História A Duquesa - Capítulo 6


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Kizashi Haruno, Mebuki Haruno, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Personagens Originais, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari, TenTen Mitsashi
Tags Casamento Arranjado, Drama, Duquesa, História, Itasami, Naruto, Romance
Visualizações 531
Palavras 2.924
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi :3
Desculpem a demora ahahah
Era para neste cap. já aparecer o Sasuke, no entanto, o cap. estava a ficar muito grande e, para não ficar cansativo, decidi dividir em dois, portanto no próximo já vai aparecer o nosso Uchiha.

Espero que gostem do cap ^^
Boa leitura! <3

Capítulo 6 - O Dia Chegou!


Os dois meses de preparação para o baile passaram rapidamente, para o desespero da Duquesa, que apenas desejava não ser obrigada a cumprir as regras injustas que lhe impunha a sociedade. Uma sociedade machista, que fazia de tudo para submeter a mulher, sempre a deixando sob o controlo de algum homem. Esse era o destino não só dela, mas de todas as mulheres daquela época. Muitas, ao igual que ela, eram obrigadas a deixar o luto para casar-se com outro homem, tudo por causa das terras que o falecido marido possuía e que, obviamente, não poderiam ser administradas por uma mulher; quando nunca houve amor ou qualquer tipo de sentimentos envolvidos, era fácil recuperar-se da perda durante os meses impostos de luto, mas para outras, que tinham aprendido a amar os seus maridos, ou tinham uma amizade e respeito por eles, apenas alguns meses não eram suficientes.

Uma sociedade que ditava o que as pessoas deviam ou não fazer, o que deveriam dizer, como deveriam comportar-se; que acreditava que o homem era superior à mulher, onde a mulher não tinha a sua própria voz, que não era considerada inteligente o suficiente para comandar as suas próprias terras de direito ou comandar a sua própria vida. Que apenas servia para cuidar da casa e dos filhos. Quanto menos poder tivesses, menos direitos possuías e a tua vida era limitada, principalmente se fosses mulher. Uma sociedade...repudiada por muitos e idolatrada por outros.

Sakura apenas pedia que algum dia no futuro, todas essas paredes de uma sociedade que privilegiava o homem, machista, começassem a ser destruídas e que finalmente conseguissem a igualdade.

Porém, para isso acontecer, ainda faltaria muito tempo, muitas coisas ainda iriam acontecer, muitas lutas ainda seriam travadas, mas esse momento iria chegar.

Ela acreditava nisso.

 

~*~

 

Naquele dia o céu estava nublado e o vento era forte, como se pronto fosse haver uma tempestade, e isso nunca tinha significado nada bom para a Duquesa. Quando Sakura acordou, o primeiro que ouviu foi um estrondo enorme, o que a fez fechar os olhos e agarrar as cobertas fortemente. A tempestade tinha começado e ela sempre as odiou. Sempre que algo de importante ou muito ruim acontecia, a tempestade estava sempre presente, e com o tempo, ela aprendeu a temê-la.

Respirando profundamente, tentou ignorar o som do lado de fora da mansão e concentrou-se nos barulhos que ouvia de fora do quarto. A mansão já estava em movimento e os empregados já estavam a trabalhar e a preparar o grande salão onde seria realizado o baile. Se ela dissesse que não estava nervosa pelo que aconteceria horas mais tarde, estaria a mentir. Seria a partir daquela noite que tudo mudaria para ela e para todos os que trabalhavam ali.

Sakura permaneceu durante muito tempo deitada na cama de casal que antes dividia com o marido e que em breve o faria com um estranho. Perdida em pensamentos, não ouviu as empregadas baterem na porta várias vezes, o que fez uma delas abrir um pouquinho a porta para olhar para dentro, preocupada.

— Minha senhora? — chamou-a delicadamente, vendo-a acordada. Sakura desviou o olhar da janela e olhou-a fixamente, sentando-se na cama.

