História A dream - Clexa - Capítulo 3


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Categorias The 100
Personagens Anya, Bellamy Blake, Clarke Griffin, Costia, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Echo, Emori, Indra, Jasper Jordan, John Murphy, Lexa, Lincoln, Marcus Kane, Maya Vie, Octavia Blake, Raven Reyes, Roan
Tags Clarke Griffin, Clexa, Clexa G!p, Elycia, Leksa
Exibições 1.004
Palavras 6.453
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capitulo 3


Fanfic / Fanfiction A dream - Clexa - Capítulo 3 - Capitulo 3

POV CLARKE 

“ No mundo existe dois tipos de pessoas, as que concordam comigo e as equivocadas”


 

Não aconteceu nada de especial no meu domingo, meu pai foi almoçar na casa de um amigo ele me chamou para ir junto mais eu não quiz. Nesse meio tempo lincoln implorou para que eu o ajudasse e minha resposta continuou sendo não. Bellamy  me mandou um sms falando que seu irmão não estava bem portanto não iria em casa hoje.

Eu queria sair, porem sabia que não demoraria até kane  voltar, e se ele não me encontrasse em casa seria o meu fim. Resolvi então entrar na internet, vi minhas paginas nas redes sociais e não tinha sequer um recado dos meus "amigos" brasileiros. Desativei todas as contas que possuia, não havia necessidade de te-las.

Depois de duas horas de puro tédio, saí do quarto dando de cara com kane

 

– Cadê o Lincoln ? - perguntei.

– Boa pergunta, ele deve estar comemorando a vitória de ontem ainda.

– kane. ele tem chances reais de entrar para a faculdade?

– Sim é claro. Não é porque lincoln  é meu filho, mais ele é um dos melhores jogadores que eu já treinei, porque?

– Ah, nada eu só estava curiosa - dei os ombros.

– Você não viu ele jogar ontem? - ele estreitou os olhos.

 

Putz, pensa clarke, pensa!

 

– Claro que eu vi! Só que eles são todos iguais com aquele uniforme.

– Hum - ele ainda tinha aquele olhar desconfiado - da próxima vez tente prestar atenção no número da camiseta.

– Pode deixar - ufa, ainda bem que eu sou rápida.

– Você esta indo bem na escola, falei com seu professor semana passada, o jaha, ele disse que você é ótima.

– jaha é suspeito, ele acha todo mundo ótimo, esses dias uma garota disse que as leis de Newton foram feitas por Einstein, ele achou ela o máximo por ter feito tal comparação. Ele é meio doido sei lá.

– Ele é muito competente, e se ele disse que você é ótima é porque você é.

– O que você quer kane? Porque está me falando isso?

– Quero que faça uma faculdade, você tem tanto potencial, entraria na universidade que quisesse.

– Pode ser, mais não quero pensar nisso agora, não estamos nem no meio do ano.

– Isso quer dizer que você vai pensar? - seus olhos brilhavam como a tempo eu não via,me lembrei de quando era criança,de como esse mesmo brilho me ajudou a passar por um monte de etapas em minha vida. E me lembrei também de que esse mesmo brilho foi embora de casa sem me dar sequer uma explicação.

– Não vou pensar nada! Não vou fazer faculdade e pronto. - subi correndo para o meu quarto me joguei na cama e fiz o que eu tanto odiava, chorei. Chorei por saber que eu não tenho amigos, chorei por saber que meu pai me deixou, chorei porque o cara mais bacana que eu conheço quer matar o próprio filho, mais chorei porque não dei valor a pessoa mais importante da minha vida, a minha MÃE.Resolvi então ligar para ela.

– Mãe?

– Oi filha como você está? Estou com saudades.

– Eu também - minha voz saiu cortada.

– Você esta chorando? - pronto, ela ficou preocupada.

– Siiim estou sentindo sua falta.

–Oh querida eu também sinto a sua.

– Mãe..mamãe, deixa eu voltar, eu já aprendi a lição.

– Filha, seu pai me disse que você esta indo bem, que você já fez amigos.

– Amigo mãe! Eu só tenho um amigo.

– Não importa querida, um é melhor que nenhum não é mesmo – percebi que abby sorria do outro lado da linha.

– Como sinto saudade do seu sorriso mãe.

– Não mais do que eu sinto do seu.

– Como estão as coisas por aí - limpei a garganta e continuei - alguma novidade?

– Não, aqui está tudo na mesma e aí? Seu irmão está bem?

Mordi a lingua para não contar tudo á ela. Falar que a educação que ela deu a ele foi por água a baixo.

– Sim ele está ótimo, não se preocupe.

– Que bom, e seu pai?– eu realmente não entendo porque ela se preocupa tanto com kane 

– Também está ótimo.

Ficamos falando sobre coisas banais, até que eu desliguei porque é simplesmente horrivel, falar com alguem que você não tem idéia de quando verá novamente.

