História A Encrenqueira Nerd E O Popular 2 Temporada - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 2.198
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oie!
Desculpem a demora, mas a falta de criatividade está fodastica!

Capítulo 10 - Começando a vida a dois


Fanfic / Fanfiction A Encrenqueira Nerd E O Popular 2 Temporada - Capítulo 10 - Começando a vida a dois

 

   ~ ALICE ~

 

 Bem, o final da lua de mel havia chegado infelizmente, mas foi bom o tempo que passamos por aqui. O Lucas disse que agora tem uma surpresa, na qual eu não tenho a mínima ideia do que possa ser para eu chutar. Talvez a nossa casa agora tenha mais espaço e mais cômodo, em um tempo record, ou então ele fazer mais uma viajem, não tenho a mínima ideia do que seja e ele nem para dar uma dica.

   - Né, aonde vamos?

   - Logo, logo, você saberá! - disse sorrindo.

   - Chato!

 Passamos a viajem inteira em silêncio, o que já estava me incomodando em certo ponto. Chegamos no aeroporto e entramos no jatinho particular dos nossos pais, que agora já é nosso. Pronto, tomei posse dessa bagaça.

   - Vou dormir!  Me acorde quando chegarmos! - disse me jogando naquela cama.

   - Ok! - ele pegou uma revista de carros e ficou olhando/ lendo, sei lá o que ele fez.

 Dormi a viajem inteira e só acordei com algumas cutucadas do Lucas nas minhas costas. Abri os olhos e o vi sorridente e o mesmo estendeu a mão para me ajudar a me levantar. Me levantei com muito esforço, saímos do avião e fomos até o táxi que nos esperava na porta do aeroporto. Estávamos de volta a nossa cidade, e eu estava tentando entender o que seria a surpresa, mas logo desisti e joguei minha cabeça em seu ombro fechando os olhos. Lucas fez um carinho em meu rosto e logo o táxi parou. Olhei para a janela e vi que estávamos no cais, o mesmo da outra vez.

   - O que estamos fazendo aqui? Não me diz que a surpresa era essa!

   - Tadãããã! - riu. - Queria voltar aqui, você gostou tanto e não quero voltar e ter que começar a minha vida monótona de antes!

   - Sei! - ri. - Estamos esperando o que, então? - o puxei para fora do táxi.

 Pegamos nossas coisas, colocamos no barco e partimos rumo a casa na ilha. Ele está certo, eu adorei aquela casa, mas quem não adoraria? Aquilo é tudo! É o paraíso! Saímos do barco que estava ancorado perto da praia e fomos para a casa na praia, que tanto nos traz lembranças boas.

   - Que saudades daqui! - sorri.

   - Sabia que iria gostar! - sorriu de volta.

 Entramos na casa e fomos direto para o quarto daquela vez. Deixei minha mala em um canto e depois fui para o banheiro tomar um banho, pois eu mereço relaxar. Assim que sai, encontrei Lucas sentado na cama com algumas roupas na mão.

   - Você podia ter me chamado!

   - Hehe, eu queria tomar um banho, não fazer outras coisas! - disse.

   - Mais eu te deixava tomar seu banho, depois de fazer outras coisas! - beijou o meu pescoço.

   - Você é muito pervertido!

   - Obrigado! - sorriu e entro no banheiro.

 Desço as escadas e vou para a cozinha comer alguma coisa, pois minha barriga já está colando nas costas. Fiz dois sanduíches e um suco de maracujá, para acompanhar. Peguei o meu e fui para a varanda da casa comer lá fora, já que estava fresquinho e com uma brisa maravilhosa. Observando o mar, pude ver alguns peixinhos saltando no mar e até mesmo uns golfinhos. Adoro golfinhos.

 Assim que terminei meu lanche, coloquei as coisas em cima de uma mesinha e fui até o mar molhar os meus pés na água. Quero entrar na água, mas por agora não, o sol está muito quente para isso. Sinto braços rodearem minha cintura e depois Lucas dar um beijo molhado em meu pescoço, me deixando arrepiada.

   - Bom saber que ai é seu ponto fraco! - disse me dando mais um beijo.

   - Isso não vale! - disse tentando em soltar.

   - Tô nem ai! - disse.

 Logo nos desfazemos do abraço e Lucas me puxa para dentro de casa, aonde liga o ar-condicionado. Aaaah, nada melhor que estar em uma casa de praia e ter um ar-condicionado. Passamos a tarde toda assistindo filmes, depois nadamos um pouco no mar, que por incrível que pareça estava com a água geladinha. A noite, comemos, brincamos e fomos dormir super cansados.

