História A Escolhida Dos Deuses (EM HIATUS) - Capítulo 20


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Calipso, Clarisse La Rue, Connor Stoll, Dakota, Frank Zhang, Grover Underwood, Hazel Levesque, Hefesto, Jason Grace, Leo Valdez, Mitchell, Nico di Angelo, Paul Blofis, Percy Jackson, Personagens Originais, Piper Mclean, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Sally Jackson, Thalia Grace, Travis Stoll, Will Solace
Tags Annabeth, Chris Rodrigues, Clarisse, Connor, Deuses Gregos, Frank, Hazel, Hdo, Jason, Leo, Marine Jandy, Nico, Percy Jackson, Piper, Pjo, Poseidon, Reyna, Romanos, Travis, will
Visualizações 20
Palavras 2.851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá Pães De Mel!!!!
Eu peço trocentos milhões de desculpas pela demora!!!!
Minha criatividade oscila para caramba e eu escrevo muitas histórias ao mesmo tempo porque eu não consigo pensar em uma só. Aí eu vou escrevendo um pouco de uma e um pouco de outra.
Eu me inspirei bastante para fazer esse capítulo, ele vai explicar um pouquinho sobre o passado da Lina.
E caso se perguntem: SIM!!!!!!! Fui eu quem desenhei a capa. Mas não foi o meu melhor desenho por que eu não sou acostumada a desenhar em estilo kawaii.

Capítulo 20 - Amizade de irmãs


Fanfic / Fanfiction A Escolhida Dos Deuses (EM HIATUS) - Capítulo 20 - Amizade de irmãs

- Sou eu, a Lina. Sua irmã. - Lina segura a mão de Mary e se aproxima.

- Não... - Mary a encarou com um olhar profundo e vazio. - A minha irmã está morta.

P.o.v. Lina

...

Aquelas palavras doeram mais do que as surras que recebi de Ares durante o meu treinamento.

Como?

É só o que eu me pergunto.

Como ser rejeitada pela minha irmã, sendo que eu mal a conheço, pode doer tanto?

Flashback on

- Ei criança! Não vai se levantar? - A voz amarga de Ares me chamava enquanto ele chutava as minhas costelas. Eu tinha o que? 11 anos?

Rolei para o lado, ainda agarrada na minha espada. Fugi de alguns golpes de Ares, mas ele estava só brincando comigo... Vi os movimentos dele, estudei-os por vários minutos, até achar um padrão. Então o ataquei.

Impeli a minha espada para frente. Mas era previsível demais. Ele me chutou no estômago e eu fui jogada para trás com o impacto, cuspi um pouco de sangue e lhe lancei um olhar determinado.

Tentei de novo: Corri em sua direção e me direcionei para o seu flanco direito, mas antes dele reagir eu ergui mais a minha espada, atacando a sua cabeça. Ele se abaixou e agarrou a minha cintura, me jogando para cima, mas ele saiu de baixo me fazendo cair no chão duro e ele pisou em cima de mim de novo.

Me remexi e cravei a minha espada em sua perna, rasguei a sua panturrilha antes de sair de baixo o seu pé, puxando a minha espada junto.

Me afastei uns 3 metros dele antes de sair correndo em sua direção com a espada apontada para o seu peito, então, quando ele se preparou para defender, eu mudei o ataque. Rapidamente direcionei a minha espada para o seu flanco esquerdo e antes de a espada atingi-lo, eu lhe dei um gancho de direita.

Ouvi o barulho do esmalte de seus dentes rachando e quando me afastei pude ver a quantia de sangue que escorria da sua boca.

- Entendi.... - Ares sussurrou sorridente. - Você partiu pra o ataque físico por causa da sua força sobre-humana... Você é realmente esperta garota, acho que eu devia ter ouvido Atena quando ela me disse para não te subestimar.

Eu não falei uma palavras, apenas fiquei ali, em posição de Ataque.

Cada músculo do meu corpo doía, eu me sentia como uma porcelana rachada pestes a quebrar e meu suor, misturado com o sal dos meus cabelos tornava difícil enxergar. Meus ferimentos eram grandes e em grande quantidade, eu estava treinando a horas e tudo o que fiz foi dar uns golpes inúteis e apanhar pacas no resto do tempo.

- Ei garota, acabamos por hoje. - Ares diz já se virando e saindo pelas enormes portas de mármore branco de uma das construções do Olimpo.

Com dificuldade, transformei a minha espada de volta em anel e me arrastei para fora. Eu não enxergava quase nada, tanto pelo suor sobre os meus olhos quanto pela tontura e provável concussão que tinha nesse momento.

- Santo seja Zeus! Lina, eu já disse para maneirar nos treinos! - Aquela voz conhecida e reconfortante exclamou, exagerado como sempre.

