História A Espada e a Rosa - Capítulo 6


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Categorias Angélica Vale, Jaime Camil
Personagens Angélica Vale, Jaime Camil, Personagens Originais
Tags Angélicavale, Jaimecamil, Valecamil
Exibições 59
Palavras 2.586
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Chegamos na metade da Fanfic já, mais espero que gostem

- Boa Leitura 😘

Capítulo 6 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction A Espada e a Rosa - Capítulo 6 - Capítulo 5

• Jaime •

- Naquela noite eu não entrei no carro porque tinha medo de qualquer coisa, só abri a porta e fui para o outro lado da rua e o carro explodiu e foi o meu momento de fugir fiquei em meu escritório e acompanhei cada passo da Angélica e vi quando adentrou no restaurante só esperei o momento certo e entrei em cena, me perdi em pensamentos e pisei no pé dela.
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- Presta atenção Jaime continua um péssimo dançarino.
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- Desculpa - fui empurrando ela pra trás ainda dançando e com certa força a empurrei na parede ela deu um grunhido baixo, passei a mão por sua coxa e tirei a faca que havia.
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- Quer brincar amor ? - me abaixei na frente dele passando a mão na perna por dentro da calça e tirei uma faca também.
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-  Um casal olhou pra ela abaixada sorri e a puxei pelos braços ficando rente a mim de novo.
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- Porque veio atrás de mim? Te disse pra fugir.
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- Porque ainda estamos casados, até que a morte nos separe baby.
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- Ficou bem perto disso não é mesmo?.
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- Não sabe como.
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- Sorri de canto e a música acabou empurrei ele e sai da pista de dança peguei minha bolsa deixei o dinheiro em cima da mesa e sai do restaurante, pedi meu carro e entrei no mesmo indo pra casa.
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- Fui atrás dela mais o carro já tava a uma certa distância, procurei minha moto no estacionamento, coloquei o capacete e dei partida.

• Angélica •

- Quando cheguei na rua da minha casa vi a moto do Jaime se aproximar ele se encostou e levantou o capacete, joguei o carro pra cima o fazendo se desiquilibrar porem não caiu, repeti isso mais algumas vezes, e estacionei de qualquer jeito e entrei correndo em casa, tranquei a porta e as janelas, e corri pra trancar a porta do fundo e aproveitei e peguei uma das minhas pistolas, verifiquei se estava carregada, fui para janela e Jaime tentava entrar.
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- Angélica abre essa porta, vamos conversar - tentei abrir.
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- Não disse nada e fiquei esperando qualquer movimento brusco dele.
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- Quer saber ? Eu desisto você só liga para o seu trabalho deveria ter me matado já.
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- Ele falou e saiu da porta se distanciando de casa.
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- Na verdade só invadi a casa do vizinho e subi na arvore que dava acesso a janela de um dos quartos me pendurei como deu e quebrei o vidro e entrei por fim na casa.
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- Ouvi o barulho da janela, e sabia que ele não ia desistir, fiquei esperando e logo um tiro veio em minha direção.
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- Ah amor da próxima me revista direito - disse descendo com cuidado as escadas.
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- Quando eu te matar farei isso - ouvi os passos se aproximar e atirei.
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- O tiro passou rente ao meu rosto mais não me machucou, disparei de volta pegando na estante quebrando algumas coisas.
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- Ótimo em mira meu bem.
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- Obrigado - fui para um corredor e ela começou a atirar com uma arma mais potente pelo barulho e velocidade dos tiros era metralhadora, sai desviando das balas que ia destruindo tudo.

• Jaime •

- Me abaixei esperando ela terminar de atirar, derrepente ficou silêncio, peguei uma faca que eu tinha e fui procurar por ela, vi ela por um reflexo e atirei a faca.
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- A faca passou de raspão machucando minha orelha, passei a mão e estava sangrando agora a briga ficou séria chega de brincadeira, se ele estava disposto a me matar eu também estava.
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- Me escondi atrás do balcão da cozinha.
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- Comecei a disparar na cozinha toda destruindo tudo só parei porque as balas se esgotaram, joguei a metralhadora de lado.
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- Não sabe brigar Angélica? - me levantei.
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- Você não tem noção - ele veio pra cima e eu dei um soco em seu rosto.
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- Ela era pequena mais tinha uma força, passei a mão no rosto e revidei com uma rasteira fazendo a cair, subi em cima dela e tirei sua arma joguei deslizando pelo piso, ela pegou em meu pescoço me enforcando, tirei sua mão e me levantei, chutando sua costela.
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- Cachorro - me levantei e fui pra cima dele subindo em suas costas, ele com brutalidade me pressionou contra a parede me fazendo arfar, a briga durou mais alguns socos, chutes, e várias coisas quebradas e destruídas eu não aguentava mais, vizualizamos a arma juntos e corremos pra pegar porem Jaime me empurrou e conseguiu chegar primeiro, se virou pra mim e apontou a mesma na minha cabeça e ergui as mãos em sinal de rendição, minha vida acabava ali mesmo, Fechei os olhos e respirei fundo esperando o disparo.