 

***

 

– O que faz aqui? - minha prima estava parada em frente a porta do meu quarto.

– Sua mãe ligou para a minha, ela disse que você não está bem, então minha mãe mandou eu vim fazer o papel de prima preocupada.

– Eu agradeço, mais não preciso de você aqui - eu ainda estava com o rosto inchado de tanto chorar.

– Bom ela me deu 20 doláres para eu vir aqui, então acho que eu devo ir gastar ele em uma sorveteria talvez - ela deu os ombros.

– Quer saber, pior do que estou eu não posso ficar, entra.

 

Assim que passou pela porta raven sentou em uma poltrona que tem no meu quarto, ter ela aqui de frente para mim sem estarmos em aula é no mínimo bizarro. Então ela resolveu quebrar o silêncio.

 

– Você ainda não pode sair?

– Não!

– Talvez se eu falar com o tio kane ele deixe você dar uma volta comigo.

– Rá, essa eu quero ver.

 

Descemos para que raven pudesse falar com meu pai. Eu realmente estava achando que ela ia cair do cavalo, porem quem levou o tombo fui eu.

 

– O que? Vai mesmo me deixar sair? E o papo "de casa para escola, da escola para casa" - perguntei assim que kane  me deixou sair com raven. 

– Vai mesmo me fazer mudar de idéia - ele disse simplesmente.

– Não, ela não vai tio - raven não me deixou responder - não chegaremos, tarde eu prometo.

– Tudo bem queridinha, acredito em você - kane disse a ela.

– Obrigada pela consideração papai– ironizei.

 

***

 

Raven disse que me levaria em um lugar chamado BAR CENTERS. De acordo com ela era o lugar mais divertido da cidade.

– Até universitários vão lá - ela disse animada.

– Desde quando curte universitários .

– Ah qual é prima, todo mundo gosta de universitários.

– Seus amigos vão estar lá?

– Provavelmente, mais não se preocupe não vou te deixar sozinha.

– Eu não estou preocupada - menti - eu só não quero ser um peso para você.

– Talves você encontre o Bellamy  lá - ela disse como que não quer nada.

– Ele está em casa cuidando do irmão que esta doente.

–Hum,é bem a cara dele mesmo. Depois que o pai dele morreu Bellamy  é o chefe da famíla, ele te falou sobre isso né?

– Sim, mais não entrou em detalhes só comentou mesmo - falei me recordando da vez que eu reclamei do meu pai e Bellamy  me disse que o dele havia falecido, depois disso nunca mais xinguei kane perto dele.

– Você tem sorte de ter Bellamy  como amigo, ele é ótimo - raven não disse isso de forma apaixonada, ela disse isso porque o conhecia e sabia de suas qualidades.

– Tem razão eu tenho muita sorte.

 

***

 

Passado uns 10 minutos chegamos ao tal BAR CENTERS. Tive dúvidas se conseguiriamos entrar, o local estava lotado, tinha gente do lado de fora, algumas pessoas estavam subidas em cima de caminhonetes outras se beijando, enfim lá tinha tudo menos espaço.

 

– Como vamos entrar lá? - perguntei enquanto nos aproximavamos.

– Digamos que eu seja influênte - sorriu.

 

Na entrada do Bar tinha um cara que recebia o dinheiro da galera, assim que viu a raven ele sorriu, e fez um sinal para que ela entrasse.

– Ela está comigo ok? - minha prima me mostrou para o cara.

– Sem problemas gata.

– Já ficou com ele? - perguntei

– Uma vez, eu tinha me arrependido até saber que ele trabalha aqui.

– Quem é você e o que fez com a minha prima? - nos duas rimos.

 

Aqui dentro é mágico. Não sei explicar, eu nunca vi um lugar desse na vida, tinha umas mesinhas espalhadas lá dentro, a luz era escura se eu não tivesse acabado de vir de lá de fora poderia jurar que já era noite.

Vi quando a garota da minha escola que anda com minha prima, se não me engano chamada anya acenou para raven  a chamando para ir até ela. Raven me arrastou junto dela até a mesa. E nossa, tinha muita gente lá. Ela foi me apresentando um a um, muitos deles eu já conhecia, outros nem mesmo Raven sabia quem era.

 

– Você é a filha do treinador griffin não é? - um garoto que eu nunca vi na escola me perguntou.

– Sim, como sabe?

– Todo mundo sabe sobre a regra que ele impôs a você - ele debochou.

– Na verdade a regra foi imposta para os jogadores dele, não para mim - falei com raiva na voz. Quem ele pensa que é?

– Isso não valeu para o Bellamy  não é mesmo? - perguntou a tal de anya

– Vocês não tem mais nada para fazer do que cuidar da minha vida?