- Eu não posso. Você sabe disso, primo. - Digo caminhando com dificuldade, antes de cair e ser pega pelos braços de Apolo.

- Deuses... Lina, venha. - Ele me ajudou a caminhar e me levou para algum lugar que eu realmente não sei qual era. Ele me sentou em uma cama e tocou na minha testa. Eu me senti melhor, mas a dor abriu espaço para o sono e eu acabei dormindo.

Não me lembro de ter sonhado naquele dia, mas quando acordei, Apolo ainda estava ali.

- Você tem que voltar para o palácio de Poseidon, mas quando chegarmos lá eu vou ter uma séria conversa com o meu tio. Você precisa descansar, não pode treinar tanto sem descanso, afinal, você ainda é uma mortal... - Ele parou de falar quando notou que eu estava chorando. - O que foi?

- É como você disse, eu sou uma mortal, mas mesmo assim estou aqui! Enquanto a minha irmã tem uma boa, normal e pacífica vida. Por que?! Por que eu estou aqui e não ela? Ou melhor, por que eu não estou lá com ela!? - Falo aos prantos e sinto Apolo me abraçar.

- Você está aqui porque está sendo preparada para o que está por vir, a Mary não está aqui porque eu não podia tirar as duas únicas filhas da Elizabeth, não quando ela viu a Mary nascer... Eu dei anestesia para ela, mas a Mary nasceu antes que ela estivesse completamente apagada, então não tinha como tirar dela mais uma filha. E você não está com a Mary para poder protege-la, afinal, com esse treinamento, você tem uma grande chance de sobrevivência, já a Mary... Como ela não está sendo treinada, as chances dela são poucas. - Eu falou afagando os meus cabelos e eu afundei o meu rosto em seu peito. Dês de que eu era pequena, Apolo tem agido como meu amigo, considero mais ele como família do que Poseidon. Ariadne também gasta de mim e me trata como parte da família e, estranhamente, Hades decidiu me apadrinhar e tem me treinado, mas não como Ares... Longe disso. Hades pareceu simpatizar comigo e me da dicas de técnicas de batalha, assim como Atena, mas ele não é tão sério, até chegou a comparar a minha coragem e perseverança com a de Bianca Di Ângelo, a sua falecida filha. Ele também me fala muito do seu filho, Nico.

Flashback off

- Mary... Eu-- Eu tenho tanta coisa pra te explicar... - Falo com os olhos marejados. Por sorte, Mary foi a primeira a acordar, então teríamos mais tempo.

- Acho melhor se explicar mesmo. - Tanto a voz quanto o olhar de Mary eram frios como o gelo.

- Por onde eu começo...? Bem, quando eu nasci, os deuses decidiram me levar e me criar entre eles, me dando treinamentos e conhecimento o suficiente para que eu pudesse executar a minha função e salvar o Olimpo.

- Mas por que não me levaram junto? Por que não deixaram pelo menos a mamãe te conhecer? Por que você nunca veio falar conosco? Um simples "Oi, eu estou viva" já seria o suficiente! - Mary explodiu de raiva.

- Pelo jeito como você diz isso, parece que a mamãe ficou muito abalada...

- É claro que ela ficou!

- Então! Se ela ficou assim sem mim, imagina se ela não tivesse nós duas!

- Mas você podia ter nos visitado...

- Os deuses disseram que era arriscado e que Elizabeth podia se recusar a me devolver, então nós correríamos perigo....

- Mas podiam pelo menos ter dito que você estava viva....

- A nossa mãe podia não concordar com o treinamento ao qual eu fui submetida...

P.o.v. Mary

Ela tinha razão, tinha razão em tudo! Mas eu não podia deixar de ficar irritada...

Quando Lina proferiu as palavras "tipo de treinamento ao qual eu fui submetida" com aquela cara sofrida, só então eu notei a quantia absurda de cicatrizes dela. Como a Lina estava de camiseta de manga curta pude ver todas aquelas marcas brancas em seus braços, mas, em comparação, ela só tinha uma cicatriz no rosto: Na sua bochecha esquerda, logo abaixo do olho.

Acho que ela viu o meu olhar se suavizar, porque segurou a minha mão com força. Logo que ela fez isso, vi uma cicatriz na palma da sua mão direita, também a única naquela região.

- Desculpe por gritar com você... acho que tem toda a razão, mas... eu não consigo deixar de pensar que poderia ter sido diferente. - Falo com os olhos marejados ao me lembrar de como a minha mãe era distante na minha infância e o quanto ela sofreu com a "morte" da Lina.

- Eu pensava a mesma coisa, cheguei até a brigar com Apolo...

- Apolo... O DEUS Apolo?