— Sim? — perguntou com a voz fraca, vendo-as adentrar no quarto e colocarem-se em fila ao lado da sua cama.

— Viemos prepará-la minha senhora. Já são dez da manhã. — comentou a mais nova, a que tinha, anteriormente, aberto a porta.

— Já? — perguntou incrédula, ela sempre acordava ou era acordada por uma das empregadas por volta das oito ou nove da manhã.

— Nós quisemos acordá-la a horas, mas o senhor Kakashi disse que você estava muito cansada e que era melhor deixá-la dormir mais um pouco. — explicou, um pouco nervosa.

— Entendo. — comentou Sakura. — Preparem-me um banho e as minhas roupas. Não precisa ser nada muito elegante, daqui a algumas horas terei de trocar-me de novo. — avisou, desviando o olhar novamente para a janela.

— Sim, minha senhora. — concordaram, e após fazerem uma vênia, as três se dividiram para fazerem as suas devidas tarefas. Aquele dia seria importante para todos, e até os empregados estavam preocupados. Não só por eles, mas também por ela.

    

[...]

 

    A manhã e o início da tarde passaram lentamente, e Sakura via-se cada vez mais cansada mentalmente. Tentar deixar de pensar no que aconteceria a partir daquela noite a atormentava e isso não a deixava fazer nada, sempre que tentava fazer algo via-se perdida em pensamentos e ignorava todos os que estavam à sua volta e, por isso, era Kakashi quem supervisionava tudo. Ela confiava nele! Mas apesar disso, ela notava algo estranho no comportamento do seu mordomo. Ele parecia preocupado e receoso, mas talvez fossem imaginações suas, ele deveria estar preocupado com ela, como todos os empregados estavam

Sakura tinha decidido subir para o quarto e deitar-se um pouco, deitada de lado, a Duquesa ficou a olhar para a janela, observando a chuva e o vento fraco que mesmo depois da tempestade, ainda continuava. Faltavam algumas horas para o baile, e isso a deixava muito agitada e preocupada. Tinha vindo pro quarto para descansar um pouco, mas isso era completamente impossível, a sua mente não a deixava em paz. Vinham à sua mente várias possibilidades, várias mudanças, possíveis coisas que poderiam acontecer no futuro, e embora ela tentasse pensar em algo positivo, isso era ainda mais impossível.

Kakashi entrou no quarto com uma bandeja, e olhou com preocupação para Sakura, odiando ver o seu olhar perdido, sem brilho, sem vida. O mordomo sabia o que ia acontecer naquela noite, e sabia também que Sakura tinha estado desconfiada sobre ele, porque a sua preocupação, apreensão e temor não tinham sido escondidos bem o suficiente como para ela não notar. Ela sempre tinha sido boa em analisar as pessoas, em ver o que elas escondiam, fazendo-a sempre ficar desconfiada. Quando o momento chegasse, Kakashi iria sofrer, iria sofrer por ver o olhar traído que ela lhe daria. Porque desde o momento que aceitou esconder o que sabia há dois meses atrás, desde o momento que aceitou mentir e guardar o segredo que Natsume lhe tinha dito, ele a tinha traído, tinha traído a sua confiança.

Kakashi pousou a bandeja na mesinha de cabeceira e pegou no chá que tinha trazido, para ajudar a Duquesa a descansar. Sentou-se na cama, e estendeu a mão, balançando o ombro dela fazendo-a, finalmente, notar a sua presença.

— Kakashi? — questionou confusa.

— Trouxe um chá para você, minha senhora. — explicou, levantando a chávena para ela ver o que tinha nas mãos. — Vai ajudá-la a descansar e a ficar mais calma. — Sakura sentou-se e pegou na chávena, bebendo lentamente a bebida quente e calmante. Aos poucos, começou a sentir-se tonta e a sua vista começou a falhar.

— Kakashi? Colocaste algo no chá? — perguntou confusa, olhando-o surpresa.

