História A Escritora - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang, SeungRi
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Personagens Originais, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Big Bang, Bigbang, Romance, Seungri
Exibições 14
Palavras 3.340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Comédia, Crossover, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu deveria estar dormindo agora, assim como eu devia ter postado esse capitulo a algumas semanas.
Desculpem-me pela demora absurda.
Tempos agitados, compromissos.
Falto horário para escrever!
Mas eis-me aqui.
Bora ler o capitulo, mais grande que já escrevi.
ATENÇÃO TEM HOT.
Que pode ter ficado bom ou não.
Sou nova nisso.

Capítulo 4 - Particular


Fanfic / Fanfiction A Escritora - Capítulo 4 - Particular

Lynda Haenel

Alguns minutos depois...

            Quando Lynda Olivares Haenel, diz que é precavida. Apenas se cale e creia nela. Por que mesmo que às vezes pareça ou até mesmo seja, inconsequente e doida...

Sempre estou preparada para o que é imprevisto pros outros. Pois simplesmente sei o que eu quero. E o que eu quero 96% das vezes, − Pra não dizer cem. − consigo ter sobre minhas mãos.

Ou seja, sou pragmática, e ainda que raramente aja por impulso. Dou um jeito, para quê tudo fique ao meu favor. O que quero dizer é que no básico, tudo que faço é pensado com muita antecedência.

E vamos jogar no ventilador, alguns segredos.

A escolha do Club, minha vinda pra Coréia. − A história do globo terrestre, que contei pra Luiza. Era somente, para dar uma descontraída. Aliviar um pouco a responsabilidade que implica tudo. Por que pra ser sincera, o amor que sinto quando escrevo, não basta pra me livrar do estresse cotidiano que sinto, quando minha editora, de longe chata, liga para reavisar o prazo de entrega, mesmo que ele esteja, há milhas de vencer. Ou quando as palavras não se encaixam como quero, e não refletem minhas ideias. Até o medo que tenho de não agradar meus leitores. De vez em quanto me encontro na definição de paranoica. #Chega de desabafo. Vamos voltar ao assunto principal... − Não sou tão imprudente assim.

Então o Ellui, foi meu ponto de partida estratégico. Eu sabia que poderia terminar a noite ou madruga, com Luiza e Mi Na em um estado de quase coma alcoólico no Loft que estou alugando. Mas, havia chances fortes de isso não acontecer. O que, por graças a Afrodite – Ninguém me tira da cabeça que foi ela. − é o caso.

Portanto, fiz uma reserva no hotel ao lado. Que tem o mesmo nome do Club, algo normal, já que um pertence ao outro. − Sou uma ótima pesquisadora, quando preciso. − Por ter sido feita às pressas, consegui apenas um quarto, mas com duas camas. E pelo modo que as duas – que até anteontem nem se conheciam − estão se dando tão bem, acho que não irão reclamar de compartilhar o recinto.

O fato é que eu não conseguiria ter uma boa noite com o semideus do bar. − E espero que ele seja tão bom quanto parece. − Sabendo que minhas duas coelhinhas dançantes estariam sozinhas e bêbadas. Seria uma cadela vadia se fizesse isso com elas.

− Por que tivemos que sair agora? − Pergunta Luiza manhosa, piscando suas órbitas castanhas pra mim. Enquanto eu a coloco na cama.

− Por que, suas pernas não te sustentam e Mi Na estava reclamando de dor de cabeça. − Mi Na não está com dor de cabeça, e muito menos reclamando. E sei, sou uma péssima pessoa, por inventar algo tão merda, pra escapar ao encontro daquele homem, que até agora, só sei o nome.

Trocando a farra das garotas, por algo possivelmente caliente!

Elas fariam o mesmo se estivessem no meu lugar. Sim, fariam, sem nem pestanejar.

Luiza não protestou contra meus argumentos, enquanto colocava o cobertor sobre ela, depois de retirar seus sapatos. E quando olhei pro seu rosto de novo, percebi o motivo, Lu já estava dormindo. Encolhida e de lado, como sempre.

Afastei seu cabelo preto, que ficou alojado na curvatura do pescoço. E me virei para cobrir Mi Na.

Ao contrário de Lu que parece um bebê crescido dormindo, por suas bochechas que acho incrivelmente fofas e a feição que fica suave. Mi Na parece uma boneca, com pele de porcelana e olhos destacados por cílios grandes e curvilíneos. – Confesso: às vezes, tenho um pouquinho de inveja. − Desde que nos conhecemos em Marseille, eu disse isso a ela.