• Jaime •

- Ver aquele rosto e aquela mulher que tanto amo na minha frente rendida, fiquei estático criando coragem para puxar o gatilho.
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- Tava um silêncio perturbador só ouvia a minha respiração descompensada e a dele que estava igual.
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- Não consigo eu te amo muito pra fazer isso - ela abriu os olhos me encarando confusa.
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- Jaime - disse em sussurro.
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- Quer me matar ? Sou todo seu - Apontei a arma em minha direção, e ela segurou.
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- Eu não ia desperdiçar essa oportunidade, ou era eu ou ele.
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- Atira Angélica - olhei pra ela, seus olhos estavam tristes e confusos.
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- Dei um longo suspiro e lagrimas escorreram por meu olhos.
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- Bati a mão na arma jogando no chão e a puxei pra mim já beijando, ela passou os braços em volta do meu pescoço, a suspendi segurando em seu quadril, a levei para o sofá ou que tinha sobrado do mesmo e a deitei, cobri seu corpo com o meu, e ela me abraçou com as suas pernas enquanto puxava meu cabelo me fazendo grunhir em sua boca, desci meus beijos para seu pescoço, deixando algumas marcas onde eu passava.

• Angélica •

- Ele tirou minha camisa e tentava tirar a dele, em alguns minutos já estava apenas de roupas intimas, a mão dele desceu por meu corpo encontrando minha intimidade, ele introduziu dois dedos e começou a movimentar me fazendo soltar uns gemidos abafados, apertei os braços dele quando senti meu primeiro orgasmo, ele por fim tirou minha calcinha e sutiã e tirou sua cueca, ele passou a cabecinha do seu membro em minha entrada me provocando mais, ele se sentou e puxou meu corpo me fazendo ficar por cima dele, encaixei lentamente, e segurei nos ombro do Jaime enquanto ele segurava firme em minha cintura me ajudando nas cavalgadas, aumentei os movimentos, e senti o liquido quente dentro de mim, me deitou novamente no sofá e começou suas estocadas firmes e fortes, me fazendo alcançar o ápice mais uma vez, ele se deitou em cima de mim tentando acalmar a respiração descompensada. Ficamos alguns minutos em silêncio, ate que resolvi quebrá-lo.
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- Jaime me desculpa por tudo, eu devia ter pensado em nosso casamento primeiro eu sou tão egoísta só pensei em mim e na tal missão que eu tinha. Mais não queria te matar era pra você ter fugido porque agora as coisas vão complicar e eu prefiro morrer no seu lugar, porque eu sim mereço.
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- Olhei confuso pra ela - Meu amor eu sei que não ia me matar.
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- Mais Jaime porque veio atrás de mim você não entende como vai ficar difícil e eu prefiro que você fuja pra bem longe e não me avise pra onde vai ir porque não mereço saber. Não mereço seu amor e muito menos você, por favor só vá embora tendo a certeza que jamais deixarei de te amar - as lagrimas escorriam por meu rosto sem parar.

• Jaime •

- Me doía ver ela daquele jeito sabia que estava arrependida e tinha conhecimento que ela estaria encrencada - Angélica casamos pra estar juntos em tudo eu sei que começamos errado e com mentiras, mais nunca é tarde pra recomeçar, só me responde uma coisa.
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- Diz Jaime - enxuguei as lágrimas.
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- Me ama a tal ponto de morrer por mim ?.
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- Claro a culpa é minha assumo isso.
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- Eu também estou disposto a morrer por você.
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- Não diz isso Jaime eu não mereço.
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- Merece e vou fazer isso, juntos somos mais fortes Angélica, se eu for embora você ficara vulnerável e eu também, mais se trabalharmos juntos podemos vencer seja lá o que te amedronta.
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- Não vou colocar você na linha de fogo, meu chefe vai saber que você ta vivo e que eu menti pra ele e vira atrás de você para fazer o serviço.
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- Por isso vamos trabalhar juntos e não se discute mais, eu te amo e você me ama, quem ama cuida, tudo bem que você quase me enforcou e me deu uns socos e algumas balas mas enfim - sorri pra ela.
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- Me perdoa Jaime ?.
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- Só se me perdoar.
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- Você não fez nada comparado ao que fiz com você.
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- Eu te perdôo, e você me perdoa ?.
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- Sim meu amor, meu James, meu marido lindo que amo tanto - ele aproximou os lábios dos meus e me beijou suave eu sentia um peso sair das minhas costas.
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- Eu te amo Angélica Camil.
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- Eu te Amo Jaime Camil.
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- Eu to com fome Jaime.
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- Eu também vem vamos levantar.
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- Eu destruí nossa casa ne ? - disse olhando em volta.
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- Sim meu amor - sorri.
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- E suas armas estão todas no meu escritório.
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- Por isso não achei nenhuma, mais esquece vamos comer algo - ela vestiu minha camisa e eu apenas minha box.
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- Sera que os vizinhos ouviram o barulho ?.
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- Acho que não se não a policia já estaria aqui - terminei de falar e a campainha tocou.
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- Fui com o Jaime até a porta mais me escondi atrás do seu corpo, ele abriu a porta e era uns policiais.
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- Boa Noite senhor falaram que ouviram uns barulhos vindo daqui.
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- Boa Noite senhores policiais, me desculpem se fizemos muito barulho - Angelica apareceu só com a minha camisa e sorriu.
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- Me desculpe senhor então vocês estão bem ?.
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- Sim senhor - abracei a Angie pela cintura.
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- Okay então tenham uma ótima noite.
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- Obrigado e igualmente - Fechei a porta e a Angie começou a gargalhar como a muito tempo não fazia.
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- Coitado ele ficou vermelho.
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- Não é pra menos ne - sorri junto com ela.
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- Agora vamos comer vem - fomos para cozinha e procuramos algo para comermos.
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- Deixa que eu cozinho.
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- Porque ?.
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- Meu amor você cozinha péssimo.
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- Pra sua informação quem cozinhava era as meninas do escritório - sorri.
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- Nossa então nunca comi sua comida ?.
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- Sim das vezes que estavam boas foram eu.
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- Poucas vezes então.
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- Sim realmente - gargalhei.
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- Ta vamos comer ne - pegamos o que íamos usar e começamos a preparar entre risadas e beijos.