— Sim, minha senhora. — respondeu, pegando na chávena, colocando-a por cima da bandeja novamente, para de seguida ajudá-la a deitar-se. — Ainda falta algumas horas antes de você precisar arranjar-se, e esta noite vai ser agitada, descansar irá fazer-lhe muito bem, deixará a sua mente mais tranquila.

Poucos minutos depois, após a Duquesa estar completamente adormecida, Kakashi levantou-se, pegou uma manta vermelha que estava pousada numa poltrona e a cobriu. Pegou na bandeja e retirou-se do quarto, dirigindo-se para a cozinha da mansão. Após avisar as empregadas que a Duquesa estava a dormir e que só poderiam ir acordá-la quando faltassem poucas horas pro baile, Kakashi caminhou para o grande salão, para supervisionar os últimos preparativos para o baile, nada poderia dar errado. Não mais do que já seria quando a verdade fosse, finalmente, revelada.

As horas foram passando e quando todos se deram conta, faltavam apenas duas horas para o baile começar. Kakashi, ao ver as horas, caminhou até três empregadas que estavam a trabalhar no salão e ordenou que subissem ao quarto da Duquesa, para acordá-la e ajudá-la a preparar-se, enquanto ele iria supervisionar uma última vez o salão para ver se nada estava fora do lugar. Tudo tinha de estar perfeito.

Quando as empregadas entraram no quarto principal, Sakura já dava indícios de estar a acordar. Enquanto uma das empregadas a chamava calmamente para acabar de acordá-la, as outras empregadas começaram a preparar o banho, já sabendo a rotina que a Duquesa tinha horas antes de qualquer baile. Enquanto a mais velha explicava e contava tudo à Sakura, sobre a organização do baile e os últimos detalhes, Sakura caminhava para o quarto de banho.

Ficando sozinha, pois tinha ordenado às empregadas irem buscar o seu vestido, Sakura suspirou e relaxou na água quente, talvez aquele momento fosse o último onde ela poderia ficar tranquila e relaxada de verdade. Durante o banho, lembrou-se do que Kakashi tinha feito horas antes e, apesar de não ter gostado da sua atitude, de a ter feito dormir, admitia que lhe tinha feito muito bem, já estava menos cansada e acordada o suficiente como para aguentar a noite na companhia de várias pessoas irritantes e insuportáveis, principalmente se uma delas fosse a sua querida e amável mãe.

Minutos mais tarde, Sakura saiu do quarto de banho, enrolada numa toalha branca enorme e sentou-se em frente à penteadeira. Com uma toalha secou o máximo que podia o seu cabelo e quando acabou, penteou-o para desfazer os nós enquanto se olhava num espelho redondo que ela tinha preso à parede logo à sua frente. Levantou-se da cadeira e secou-se, vestindo a sua roupa íntima.

Caminhou para o centro do quarto e as empregadas aproximaram-se, ajudando-a a colocar o grande vestido e a apertar o corpete. Apesar dela odiá-lo, era necessário usá-lo para se encaixar nos padrões de beleza da época e, o que ela menos queria, era ouvir falatórios depois e durante o baile só por ela ter-se negado a usá-lo para a sua comodidade. O objetivo dele era fazer a sua cintura parecer mais fina e aumentar o peito, fazendo que, ao colocar o vestido, se notasse os seios, muitas vezes até parecia que estavam quase a fugir pelo decote.

O vestido era longo, de mangas compridas, era branco com detalhes em dourado, na parte da frente, era completamente dourado; as mangas iam até ao cotovelo. A cor que ela mais odiava no momento era a que predominava no vestido, o branco. Durante os últimos dez meses, Sakura tinha usado e abusado do preto e de outras cores escuras, pelo luto, no entanto, agora ela era obrigada a deixá-lo.

Quando acabou de vestir-se e de ajeitar o vestido, Sakura caminhou para uma poltrona que tinha em frente à lareira que uma das empregadas tinha acendido minutos antes dela ir tomar banho. Sentada perto da lareira, Sakura aproveitou para puxar o longo cabelo pra frente para acabar de secá-lo com a ajuda do calor, além de colocar os saltos brancos.