– Deixa eles C - raven olhou feio para eles - cidade pequena todo mundo sabe, da vida de todo mundo.

– Olha quem esta aqui - a não - irmãzinha, não acredito que o treinador deixou você sair de casa, acabou o castigo? - meu irmão chegou gritando isso para mim, arrancando gargalhadas de todos. Legal agora todo mundo sabe que a menininha aqui ainda fica de castigo.

– Cala a boca Lincoln!  Tá bebado por acaso - o repreendi.

– Não, ainda não - ele disse - sabe metade do time está aqui, acho melhor você ir embora.

– Os incomodados que se mudem - falei olhando para um monte de jogadores que se encontravam atras de Lincoln  - Ah Lincoln , já que estamos falando de jogadores, nada melhor do que falar de lideres de torcida não acha?

– Shiu, clarke - Lincoln  colocou a mão em minha boca - você conseguiu, vou falar para os caras irem embora - ponto para mim.

– O que for melhor para você irmãozinho.

– Vem galera vamos para outro lugar - Lincoln  falou para os jogadores.

– Hey! Vocês não podem ir embora só porque essa menina está aqui - essa anya está mesmo me irritando - ah qual é griffin  vai levar toda a diversão embora - disse ela com a voz manhosa.

– Ah queridinha se você quer tanto eles, porque não aproveita o embalo e vai junto? Até porque pelo jeito seu propósito aqui é só um: Conseguir homem - ironizei.

– Sua - ela tentou vir para cima de mim, mais meu irmão a segurou.

– Eu não faria isso se você bonitinha, não se tiver amor aos dentes.

– anya- uma outra garota que até agora estava quieta na mesa, resolveu se manifestar - vamos embora - ela me olhou de cima em baixo - não vale a pena.

– Mas costia, você não queria ver a lex... - anya começou a falar mais a tal de costia a interrompeu.

– Amanhã a verei, agora vamos - ela olhou para mim mais uma vez, pegou a mão de sua amiguinha e saiu.

– Tchauzinho para vocês - eu disse enquanto elas seguiam para a saída.

– Tá feliz? - perguntou raven - não podia ter ignorado a provocação.

– Eu não faço o tipo que ignora priminha.

 

Ela ia começar a falar alguma coisa mais foi interrompida por uma agitação que começou lá na entrada. Eu olhei e não consegui ver nada, mais acho que raven sim porque ela saiu correndo em direção a agitação, me deixando plantada igual uma retardada bem no meio do bar, valeu pela parte "eu não vou te deixar sozinha", pensei.

Olhei para os lados e me certifiquei que meu irmão e seus colegas de jaquetas iguais tinham ido embora, me sentei em uma mesa onde haviam duas meninas e um menino, começamos a conversar,eles são legais. Após uns 10 minutos ouço minha prima me chamar:

 

– Prima, quero que conheça alguém - e quando eu finalmente me viro, raven me apresenta oficialmente a garota do bar. E eu fico totalmente  sem reação 

– lexa quero que conheça clarke griffin- então eu sorrio porque tinha novamente aqueles olhos verdes me encarando.

– Garota misteriosa - ela disse sorrindo. E que sorriso em

– Não tão misteriosa assim - sorri também.

– clarke– o modo como ela pronunciou meu nome, me gelou a espinha - é diferente combina com você.

– Vocês se conhecem? - perguntou raven

– Sim - falamos juntas- nos conhecemos ontem - falamos juntos novamente e começamos a rir.

 

Raven  nos olhou de modo estranho, balançou a cabeça negativamente e disse:

 

– lexa. acho que você não reparou quando eu disse, só que ela é clarke griffin, minha prima, irmã de Lincoln griffin  e ..

– Filha de kane griffin- lexa concluiu.

– Isso mesmo, caiu a ficha agora? - raven perguntou.

– Hey vocês duas  posso saber o que minha árvore genealógica tem haver com essa conversa?

Lexa olhou para mim e sorriu desanimada - seu pai é meu treinador - disse ela por fim.

 

PQP, quando finalmente aparece alguém beijável por aqui, eu não posso usufruir desse benefício, e da forma como ela falou que treina com meu pai ela já foi informada por ele, que não pode se aproximar de mim.

 

– Eu nunca vi você na escola - falei decepcionada.

– Eu voltei ontem, estava viajando - puft me lembrei  Quer dizer dela não, me lembrei de seu nome sendo pronunciado por uma das amigas de minha prima. Lexa woods, seu nome soou familiar agora.

– Bom lexa então acho melhor você se afastar de mim, porque se meu pai nos vê a coisa fica feia para o seu lado.

– Não estou vendo seu pai por aqui - ela olhou para os lados como se o procurasse.

– Que engraçadinha.  ele não precisa estar aqui para saber, sempre tem um fofoqueiro de plantão - eu disse.

