História A Droga em Mim é Você! - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Avenged Sevenfold
Exibições 42
Palavras 1.345
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Não importa, você não me conhece


Fanfic / Fanfiction A Droga em Mim é Você! - Capítulo 3 - Não importa, você não me conhece

Taylor POV 
 

-Pronto está na sua casa, feliz princesa? - Synyster era um verdadeiro pé no saco. 
 

-Sim, muito feliz! Obrigado - Eu disse no meu melhor tom de debochada. 

-Parece até criança, tem que ir pra caminha cedo. 

-E você é um idiota mas nem por isso saio te chamando assim, até porque nos conhecemos agora, e eu tenho escola amanhã mas se quiser pode ir no meu lugar. 

-Escola? Quantos anos você tem? 12? 

-Engraçadinho você hein, não, tenho 17, me formo esse ano, agora se me da licença, obrigado pela carona - Disse saindo e batendo a porta da Land Rover Evoque preta, o carro parecia caro então tinha certeza que ele iria ficar com raiva. 

Entrei em casa a passos lentos procurando não acordar minha mãe ou o pé no saco do meu irmão, acho que ultimamente ando convivendo com muita gente pé no saco, que dizer conheci o Synyster/Brian hoje e ele já conseguiu me deixar irritada, ele era um idiota que com pouca horas de convívio eu já percebi isso. Entrei no meu quarto fechando a porta e me jogando na cama, por mais que eu queira não podia faltar amanhã, eu só estudava naquela escola por conta das bolsas, eles tinham uma ótima parceria com faculdades pelos esportes, a consequência é que tinha que animar torcidas de segunda a sexta, não podia faltar nenhum dia se quisesse ganhar uma bolsa boa pra faculdade. 

Espantei qualquer pensamento de minha mente e deixei o sono tomar conta de mim. 

XXX 

Acordei me sentindo péssima, meu corpo estava cansado e meu humor do dia estava 0, provavelmente se alguém falasse alguma merda eu iria perder a cabeça, toda vez que invento de sair com a Gena, mesmo sabendo que tenho aula no outro dia, isso acontece. Me levantei ainda sonolenta e fui em direção ao banheiro, minha cara estava péssima, eu estava péssima, hoje era um daqueles dias em que eu estava sem a menor condição de levantar da minha cama, mas era necessário, por essa bolsa da faculdade eu suportava até a Emma e as amiguinhas dela. 

Lavei meu rosto na esperança de melhorar um pouco aquela expressão de morta viva, voltei pro meu quarto e comecei a procurar minhas coisas em meio a bagunça de ontem a noite, e tem essa, toda a vez que vou sair com a Gena e nos arrumamos em casa, meu quarto fica um chiqueiro, no literalmente, fica tudo de pernas pro alto. Depois de termina de revirar as coisas mais do que já estava reviradas, encontrei meu uniforme e meu material, me vesti, fui até o banheiro fazer minha higiene e sai sem nem tomar café, minha mãe já tinha saído e meu irmão também, mas ela fez questão de deixar um bilhete na porta da sala. 

"Nem pense em faltar na aula hoje! Foque no seu futuro, descanse quando chegar 

Beijos Mamãe, deixei o almoço congelado quando chegar esquente" 

O dia estava com cara que seria um desastre total, meu humor estava péssimo, o tempo estava péssimo, tudo estava péssimo, e eu não tinha trazido guarda chuva, as vezes o dia só não está legal pra sair da cama, e pra piorar eu ia de a pé até a minha escola, a chances de eu tomar chuva antes de chegar até a porta da escola eram quase astronômicas, era tipo 9/10, então resolvi apertar o passo, quando senti meu celular vibrando na minha cintura, outra péssima mania minha que era quando não tinha bolso simplesmente colocar o celular na cintura da calça ou saia. 

"Numero desconhecido 7:14 

Se pensou que podia fugir de mim, se enganou. Syn" 

Esse cara era mesmo um pé no saco, decidi nem abrir a mensagem sabia que iria aparecer que visualizei, então decidi ignorar até saber o que dizer Por sorte minha logo que cheguei na escola e entrei na sala o mundo decidiu cair em forma de água, tinha certeza que o treino seria cancelado e eu iria passar frio, por sorte pelo que eu me lembrava tinha deixado uma blusa no armário do ginásio, e como aula de biologia não me interessava muito decidi sair da sala e ir até o ginásio. 

