História A Dona De Uma Forma Diferente - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias A Dona (Soy Tu Dueña)
Tags Amizade, Amor, Desejo, Drama, Paixão, Romance, Sexo, Violencia
Exibições 33
Palavras 1.342
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Obrigado por lerem,se gostou,comente,critícas e elogios são bem-vindos bjs.

Capítulo 2 - Chegando na Fazenda


Fanfic / Fanfiction A Dona De Uma Forma Diferente - Capítulo 2 - Chegando na Fazenda

Valentina Narrando...

Desde a traição daquele mizerável,eu me tornei uma pessoa diferente,não me importo com mais nada e nem com ninguém,hoje vou para a fazenda dos meus pais,eu nunca curti fazenda,já tinha morado nela quando pequena,mas eu fui estudar na capital,então fiquei com minha tia e minha babá,de vez em quando,meus pais iam ficar uns meses comigo na cidade,mas quando eu era adolescente,eles foram permanentemente para a fazenda e eu continuei na capital.Quero viver da minha maneira,longe de tudo que me machuca,inclusive os homens...

Finalmente cheguei,foi uma longa viagem,meus pais ficarão surpresos ao me verem,eles sabem do que me aconteceu e ficaram irritadiços com tudo,quiseram ir para a capital,mas eu insisti que não viessem,a final,eu iria para a tal fazenda.Cheguei e vi o quanto a fazenda era enorme,e bem bonita,parei o carro na entrada da ''Mansão-Fazenda'' e muito homens me olharam,devem ser trabalhadores,mas não dei a miníma.Entrei e vi que não tinha ninguém,me aproximei perto de uma escada,de repente ouvi barulho de passos pesados,virei-me e vi um homem,que em encarava,eu o imitei,então ele disse:

-Quem é você e o que faz aqui?

-Mas eu é que pergunto..-falo rígida.

-Eu sou Rodrigo Gavilán,o capataz da Fazenda aos caracóis.

-E eu sou Valentina Villalba,a Filha dos donos da Fazenda.

-Não,você está blefando,você não pode ser filha dos senhores dessa fazenda,eles não tem filhos.-Fala me olhando debochado e aquilo estava me fazendo perder a paciência.

-Escuta aqui seu traste,eu acho melhor você sumir da minha frente,eu não lhe devo satisfações nenhuma.

-Acho melhor ''você'' sair sua patricinha,aqui não é seu lugar.-Quando eu ia responder,de repente meus pais aparecem na sala.

-Filha!!!,Meu amor,por que não avizou que ia vir?.-Fala minha mãe bem alto.

-Não acredito,minha princesa,que bom que está aqui filha.-Fala meu pai.

-Eu acho que não era necessário avizar que viria.-Falei.

-Como não?Se soubessemos teriarmos preparado algo especial.-Fala minha mãe.

-Senhores?.Fala o tal de Rodrigo.

-O que quer Rodrigo?Ah e posso saber o que faz aqui?.-Fala meu pai.

-Não tinham me dito,que tinham uma filha.-Fala Rodrigo.

-Isso não é da sua conta,mas sim,temos uma filha e acho bom que a trate como tal,porque como eu e minha esposa,ela também é a dona desta fazenda.-Fala meu pai,parece que ele não gosta de Rodrigo.

-Sim,não se preocupe,eu só achei estranho ter visto uma mulher aqui dentro,que nunca tinha visto e...

-Olha aqui,você já sabe,e acho melhor você dá o fora daqui.-Interrompi ele,sem deixar ele terminar.

Meus pais o olharam e ele saiu imediatamente,eu pude jurar,que ele saiu praguejando baixinho.

-Bom filha,vamos mandar a Maria da luz preparar seu quarto,esta noite,se quizer,pode dormir em nosso quarto.-Diz minha mãe.

-Não será necessário,posso dormir em um quarto de hospédes.-Falo seria.

-Como queira,você deve estar cansada,por que não descansa um pouco?

-Eu não tô cansada.Vou conhecer o lugar.-Falo indo em direção a porta.

-Ela tá diferente querido.

-Sim meu amor.Está parecendo rigorosa.

-Herdou de você.-Fala sorrindo.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Sai para fora,estava ventando forte,apesar de que estava fazendo calor.Olhei em volta e vi aquele crápula me olhando,depois começou a caminhar em minha direção.

-Olha patroa.Me desculpa meu atrevimento de agora pouco,eu não sabia,estava apenas fazendo meu trabalho.

-Tudo bem.Mas que isso não volte a se repitir.Ensilhe aquele cavalo.-Falo olhando em direção a um cavalo negro bem bonito.

-O quê?Não pode montar aquele cavalo,ele é meu.

-Você o comprou?

-Não.Mas ele é muito arisco,só eu sei doma-lo.

-Escuta aqui uma coisa que vou deixar bem claro,você tá aqui pra me obedecer e não se impor as minhas ordens.Então quando eu mandar você fazer alguma coisa,você vai fazer sem dar um piu,a menos que queira perder seu emprego.-Falo o ameaçando.

-Mas patroa,esse não é lugar pra você.

-E qual é o meu lugar?

-È...

-Vamos fazer assim.Ensilhe o cavalo,se eu cair,eu volto pra cidade,mas se eu doma-lo,você quem vai embora daqui.

-Feito.-Dar um sorriso.