– Você vale o risco - ela me olhou de forma tão profunda, que eu tive certeza que meu rosto ficou quente.

Qual é clarke!, está corando agora é?

– lexa! - minha prima a repreendeu - ela está certa, se meu tio desconfia que você se quer olhou para ela você será expulsa!. E ai como vai ficar sua situação!, você tera que sair da escola!, ta louca ou esqueceu disso? 

– Qual é raven nós duas sebemos que o kane não faria isso comigo - lexa ainda mantinha seus olhos nos meus.

– É eu também pensava assim até ele expulsar o Bellamay- foi o que bastou para que ela encarasse Raven ao invés de mim.

– Bellamy  blake ? O que ele tem haver com isso?

– kane o expulsou porque ele é muito amigo de clarke - é impressão minha, ou raven usou mais maldade na voz do que deveria?

– blake - ele voltou a me encarar - não acredito que namora aquele babaca - o modo como ela se referiu a Bellamy me irritou profundamente.

– Babaca é você, quem pensa que é para falar assim dele?

– Dele quem? - não precisei olhar para trás para saber quem era o dono da voz.

– Ótimo, agora meu dia esta completo! - exclamou lexa

– Eu poderia dizer que é bom te ver woods, mas eu estaria mentindo - o que Bellamy  está fazendo aqui?

– Ok, ok vamos parando com isso, antes que as coisas piorem - falou raven

– Não quero encrenca, se o problema for comigo eu vou embora - Bellamy disse.

– Não precisa Blake, nós já estamos de saída, não é raven? - Lexa  olhou para minha prima como quem diz "se você disser não eu te mato".

– Claro, só que antes eu tenho que deixa clarke  em casa.

– Não precisa, bellamy está comigo agora - falei.

– Só que você saiu comigo. Não acho uma boa idéia você voltar para casa sem mim - minha prima insistia.

– Não se preocupe raven  eu me acerto com kane me entendo depois - eu disse - ahnn.. Obrigado por hoje, por ter ido em casa, e me chamado para vim aqui - dei os ombros - enfim vlw por tudo.

Raven então se aproximou de mim e me abraçou, no começo eu fiquei surpresa mas dopois á abracei também - eu ganhei 20 dólares por isso não se esqueça - ela disse em meu ouvido, e eu gargalhei.

– Se beijem logo - lexa disse revirando os olhos.

– Bem que você gostaria não é mesmo - falei piscando para ela

– Não seria uma má idéia - disse ela

– Vem lexa vamos - raven o puxou - clarke, Bellamy  até mais.

– Tchau - falamos juntos.

 

***

 

Assim que raven e lexa foram embora eu e Bellamy saimos de lá também. Eu sabia que se kane descobrisse que eu não estava mas com raven ele surtaria, mas eu já estava na chuva mesmo. Disse então para Bellamy  me levar aos lugares que ele normalmente frequenta.

 

– Tem certeza C? Se seu pai fica sabendo que você não está com a raven  ele te mata.

– Na verdade, ele mata você - eu disse.

– Rá, não tem graça.

– Afinal de contas como você soube que eu estava no Bar Centers?

– Eu estava indo para sua casa, mas no caminho encontrei seu irmão, ele me contou que você estava lá, então..

– Ah entendi, e seu irmão? Está melhor?

– Bem melhor, é só gripe mesmo.

– Menos mal - ele me levou a uns lugares que ele frequenta e devo confessar, o que Bellamy  tem na cabeça? Os lugares eram uó para dizer o mínimo. Mas resolvi não comentar isso com ele.

– Agora vou te levar ao meu lugar favorito,em todo mundo -  disse isso como se realmente fosse um lugar super especial. Fiquei com medo do que iria encontrar.

 

Depois de meia hora de carro chegamos em uma.. floresta? Não deveria me surpreender afinal de contas esse é o lugar preferido do Bellamy

 

– Não tinha um lugar mais perto para ser seu preferido? - perguntei mal humorada.

– Calma, não é aqui ainda, temos que pegar uma trilha - olhei para ele de cara fechada "what?"– você vai gostar, prometo.

– Mais está escuro, eu não vou nem enxergar.

– Para de reclamar Sra° griffin  parace uma velinha de 80 anos.

 

Depois de entrar protestando na floresta, vi que valeu a pena o esforço, o lugar era incrivel. Estavamos em uma especie de montanha, dava para ver toda a cidade de lá, de longe você via as luzes das casas acessas e o melhor de tudo, era totalmente silêncioso.

 

– Nossa , isso é maravilhoso - eu disse encantada.

– Eu disse que você iria gostar.

– Como foi que descobriu esse lugar?

– Meu pai me trouxe quando eu fiz 12 anos, venho aqui desde então - ele suspirou - sempre que eu estou triste demais, ou alegre demais eu venho aqui.

