História A Espiã - Capítulo 1


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Categorias Danila Kozlovsky, Dominic Sherwood, Zoey Deutch, Zooey Deschanel
Personagens Danila Kozlovsky, Dominic Sherwood, Personagens Originais, Zoey Deutch, Zooey Deschanel
Tags Vampire Academy Va
Visualizações 9
Palavras 688
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - 《 001 》


Fanfic / Fanfiction A Espiã - Capítulo 1 - 《 001 》

— Está me dizendo que uma agente nova do FBI do tamanho de um rato, bateu em mais de vinte homens meus? — Disse Stan tragando do charuto e soltando a fumaça branca na cara do seu espião. Ralford ou como gosta de ser chamado, Ralf ,tossiu por causa da fumaça.
Ele estava a horas tentando convencer seu chefe de que seus homens haviam apanhado de uma nova agente, mas seu chefe não estava colocando muita fé.


      — Sim Senhor Stan. A agente Carter saiu temporariamente deixando ela no lugar. Infelizmente não sabemos o nome dela, mas ela luta muito bem. — Explicou-se nervoso. Levantando-se da cadeira Stan ordenou.


      — Descubram já! Não me importa como irão fazer para descobrir! Quero o nome dela encima da minha mesa amanhã cedo! —


Do outro lado da Cidade...


    — Descubram já! Não me importa como irão fazer para descobrir! Quero o nome dela encima da minha mesa amanhã cedo! — Escutava a agente Hathaway pela escuta, não foi difícil para a pequena mulher colocar uma escuta no botão da camisa do espião quando ele estava desacordado.
Ela achava engraçado o modo que eles queriam tanto saber como ela conseguiu bater em todos os homens que estavam tentando matar a filha da agente Carter. Uma menininha de 5 aninhos. Era até crueldade.


               Depois de ser dispensada no trabalho, trocou de roupa colocando sua inseparável calça jeans e seu casaco já que fazia um pouco de frio. Fez um rabo de cavalo no cabelo e calçou as botas. Saiu pegando a mochila.
Ela morava longe do emprego, tendo que passar por ruas desertas e drogados que fumavam durante a noite. Não ligava para as inúmeras cantadas deles.


             Assim que atravessou a pequena ponte de madeira construída por ela mesma que dava a sua casa, começou a ouvir um barulho estranho.
Aonde ela estava não dava pra ouvir tão bem, então teve que caminhar para mais perto.


           Sua casa era logo a frente, podia ver a sacada escura da casa em que vivia, mas junto com o escuro notou que a luz da cozinha estava acessa.


             Prevendo o pior, ela logo abriu a mochila tirando dali uma arma média que guardava para casos como esse. Caminhou lentamente entre as árvores que rodeavam sua casa até ver em pé no meio da sua cozinha dois policiais.
Um pouco mais calma mas ainda curiosa, se aproximou e abriu a porta de sua casa sem fazer um mínimo barulho.

      

— Posso saber porque dois policiais invadiram minha casa? — Perguntou em voz alta se encostando no batente da porta da cozinha na frente deles e vendo os dois policiais tomarem um susto.
Como ela havia entrado ali sem fazer um ruído sequer? Perguntavam-se eles.


     — Senhorita Madson. — Cumprimentou um deles, o mais baixo. Tinha cabelos claros e olhos escuros.
Anne Madson era seu nome falso pois não poderia usar seu verdadeiro nome sendo uma agente do FBI.


         — Espero que saibam que isso é crime. Não poderiam invadir minha casa sem um mandado. Podem perder o emprego por isso. — Alertou ela passando reto por eles e pegando uma maçã dentro da pequena vasilha que havia encima da mesa de vidro.
Eles se entreolharam como se não soubessem o que ela havia acabado de falar.
Algo apitou no cérebro dela. Eles não eram policiais.


      — Vinhemos por ordens do nosso chefe. — Disse dessa vez o mais alto, quase igual ao outro se sua pele não fosse mais morena.
A agente suspirou e se encostando na mesa abriu a gaveta tirou a maior faca.


             — Quero o distintivo de vocês dois. — Falou sem os olhar e cortou uma parte da maçã colocando na boca e a mastigando. Eles voltaram a se olhar mas dessa vez com medo no olhar. — Foi o que pensei. — Ela jogou a faca entre eles que passou reto acertando a parede, subiu encima da mesa rolando sobre ela e se abaixando no chão tirou a arma que escondeu na cintura e apontou pra eles. — Mãos para o alto. Ou senão eu vou estourar os miolos dos dois.— 



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