História A Escolha - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Maxon Calix Schreave
Tags A Seleção, América, Amor, Casamento, Diva, Drama, Illéa, Kiera Cass, Maxon, Revelaçoes, Romance, Show, Vida
Exibições 74
Palavras 2.790
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bom, quem me conhece sabe, que eu NENHUMA das minhas fic's eu exigi comentários, e nem vou, só que são eles que me ajudam a ter ideias para as fic's...
Se estou fazendo algo errado, me fale, eu posso mudar, mas o que eu NÃO quero é parar de escrever...
Bom, muitos beijos, e boa leitura

Capítulo 14 - Capítulo 14


Fanfic / Fanfiction A Escolha - Capítulo 14 - Capítulo 14

Anteriormente:

- Não sabia deste seu projeto quando começou? Isto é se você puder falar – ela fala.

- Claro que posso falar não tenho o porque de esconder nada de você  - eu falo e vejo que ela se vira para observar a vista. Droga Maxon, você fez ela a entender que é uma indireta por causa do Aspen. Viro seu rosto para mim e vejo que seus olhos estão brilhando e marejando. – America não quis dar a entender qu...

- Não Maxon, na verdade você tem razão, - ela fala se virando novamente – foi errado o que eu fiz, na verdade muito errado, mas é qu...

- America você não precisa me explicar nada, eu já entendi, e eu sei que você me ama vejo isso no seu olhar. Até porque se não me amasse não iria ter me falado, que não deveria lhe escolher por causa do Aspen – ela se vira – eu sei que você me ama, e saiba que eu a amo ainda mais. Não gostei de saber que você e Aspen namoraram, e que alem disso tiveram um envolvimento aqui no palácio, mas o que posso fazer? Eu também estava conhecendo outras garotas...

Ela me interrompe e me da um beijo, um dos melhores beijos que ela já me deu.

- Te amo – ela fala me dando um selinho.

- Também te amo – falo dando um beijo nela.

Nesta noite pedimos a janta no quarto dela, e inauguramos a mesa da sacada. Conversamos muito, e contei para ela quando comecei o projeto, ela ficou muito emocionada, e não é para menos, é por causa dela que Illéa não terá mais casta...

Depois disso fomos dormir, cada um no seu quarto.

 

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POV Maxon

 

Amanha ira ser um longo dia, a família real italiana ira ir embora depois do café, e eu terei uma reunião com os conselheiros para analisarmos o inicio do processo de retirada das castas. Acabei decidido começar a retirada depois da minha volta e de America da lua de mel, assim poderei acompanhar tudo desde o inicio, e também por que meu pai quer me passar o governo no dia do casamento, mas não sei se irei aceitar, sei que para ele é difícil abrir mão do governo.

Vejo que ele esta mudando tanto comigo e com America, e com todos em sua volta também, acho que ele poderia ficar mais um ano ou dois no governo, e depois passa-lo a mim, assim poderei curtir os primeiros anos de casamento.

Mas vamos ver...

De manha...

Acordei com o sol batendo em meu rosto. Me alevanto e vou em direção ao banheiro, mas quando vou abrir a porta ouço um berro vindo do quarto da America, me desespero e vou lá ver, encontro ela se debatendo na cama, coro ate ela e tento acalma-la.

- America – chamo – acalme-se.

- Não, não, não me deixe eu te amo, nãããããoooo...

Ela acaba despertando e me abraça enquanto chora.

 

POV America

 

- America o que você estava sonhando? – pergunta Maxon olhando para meu rosto e limpando as lagrimas.

- Ai Maxon não era sonho e sim um pesadelo e... era horrível. – falo deixando minha cabeça cair entre minhas mãos. Maxon pega meu queixo e alevanta ele, e me da um beijo.

- Tudo bem minha querida, não precisa contar se você não quer, mas por favor se acalme e pare de chorar, você sabe que não sei lidar com choro de mulher e muito menos quando se trata do seu choro. – acabo rindo, me lembrando do seu desespero por choro – Aee ela sorriu, já falei que você fica ainda mais linda quando sorri?

Ele falou e eu dei um beijo nele.

- Minha querida – ele fala e eu olho para ele, que sorri – estou amando ficar aqui no seu quarto, mas hoje a família real italiana vai embora esta lembrada?