– Espero que hoje você tenha vindo porque está feliz demais - eu disse tentando descontrair, já que o que Bellamy  tinha dito era muito triste.

– Sim, foi exatamente por isso. E também quero que você saiba da existencia desse lugar.

– Obrigada , te conheço o suficiente para saber que você não me traria aqui se não confiasse em mim.

– Quer saber a minha história Clarke?  - ele perguntou me olhando de canto.

– Claro - eu disse simplemente.

 

Ele me contou tudo. Me falou sobre seus irmãos, sua mãe e como foi sua vida depois que perdeu o pai. Devo confessar que mantive os olhos fechados, não queria chorar na frente dele. Ele tentou descrever o que ele sentiu quando soube que parte dele tinha ido embora, e como ele vive sem o pai. Por um instante ele parou então abri os olhos para ter certeza que ele estava mesmo chorando. Me levantei e fui até ele o abraçar.

 

– Sabe eu nunca,nunca falei isso para ninguém - ele disse ainda abraçado a mim.

– Ah Bell eu sinto muito. Me sinto uma egoista por te encher com coisas tão idiotas, enquanto você sim tem problemas de verdade.

– Fica quieta, amigos ouvem de tudo não é mesmo?

– Sim, sabe sem querer abusar, mas já abusando, me conta o que rolou entre você e a raven

 

Senti ele ficar rígido, e depois soltar um longo suspiro. Ele sentou e me puxou com ele, sentamos lado a lado na grama, em frente as casinhas minúsculas que viamos de lá de cima.

 

– Você não esqueceu essa história não é mesmo?

– Claro que não, uma hora ou outra eu iria ficar sabendo.

– Bom eu e raven namoramos por um ano e meio - ele sorriu - ela era incrível. Nós eramos tão parecidos, ela era líder de torcida e eu jogava futebol...

– raven era líder de torcida? Estamos falando da mesma raven?

– Você vai me deixar terminar? - balancei a cabeça positivamente - então nos eramos felizes e sem preocupações. Sabe nosso time não era o melhor, para falar a verdade nós só perdiamos, mas isso era irrelevante. Faziamos tudo juntos, mesmas aulas, mesmos programas, mesmos amigos, enfim tudo era equilibrado.

– O que mudou? - perguntei.

– Bom seu pai chegou e começou a treinar o time.Que começou a dar resultados, nós ganhavamos todas as partidas, só que com as vitórias, vinham também as resposabilidade. Tanto eu quanto raven davamos duro pela escola, ela em seu papel de líder que acompanha o time em todos os jogos e eu como jogador, que treinava dia e noite para poder estar sempre em forma.

– Bell, não me leve a mal, mas até agora, não vi nada de ruim.

– Calma apressadinha - ele sorriu - ela e eu começamos a nos distanciar eu não tinha tempo de vé-lâ, o futebol exigia muito de mim, nós também começamos a ganhar "fama", então havia aquele monte de garota em cima de nós, raven não gostava nada disso. Eu explicava para ela que não era minha culpa, que eu fazia o que era pedido para mim fazer, mas com isso nós fomos nos distânciando de uma forma irreversível - bell sorriu triste - ela saiu da torcida, disse que tinha feito a sua escolha, ela queria salvar o nosso relacionamento, só que eu não fui capaz de fazer o mesmo. Eu me escolhi, era como se eu fosse o dono do mundo, eu amava sua prima, só que achei que esse amor poderia esperar.

-Me arrependi é lógico. Com o tempo a única coisa que eu fazia era: treinar, treinar e treinar, o jogo virou uma obrigação. Até você chegar e me salvar .

– Nossa por essa eu não esperava - falei - mais bell, é obvio que você ainda gosta dela, porque vocês não conversam sei lá. Tenta alguma coisa vocês ainda..

– Sua prima não quer mais nada comigo clarke, você acha que eu não tentei?

– Ah Bell você foi um completo idiota.

– Obrigado.

– Ainda mais que depois de duas semanas que nós haviamos terminado, eu fiquei com a amiga dela.

– O que? Não acredito Belllamy blake ! Quem foi a vadia?

Ele sorriu - sabe não valeu a pena, mas eu estava carente e ela deu em cima legal, eu não resisti.

– Fala! Eu quero um nome!

– anya

– Nossa, que mal gosto. Justo aquela magricela!

– Hey, não vai me bater - ele ergueu as mãos - ela é gata vai!

– Ata, mas viu, a raven sabe disso?

– Eu não contei, imagino que anya também não.

– Aquela vagabunda, fica pagando de amiga, deixa ela comigo.

– Isso já faz tempo C, não vá se meter.

– Vai me dizer que ela ainda não tenta ficar com você?

– Isso importa?

– Claro que sim. Me fala quantas vezes vocês transaram?

– clarke! - ele se levantou - eu não vou falar disso com você - ele estava vermelho?