- Esse aí. Foi ele que me ensinou a dirigir.

- Na carruagem do sol?

- Talvez eu tenha queimado algumas florestas indo baixo de mais, mas sim, foi no carro sport do sol.

- Carro sport?

- Nem me pergunta, os gostos de Apolo são duvidáveis.

E de repente uma discussão virou uma conversa amigável e divertida.

Conforme o tempo passou, os outros foram acordando aos poucos ,e no fim, Leo foi o último a acordar. Quando ele viu a Caly desabou em lágrimas e me lançou um olhar amedrontador, não sei porque, mas eu tive a sensação de que ele entendeu mal o que viu antes de eu desmaiar.

[...]

Depois de um pouco de repouso eu saí da enfermaria e fui recebida por um filho de ares bem esquentadinho...

- Que tipo de escolhida você é? - Aquelas palavras proferidas por Sherman Yang só serviram para baixar mais a minha autoestima. - Você mal saiu daqui e já voltou, cadê aquela confiança toda? - Provavelmente ele teve problemas e estava só descontando em mim, mas machucou mesmo assim. - Em "Escolhida"? - Shermas se aproximava de mim a cada palavra e eu ia para trás assustada, até Lina entrar na minha frente.

- Acho melhor você se acalmar. - Lina falou com a voz firme.

- Arranjou uma guarda-costas por acaso?

- Eu disse para se acalmar.

- Mas eu não quero ficar calmo. - O garoto foi para cima da Lina e, provavelmente, aquele foi o maior erro da vida dele.

Lina agarrou o braço esquerdo dele e chutou os calcanhares dele, fazendo-o cair de joelhos. Então ela deu a volta nele e pôs uma das mãos escoradas em seu cotovelo, segurando o seu pulso em outra.

- Por favor, peça desculpas à Mary. - Lina pediu com suavidade, mantendo uma expressão vazia e assustadora.

- E se eu não quiser? - Sherman deu um sorriso cínico para Lina. Ela, com um movimento tão suave que nem pareceu ter força, empurrou o cotovelo dele e todos puderam ouvir o estalar de seu osso se quebrando, então ela virou o braço dele e o jogou no chão, pisando na cabeça dele.

- Peça desculpas.

- O-okay.... - Ele choramingou. - Me... Me desculpe Ma-Marine.... - Foi só ele pronunciar essas palavras que a Lina o soltou, então puxou-o pelo braço direito e o jogou sobre o ombro.

- Vou leva-lo para a enfermaria. Com a sua licença Mary. - Lina passou por mim carregando Sherman e a pequena multidão abriu espaço para que ela passasse.

- Quem era aquela versão mais durona de você? - Nico pergunta aparecendo ao me lado.

- Ei! - Lhe dei um soco no braço, mas logo depois o puxei e lhe dei um selinho. - Oi... Aquela era Lina. A minha irmã gêmea.

- Irmã? Você tem irmã? Dês de quando? - Nico me pergunta.

- Eu sempre tive, mas até meia hora atrás eu achava que ela estava morta. - falo dando de ombros.

- Como você nunca mencionou uma coisa assim?

- Eu evito falar dessas coisas... Antes, só de pensar nisso batia uma bad - falo, mas então sorrio -. Acho que agora não vai mais ser assim.

- E da onde veio aquela menina? - Nico pergunta dando uma olhada na direção da enfermaria, para onde a Lina tinha ido.

- Eu sinceramente não sei, ela já estava lá quando eu acordei. - Dou de ombros novamente.

P.o.v. Lina

Quando deixei Sherman sob os cuidados de Will eu notei que Eric estava sentado em uma das macas perto dali, caminhei até ele, que sorriu ao me notar.

- Como vai Lina? - Ele perguntou ajeitando os óculos.

- Melhor que você. - Falo e me sento em um banco ao lado de sua maca.

- Eu não sei como. Você estava mais machucada do que eu.

- Eu me curo rápido. Mas e você? algo para perguntar? geralmente, quando se descobre que é um semideus acho que as pessoas ficam curiosas.

- Eu estou é confuso. Quer dizer, o que aconteceu naquela hora? Que bicho era aquele?

- Era uma Campe, como a dos mitos gregos.

- E o cara com uma centena de braços?

- Um sentimano, como nos mitos gregos.

- E aquele cachorro gigante?

- O Rufus é um cão infernal, mas não se preocupe, ele é bonzinho. - Eu sorrio serenamente.

- Você devia fazer isso mais vezes.

- Isso o que?

- Sorrir. Você fica bonita sorrindo.

- Eu tinha esquecido como era sorrir esses últimos tempos... - Digo lembrando da minha época treinando com Ares, mas então eu lembro do meu tempo com Apolo e com Hades. Pera aí... Hades, o filho dele está aqui no acampamento. Da última vez que eu falei com Hades ele disse que o seu filho já tinha se acostumado com a vida no Acampamento. - Preciso fazer uma coisa.