• Jaime •

- Acendi a lareira e nos sentamos no chão em frente a mesma, Angie estava entre minhas pernas com a cabeça apoiada em meu peito, tava um silêncio enquanto estávamos com o marshmallow no fogo mais aproveitei o momento calmo para conversamos.
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- Amor desde quando esta na vida de espionagem?.
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- Desde quando meu pai faleceu, ele me deixou uma carta dizendo que era pra entrar em contato com o Isaac e seguir a carreira dele, e deixar ele orgulhoso e venho fazendo isso até então - bebi um pouco de vinho.
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- Como nunca desconfiei?.
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- Tentava fazer meu trabalho o mais escondido que pudesse e agir naturalmente pra você não desconfiar de nada, no dia do nosso casamento me atrasei porque estava em missão - sorri com a lembrança.
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- E eu achando que era atraso normal de noiva, mais se bem que estranhei porque foram 2 horas ne amor até pensei que tinha desistido.
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- Desculpa minha vida não achei que fosse demorar tanto, na verdade não era pra mim ter ido mais estava tão nervosa quanto ao casamento que precisava liberar sabe.
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- A minha mascarada tão valente tava nervosa com um casamento? - disse divertido.
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- Claro ne meu amor ia me entregar homem que eu amo tinha medo de te magoar ou fazer qualquer outra coisa mais acabei fazendo isso ne.
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- Nós dois erramos mais estamos tentando melhorar então esquece isso okay ?.
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- Ta agora me diz e você desde quando esta nisso?.
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- Fazem 7 anos já, vieram me procurar porque viram que eu tinha habilidade e que só precisava aprimorar, ai me apaixonei, até queria sair da espionagem mais não consegui abandonar então casei e continuei nisso até vir à tona tudo.
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- Escondeu muito bem meu amor jamais imaginei se quer passou pela minha cabeça - sorri pra ele e continuamos conversando.

• Angélica •

- Ainda estávamos na sala quando ouvi meu celular tocar em algum canto, levantei correndo procurando e por fim achei atendi sem nem olhar quem era.

- Alô?.
- Sra Hartman aqui é o Isaac como estas ?.
- Isaac estou bem obrigado e você ?.
- Bem também, apenas chateado com pessoas que não cumprem missão e ainda mentem.
- Eu gelei naquele momento - Imagino como deve ser ruim isso.
- Você não tem noção e de pessoas ainda que são tao boas sabe, que tinha tudo pra ser a melhor mais acaba fazendo essas coisas.
- Isaac me desculpa mais não ia matar meu marido eu tentei mais eu amo ele e não imagino uma vida na qual ele não faça parte, e se fosse sua esposa você mataria ?.
- Não é meu caso e sim o seu, mais tudo bem Sra Hartman o amor realmente fala mais alto nessas situações não se preocupe.
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- Olhei pra Angélica segurava o celular no ouvido mais ela estava mais branca que o normal.
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- Isaac simplesmente desligou mais sabe quando se fica com aquele mal pressentimento.
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- Meu amor o que foi?.
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- Isaac me ligou e ele ta planejando alguma coisa Jaime e é contra você meu amor eu não posso te perder.
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- Me levantei e fui ate ela e abracei - Você não vai me perder, o que ele disse ?.
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- Contei a ele o que Isaac falou.
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- Temos que estar preparado pra tudo pequena mais vamos estar juntos.
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- Meu amor e se - ele me cortou..
- Shhhhh esquece isso agora - beijei o topo da cabeça dela, por mais que eu parecia calmo me tremia por dentro não sabia do que o tal Isaac era capaz.


Notas Finais


Obrigado por ler

- Danih Thelles ✌❤


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