– Ah pelo amor de Deus Bell, não é nada de mais falar de sexo.

– Não com minha melhor amiga.

– Tá bom então. Mas agora vou imaginar vocês se pegando nos corredores da escola - falei sorrindo.

– Você hein! Uma vez, Clarke , transei com a anya apenas uma vez, depois disso nunca mais encostei nela - falou vencido.

– Viu? Nem doeu né?

– Vamos mudar de assunto agora?

 

***

 

Bell me deixou em casa e para a minha felicidade kane  já estava dormindo. Fui para para o meu quarto e fiquei pensando nas coisas que conversei com Bell não imaginava nem a metade. Pensei também em raven em como ela foi corajosa ao largar tudo por amor, e ao mesmo tempo em como ela foi estupida ao fazer isso. E claro pensei em lexa Não era certo pensar nela, mas aqueles olhos verdes que me fizeram corar pela primeira vez me intrigaram, a forma que ela disse meu nome.

Clarke ! eu mesma me repreendi, não é saudavel pensar em alguém assim, ainda mas alguém que você sabe que não há possibilidade alguma de envolvimento. 

Tomei banho para espantar esses pensamentos e fui deitar, sorri ao constatar que meu domingo que tinha começado entediante havia se transformado no meu melhor dia em Ohio.

*

- Mas..

- Mas nada Srta. Griffin, não tolero atrasos em minha aula - a maldita Sra. Snow está me expulsando de sua aula porque eu cheguei cinco minutos atrasada.

- Sra. Snow - eu tentei - a culpa não foi minha, o carro do kan... quer dizer o carro do meu pai quebrou e..

- E nada! Saia agora, e só volte no próximo tempo.

- Ok, ok.

Se eu disser que estou triste por ter menos uma hora com essa velha chata eu vou estar mentindo. Saí da sala de aula e fui para a cantina, pedi um suco e sentei em uma das mesas.

Havia apenas algumas pessoas por lá, possivelmente atrasadas como eu, ou simplesmente matadores de aula, sorri ao lembrar que se eu estivesse no Brasil provavelmente estaria fazendo o mesmo.

- Posso me sentar com você? Essa é a única mesa livre - olhei apenas para ter certeza de quem estava falando comigo.

- A única mesa livre? - perguntei irônica.

- Isso foi um sim? - ela se sentou em minha frente.

- lexa! O que está fazendo?

- Ah, você se lembra de mim então - falou divertida

- E você de mim. Não se lembra do detalhe de eu ser filha do seu treinador?

- Como você disse é só um detalhe.

- Quer saber - suspirei - se ele te pegar aqui, quem vai ser expulsa é você mesmo.

- Isso mesmo, eu assumo as consequências - ela disse confiante.

- Chegou atrasada ou está matando aula?

- Cheguei atrasada mesmo - deu os ombros - e como eu sei que a minha professora não iria me deixar entrar, nem tentei.

- Sra. Snow? - perguntei.

- Hum, vejo que temos as mesmas aulas. Isso é bom - ela deu um sorriso torto e ficou me encarando.

Merda, ela tinha mesmo que ter esse sorriso perfeito e esse olhar matador?

- Seu suco é do que? - NÃO! Eu não acredito que eu perguntei isso. Qual é Clarke ficou tonta com o tempo?

- Meu suco? - ela estava segurando o riso, ótimo ela me acha uma completa idiota - É de laranja, quer? - ela esticou o braço me oferecendo.

- Não eu..eu - droga agora eu gaguejo também - eu só fiquei curiosa.

- Pensei em você ontem, desde que fui embora - ela falou isso com uma naturalidade como se estivesse falando que a cantina estava vazia.

E o que eu fiz? Eu quase caí da cadeira, porque fui pega de surpresa, não consegui formular uma frase para lhe dizer, fiquei com medo de abri a boca e sair algo como "seu cabelo é castanho  natural ou você pinta?" então ela continuou.

- Não acredito que você é filha do meu técnico, cadê a sorte quando se precisa dela? - ela perguntou para si mesmo.

- Para - eu falei a olhando - não fala essas coisas, não ajuda em nada.

- Eu só falo o que estou pensando.

- Isso é errado lexa - o que ela quer afinal de contas?

- A maioria das pessoas preferem a sinceridade - disse ela.

- Eu não estou falando que é errado você ser sincera, estou dizendo que é errado você falar que...que pensou em mim e essas coisas - me orgulhei por dizer isso de forma clara.

- É a verdade, clarke - e novamente o meu nome saiu de forma sensual de seus lábios.

- Para onde você tinha ido viajar? - tratei de mudar de assunto, já que vi que não tinha estrutura para conversar com ela sem parecer uma tonta.