Lá: Dividimos um dos quartos da republica, frequentamos o mesmo polo universitário. E exploramos as maravilhas e peculiaridades da cidade francesa juntas.

Havia outros estrangeiros, tanto na casa quanto no curso, e nos demos bem com eles, mas Mi Na e eu criamos um laço forte de amizade, junto de Thierry, mas não quero falar sobre ele.

De todos que conheci e convivi na cidade do país europeu, ela foi à única que mantive contato, depois de três longos, conturbados e bem-aventurados anos.

Mi Na não é aquela amiga de infância que sabe quase todos os seus segredos, e escutou as lamúrias da adolescência. Mas posso garantir que minha amizade com ela, está no mesmo patamar da que tenho com Luiza.

Também puxo o cobertor delicadamente para cima de seus ombros.

Eu cuido dos que amo. E eu amo essas vadias que beberam tanto até caírem anestesiadas na cama. Nem parece que são mais velhas do que eu. Quatro e dois meses, não é muito. Mais ainda sim, nasceram primeiro, deveriam ter mais consideração.

Olhei o relógio sobre o bidê entre as duas camas. Eu pedi 35m há ele. E me restam dez agora. Tenho tempo suficiente para escrever um bilhete e fazer algumas coisinhas, antes de subir do F até o último andar.

Coisas que você aprende quando pesquisa ou se tem uma amiga de origem coreana. Coreanos consideram o n° 4, um número de azar, na verdade pra eles significa morte, e como tudo, levam isso muito a sério. Tanto que você não vai encontrar o botão de quarto andar no elevador de um prédio. Porque os donos do edifício se não pulam este número, colocam um F no lugar. – Isso serve também para casas decimais que iniciam ou terminam com o dito cujo. − O que eu ganhei, sabendo disto? Não me perdi quando entrei no elevador. O que você ganhou? Informação útil ou descartável.

Ah, e nunca de presentes com quatro itens.

Lembre-se.

Quatro = Morte

***

11 min depois...

Eu não estou insegura, com as mãos suadas e nojentas, ou um coração acelerado por antecipação.

Na verdade, minha excitação foi embora, assim que tive que arrastar aquelas duas, − que deveriam me ajudar – para fora do Club.

Estou muito serena, com as costas contra o metal do elevador, consciente que há uma câmera de segurança me filmando, ao mesmo tempo em que vejo cada andar sendo deixado pra trás.

Você é louca Haenel. Uma louca varrida. – Grita meu eu interior. Mas não me importo.

Quando o elevador para, e as portas deslizam revelando outra de mogno. Eu fico mínima e rapidamente inquieta. O desconhecido atraente do bar está provavelmente do outro lado, dentro da suíte.

Talvez me esperando, com uma taça de champanhe e sem camisa.

Acho que leu livros de romance (antigos) demais Lynda. Só que a overdose de alucinações pelo seu exagero vem em efeito retardo.

Balancei a cabeça, ignorando minha voz interior de novo. Aja não pense.

Um péssimo conselho, para outras (quase todas) situações.

Dei apenas uma batida na porta, e ela em segundos se abriu. Revelando um abdômen definido, nem um pouco bronzeado, mas tentador. Segurei minha mão no lugar, para não deslizar meus dedos sobre ele.

Por que diabos, você está olhando pra baixo?

− Você demorou.

Foquei no rosto de Seung Hyun, o lugar que eu deveria estar olhando desde o inicio.

Convencido! Seu olhar, sorriso, expressão. Tudo nele, apesar de ser irresistível, está exalando uma aura irritantemente convencida.

Assim foi minha vez de curvar os lábios pra cima.

Primeira constatação: Ele é um jogador.

Mas adivinhe, − Tenho certeza que já ouviste está frase em algum lugar. – dois podem jogar esse jogo.

Se eu fosse uma mulher inocente, iludida, está hora eu estaria caminhando pra minha morte sentimental.

Arqueei minha sobrancelha.

− Não vai me convidar para entrar? – Falei entretida. – Não é nada cavalheiresco deixar uma mulher parada diante de sua porta.

Ele riu escasso, e seus olhos ficaram menores com a ação. Mais do que já havia visto antes. Quando Mi Na ri seus olhos não comprimem tanto. Não formam um sorriso encantador, como os dele.