Puts, me esqueci que a Nicolleta já vai, mas ela me prometeu, na verdade jurou que vai vir para o meu casamento.

- Verdade eu havia me esquecido – falo e eu dou um selinho nele – acho melhor a gente se arrumar, eles vão depois do café?

- Sim, acho melhor nos arrumarmos, você quer que eu chame as suas criadas? – ele pergunta.

- Não elas já devem estar vindo. – falo e o acompanho ate a porta de ligação.

- Ok, lhe pego em 40 minutos para descermos, ok?

- Ok estarei esperando – falo e vou tomar meu banho, e nisso minhas criadas me ajudam e me arrumam, no final estava com um vestido curto verde água. (Vestido capa)

Maxon bateu na porta e Anne foi abrir e fez uma reverencia.

- Senhoritas – ele diz.

- Alteza – elas respondem e me seguro para não rir, elas são uma peça.

- Vamos America? – ele diz entrelaçando nossos braços.

- Vamos Alteza – falo e ele ri.

Fomos o caminho todo conversando, no inicio ele estava reclamando que o meu vestido era muito curto, depois que ele se acalmou ele falou sobre o plano de abolição das castas, e sinceramente entendi pouca coisa.

Chegamos no salão e so faltava a gente, para variar...

- Ok, estão todos aqui podem servir o café – falou Amberly enquanto Maxon puxava a cadeira para mim.

- America – minha mãe chamou despertado a atenção de todos – depois preciso falar com você. – olho para ela que sorri, assinto e começamos a conversar sobre os preparativos do casamento.

As mulheres estavam falando sobre o meu vestido de casamento, se elas soubessem que já tenho ele pronto... Minhas criadas já tinham feito como pedi, ele era tomara que caia.

Daí vocês devem estar se perguntando sobre a marca da bala? Não da para ver, com o tempo ela acabou sumido, claro que para isso tive a ajudinha de um creme que as criadas acharam para mim, mas voltando ao assunto do vestido, ele é P-E-R-F-E-I-T-O. DIVO de morrer. Sou interrompida pela minha mãe.

- O que você acha America? – Oi? Não sei do que elas estavam falando, minha percebe e suspira – estávamos falando do seu vestido ser de renda francesa, e assim poderíamos fazer um caimento no ombro. – minha família e Amberly sabem do ocorrido tive que contar, mas o que não sabem é que não da mais para ver – o que você acha?

- Eu acho uma ótima ideia – digo e elas sorriem – mas meu vestido já esta pronto faz alguns dias.

Ao falar isso May arregala os olhos, minha mãe deixa o garfo cair e Amberly para de mastigar. Tenho que me segurar para não rir.

- Como assim? – as três pedem juntas.

- Minhas criadas já fizeram – respondo e continuo comendo.

- Como ele é? - pergunta May.

- Não posso falar May, lembre-se que o noivo pode ouvir. – eu falo e ela olha para Maxon que esta com cara de indignado.

- Verdade, mas depois você me mostra? – ela pergunta e vejo que ela não é a única que quer ver. Resolvo brincar um pouco.

- Claro – todas sorriem – que não – falo e começo a rir – vocês apenas o veram no dia do casamento.

- America – minha mãe começa – não faça isso com a gente.

- Vocês me desculpem, mas é surpresa.

- Ai America a sua sorte é que vou hoje para casa. Porque senão eu dava um jeito de achar esse vestido – Nicolletta fala e todos riem – Não riem é verdade.

- É mesmo America – fala Orabella e Noemi concorda.

Depois disso começamos a conversar sobre outras coisas. Logo após o café eles vão embora.

- Mãe – falo me aproximando dela que estava conversando com Amberly – você queria falar comigo?

- Há sim, então America eu e seus irmãos vamos voltar para Carolina ainda hoje. – ela fala.

- Mas porque? – pergunto preocupada.

- Como você sabe esses dias ficamos no palácio, e queremos ir morar na casa que Maxon nos deu, mas quero ir para Carolina pegar algumas coisas que tem lá, e também tenho que passar a casa para o seu irmão. E Kenna, James e Astra irão vir, mas não iram morar com nos, James ira ser chefe de uma empresa filial de Carolina aqui em Angeles e por isso seu patrão deu uma casa para eles, mas por sorte é perto da nossa. – ela fala e sorri.