 

                                                                                                      (...)

 

 Bem, fazendo uns três dias que estamos aqui e segundo o Meu Marido, nós vamos embora amanhã à tarde, já que infelizmente não podemos passar o resto da vida em lua-de-mel. Só de pensar que terei que voltar a ficar enfurnada naquele lugar, Deus que me livre. Agora, tenho que aproveitar meus últimos momentos aqui porque não sei quando vou voltar e se vou voltar. Sei lá, pode acontecer de uma hora para a outra eu aparecer durinha no chão, sem vida, com um olhar vago, perdido, Deus que me livre, mais isso um dia vai acontecer, só espero não ser agora.

 Me levantei da cama, fui até o banheiro, coloquei meu biquíni, peguei uma blusa grande e leve, e fui para a cozinha preparar algo para comer. Assim que chego no local, pego algumas coisas e vou fazer o café da manhã. Agora que percebi que o Luca não estava em lugar nenhum da casa, aonde será que aquela peste foi parar?

 Fiz o café e fui procurar o meu marido, que não sei aonde se enfiou. Meu Deus, sinceramente, preciso por um gps nele. Como de uma hora para a outra uma pessoa some assim?

   - Lucas! - gritei.

 Fui até a praia e não vi o barco aonde deveria estar. Não acredito que ele saiu e me deixou aqui, sozinha! Eu vou mata-lo quando chegar, ah se vou.

 

   ~ Um certo tempo depois ~

 

   - Aonde o senhor estava? - bato os pés no chão.

   - Fui comprar algumas coisas que estavam faltando.

   - Eu vou te esganar por ter me deixado aqui sozinha! - disse quase voando para cima dele.

 Com medo, ele tira uma barra de chocolate de dentro da bolsa, balançando no ar. Rapidamente pego o chocolate, abro, dou uma mordida e enfim falo:

   - Do que falávamos?

 Lucas riu e se sentou do meu lado, pegando outra barra de chocolate, mas dessa vez para ele. Ele tinha me trago diamante negro, amo e para ele uma barra de chocolate simples mesmo. Huehue, acho que era até da garoto. Bem, depois dar mais algumas mordidinhas no meu chocolate, guardo o resto e aviso que o café da manhã estava na mesa. Acho que nenhum dos dois vai comer agora, já que a boca está com o doce do chocolate e se comermos alguma coisa da mesa do café, vai ficar tudo amargo.

   - Hey, não quero ir embora ainda! - disse.

   - Também não, mas precisamos retomar nossas vidas!

   - Nãããããooo! Vamos nos casar de novo? - disse.

   - Háháhá, não dá, princesa! - me deu um selinho.

   - Que saco! - disse.

   - Eu sei!

 Me levantei e fui nadar um pouco, preciso fazer algo e não pensar que amanhã terei que voltar para a minha vida normal.

 

   ~ LUCAS ~

 

 Sei que está sendo bem legal aqui e que a marrentinha não quer voltar, mas quando fui fazer compras, aproveitei para ligar para os meus pais e soube que eles estão precisando muito da gente. O pai da Alice tem que lhes mostrar muitas coisas para ela aprender a comandar aquela empresa, afinal, será tudo dela. Tivemos que mudar tudo e voltarmos amanhã de tarde, talvez depois do almoço, quero ajudar meu pai, quero ver também como será a vida a dois, só eu e a marrentinha.

 O bom será que eu vou poder vê-la todos os dias, toca-la, beija-la e sei lá, vou poder tê-la só para mim, sem precisar ir na casa do pai dela para isso. Quero ver como será nossa vida de casados, como será ano que vem, o nosso último ano na faculdade.

 

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 Estava fazendo as malas para poder ir para casa. Nem acredito que eu e a marrentinha vamos ficar na mesma casa, esperei tanto por este dia. Não estou a fim de ir embora, confesso, mas não podemos ficar aqui para sempre, além do que a gasolina do barco vai acabar assim que chegarmos no porto, já que ele foi limitado para isso mesmo.

   - Pronta?

   - Não!

   - Hehe, sabia que diria isso! - ri.

 Ela fez bico. Assim que terminamos de fazer nossas malas, caminhamos em direção ao barco, aonde entramos e fomos para casa.

 Logo que chegamos em frente a nossa casa, fiz questão de pegar Alice no colo e entrar com o pé direito, como manda a tradição e algumas crenças. Ela riu e a beijei. Voltei, peguei nossas malas e fomos para o nosso quarto. Depois de nos organizarmos, a marrentinha foi dormir e eu fui ligar para o povo, para avisar que chegamos bem.