Rodrigo ensilhou o cavalo,que se chamava Altaneiro.Fomos até o picadeiro,onde tinha uma roda de trabalhadores que assistiriam o espetáculo.Fiquei cara-a-cara com o cavalo,aquilo me fez arrepiar de imediato,eu só espero que eu não caia,não quero dar esse gostinho a ele.Subi no cavalo,que não demorou muito e começou a pular e tentar me jogar no chão,mas eu segurei firme as rédeas do animal,ele continuou pulando e se jogando para a lateral.Até que ele começou a galopar normalmente,eu o domei.Sorri pela minha vitória.Todos do lado de fora do cercado,começou a gritar e aplaudir.Rodrigo entrou no picadeiro e veio em minha direção com a cara de ''Como ela conseguiu?''Isso me fez querer rir de satisfação,mas me segurei e manti a pose.

-Viu Rodrigo,agora você vai embora daqui.

-Não patroa,eu não posso ir.

-Tudo bem,você fica,ficou claro que não é um homem de palavra e sim um covarde.

-Mas...

Sai correndo no cavalo,me sentindo como um passáro,o vento soprando meus cabelos no rosto,era deliciosa a sensação de liberdade,era isso que eu sentia,liberdade.Comecei a galopar sem rumo,apenas me divertindo.Depois de cavalgar,decidi voltar,o Altaneiro precisava de água,e eu de um bom banho.Fui passando por outro caminho,não era o mesmo que eu tinha ido,diminui  velocidade do Altaneiro e olhei para os lados e depois pela frente,era uma casa enorme,parecia abandonada e velha,eu tava com uma vontade louca de ir explora-la,mas eu preferir seguir em frente e deixar pra lá,quem sabe algum dia eu volte e der uma olhadela.Cheguei na Fazenda e subi direto para um banheiro,eu me lembrava dele,enchi a banheira e fui me banhar,tirar a terra e o suor do dia.Foi então que comecei a me lembrar de Alonso,logo lágrimas me escaparam,enchuguei-as rapidamente,não vou mais chorar por quem não vale a pena,prometi pra mim mesma que não choraria mais,e é isso que vou fazer.Sai da banheira e me enrolei em uma toalha,fui até o corredor e peguei uma das minhas malas,abri ela e tirei algumas roupas,vesti uma calça jeans preta,e uma blusa azul escura,com um colete também preto,comecei a pentear meus cabelos molhados e embaraçados,calcei umas botas marrom escura e pus perfume.Me bateu uma fome,resolvi ir até a cozinha.Me deparei com uma moça de costas,pelas roupas,deveria ser empregada ou sei lá.Decidi me apresentar logo.

-Oi.-Falo e ela se vira,pareceu se assustar.

-Olá,quem é a senhora?

-Sou Valentina Villalba,filha dos donos da fazenda,e você quem é?

-Sou Maria da Luz,eu trabalho aqui viu dona.

-Uhum,tem suco aqui?.-Pergunto.

-Sim dona,tem suco de laranja e de uva.Quer que eu prepare algo pra comer?

-Quero,uns sanduíches não seria mal.

-Espera só um pouquinho,que rápidinho eu faço num piscar de olhos.

-Então se apressa,porque estou com fome.

È pra já patroinha.-Sorri e começa a preparar minha comida,enquanto eu a observava,''quem dera eu saber cozinhar,mas nem ovo sei fritar''.disse em meus pensamentos,e quase ri disso.Logo ela terminou e me serviu,comi rapidamente,eu tava com uma fome daquelas.Ela começou a arrumar a cozinha e eu fui ao escritório,bati na porta,meu pai respondeu com um ''Entra'',entrei e o vi sentado,lendo um livro volumoso.

-Oi filha,já teve chances de conhecer a Fazenda?

-Mais ou menos,preferi montar um pouco.

-Você tá gostando?De morar aqui?

-Sim.

-Filha,eu gostaria de te apresentar a uns amigos meus.

-Ah não pai.Sabe que não curto conhecer gente chata.

-Minha princesa,são uns grandes amigos meus,amigos de infância,não tive oportunidade de te apresentar a eles antes,são nossos vizinhos,mas eles estão viajando.

-Menos mal.

-Valentina,para de birra,você já é uma mulher.

-Claro né pai.

-Então quando eles chegar,você vai comigo e sua mãe?

-Que seja.-Suspirei,meu pai me arruma cada uma.

-Seu quarto já está pronto,fica do lado do nosso,no corredor a esquerda.

-Está bem,vou me alojar nele.-Eu já ia saindo mas ele me parou.

-Filha,mais uma coisa.

-Fala.-Respondi,esperando respostas.

-Sabe o capataz?

-Sei,o que tem ele?.-Pergunto de sombrancelhas erguidas.

-Tome cuidado,eu não confio muito naquele sujeito.

-Se não confia nele.Por quê o deixa trabalhar aqui?

-Rodrigo é muito eficiente no trabalho entende?

-Mais ou menos,mas não se preocupe,Rodrigo não me mete medo.

-Mesmo assim,quero que fique atenta,aqui é bem diferente da cidade.

-Ok pai,eu já vou,estou um pouco cansada.

-Tá,descanse princesa.-Assenti com a cabeça e sai do escritório.

''Não sei por que meu pai veio com esse papo desse capataz.Até parece que ele mete medo em alguém''.Falei em meia-voz.Depois fui para o meu quarto,dormir um pouco.

 

 

 

 

 


Notas Finais


Não poderei postar sempre,devido a escola,mas nas férias,vou poder postar com ais frequência,assim eu espero,obg por lerem,isso faz toda a diferença,beijocas.


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