- Que horas vocês vão? – pergunta Amberly.

- Vamos antes do almoço e voltaremos em cerca de 4 dias – minha mãe responde.

- Mas mãe não quer que alguém busque as coisas pode ser perigoso. – falo e vejo que Amberly assente.

- O que é que pode ser perigoso? – pergunta alguém me assustando. Quando me viro vejo que é Maxon.

- Você quer me matar? – pergunto e ele sorri e passa o braço pela minha cintura – minha mãe estava falando que ira hoje antes do almoço para Carolina, para buscar algumas coisas, e eu estava dizendo se não era melhor alguém buscar, pois acho que pode ser perigoso. – respondo e ele parece pensar.

- Concordo com America – Clarkson fala vindo em nossa direção e envolvendo Amberly pela cintura.

- Eu sei que é mais seguro se alguém fosse por mim, mas tem coisas que so eu posso resolver, e alem do mais quero me despedir da minha antiga casa ate porque so Deus sabe o que Kota ira fazer com ela – minha me diz.

- Ok, mas pelo menos leve alguns guardas – Maxon diz e todos concordaram.

Minha mãe, May e Gerad partiram cerca de duas horas depois com um grupo de guardas liderados por Aspen, segundo Maxon, Aspen poderia ver sua família, mas no fundo eu sei que ele havia feito isso para não deixar Aspen perto de mim, digamos que Maxon é um pouco ciumento.

Mas pelo menos os dois conseguiam ficar na mesma sala e conversar civilizadamente. Aspen partiria em cerca de 2 meses para um treinamento, escolha dele, pois queria subir de cargo, e assim segundo ele, dar uma vida melhor a Lucy. Ela por sua vez estava sentindo saldades antecipadas, os dois estavam em um relacionamento sério, o que acabou convencendo Maxon que Aspen já não me amava mais, e não sei como, mas eles parecem ate amigos, eu disse PARECEM, pois conheço os eleitorados...

Minha tarde se resumiu em ficar com Amberly, Marlee e minhas criadas, já que as meninas haviam ido embora.

No final do dia eu estava exausta, mas pelo menos conseguimos fazer a lista de convidados que deu entre 850 pessoas, lista grande? Não, pelo menos não o que Silvia achou, mas por sorte Amberly ficou do meu lado e convenceu Silvia que estava de bom tamanho os 850 convidados.

Conseguimos também escolher o convite, que é muito fofo, mas queria mostrar para Maxon antes para ver se ele concordava.

- America – sou tirada dos meus pensamentos por Maxon sacudindo as mãos na minha frente. – você esta bem? Estou falando com você há cerca de 5 minutos e você não fala nada.

- Desculpa, estava pensando nos preparativos do casamento – ele sorri e me da um beijo – e alias preciso da sua opinião. – falo e ele sorri, acho que estava feliz em poder participar dos preparativos.

- Pois não senhorita America em que posso ajuda-la? – ele fala e nos rimos – temos cerca de – ele olha no relógio –uma hora e meia antes do jantar, acha que da tempo?

- Sim, vem – digo o levando ate meu quarto. Entro e so encontro Mary que faz uma reverencia e se retira. – preciso que você olhe a lista de convidados – falo entregando a planilha – tem poucos convidados cerca de 850 pessoas.

Depois de falar isso ele deixa a planilha cair fazendo um barulho alto quando se choca com o mármore. Começo a rir da sua cara.

- Tudo isso? – ele pergunta.

- Sim, e se não fosse pela sua mãe teria bem mais convidados. – falo e ele me olha sem entender – se fosse pela Silvia teria mais de 2000 pessoas na lista, mas enfim de uma olhada e vê se esta de acordo, se tem alguém que nos esquecemos, o que acho difícil porque a Silvia revisou umas 250 vezes, mas enfim, olhe e me fale. Também preciso saber se pode ser este convite – falo mostrando o convite para ele – se não gostar podemos trocar, não mandei fazer ainda.

- Não sei como te agradecer America – ele fala e fico sem entender.

- Como assim? – pergunto.

- Eu sei como deve ser difícil para você estar no meio disso tudo, um casamento gigante e ainda por cima tem a mídia, eu sei que você não gosta de ficar no “radar”. Sabe que não estranharia se você jogasse tudo para o alto e desistisse de casar comigo, pois sei que não valo esse esforço todo. – ele fala e fico indignada, como ele pode pensar que vale tão pouco?

