História A escolhida - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Karin, Kiba Inuzuka, Kurenai Yuuhi, Naruto Uzumaki, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Álcool, Licantropia, Manicómio, Sasusaku
Exibições 729
Palavras 1.935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, Hentai, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bom esse é um projeto que desejo muito escrever!!! Sei que Naruto acabou. Mas minha paixão por sasusaku não❤❤.
Espero que gostem e registrem a opinião de vcs pois é muito importante
Sem delongas Boa Leitura👑👑👑

Capítulo 1 - A fera em tortura


Fanfic / Fanfiction A escolhida - Capítulo 1 - A fera em tortura

Era de manhã e como de costume eu acordei de bom humor... Era revigorante! Uma boa noite de sono era algo maravilhoso de se aproveitar. Porém hoje não seria um dia qualquer. Era meu primeiro dia de estágio em um manicômio. Meus pais sempre sonharam com minha formatura, entretanto medicina era a ala mais desejada por eles...

Ao contrário deles sempre quis entender como as pessoas diagnósticadas com "loucura" se portavam... Era um mistério entender como seus cérebros funcionavam e a causa de suas esquizofrenias. Uma vez li que a loucura era apenas um estágio mental da sabedoria... Vários artistas e filósofos foram loucos por descobrirem o que nos é possível hoje, então quem pode provar que isso é somente algo ruim?

Caminhei calmamente pelo quarto azul pastel bagunçado, e fui em direção ao banheiro tomando um rápido banho. A mente era cheia de segredos e principalmente a mente alheia...
Eu ainda não morava sozinha. Aos meus 22 anos a virjona coroa ainda sim permanecia intocável, e principalmente ainda de baixo do teto de seus progenitores. Não me importava se isso era bom ou ruim, apenas meus sonhos eram importantes.

Desci a escada da casa e fui em direção a cozinha de encontro com meus pais que me esperavam silenciosos para o café. Meu pai Kakashi tinha 48 anos e na minha opinião era um grande pedaço de mal caminho! Seu cabelo todo grisalho davam lhe um ar charmoso, ele trabalhava em uma multinacional de automação. Minha mãe porém, era uma florista simples e dedicada, chama se Kurenai e tem 46 anos...

Eu era bem mais parecida com ela, exceto pelo fato de eu ter adotado os cabelos róseos desde a fase de adolescência. Seu cabelo era um preto café, seu rosto e corpo era uma cor pêssego invejável, que por sorte eu herdei além dos olhos verdes da mesma.

Ambos me observavam calados enquanto tomavam seu café.
-Bom dia mãe e pai.
-Bom dia Sakura! Disse o homem que olhava seu celular.
-Então hoje é o grande dia! Perguntou minha mãe logo em seguida com um belo sorriso nos lábios.
-Sim! Respondi animada, eu realmente estava fazendo algo que eu gostava e não podia esconder. Talvez fosse loucura ser uma psiquiatra... De fato era mas eu não me importava, queria apenas excer o que eu mais gostava de fazer...
Tomei o café e fui em direção ao meu novo emprego...

Eu dirigia meu carro recém comprado de presente de aniversário, e pra ser sincera era a melhor sensação. Me concentrava na direção até que escutei tocar meu celular, coloquei no viva voz, e atendi. Era Ino!
-Sakura, está chegando?
-Sim estou a caminho já, porque?
-O professor Assuma não pode comparecer e pediu pra que você se colocasse a frente do"hospital especial".
-Certo, mas e você?
-Fui encarregada de ir a ala norte, não se preocupe... Você é a melhor da turma vai dar conta sozinha!
-Obrigada Ino!
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Ino era minha melhor amiga desde o colegiado e desde então estávamos juntas. Ino tinha se formado em psicologia e eu em "rainha do manicômio" assim como ela me chamava desde que nos formamos. Esse estágio era muito importante para ambas, mas como era de costume nosso professor sempre achava uma maneira de se livrar de suas responsabilidades...


E com grande peso de responsabilidade sobre meus ombros eu iria passar um dia inteiro naquele hospital tratando dos necessitados.
Dirigi cerca de de uma hora até o local e chegando pude ver como era calmo e silencioso. Alguns dos pacientes necessitavam de silêncio absoluto para o seu tratamento. Mas mesmo com tanta calmaria eu sentia que alguém me observava atentamente.