A mão de Seung se estendeu até mim, seus dedos resvalaram nos meus, cercaram meu pulso. Então sem cerimônias, ele me puxou para dentro do quarto. De encontro ao seu peito despido.

Respirei fundo, quando seus olhos se grudaram aos meus, na curta distância adquirida, − com somente centímetros me impedindo de beija-lo. − Seung segurou minha mão direita em minha costa. Enquanto sua outra entrava vagarosamente, como uma massagem relaxante, emaranhando os fios do meu cabelo.

− Eu queria conversar com você, antes de te ver nua. – Os olhos de Seung se desprenderam dos meus. E sua boca se aproximou do meu ouvido. – Mas não acho mais viável. – Sussurrou antes de usar os dentes pra puxar o lóbulo da minha orelha.

Eu quase estremeci, por causa de meu ponto fraco inconveniente, e por que ele definitivamente está mexendo comigo.

− A porta ainda está aberta. – Constatei forçando um tom de voz neutro.

Você precisa fazer mais, se quiser me tirar o fôlego querido.

Ele riu o tipo de riso que não há som, apenas o movimento acentuado do peito, e me soltou, antes de passar por mim, e num ato moroso trancar a porta.

Eu sorri e passei os olhos pela suíte. Cama grande, com uma bela vista ampla e envidraçada para o Rio Han. Criados mudos, adornados por luminárias hodiernas. Quadros artístico de pinturas simplistas e elegantes. Escrivaninha moderna num canto sob um telefone antiquado. Sofás espaçosos de couro ao redor de uma mesa de centro imaculada, um pequeno bar com bebidas e frigobar, e portas duplas que dão acesso ao que acredito ser o banheiro. É glamorosa e vasta, mas não deixa de ser opressora.

Odeio hotéis.

− Você quer uma bebida? – Ele questiona após caminhar com graciosidade até o bar, e pegar uma taça com resquícios de vinho tinto.

− Não, mas obrigada. – Respondi, largando minha clutch sobre a mesa de centro. Sentei em um dos sofás, − O que me dá uma visão do minibar. − para tirar minhas botas. Assim pude o ver entornar o restante do conteúdo existente na taça, e seus músculos das costas se contrair com a ação leviana.

Unhas; quero deixar marcas ali.

Seung virou no exato momento em que eu admirava seu corpo, com água na boca. Deixando a taça vazia sobre o balcão, longe de suas mãos. Ele começou andar até mim lentamente, com um olhar escuro, beirando ao misterioso e cada vez mais ávido.

Eu continuei sentada. Negando-me a mover qualquer músculo, mesmo com a intensidade da agitação em meu interior aumentando.

Reações: tenho reações imediatas perto dele. Isso é possível? É ridículo, mais é.

Somente o observei, chegando mais perto como um felino despreocupado. Pondo as palmas da mão sobre o encosto de couro do sofá. Se inclinando sobre mim, formando uma espécie de prisão com seus braços visivelmente fortes.

E mais uma vez o sorriso safado apareceu, acompanhado de um olhar sedutor e desafiador.

Não estou mais a fim de enrolar, ou parecer uma garota tímida, talvez difícil.

Segurei seu maxilar, olhando firme o carvão que são as pupilas de seus olhos. E fiz o que eu desejei desde nossa interação na boate. Ou seja; beija-lo com o total controle.

Resvalar os lábios nos seus, mover a mão pra sua nuca e traze-lo para mais perto de mim. Foi apenas o começo.

Eu quero mais do que um simples beijo.

E sentir o sabor do vinho − que o estranho chamado Seung Hyun estava saboreando. − em minha língua. Está me deixando fatalmente mais quente e excitada. Suspirei forte, e mordi seu lábio antes de me afastar um pouco ofegante.

Ele ainda está inclinado sobre mim, eu ainda continuo no mesmo lugar, só que estou excitada, e Seung tem os lábios lindamente esculpidos mais vermelhos.

− Não quero dormir com você, neste sofá. – Falo com a mão passeando por sua nuca. – Bem... – Sorri e beijei o canto de sua boca. – não pretendo começar por aqui. – murmurei.

Ele me olha divertido, e pergunta intrigado, passando sua mão esquerda pra minha cintura. – Então por onde quer começar, Lynda? – Eu gostei de ouvir o meu nome ser dito, no tom rouco de sua voz. E perceber suas intenções claras de me despir, me aqueceu ainda mais.