 Quando voltei para o quarto, Alice já dormia tranquilamente e eu fui trocar de roupa, pois precisava passar na empresa para falar com o meu pai. Deixei um bilhete para ela, lhe dei um selinho e fui para a empresa do meu pai.

 Chegando lá, fui direto falar com o meu pai, não quero enrolar muito. Bati na porta e logo ouvi um entre abafado, e assim eu o fiz. Entrei na sala do meu pai, que assim que me viu abriu um enorme sorriso e disse:

   - Filho! - abriu os braços.

   - Pai! - o abracei.

   - Como está? Como foi a lua de mel?

   - Estou bem! Foi ótima, aproveitamos bastante! - sorri.

   - Hum... Vejo que já me encomendou netinhos! - disse com uma cara de safado.

   - Pelo jeito está aprendendo muitas coisas com a mamãe, né? - disse.

   - Háhá, convivência, meu filho, convivência. - riu alto. - Bem, vamos direto ao assunto, certo?

   - Sim! - me sentei.

 

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 Depois de duas horas conversando com o meu pai, eu fui para casa. Já era umas seis horas da tarde, fiquei bastante tempo por lá. Peguei meu carro na garagem da empresa e fui para casa ficar com a minha marrentinha. Abri a porta de casa e não a vi em lugar nenhum do andar de baixo, fui para o andar de cima e a encontrei sentada na cama, com o olhar vago. Chego por trás dela e beijo seu pescoço que estava a mostra. Ela olha para o lado e sorri me vendo ali.

   - Aonde estava?

   - Fui falar com meu pai, como disse no bilhete. Desculpe pela demora.

   - Tudo bem! - sorri.

   - Vamos fazer alguma coisa?

   - Sim, o que quer fazer?

   - Qualquer coisa! - se senta no meu colo e lhe dou um beijo um pouco acima da orelha, a fazendo rir e abaixar a cabeça.

   - Qualquer coisa? - perguntei.

   - Qualquer coisa! - sorri.

   - Primeiro vamos comer uma pizza e depois vamos a sobremesa.

   - E o que seria essa sobremesa? - pergunta me olhando divertida.

   - Hum... Que tal você? - sorrio pervertido.

   - Essa sobremesa eu não posso experimentar, mas que tal você! - passa o dedo indicador no meu peito, sobre a camisa.

   - Hum! Quem tal nós dois sermos a sobremesa de cada um?

   - Gostei! Quero aproveitar cada pedacinho desta sobremesa.

   - Eu também! - sorri.

 Me levantei e fui correndo para o telefone pedir uma pizza de calabresa.

   - Será que não podemos adiantar pelo menos um pouco dessa sobremesa? - perguntei.

   - Nop! - disse fazendo bico.

 Fiz carinha de cachorro pidão, mas mesmo assim ela não cedeu. Acho que não ficou tão fofo quanto eu gostaria que ficasse. Uma pena, já que eu gostaria muito te tirar uma casquinha dessa sobremesa. Por que ela tem que estar tão irredutível?

 

   ~  ALICE ~

 

 Para a alegria da minha pessoa, hoje na janta, teremos PIZZA!!

 Eu amor pizza! Na verdade, quem não ama pizza?

 Um noíado ai, com certeza!

 Noite de pizza! Com direito a uma sobremesa deliciosa que só eu tenho acesso meu amor! Háháháhá! Chapas recalcadas e Ana Clara! Essa já uma recalcada elevada a décima potência.

 Olhei para Lucas e esse já estava contando os minutos e nem cinco minutos haviam se passado e ele já estava querendo ligar para a pizzaria para reclamar da demora. Me levantei do sofá, fui até ele e encostei em seus ombros.

   - Acho que meu maridinho precisa de uma massagem! - disse.

   - Preciso! Preciso de você também! -  disse e ri. - Urgentemente. Marrentinha você me provocou e agora me deixou excitado!

   - Háháháhá! Ninguém mandou eu ser tão gostosa e ter tanto poder sobre você não é?

   - Sim! Vai entregador, chega logo! - disse já quase tento um ataque de ansiedade.

 Ri e comecei a fazer massagem em seus ombros. Para provocar mais, comecei a sussurrar coisas em seu ouvido e vi que ele não ria conseguir se segurar por muito tempo. Logo a campainha toca para o aliviou dele. Lucas corre até a porta, pega a pizza e a coca, paga e entra correndo em casa.

   - Vamos comer logo pois eu estou morrendo de fome! Quero já partir para a sobremesa. - ri.

   - Partiu pizza!


Notas Finais


:)


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