Chegando a recepção fui recebia por uma loira alta de batom vermelho.
-Bom dia, você deve ser a senhorita Haruno!
-Bom dia. Sim me chamo Sakura Haruno e vim estagiar hoje.
Eu observava cada pedaço daquele local e como ele aparentava ser um cenário de filme... Tão egocêntrico e diferente.
-Sim aqui estão seus materiais! Um jaleco, luvas, uma prancheta e um estetoscópio. Ela me entregou e logo fui em direção ao banheiro da recepção me vestir. Eu me olhava no espelho e sentia me a pessoa mais esquisita do mundo. Aqueles grandes óculos da ponta do nariz e meus cabelos ressecados não combinavam com minha essência. Jamais fui desleixada aquele ponto. As olheiras eram visíveis e ela nem era atuante ainda em sua profissão.
-Pronto? Ouvi a mulher me chamar.
-Sim já estou saindo!
Quando sai ela me esperava com uma prancheta com folhas nas mãos.
-Nesta prancheta tem o nome de todos os pacientes e suas doenças, alguns são agressivos outros nem tanto, mas tenha cuidado com ambos e principalmente com a última porta de ferro! Ela sorriu pra mim e me entregou o bloco de folhas. Hesitei um instante com suas últimas palavras mas continuei;
-A senhora não vai me acompanhar?
-Por falar nisso meu nome é Tsunade, e não, não posso lhe acompanhar, pois a recepção ficará vazia. Dito isso ela se virou e foi de volta aos seus afazeres.
Haviam vários enfermeiros muito deles homens e isso apenas confirmava o que Tsunade tinha dito... Homens eram necessários para amparar os pacientes violentos.
Respirei fundo e começei meu trabalho. Olhei o primeiro nome da lista
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-Minato Uzumaki
Idade: 48 anos
Doença: Esquizofrênico mental
Comportamento: instável
Quarto:101
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Era estranho mas, a sensação de perseguição só aumentava... Caminhei pelos corredores procurando a sala e logo um enfermeiro me acompanhou.
-A senhora e a nova doutora?
-Sim! Sakura Haruno.
-Prazer meu nome é Kiba. Ele apertou minha mão e caminhou ao meu lado em direção a sala.
-Este paciente está aqui a quanto tempo?
-Se não me engano uns seis meses apenas doutora. Respondeu-me o homem abrindo a porta do quarto.
Pude sentir o cheiro de álcool e amônia de longe... Ele devia estar dopado. Entrei silênciosamente me aproximando da cama onde o mesmo estava sentado em posição fetal. O quarto era médio possuía um banheiro e uma janela gradilhada em direção ao jardim.
-Bom dia Senhor Minato. Disse me aproximando do homem que me olhou entre mãos.
-Quem é você? Kushina? Ooo minha Kushina você voltou para mim? Ele tentava me tocar sendo impedido pelo enfermeiro.
-Calma não sou Kushina, mas adoraria que o senhor me contasse sobre ela...
O homem estava trêmulo e seus olhos iam em várias direções, alucinações eu pensava!.
Olhei em sua prancheta quais os medicamentos que ele tomava. E todos eram em altas doses, outrora remédios demais. Tomei nesse momento uma decisão drastica para um primeiro dia de estágio.
-Senhor KIba deixe nos a sós por 15 minutos!.
-Mas doutora!? Este homem está dopado!
-Sei disso, mas estou sob controle... Diminua as doses do composto com amônia e os diasepãs.
-Entendido! Dito isso ele saiu em silêncio deixando o homem sobre sua cama olhando para o vazio.
-Então prossigamo-nos senhor Minato...
-Kishina não está morta... Disse ele num sussurro.
-Quem é Kushina? Ela deve ser alguém muito especial pra você...
-Eu e minha esposa tivemos um lindo menininho sabia? Disse ele rindo exasperadamente.
-E onde está ele e sua esposa? Eu anotava tudo em seu prontuário, coisa que não existia no mesmo.
-Naruto acha que sou louco por isso me jogou aqui!
-E o que o senhor fez para estar aqui?
-Eu matei Kushina... Disse ele com um grande sorriso e depois caindo em lágrimas. Não fiquei tão chocada, mas eu tive um breve susto sobre aqua situação! Aquele homem tinha matado a própria esposa e estava arrependido? Ou era só um psicopata fingindo sor e sofrimento?
Aqueles quinze minutos tinham sido longos porém, valiosos, parecia que Minato estava gostando da ideia de ter alguém com quem conversar...
Visitei os vários quartos do andar em que fiquei responsável. Visitei uma mocinha que chorava com saudades da mãe. Mas logo percebi que ela nunca teve mãe e que tinha matado a família adotiva.
Visitei um rapaz de cabelos ruivos que transformava pessoas em bonecos vivos, e na pior das hipóteses ele tinha levantado interesse sobre mim...
Mas nada me causava pânico ou medo... Aquelas pessoas apenas estavam doentes e iriam ser saudáveis novamente...
Enfim eu iria ver quem era o paciente da sala 404, o paciente da porta de ferro o qual Tsunade tinha me alertado.
-kiba me acompahava atento a qualquer agressão vinda dos pacientes. Era muito mais alto que eu e possuía algumas cicatrizes sobre o rosto eu me sentia segura perto dele.
-Chegamos ao último paciente doutora!
-Pode abrir Kiba...