Os dedos de Seung deslizam na borda da minha regata de seda, enquanto ele me encara sugestivo. Movimento-me um pouco pra frente, para facilitar a retirada da peça, antes de dizer com uma sinceridade marota.

− Eu gosto da visão que se tem daquela cama. – Olhei brevemente a janela, alta o bastante para ir do teto ao chão. – O que acha?

− Eu? – Ele me beijou rápido. – Acho que você... – Ergueu-se me oferecendo sua mão. – ficaria bem contra aquele vidro. – Molhei os lábios imaginando a cena.

Por que a temperatura aqui parece ter elevado?

Segurei sua mão estendida e permite ser erguida por ele, que prontamente agarrou-me pela cintura.

Pus meus braços, envolta do pescoço de Seung Hyun, − vulgo filho de Afrodite. – no momento em que me beijou outra vez de um modo voraz, e finalmente usou suas mãos pra explorar meu corpo, tocando-me da forma mais correta possível.

 − Ele é bom e hábil com as mãos. − Pensei, assim que tive as mesmas apertando minha bunda com vontade, − o que arrancou um suspiro surpreso da minha boca. − abrindo o zíper da minha saia, desprendendo facilmente o fecho de meu sutiã. E puxando-me pra mais perto.

Eu sorri indulgente, entres os beijos, ávidos e inebriantes.

Seung não é o primeiro sexo casual que terei. Mais de longe está me fazendo sentir tão animada e curiosa, quanto os outros. – Eu sei é errado comparar. – Porém nos meus pensamentos eu que mando.

Deslizei minhas unhas de leve por suas costas, e parei no cós de sua calça preta claramente feita submedida.

Passei as pontas dos dedos pelo cinto, enquanto a boca de Seung provocava arrepios em meu pescoço distribuindo mordidas ardilosas.

Eu pude sentir na minha pele seu sorriso satisfeito, assim que coloquei a mão entre nós e massageei o volume em suas calças.

Seung Hyun mordeu meu ombro e voltou a agarrar meus cabelos, no momento que minhas mãos trabalhavam para abrir a fivela de seu cinto.

Ele literalmente esmagou sua boca contra a minha, fazendo a pressão em minhas veias subir ainda mais. E a vontade de toca-lo intimamente aumentar.

Sua língua dançou com a minha. Enquanto baixei o suficiente de suas calças, para ter seu membro livre em minhas mãos.

De olhos fechados, excitada e querendo provoca-lo. Deslizei meus dedos pela sua extensão. Da ponta a base, de forma lenta, torturante. Um vai e vem, com o punho fechado, na pressão certa. A vibração de seu gemido passou por mim, me deixando mais que satisfeita.

Eu estava gostando de brincar com ele. De senti-lo tocar minha pele com força, enquanto gemidos espaçados escapavam por sua boca.

Eu precisava disto. E pode até ser considerado pecado para clérigos.

Mas não ligo de ser uma pecadora.

Poderia ficar masturbando Seung, até tê-lo gozando em minhas mãos. Mas ele me parou, puxando meu cabelo com uma intensidade possessiva.

− Ainda não mocinha. – Ele disse baixo. Deslizando o polegar pelo meu lábio inferior.

O filho de Afrodite me arrastou até a cama. Com vista para o Rio Han e Seoul. Subi de costas no colchão, apenas para vê-lo se livrar totalmente de suas calças. E consequentemente admirar cada pedacinho de seu corpo antes de encarar seus olhos dilatados.

Ele se juntou a mim, sobre mim.

− Você é um problema. – Falou escorregando os dedos pela minha coxa, alcançando o cós da minha calcinha.

− Ótima observação. – Concordei ofegante, pois Seung resolveu sugar meu mamilo esquerdo, no mesmo instante que sua mão entrava na minha calcinha.

Segurei seu cabelo preto, agora bagunçado, quando começou me provocar deslizando lentamente seus dedos em meu clitóris.

− Você está tão húmida Lynda, creio que seu tédio já foi embora. – Constatou olhando-me com um sorriso nos olhos, antes de escorregar um dos seus dedos dentro de mim, e mordiscar meu outro mamilo, necessitado de atenção.

Aham! – Balbuciei extasiada.

Então Seung realmente sorriu como um lobo, e girou seu polegar em meu clitóris, pondo mais um dedo no meu interior.