-Olha só quem apareceu aqui – Uma voz fina e muito irritante disse atrás de mim. 

-O que você quer Emma? - Eu estava meio sem paciência pra ouvir Emma e suas amigas debocharem de mim. 

-Fiquei sabendo que saiu ontem da Blue Moon com o Synyster Gates, deixa eu só te dar um avizinho, ele não é da sua laia. - Ela disse se aproximando de mim. 

-A é se ele não é da minha laia porque saiu comigo e não com você? - Ela fechou a cara. 

-Você é só mais uma putinha dele! 

-É igual você foi, mas diferente de você eu não precisei arreganhar minha buceta pra ele sair comigo, sua vagabunda. 

E foi assim que eu e Emma Roberts brigamos no vestiário do ginásio, foi assim que sai com um corte na bochecha e ela com um olho roxo, agora estamos na sala da direção, a diretora ouvia atentamente cada palavra dramatizada que Emma fazia, sei que vai ser horrível confessar isso, mas, eu gostei de socar a fuça dela, me sinto bem, sou um ser humano horrível meu Deus. Eu já tinha cansado do teatrinho que a Emma fazia, então decidi responder aquela mensagem. 

"Você 9:40 

Pode vir me buscar? 

Syn 9:40 

Como assim? Te buscar? To com cara de chofer por acaso? 

Você 9:41 

Pode vir ou não pode? Se não puder chamo outra pessoa... 

Syn 9:41 

Já to indo... Eu disse que você quem ia vir até mim... 

Você 9:42 

Vou te esperar lá fora já" 

Levantei pronta pra sair daquela sala e dar as costas pra diretora e pro teatro da Emma. 

-Senhorita Moore onde pensa que vai? - A diretora me repreendeu. 

-Olha eu não aguento olha pra cara dessa garota mais, muito menos ficar aqui sentada vendo ela chorar e inventando historinha, acredite em quem você quiser, já contei minha versão não sou obrigada a ficar aqui! Posso ir pra minha casa agora? Tenho que passar em uma farmácia ainda! - Hoje de longe era um bom dia. 

-Tudo bem está liberada senhorita Moore, e senhorita Roberts a senhora pode se retirar também, acho que já tenho informações suficientes, quando tiver minha decisão mando chamar as duas novamente, dispensadas! 

Sai com passos largos da sala, como não podia correr no corredor eu "andei" rápido, logo que cheguei em frente da escola não vi nem sinal da Land Rover preta do Syn, me senti na sarjeta e fiquei esperando, já estava começando a me arrepender de ter chamado ele, porque convenhamos meu dia estava péssimo e ele era um pé no saco, a única coisa boa era que a chuva tinha dado uma pausa, mas creio que não seja uma pausa por muito tempo. 

Não demorou tanto pra ver o carro dele dobrar a esquina, ele estacionou e eu corri pra dentro do carro. 

-Nossa o que fizeram com sua cara! - Ele disse quando entrei. 

-Sabia que devia ter ido embora a pé, estou tendo um dia ruim, só isso, pode me levar pra comer um BK? 

-Você é bem folgada. 

-Bem já que como você diz "eu vim até você" - Fiz aspas com o dedo – Nada mais justo do que eu receber um agrado depois desse dia que começou péssimo. 

-Se você deixar eu termino seu dia péssimo de um jeito maravilhoso – Ele disse me olhando pervertido. 

-Você é um tarado! 

-E você é uma folgada mas nem por isso eu fico falando isso pra você, sai do corre só pra te buscar mal agradecida! 

-Ai ok obrigado, agora pode me levar pra comer? 

-Se você me contar o que aconteceu. 

-Eu conto, eu conto! Você é mesmo um pé no saco. 

-Digo o mesmo de você, pé no saco e folgada. 

Eu estava na esperança de que quando eu enchesse a barriga tudo fosse melhorar, eu espero que tudo melhore.



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