- Então o senhor acha que eu irei lhe abandonar por causa de 850 convidados e por causa da mídia? Maxon, eu lutei por você, e não vai ser agora que irei desistir. É difícil? É. Mas nada acontece sem ter algo difícil. E o que vem fácil, vai fácil. Por isso NUNCA, JAMAIS repita isso, você me entendeu senhor, vossa alteza real de Illéa Maxon Calix Schreave?

- Claro senhorita America Singer, e futura princesa de Illéa America Singer Schreave. – ele diz e começamos a rir. – e sobre o convite pode ser esse sim, desde que me casse com você.

Ele diz e nos beijamos, mas somos interrompidos por Anne e Lucy que trazem meu vestido que irei usar amanha na minha primeira reunião no conselho.

- Desculpe-nos – diz Anne fazendo uma reverencia seguida por Lucy.

- Sem problemas – fala Maxon e eu juntos e começamos a rir, então falo – acho que temos que ir para o jantar, me esperem hoje a noite no quarto com Mary também tenho que falar sobre algumas coisas do casamento.

- Claro senhorita, iremos avisar a Mary. – concordo e eu e Maxon vamos para a sala de jantar.

No meio da janta uma criada entra apresada.

- Majestade, alteza – ela fala fazendo uma reverencia – um telefonema para a senhorita America – ela me diz e me da um telefone. E fico curiosa.

- Obrigada- me viro para Maxon - licença – digo e me alevanto e vou para fora da sala de jantar para atender.

- Alô? – diz uma voz do outro lado da linha...

 

POV May

 

Chegamos em Carolina, e pensar que é a ultima vez que venho aqui...

Vamos direto para casa e começamos a guardar coisas dentro de caixas, mamãe disse que levaríamos poucas coisas.

Quadros que eu e papai fizemos, álbuns de fotografia, algumas roupas, e mais algumas coisas que mamãe e eu não queríamos nos desfazer, também pegamos varias coisas de America.

Por questão de segurança passaríamos a noite em uma casa que o rei Clarkson havia alugado.

Já era de noite quando terminamos de encaixotar, isso foi rápido, amanha eles levariam para a nossa nova casa em Angeles, mas nos ainda  não poderíamos voltar, mamãe queria passar a casa para Kota e ajudar Kenna e James com a mudança.

- May – chama mamãe – chame Gerad e diz que já vamos.

- Aonde ele esta? – pergunto

- No antigo quarto dele – ela responde e vou em direção a seu quarto, mas chegando lá não encontro ele, mas encontro uma carta.

“ Olá. Pedimos desculpas por não podermos nos apresentar pessoalmente, mas vocês estavam muito ocupadas, e achamos melhor brincarmos com Gerad, e por falar nele, já sentiram sua falta?

Seu filho/irmão/sobrinho, ou sei lá mais o que agora esta conosco, e se quiserem verem novamente é melhor cuidar o que iram fazer.

Abraços do novo grupo rebelde,

 

 LETISTAS”

 

Letistas? Como assim cadê Gerad, fico desesperada e como a chorar e a berrar, nisso Aspen e mais alguns guardas aparecem e minha mãe logo atrás, todos perguntam o que houve, mas não consigo responde, apenas entrego a carta a Aspen e abraço minha mãe, que retribui, mas fica sem entender.

- May o que houve? E cadê Gerad? – ela pergunta e choro ainda mais.

- Senhora Singer, poderia me acompanhar – Aspen pergunta e minha mãe assente e o acompanha.

Não sei o que fazer, vou correndo ate minha bolsa e pego um telefone que Maxon havia me dado para falar com America enquanto estivesse fora. Abro os contatos e procuro pelo numero do palácio.

Logo alguém atende.

- Alô palácio de Illéa, boa noite, com quem eu falo? – uma voz feminina pergunta.

- Boa noite aqui quem fala é May Singer e preciso falar com a America. – respondo.

- Ok, aguarde um instante. – depois disso so ouço passos ate que ouço algumas vozes.

Vejo que ocorre uma movimentação.

- Alô? – falo esperando que alguém já estivesse do outro lado da linha.

 


Notas Finais


Vamos comentar? Beijinhos


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