Pelos próximos minutos, todas ficaram em silêncio, as empregadas apenas olhavam para a Duquesa com preocupação pois, outra vez, parecia estar perdida em pensamentos. Para elas, que estavam há anos a trabalhar naquela casa, era triste e desesperador vê-la naquele estado. Os empregados ainda se lembravam do dia em que ela chegou naquela casa, já casada com o falecido Fuuto. Uma pequena mulher, acabada ainda de sair da adolescência, já casada e obrigada a ser e comportar-se como a tinham ensinado desde o nascimento. A educação das mulheres, comparada à dos homens, era muito diferente. Numa dada idade, enquanto os homens prosseguiam com os estudos, as meninas eram obrigadas a ficar em casa, a aprender os deveres domésticos, e tudo o que era necessário para ser uma boa esposa e mãe.

Com Sakura e Samira tinha sido diferente, os seus estudos continuaram em casa com professores particulares, o que deixava Kizashi feliz por saber que as suas filhas eram mais inteligentes que muitas outras mulheres do mesmo círculo social que eles. Mas isso também não impediu que elas fossem ensinadas para aquilo que elas tinham nascido: ser uma boa esposa, uma boa mãe, uma boa dona de casa.

No dia em que Sakura chegou naquela mansão pela primeira vez, apesar da cara de séria, os empregados conseguiram distinguir perfeitamente o medo, a confusão, a curiosidade, o temor. Sakura tinha algo nela que atraia as pessoas naturalmente para ela e, com os empregados daquela casa, não tinha sido diferente. Uma mulher amável, educada, carinhosa, que os respeitava apesar da grande diferença de classes, inteligente, simpática, atrevida e corajosa. Não tinha demorado muito para todos amarem e respeitarem a sua nova senhora e, através dos anos, foi isso o que eles fizeram, a cuidaram, a respeitaram, mas sobretudo, a protegeram.

O único que eles não conseguiram fazer ou impedir, foi a tragédia que aconteceu, que mudou tudo naquela casa, que fez o brilho dos olhos da Duquesa desaparecer, que mudaria o futuro de todos eles. Eles nunca teriam podido evitar isso, e eles também não conseguiram ser de grande apoio à Duquesa, não conseguiram fazê-la sorrir e ser feliz durante aqueles meses todos. Eles tinham falhado com ela. Eles tinham falhado, mas apesar disso Sakura sempre pensou neles, preocupando-se em escolher um marido que seria bom não só com ela, mas com eles também, que faria de tudo para protegê-los e serem respeitados, apesar de serem do humilde povo. Eles não mereciam. Eles não eram merecedores de terem uma senhora como ela.

Ela os protegia, os cuidava, protegia as suas crianças, os ajudava quando estavam doentes ou quando passavam necessidades. Aquela mulher tinha conquistado o seu respeito, o seu carinho, e vê-la na situação atual os entristecia, porque eles não podiam fazer nada para ajudá-la, porque eles, o povo, era insignificante. O único que eles podiam fazer, era observar, observar as mudanças que aconteceriam sem puder fazer nada contra, apenas obrigados a aceitar, obrigados a observar um estranho que ocuparia o lugar de Fuuto. Obrigados a ver a tristeza apoderar-se daquela casa, sem nada poder fazer para pará-la.

Sakura levantou-se e caminhou de novo para a penteadeira, pegou na escova e penteou o seu cabelo novamente, deixando-o cair liso pelas suas costas.

— Será que hoje consegues fazer outro dos teus penteados maravilhosos? —  perguntou Sakura, sorrindo. A empregada aproximou-se sorrindo ternamente para a Duquesa, e pegou na escova.