- Eu fui ver minha mãe - ela franzio a testa - me meti em encrenca aqui, então meu pai me mandou ficar um tempo com ela, minha sorte é que minha mãe não aguenta ficar comigo muito tempo então me mandou de volta - ela tentou falar isso de forma divertida, mas deu para ver que isso não a agrada.

- Que tipo de encrenca se meteu aqui, para o seu pai de mandar para ela?

- Rachas, bebidas - ela sorriu - nada demais.

- Rachas? É ilegal, você poderia ter sido presa.

- Essa é a graça baby, a adrenalina o medo, um dia eu te levo - ela piscou para mim.

Revirei os olhos e continuei - Você ainda participa? Qual o seu problema?

- O proibido é mais gostoso - posso não estar muito certa, já que perto dela eu fico um pouco abalada, mas acho que isso foi uma indireta.

Limpei a garganta e continuei - E o meu pai? Quero dizer, você não precisa ficar longe de confusão, para continuar no time?

- Para eu fazer parte do time só tenho que seguir uma regra, ficar longe  de  confusão  o que eu faço do lado de fora dos gramados não importa.e so  estou no time poque estou com nota baixa em 3 matérias.  Tinha que escolher uma atividade escolar  e óbvio como você deve ter percebido eu não sou do tipo que seria  lider de torcida então entrei pro time. Foi difícil ja que garotas geralmente não são  permitidas  mais seu pai fez um teste comigo e cá estou eu, sou a QB do time e so tenho que ficar longe de convulsões pra continuar jogando Quer dizer agora para eu fazer parte do time, além disso . tenho que manter distância de você. Mas isso queridinha não  vai rolar.

Pronto, lá vem ela de novo com essas cantadinhas baratas para cima de mim, e o pior do mesmo jeito irônico do meu pai, convivência é uma droga.

- Se você não quer ficar longe de mim tudo bem, mas EU vou ficar longe de você - tudo que eu não preciso é de problemas agora, já basta o que o Lincoln  me arrumou.

-  Você vai ficar longe de mim? - ela estava rindo.

- Sim - disse firme.

- Vou adorar ver você tentar - depois que disse isso, levantou pegou a mochila que estava na cadeira e disse - vem a próxima aula vai começar.

***

Não preciso dizer que eu não prestei atenção na aula não é? Assim que entrei me encaminhei ao lado de Bellamy  que estava com a cara fechada por ter me visto entrando com lexa. Por falar nessa garota a última frase dela ficou rondando minha mente "vou adorar ver você tentar" argh, quem ela pensa que é? A última coca-cola do deserto? Odeio gente metida e essa  lexa caiu totalmente no meu conceito, mesmo tendo aqueles olhos, aquele sorriso, aquele corpo, FOCO Clarke FOCO.

Assim que a aula acabou eu saí em disparada atrás da octávia  hoje é o dia de conhecer a garota que está esperando um filho do meu irmão. Antes de conseguir concluir minha "missão" Bell me alcançou.

-Você está bem crescidinha para eu ficar de dando conselhos, mas vou te dar mesmo assim.

- Anda Bell dá logo a droga do conselho - disse impaciente.

- F-i-c-a     l-o-n-g-e     d-a    L-E-X-A

-Sério que você vai soletrar isso para mim? Quantos anos acha que eu tenho? Tenha dó bell

- Você pode ter 17, mas está agindo com uma menininha clarke , ou você acha que eu não vi que vocês entraram juntas?

- Fico feliz que você preste tanta atenção em mim - ironizei - mas para a sua informação, nós nos encontramos cinco minutos antes de entrarmos - menti.

- E na sala? Ficaram se encarando o tempo todo. - resolvi não argumentar sobre isso.

- Qual é seu problema afinal de contas Bellamy? 

- Olha, eu sei que vai parecer estranho, mas eu não quero que a lexa seja expulsa ok?

- lexa? Desde quando chama ela assim? Desde quando se importa se ela for ou não expulsa?

- Eu sei o que lexa passou para estar no time, eu sei as coisas que foram sacrificadas para ela esta lá, sei também que foi difícil ela deizar certas amizades pra trás pra focar nos seus estudos, só não quero que uma...atração tire isso dela

- Olha Bell. eu não vou e nem quero brigar com você por causa disso, mas só para constar, foi ela que deu em cima de mim e eu já disse que vou ficar longe dela então..

- Então bem se vê que você não a conhece, ela não vai desistir. Eu vi o jeito que ela  te olhou ontem, vi o jeito como ela te olhou durante a aula e estou vendo o jeito que ela está te olhando agora - Bell apontou a direção onde lexa se encontrava e eu vi seus olhos sobre mim, enquanto ela estava abraçada a uma garota.

- Galinha - murmurei.

- Ela não tem culpa de ser popular e ter um monte de garotas em cima dela- meu amigo disse.

- Então não sei o que ela  quer comigo, quer dizer eu sei sim, mas comigo não vai rolar.