Eu ofeguei e involuntariamente arquei minhas costas para fora da cama. Ele pareceu insatisfeito com minha reação. Pois aumentou rapidamente a intensidade dos movimentos de suas mãos e boca.

Eu pulsava ao redor de seus dedos, enquanto ficava suada.

Quase lá, perto de um orgasmo. Puxei seu cabelo até ter sua boca sobre a minha. Segurei o lençol e me arqueei mais um pouco. Antes de gemer forte no meu ápice.

Cai no colchão.

E Seung parou de me beijar, tirando os dedos da minha calcinha. Ele sorriu de um jeito adorável, antes de levar os mesmos causadores do meu prazer para sua boca, e chupa-los olhando-me nos olhos.

Eu fiquei fascinada. E com os lábios entreabertos.

− Como imaginei. Você tem um gosto maravilhoso. – Merda, eu já estou sedenta por mais.

Ele esticou a mão até a gaveta do criado mudo. Abriu-a e trouxe dela pacotinhos prateados, largou quase todos sobre o móvel, ficando com apenas um na mão.

Antes de abri-lo, me olhou levemente intrigado.

− Você quer continuar?

Eu sorri vendo sua expressão de duvida. Mordi o lábio e me apoiei em meus cotovelos.

− Se eu não quisesse. Não teria vindo até aqui. – Falei ainda inebriada.

Seung pareceu se convencer com minhas palavras. Pois logo se sentou na cama, abriu o pacote, e começou deslizar a camisinha em sua ereção.

Tirei minha última peça enquanto isso, e me ajoelhei na cama, assistindo admirada, seu membro ser coberto.

Quando Seung terminou, eu engatinhei até ele, e montei em seu colo. Beijei-o antes de segurar sua ereção entumecida, na minha mão, e desliza-la em minha pele úmida.

− Gosta de provocar, Lynda? – Ele perguntou, pondo as mãos grandes em meus quadris.

− Minha especialidade. – Confessei, antes de me impulsionar para baixo sem aviso, e senti-lo me invadir por inteiro. Eu arfei, com a sensação, e vi seus olhos ficarem surpresos, por minha ousadia.

Sorribdo o beijei, ainda estando parada, permaneci imóvel por alguns segundos, antes de enfim me mover lentamente, segurando seus ombros.

Não disse mais nada.

Apenas comecei a subir e descer numa velocidade gradativa. Não demorou muito pra ele, me penetrar no mesmo ritmo. E o suor aparecer em nossas testa.

As suas mãos iam e vinham explorando-me. Oque deixou-me ainda mais molhada e insana.

Gemi alto, contra sua boca. Com os meus peitos roçando deliciosamente no seu. Longe de qualquer coerência que exista. Eu estava adorando ouvir os seus gemidos graves e baixos, junto do som de nossos corpos batendo um contra o outro, frenéticos e alucinados.

Nós somos estranhos, não sabemos nada um do outro. Mais ainda sim é tão intenso.

Atirei minha cabeça pra trás fechando os olhos com força, sabia que novamente estava perto do meu abismo de prazer. E apenas me deixei cair nele, cravando minhas unhas em ombros largos.

Suada e ofegante, com o coração a mil. Mas, ainda querendo mais. Até por que Seung, ainda não gozou. E eu não sou egoísta. 

Ele me ergueu em seu colo, e caminhou comigo até a janela.

− Quero possuir você aqui. – Falou vorazmente no meu ouvido, enquanto eu deslizava para fora de seu colo.

Não tive tempo de dizer alguma coisa. Por que logo me vi arqueada contra o vidro da janela, que nos separa da agitação do mundo exterior. Com as mãos presas acima da cabeça e Seung entrando em mim novamente, mais forte e mais duro. Apertei os olhos, sentindo sua respiração tão descompassada quanto a minha, soprar em minhas costas, enquanto seus dedos pressionam firmemente minha cintura.

É tudo tão cru, e prazeroso. Que me sinto flutuando nas nuvens, e pronta pra cair de novo.

Seung se retesou e o senti inchar dentro de mim. A consciência de que ele estava perto, me ascendeu rapidamente. E eu cerrei os dentes.

As estocadas aumentaram e ficaram mais loucas. E num timing perfeito nós dois gozamos.


Notas Finais


Me mandem vossas opiniões.
Vejo vocês em breve. Não vou demorar mais tanto tempo.
Bye!


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