— E eu alguma vez lhe falhei, querida? —  questionou, sorrindo, permitindo-se ser mais íntima da senhora da casa. — Hoje serás, como sempre, a mais bonita do baile, a que vai roubar os olhares de todos.

— Confio em ti, então. — garantiu, virando-se de frente para a penteadeira e deixando o seu cabelo nas mãos de uma das suas empregadas mais fiéis.

Os minutos passavam e, aos poucos, o penteado ficava pronto. A mais velha tinha prendido o cabelo num coque, deixando alguns fios de cabelo soltos para não parecer tão formal e certinho. Quando acabou, também fez uma maquilhagem leve na Duquesa, o suficiente para destacar os seus lindos olhos que pareciam duas esmeraldas e dar cor aos lábios e bochechas.

Quando a empregada acabou, Sakura caminhou para o grande espelho, olhando fixamente para o seu reflexo, notando cada detalhe. Não podia negar que estava bonita, a empregada tinha feito um bom trabalho com o seu cabelo e com a maquilhagem, no entanto, o seu rosto permanecia sério, e era possível notar a tristeza no seu olhar.

Da porta, suaves batidas foram ouvidas, seguidas pela voz de Kakashi, que abriu a porta lentamente, adentrando o quarto. Quando a porta foi aberta, Sakura já conseguia ouvir música dos andares de baixo.

— Minha dama. — chamou-a Kakashi, delicadamente. Aproximou-se dela, curvando-se em respeito e olhou-a surpreendido, admirando a sua beleza. — Está muito bonita, minha senhora. Todos irão admirar a sua beleza hoje, ninguém conseguirá desviar o olhar. — comentou, olhando-a carinhosamente.

— Obrigada, Kakashi. — agradeceu, dando um pequeno sorriso, mas que não chegou a alcançar os seus olhos. — Vies-te avisar-me de algo?

— Os convidados já começaram a chegar, seria prudente descer em breve para eles a cumprimentarem.

— Obrigada por avisar. Será melhor eu descer agora então. — falou, caminhando para a porta.

Uma empregada apressou-se e abriu-lhe a porta, deixando-a passar primeiro. Sakura caminhou lentamente pelo extenso corredor, Kakashi a seguia alguns passos atrás dela, atento a cada movimento dela. Quando estava quase a chegar às escadas que a levariam para o salão do baile, Sakura parou e respirou profundamente, sentindo-se de repente muito nervosa. Do lugar onde estava já conseguia ouvir uma suave música, a música de verdade só começaria quando ela declarasse que o baile estava oficialmente aberto.

— Tudo vai correr bem, minha senhora. — garantiu Kakashi, porém Sakura conseguiu notar um tom nervoso e indeciso na sua voz, o que a preocupou, porém teria de perguntar mais tarde o motivo.

— Espero que sim, Kakashi. — sussurrou, suspirando. Respirando profundamente uma última vez, Sakura caminhou para a grande escada, parando no topo e olhando para as pessoas que, aos poucos, desviavam o olhar para ela.

— Um pouco de atenção. — falou um dos seus empregados em voz alta, do fundo das escadas, enquanto Kakashi as descia rapidamente para esperar por ela no final. — A vossa anfitriã, A Duquesa Sakura Matsumoto, acaba de chegar.

Sakura começou a descer as escadas, mantendo a cabeça erguida e com um suave sorriso no rosto, olhando para as pessoas presentes. Nem todos os convidados tinham chegado ainda, mas já havia um número bem grande presente. Quando chegou aos últimos degraus, Kakashi estendeu-lhe a mão e Sakura segurou-a, acabando de descer a escada.

— Obrigada a todos os que aceitaram o convite para este baile. Espero que se divirtam e que se sintam confortáveis durante esta noite. — falou amavelmente, sorrindo para os presentes, o que a fazia ver-se ainda mais bela. — Que o baile comece.

 


Notas Finais


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Daqui a pouco já vou ir responder aos comentários do capítulo anterior :)
Ao acabar de ler este capítulo, não se esqueçam de comentar xD


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