- O conselho está dado, só não quero que vocês se arrependam depois.

- Tudo bem Bell, obrigada - mudei de assunto - Deixa eu te perguntar, você conhece a octávia  uma das líderes de torcida?

- octávia?  - Gale pareceu pensar - A sim  claro que conheço, ela é uma pessoa incrível, o que quer com ela?

- Meu irmão comentou sobre ela, então quero conhece-la.

- Ual, Lincoln griffin  falando sobre uma garota, ele deve estar amarradão nela - ah você não sabe o quanto amigão.

- Bom preciso falar com ela, será que você me ajudar a encontra-la?

- Claro, não vai ser difícil, é só achar um monte de meninas vestidas iguais - eu e ele gargalhamos.

Bell me levou até ela. De longe me apontou uma garota morena de olhos claros que estava sentada do lado da minha prima. De longe também vi as duas mocreias que discutiram comigo ontem. Agradeci Bellamy  respirei fundo e caminhei até elas.

- Olá meninas - disse simpática.

- Olá - elas responderam de volta, menos as duas ridículas que trocaram um olhar rápido entre elas, e se levantaram.

- Depois a gente se fala meninas, este cheiro de... caipira está nos incomodando - disse costia me olhando.

- Isso mesmo coisinha, vai trocar de roupa vai, mesmo achando que esse cheiro não é da sua roupa, e sim seu aroma natural - ela acha mesmo que vai me chamar de caipira e eu vou deixar?

- Ontem você falou o que quis para mim e eu não retruquei, mas hoje isso não vai acontecer clarke- ela falou meu nome com nojo.

- Vai fazer o que me bater? Cuidado para não quebrar a unha piriguete - debochei.

Vi costia ficar vermelha e fazer novamente a menção de vir para cima de mim e dessa vez sua amiga anya que   não deixou.

- Essa foi a última vez que você que você ofendeu minha amiga, da próxima vez, você vai resolver isso comigo griffin  - disse anya eu nunca iria confessar isso em voz alta, mas gostei da forma como ela defendeu costia

- Essa é uma oferta tentadora - disse a ela, que saiu puxando sua amiga pelo braço.

- Qual é o seu problema clarke? - minha prima estava brava.

- Você acha que eu ia deixar ela me chamar de caipira?

- Tudo bem, fala logo o que você quer?

- Foi mal priminha, mas hoje eu quero falar com a octávia 

- octávia?  - raven perguntou surpresa.

- Sim, octávia ?  - olhei para ela - Vamos dar uma volta?

Ela me olhou de forma desconfiada, mas aceitou. Se octávia  estava desconfiada raven então nem se fala. Fomos ao ginásio, assim que entramos octávia quebrou o silêncio.

- Estava pensando quando você iria me procurar - disse por fim.

- Teria vindo antes, mas Lincoln  me contou só sábado.

- Fala para o Lincoln  que não vai adiantar, ele pode mandar o papa vir falar comigo EU NÃO VOU TIRAR O MEU FILHO.

- É por isso que acha que eu estou aqui? - sorri - octvaia , eu vim fala com você, para te dizer justamente o contrário. Eu estou do seu lado, até agora ainda penso que o lincoln está drogado por dizer que você tem que abortar.

- Sério? Você não vai tentar me fazer mudar de ideia? Falar o quanto vai ser difícil e que minha vida vai mudar para sempre e essas coisas?

- É claro que vai ser difícil, eu nunca fiquei grávida, mas acredito que realmente seja difícil, e é lógico que sua vida vai mudar, mas eu vou te ajudar no que eu puder. Octvaia  você carrega meu sobrinho com você, acha mesmo que eu deixaria você passar por tudo isso sozinha?

- Ah Clarke  - ela me abraçou chorando, na verdade ela soluçava em meus braços - você não sabe o quanto esta sendo difícil suportar tudo isso sozinha, sabe eu sou louca pelo seu irmão desde o dia que eu o vi, e quando ele me disse tudo aquilo eu pirei. Eu não podia contar aos meus pais, sem que isso viesse  a tona e lincoln se prejudicasse, pensei em contar para uma das minhas amigas mas as conheço suficiente para saber que elas além de me recriminarem iriam espalhar para todo mundo. Eu iria falar com a Raven hoje, até você chegar.

Eu estou passada. Não acredito que octávia  tem carregado isso tudo sozinha para proteger Lincoln.  mesmo depois de tudo que ele fez a ela. Existe um amor assim? Doentio e masoquista? Ou octávia  que é altruísta?

- Shiu,shiu eu estou aqui agora , tudo vai se resolver - disse fazendo carinho em seus cabelos.

- Obrigada de verdade. Mas como isso vai se resolver? - disse ela ainda chorosa.

- Me dê uma semana octávia , em uma semana tudo isso será resolvido.


 


Notas Finais


E ai?, gostaram?


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