Corro para fora da enfermaria, deixando Eric sozinho. Quando encontro Mary ela estava conversando com um garoto bem trevoso.

- Mary, por acaso você conhece alguém chamado Nico Di Ângelo? - Pergunto meio que rápido demais. Mary começa a rir e então aponta para trás de mim, para o garoto.

- Eu sou Nico Di Ângelo. - O garoto me olha, provavelmente se perguntando se eu o conhecia.

- Eu sou Lina, seu pai me falou muito de você. - Falo estendendo a minha mão para o garoto que me encarou desconfiado.

- Meu pai? Hades?

- Sim, ele vivia me falando de você e dizendo que eu precisava te conhecer.

- Dês de quando você conhece o meu pai?

- Ele me treina dês de criança, eu passei um bom tempo no mundo inferior com ele.

- O que?

-Eu fui treinada pelos deuses, inclusive o seu pai, para salvar o Olimpo. Passei bastante tempo no mundo inferior trinando com o seu pai, ele até me apadrinhou e disse inúmeras vezes que eu precisava te conhecer.

-Ótimo, que bom. Ele diz que você precisa me conhecer mas me avisar que apadrinhou alguém nada, né? Ainda bem que Hades é um bom guerreiro, por que como pai... Vou te contar. - Nico diz emburrado e Lina da uma pequena risada.

[...]

Era noite, todos os semideuses inconscientes já haviam acordado, inclusive uma que eu nem fazia ideia que estava desmaiada. Ela aparentava ser mais ova que eu, cabelos castanho escuro cacheados e olhos lilases. Eu a reconheci, era Lindsay Evans, uma filha de Dioniso.

Quíron pediu para falar com os semideuses da profecia, mas não me deixou entrar.

- Vou falar de você depois, agora deixe-me ficar a par de tudo o que houve. - ELe disse antes de fechar a porta e me deixar sozinha com a Lindsay na sala de espera.

Assim que  porta se fechou, a filha de Dioniso começou a soluçar baixinho, quando olhei mais atentamente para para ela, percebi as lágrimas que escorriam pelo seu rosto.

- O que houve...? - Perguntei me sentando ao lado dela, em um sofá de dois lugares que havia ali.

- Eu... eu juro que não queria ter feito aquilo.... Mas eu tinha que fazer! Me desculpe... EU não queria.... Não queria ter... - A garota estava aos prantos, não resisti e a abracei, ela afundou a cabeça nos meus peitos e se aninhou, ainda chorando e soluçando.

- Está tudo bem... Calma. - Falei acariciando os seus cabelos.

- Não está tudo bem... Eu... Eu matei a filha de Atlas... - A garota não parava de chorar, e agora eu entendia o por quê.

- Por que fez isso? Você disse que não queria, certo? Então tem que ter havido um bom motivo. - Falo com a maior calma que eu consegui juntar do fundo do meu ser.

- Foi Hera. Ela disse que eu precisava fazer aquilo, senão o Olimpo seria destruído... Ela disse que seu eu não fizesse o que fiz tudo o que eu amo estaria perdido... - Lindsay olhou-me no fundo dos meus olhos e notou a minha surpresa. - Eu sinto tanto.... Não devia ter feito aquilo...

- Você fez o que julgou certo. Se você não o fizesse outro iria fazer, a culpa não foi sua. - Falo tranquilizando-a, então Quíron abre a porta.

- Já pode entrar, Lina.

- A Lindsay tem algo a contar para todos também. - Falo me levantando e estendendo a mão para que Lindsay se levante também, ela pegou a minha mão timidamente e eu a guiei até dentro da sala com a mesa de ping pong.

Ao entrar, notei Mary chorando e Leo a encarando raivoso. Mas todos  pararam de fazer o que faziam e nos encararam. Lindsay segurou mais firme o meu braço e se encolheu, com lágrimas nos olhos.

- E-eu... - Linds se engasgou com as palavras.

- Esta é Lindsay Evans, filha de Dioniso, e eu sou Lina Jandry, irmã gêmea da Mary. Acho que nós duas temos coisas a lhes explicar.

Continua...


Notas Finais


E aí?
O que acharam da Lindsay?!
Minha criação!!!
O que acharam do passado da Lina? Quase chorei escrevendo!
E aquela reconciliação? Achei tão fofo!
Espero que tenham gostado!
POR FAVOR COMENTEM!!!!!!!!!
Sério, pelo amor dos deuses do Olimpo!!!!!!
Até os comentários ou no próximo capítulo!
Beijos doces para vocês, Pães De Mel!


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