalhar e sensualize para aquelas mulheres loucas por sexo que estão lá embaixo.

- Oooh sim. Estou indo. Você vai ficar aí? É... qu..quero di...dizer - começou a gaguejar.

Dei uma risada:

- Não Kau, eu estou descendo para ver o seu desenvolvimento e o da Fernanda. Só vou terminar a sua ficha.

- Huum... É... Okay. Até daqui a pouco então, eu acho. 

- Até Kauany. 

E ela saiu.

*************************************

Terminei a ficha dela e desci para o primeiro andar da boate. Uma música que eu não consegui distinguir tocava alto. Com certeza meu ouvido ficará chiando amanhã mais eu não ligo, gosto do barulho. Avistei Maira no bar e fui até ela:

- E então, como foi com a tal da Kauany? - perguntou.

- Aaah, nada de mais. Expliquei para ela como funciona, ela tirou suas dúvidas e depois desceu. - dei de ombro. - Quantas já vieram aqui dar em cima de você ou tentar te agarrar? - dei uma risada nasal dela e ganhei um tapa.

-  Umas 10. - disse bebendo o martíni que estava em suas mãos.

- Realmente não sei por que você não pega pelo menos uma. Vai que você goste.

- Jamais.

Nesse momento uma mulher de cabelos cacheados até a cintura, pele clara, corpo bem definido e olhos verdes, começou a andar em nossa direção:

- Uaau!! - sussurrei para Maira que olhava atentamente para a mulher.

-  Olá - disse quando se aproximou de nós.

- Oi - dissemos eu e Maira.

- Então vou ser bem direta - olhou para Maira - fica comigo?

- Eeer... E.. eu - interrompi Maira.

- Claro. Ela fica sim - disse empurrando Maira. A mulher pegou ela pelo braço e começou a puxá-la para um canto sem luz da boate. Maira virou- se para mim e me fuzilou com os olhos e eu sou a mexi a boca dizendo "aproveite,você vai gostar".  

Pedi um Whisky no bar e o bebi de um gole só sentindo a ardência. Avistei um movimento diferente em um certo canto da boate e comecei andar até lá. Quando aproximei o suficiente para ver o que era, vi Kauany chorando e uma mulher tentando tocá-la. Andei rapidamente e quando Kauany me viu desviou-se da mulher e correu até mim e me abraçou fortemente:

- Mais o que está acontecendo aqui? - perguntei acariciando os cabelos de Kauany.

- Essa vagabunda aí, não deixar eu comer ela - disse a mulher. Claramente ela estava bêbada.

- Minha linda a única vagabunda aqui é você - disse tirando os braços de Kauany envolta de mim.

- Aaah, cala a boca. Você também é outra vagabunda.

Não aguentei e acertei um soco no olho da mulher que caiu em cima de uma das mesas que estavam com várias bebidas. A música parou e todos olhavam para nós.

- SEGURANÇAS TIRAM ESSA LOUCA DAQUI E FAÇAM COM QUE ELA NUNCA MAIS ENTRE NEM EM MINHA BOATE NEM EM QUALQUER OUTRA DA CALIFÓRNIA - disse e imediatamente três de minha seguranças pegaram a mulher e levaram ela para fora.

- Acabou os show pessoal!! Nada aconteceu. Vamos continuar a noite - disse batendo palmas e a música voltou a cantar, minhas dançarinas dançarem. Tudo normal novamente - Kau vem comigo.

Ela ainda chorava. Estava com o rosto assustado. Puxei ela em direção ao camarim:

- Entre e coloque sua roupa de novo. Estarei te esperando aqui está bem? - disse ela balançou a cabeça entrando no camarim. 

Uns 10 minutos depois, ela saiu do camarim de cabeça baixa. Peguei a mão dela e a puxei pelo corredor indo em direção ao banheiro. Ela nada dizia. Muito menos eu.

Abri a porta do banheiro e entrei com ela. A peguei pela cintura e a levantei colocando - a sentada na bancada onde ficava as pias. Os som estava abafado, mas ainda dava para se ouvir muito bem. Entrei em uma das cabines e peguei um pedaço de papel higiênico. Abri a torneira e deixei a água cair no papel. Apertei para tirar o excesso e me virei para ela:

- Feche os olhos - minha voz mais que um sussurro. 

Comecei a tirar a maquiagem de seu rosto levemente. Já com o seu rosto totalmente limpo e sua pele ruborizada de sempre, fui em direção a sua boca e comecei a passar o papel levemente tirando todo o batom vermelho sangue de sua boca e pude reparar que a sua boca tinha um rosado. Demorei tempo demais passando o papel ali e observando, pensando qual gosto teria aqueles lábios rosados. Livrei minha cabeça desses pensamentos e joguei o papel no lixo. Voltei para ela e ela ainda estava de olhos fechados:

- Abra os olhos. - falei baixo. Ela abriu, piscou várias vezes e seu olhar parou diretamente na minha boca. Fiquei intercalando meu olhar no seu e na sua boca até que uma menina jovem entra no banheiro nos olha confusa e entra em uma das cabines. Eu raspo a gargante tiro ela de cima da bancada e a puxo para fora do banheiro em direção ao estacionamento.

- Para onde está me levando? - perguntou me seguindo?

- Para sua casa. - apenas respondi e continuei andando. Ela parou e eu a olhei a confusa - o que foi? Você não vai continuar trabalhando depois do que aconteceu hoje não. Precisa descansar.

- Eu sei. Mais eu não quero ir pra casa. - disse.

- E para onde você quer ir? - perguntei suspirando.

- Não sei.

- Certo. Vou te levar para minha casa então. - disse e voltei a puxá-la para fora da boate. 


Notas Finais


HEEY GOSTOSAAS!!!  Como estamos?

Votem e comentem muito!!!
Me sigam no instagram: santos_vsr

Espero que gostem e até o próximo capítulo ❤❤❤

BEIJOS NA BUNDA DE VOCÊS 😘❤


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