História A Escolha é Sua - Capítulo 33


Escrita por: ~

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Categorias Henrique & Juliano
Personagens Henrique, Juliano, Personagens Originais
Tags A Escolha É Sua, Amor, Briga, Cristiano, Edson, Henrique, Juliano, Juliano Tavares, Maiara, Maraisa, Maria, Marília Mendonça, Mohana, Ricelly Henrique, Romance, Sertanejo, Thigo Brava, Zé Neto
Visualizações 226
Palavras 1.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooooi amores, voltei. Hoje consegui voltar mais cedo. Obrigada por todos os comentários, favoritos, leituras.
Espero que gostem do cap, obrigada pela capa gih, e me desculpem qualquer erro.

Capítulo 33 - Parece Piada


Fanfic / Fanfiction A Escolha é Sua - Capítulo 33 - Parece Piada

pov Lara

Eu já não aguento mais ficar no hospital, já haviam passado três dias da volta de Henrique e o médico havia dito que eram só mais alguns dias, mas esses dias nunca passavam.

“Já posso ir embora?” – Perguntei assim que o médico passou pela porta e Henrique riu.

“Bom dia.” – Disse o médico rindo. – “Vamos ver como você ta antes, tudo bem?” – Falou ele e balancei a cabeça positivamente, Henrique veio até mim e me ajudou a levantar a camisola. – “Os pontos tão bem sequinhos, alguns já caíram.” – Falou o médico. – “Deixa eu ver a perna.” – Disse ele erguendo a coberta e examinando minha perna, ele moveu ela para um lado e para o outro, mordi o lábio com a dor, ele se afastou, me arrumei na cama.

“E então?” – Perguntei.

“Hum... Eu vou te deixar ir pra casa.” – Respondeu ele, abri um sorriso enorme. – “Mas, com condições.” – Me cortou o médico e mudei minha fisionomia na hora. – “Você não pode ficar sozinha em hipótese alguma, vou te passar anti-inflamatórios e você vai ter que tomar todos certinho, também vai precisar usar uma botinha o tempo todo, menos para tomar banho e dormir.” – Falou.

“Mas... eu moro sozinha, eu vou ter que ficar sozinha.” – Expliquei.

“Tenho certeza que seu namorado não vai deixar isso acontecer.” – Ele falou apontando para Henrique e sorriu. – “Então mocinha, você está de alta. Só se trocar, assinar na recepção e ir pra casa.” – Falou ele e bati palminhas, Henrique riu e o médico saiu do quarto.

“Então, preparada pra ir pra casa?” – Perguntou ele.

“Sim, finalmente.” – Falei.

“Ok, então vamos, vou te ajudar a trocar a roupa.” – Falou Henrique vindo até mim, me ajudou a me trocar e enquanto eu estava arrumando a bolsa percebi ele mexendo no celular. Depois de pronta fomos até a recepção onde a enfermeira colocou a botinha em mim, e eu assinei a alta pegando a receita dos anti-inflamatórios.

“Você vai la pra casa está bem?” – Perguntou. – “Vai ficar la enquanto isso.” – Balancei a cabeça positivamente.

“Não quero atrapalhar seus pais.” – Falei honestamente.

“Você sabe que não atrapalha.” – Explicou.

“Então antes eu preciso passar no meu apartamento pegar algumas coisas, tudo bem?” – Perguntei e ele sorriu concordando.

Quando chegamos no meu apartamento Henrique subiu comigo, achei estranho por outro porteiro estar la e não o mesmo de sempre mas dei de ombros ignorando.

“Meu Deus.” – Falei colocando as mãos na boca quando abri a porta. Minha casa estava vazia, televisão, rádio, vídeo game, notebook, tudo. Entrei e fui até meu quarto abrindo meu guarda-roupa e todas as roupas tinha sumido. – “Alguém me explica, como me roubaram e ninguém viu? Ou me avisou?” – Perguntei me apoiando na parede. – “Não acredito, levaram tudo Henrique, tudo... Que eu vou fazer? Até minhas roupas.” – Falei já chorando, Henrique veio até mim e me abraçou.

