História A dor de um amor quase impossível - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Romance
Exibições 4
Palavras 1.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi meu amores! :3

Capítulo 11 - Cap 11 Mudança


Fanfic / Fanfiction A dor de um amor quase impossível - Capítulo 11 - Cap 11 Mudança


acordo na cama abraçada ao Luiz a noite de ontem foi perfeita, levanto devagar para não acordalo vou para o banheiro tomar um banho pego uma toalha e ligo o chuveiro a água batia no meu corpo vieram na minha mente várias cenas do que havíamos feito ontem dou um sorriso Bob o e término meu banho, saio do banheiro e vou em direção ao guarda roupas vejo que nele haviam várias roupas minhas e do Luiz,pego uma calcinha um short meu e uma blusa de moleton do luiz, me visto o Luiz ainda dormia,saio do quarto e vou para cozinha tinha algumas comidas preparo um café da manhã, pego as coisas que eu havia sujado e coloco na pia eu já ia pegar a bucha quando sinto uma mão quente rodear minha cintura junto com um beijo em meu pescoço que me fez arrepiar

-bom dia!

ele fala com uma voz doce

-bom dia amor!

digo me virando passando meus braços em volta de seu pescoço,ele estava com o cabelo todo molhado acho que ele tinha tomado banho

-preparei o café

ele da um sorriso e me rouba um selinho

-então vamos comer

ele me puxa pelo braço me fazendo sentar a sua frente

    *quebra de tempo*

depois do café fomos lavar a louça e limpar a bagunça, não foi bem isso que aconteceu bagunçamos mais do que limpamos depois de tudo nos decidimos assistir TV o Luiz se sentou no sofá eu já ia sentar ao seu lado mas ele me puxa me fazendo sentar em seu colo

- você é perfeita

ele fala sorrindo me dando um beijo na bochecha que ardeu um pouquinho claramente eu estava corada pois além dele falar isso eu estava no seu colo lembrando de tudo que fizemos ontem

-o que foi amor?

-n...nada

-você tá corada

ele fala e eu coro mais fico lembrando da cena em que ele me pegou no colo E me deitou na cama

-e por causa de ontem?

-s...sim

eu falo me levantando do seu colo me sentando ao seu lado

-Relaxa amor, ninguém vai precisar ficar sabendo o que aconteceu ontem com nos dois

ele fala me abraçando de lado dou um sorriso tímido, acabo me lembrando que eu tinha que ir em casa buscar algumas das minhas coisas

-lu eu tenho que ir lá em casa buscar minhas coisas

ele deu um sorriso

-então vamos

eu e ele pegamos algumas coisinhas e fomos para minha casa

       * quebra de tempo*

eu já estava na porta junto com o Luiz

-Luiz....hum...Não fala nada da onde vamos morar para ninguém principalmente para a Juli...

ele me enterrompe

-ela nunca não vai  saber

ele pega na minha mão respiro fundo e entro vou andando até que dou de cara com a Juliana

-o garota onde você tá vá? seu pai sabe que você passou a noite fora? e você garoto o que ainda tá fazendo aqui?pode ir embora

ela começou a falar e não parava mais

-cala boca primeiro não te devo satisfações segundo lugar eu avisei  meu pai que iria dormir fora e pra terminar o Luiz não vai embora e eu só vim aqui pegar minhas coisas e já vou embora

ela não fala nada e fica imóvel meu pai entra na sala com um sorriso que logo se desfez

-Oi pai vim buscar minhas coisas

-você tem certeza disso Roberta Luísa?

ele perguntou acho que ele estava meio triste mas eu tinha certeza do que eu queria

-sim pai eu quero

ele fica imóvel e olha para baixo,puxo o Luiz e subimos para o meu quarto

-rápido Luiz 

digo pegando uma mala juntamos minhas coisas e colocamos nas malas, deram duas malas cheias

-vamos amor?

ele pergunta apenas concordo com a cabeça e descemos as escadas ao chegarmos na sala minha madrasta discutia com meu pai

-Chega Juliana você não percebeu ainda que ela só está indo embora por sua culpa

meu pai fala nervoso,eles nem perceberam que nos dois estávamos ali observado

-minha culpa? a culpa é daquele garoto

-ele só está levando ela para um lugar melhor... que é longe de você

-olha quem tá falando o melhor pai do mundo a mais ou menos um ano atrás você nem ligava para existência dela e agora tá jogando a culpa em mim

meu pai fica calado por um tempo

-antes você me virou contra minha própria filha você nem me ama de verdade, nem sei por que está junto comigo ainda,

ele fala vejo uma lágrima escorrer de seus olhos

-você não entende Juliana eu amo minha filha e se você não tivesse feito aquilo tudo com ela, ela ainda moraria comigo

meu pai falou olhando para baixo , dou um passo em falso e acabo deslizando mas o Luiz me segura meu pai nem me viu poiz ele tava de costas mais foi o suficiente para  ela perceber nossa presença

-eu vou privar o quanto eu te amo ela não vai embora

a Juliana pega uma faça e vem em nossa direção tudo começou a ficar em câmera lenta, ela dá uma facada no Luiz que cai no chão sangrando muito,tento impedir ela de o acertar novamente e entro na frente dela e a faca me acerta caio no chão ao lado do Luiz com muita dor precionando  onde estava cortado meu pai toma a faça dela e começa uma gritaria

-amor...

eu o chamo e ele para de se contorcer

-t...te a...amo

eu falo com muita dificuldade estendo minha mão que estava coberta de sangue ele pega na minha mão e da um leve sorriso

-tam...Também... te....a...amo

ele fala olho para nossas mãos juntas nossas alianças estavam sujas olho para ele novamente seu sorriso estava se desfazendo e seus olhos se fechavam

-lu..Não fecha os olhos

eu falo juntando o resto das minhas forças ele me olha pude ver seus lindos  olhos castanhos claros se tornarem negros ele fala algo que não pude ouvir muito bem mas pude ver  seus lábios formando a palavra "desculpa" logo depois seus olhos se fecham, aquilo doía mais que tudo não chegava nem perto da dor da facada ele não podia estar morto não ele

-lu, não por favor acorda

digo já sem força olho para o lado vejo meu pai gritando escuto de fundo a sirene da ambulância  então perco minhas força, começo a ficar tonta e sinto meu corpo pesar  minha cabeça tomba e vejo o Luiz desacordado começo a ficar sem ar,então aos poucos vou perdendo a conciencia meus olhos vão se fechando até que a escuridão me toma e eu apago de vez
   


Notas Finais


Bom galera esse foi o capítulo é eu queria saber de vocês!! Se vocês querem um final feliz ou um final triste (que ela ou ele morre e etc....)?

*Obs a fic tá longe de acabar ainda mas é só pra me já ir me preparando

Então me falem por favor e um beijo e até a próxima


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