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Todos os dias era a mesma coisa... Solitário e frio... Eu estava naquele inferno por conta própria. Me regeitava a aceitar o quão sujo me tornei! Destrui tudo o que era mais importante pra mim e mesmo assim não era o bastante. Maldita fera... Ela sussurrava todos os momentos me tentando a ser quem eu negava ser. A Seis anos eu permanecia ali tentando fazer com que eu a dominasse e sem nenhum resultado.
Foi quando tudo começou. Eu sonhava com uma moça de olhos verdes e aí que a fera me torturava.
Me tornava agressivo ao ponto de esquecer os meus sentidos.
Dia após dia a moça me torturava despertando a fera. Eu sentia seu cheiro doce e isso só piorava. Foi quando ouvi uma voz e o mesmo cheiro muito mais forte e entorpecente.
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Sasuke Uchiha
Idade: 28 anos
Doença: não diagnósticada
Comportamento: agressivo
Quarto: 404
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-Abra Kiba!
-Ele está mais agressivo do que ultimamente a senhora não deveria entrar lá! Disse isso segurando a maçaneta da porta.

-Agradeço sua preocupação, mas ele quem precisa de proteção Kiba! Disse Sakura tomando a maçaneta abrindo à.
Não era um quarto normal. Era uma jaula dentro de um quarto. As paredes eram arranhadas e não possuía quase nenhuma claridade. Kiba me seguia preocupado enquanto eu me aproximava mais e mais das grades em busca do paciente. Segurei-me as grades da cela enquanto pude ver um corpo recuando com minha chegada.
-Senhor Sasuke... Não tenha medo estou aqui para lhe ajudar!. Sakura arrumava o óculos sobre o rosto para uma melhor visualização do ambiente. Sakura sentia arrepios por toda a parte e a sensação de perseguição agora se confirmava a medida que ela se aproximava daquele ser.
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Era realmente ela... A fera se agitou dentro de mim me fazendo recuar. Ela entrou olhando em minha direção a frente das barras de ferro. Eu podia ver claramente suas orbes brilhantes através da escuridão da cela. Era pequena e pálida. Sua boca parecia com um morango de tão delicada e vermelha. Eram só atrativos que me faziam mal. Eu queria alcansá-la e arrancar seus membros frágeis até que seus ossos trincassem, mas eu hesitava exausto.
-Senhor Sasuke... Não tenha medo estou aqui para lhe ajudar!.
Dizia ela quase num apelo...

-VAI EMBORA!!! Gritei num berro. Ela nada disse e achei que a mesma tivesse desistido.
-Kiba me dê as chaves irei entrar! Disse Sakura confiante estendendo a mão.
-A senhora está louca? Não vai entrar aí.
-Basta!! Ele está com problemas e eu sou a médica obedeça me por favor. Sakura pedia com toda compostura. Mas não aceitaria ser contrariada. A cada segundo que passava sua curiosidade só aumentava... Seu peito batia forte e o grito daquele homem só tinha lhe tocado mais. Quando notou já estava entrando dentro da cela e caminhando em direção a ele.
-Era alto e pálido, e possuía grandes cabelos negros que escorriam pelos seus ombros. Parecia estar em choque com minha aproximação.
-Calma só quero conversar... Disse eu a ele tocando seu ombro gentilmente foi quando...

Continua!!!


Notas Finais


E aí? Comentários movimentam a história❤❤❤ Estou aqui se quiserem opinar. Beijos


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