“Calma. Vamos ligar pra polícia, fazer queixa e resolver, esta bem?” – Falou ele, balancei a cabeça positivamente, eu não conseguia nem falar. Henrique pegou o celular discando o número da policial e explicou a situação, o tempo todo sem me soltar, ligou depois para dona Maria e informou do acontecido.

“Eu preciso sentar, meu pé ta doendo.” – Falei e Henrique foi comigo até o sofá, uma das poucas coisas que haviam sobrado pois acredito que não deu para levar. Demorou um tempo que pareceu enorme para mim até os policiais chegarem, entreguei meus documentos a eles e ele registraram o ocorrido.

“Achei esse papel.” – Falou um deles, enquanto vinha de dentro do quarto e entregou para o que julguei ser o com a maior patente, que me entregou. Era um bilhete.

“Oi docinho, espero que não se importe, levei algumas coisas suas, espero que não se importe. Também ganhei uma grana divulgando algumas coisas pra imprensa, você nunca mais vai me ver, tchau.” – Li em voz alta e balancei a cabeça negativamente. – “Foi meu pai.” – Falei.

“Nossa, como um pai faz isso com a filha?” – Deixou escapar o outro policial mais novo.

“Você tem alguma informação dele, qualquer coisa?” – Questionou o policial.

“Endereço de uns quatro anos atrás, telefone de alguém que possa ter informações e nome completo dele e da esposa.” – Falei, Henrique segurava minha mão o tempo todo e me olhava com medo de que eu fosse desabar.

“Tudo bem, me passe as informações, vamos falar com o cindido e o porteiro para ver como ele entrou e retornamos para você, mas honestamente acho difícil recuperarmos algo.” – Explicou o policial.

“Tudo bem.” – Falei, passei as informações e os policiais falaram com o cindido e o porteiro, o que ajudou a descobrir que o porteiro antigo pode ter ajudado meu pai, pois sumiu. Depois que eles foram embora, Henrique me ajudou a trancar tudo e fomes em direção a sua casa.

“Minha menina, vai ficar tudo bem.” – Dona Maria falou vindo me abraçar assim que assei pela porta, não aguentei e desabei chorando abraçada com ele.

“É só pancada atrás de pancada, assim fica difícil.” – Falei e dona Maria me ajudou a sentar passando a mão no meu rosto.

“Estamos aqui.” – Falou Moh vindo até mim e segurando minha mão, sorri para ela e fiz carinho.

“Vai me ajudar a fazer compras?” – Perguntei e ela riu concordando, os olhos cheios de lágrimas.

“Como um pai faz isso?” – Falou seu Edson indignado.

“Ele nunca foi pai.” – Respondi. – “Ta tudo bem, eu só preciso descobrir o que eu vou fazer, ligar para a work e ver se eles me dão mais alguns dias.” – Falei.

“Já fiz isso, eles disseram que tem o tempo que precisar.” – Disse Henrique se sentando do meu lado e sorri para ele pegando sua mão.

“Obrigada cantor.” – Falei sorrindo fraco e ele beijou minha cabeça.

“É melhor dar algo pra ele comer.” – Falou Juliano.

“Também acho, vou lá fazer algo bem gostoso pra você.” – Disse dona Maria e foi em direção a cozinha.

“Obrigada viu? A todos vocês, de verdade, eu estaria perdida agora se não fossem vocês.” – Falei.

“Não precisa agradecer.” – Disse seu Edson e eu sorri para ele.

“Meu Deus Lara.” – Disse Mari passando pela porta feito um furacão e vindo até mim me abraçar.

“Devagar Marília.” – Falou Henrique, Mari mostrou o dedo do meio para ele e eu gargalhei retribuindo o abraço.

“Eu não sei nem o que falar, vai ficar tudo bem, ta bom?” – Falou ela, sorri concordando. – “Você deve estar destruída.” – Sorri, mas foi impossível, as lágrimas voltaram a cair, Mari me abraçou novamente. – “Vamos cuidar de você ta bom?” – Balancei a cabeça positivamente e limpei meu rosto.

“A comida ta pronta, trás ela pra cozinha.” – Falou dona Maria entrando na sala, Henrique me ajudou a ir até a cozinha e almoçamos, depois ele me levou para o quarto e troquei a roupa colocando uma dele e dormindo. 



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