História A Espiã - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Danila Kozlovsky, Dominic Sherwood, Zoey Deutch, Zooey Deschanel
Personagens Danila Kozlovsky, Dominic Sherwood, Personagens Originais, Zoey Deutch, Zooey Deschanel
Tags Vampire Academy Va
Visualizações 5
Palavras 1.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - 《 002 》


Ela não era o tipo de pessoa que agia antes de saber os movimentos do adversário, mas no momento era necessário. Ela não sabia se tinha mais alguém na casa e nem o motivo deles estarem ali. Então mirou a arma no maior e atirou no centro da testa dele. Não segurou o sorriso ao ver a parede suja de sangue. Talvez fosse uma psicopata.
O outro tremeu na base a olhando apavorado e se moveu. Não querido,você não devia estar fazendo isso, pensou ela.
Ele correu, mas assim que atravessou a porta a rápida agente atirou na sua perna o fazendo cair.


         —  Você pode até correr, mas garanto que não vai muito longe. — 
Ela fala irônica se levantando e indo até ele que se contorceu no chão tentando fugir.
—  Vamos brincar mais um pouquinho Baby. —


_Minutos depois_


Um tiro na outra perna.

               —  Não vou perguntar denovo. Quem te mandou aqui? — Grita apontando a arma para o meio das suas pernas, rapidamente o homem se desesperou.


               — Stan! Trabalho para o Stan! —  Falou apavorado rastejando para longe dela, o que era ridículo. Ela esperou, cruzou os braços e ficou observando o que ele iria fazer.


              Ele se rastejou até o pequeno criado mudo da sala que era ligado com a cozinha. Ao conseguir pegar o abajur, jogou na agente que sem muito esforço se desviou como se não fosse nada, sem nem ao menos descruzar os braços.
Caminhou até o homem que tremia e o levantou pela gola da camisa.


               — Diga ao Steiner que ele acabou de mexer com a Agente errada. —  Falou ela com o tom mais ameaçador possível.


      — O nome. Ele quer o nome. — Disse ele rezando para aquilo acabar, ela sorriu de lado e o jogou no chão.


         —  Agente Hathaway. Ao seus serviços. —


          — Che-chefe Stan — Gaguejou Lunes, o espião que havia se disfarçado para descobrir a verdadeira identidade da agente.
Lunes temia pelo que seu chefe podia fazer, lembrava do dia que Stan matou seu companheiro, Marcus.


                   — Denovo! Vocês falharam denovo! Eu treinei vocês para que? Morrerem nas mãos de uma criança?   — Gritou Stan pegando seu homem pela gola da camisa e o levantando, o mesmo se tremeu de medo ao ver o olhar de ódio de seu chefe e gemeu de dor ao sentir seu chefe acertar um soco no seu rosto.


              —  Desculpe Senhor, juro que tentei.   —  Outro soco foi lhe dirigido mas dessa vez não foi de Stan, e sim de sua Subchefe Janine Glace.


               Janine estava realmente nervosa, o que estava acontecendo com seus homens que não davam conta de uma mísera garota? Encarou bem Lunes e praticamente cuspiu as palavras em seu rosto.


             —  Uma garota fez isso com você? Onde ela está? —  Perguntou a ruiva indignada ao seu homem que se encolheu no lugar.


               — Ela é forte e esperta. Vocês falam que não mas é porque nunca a viram pessoalmente. Ela mora em uma casa do outro lado da Cidade. —  Disse Lunes com medo mas com uma firmeza na voz ao dizer tais palavras. Ele sabia que aquilo era verdade mas estava cansado de nunca acreditarem. Sua subchefe o encarou raivosa,ela não podia admitir uma coisa daquelas. Seus homens haviam sido treinados por anos e agora estavam sendo espancados e mortos por uma garotinha?


              — Eu vou atrás dessa pirralha. E quando a trazer vou matar ela junto com você. — Diz ela passando a mão pelos cabelos ruivos e os prendendo em um rabo de cavalo. Lunes engoliu em seco sentindo um frio na espinha quando viu a ruiva sair pela porta e a fechar tão forte que quase a quebrou.


_Na Sede Do FBI_


                     —  Então quando você chegou havia dois homens em sua casa? — Pergunta Kirova a Rose pela milésima vez. A sala da diretoria do FBI havia parado apenas para ver a agente mais comentada e famosa pelos corredores da sede.
A morena rapidamente concordou com um aceno firme de cabeça rápido.


                    —  O que saiu vivo disse que trabalhava para um tal de Stan. Não sei quem é, mas creio que seja um mafioso ou algo do tipo. —  Respondeu cruzando os braços e Kirova se levantou pedindo licença.
Rose ficou encarando as paredes sem vida da sala enquanto esperava.


           —  Senhorita Hathaway? —  Diz Kirova na frente da moça com um pacote nas mãos. Assim que Rose a olhou, entregou o pacote pesado de cor escura.


               — O que é esse pacote?—  Perguntou Rose encarando sua chefe com um olhar curioso. Algo no olhar de Kirova mostrava o desconforto que ela tinha sobre o assunto.


              — Stan será sua missão agora. Traga-o vivo. — Kirova voltou a se sentar encarando Rose.
— Seja discreta, ninguém saberá disso além de mim e você. Veja o vídeo e terá todas as informações. Boa sorte. — 


                   — Farei o possível para cumprir. —  Responde Rose antes de se levantar e apertar sua mão, sai da sala em seguida com o pacote em mãos.


                Ao chegar em casa ela foi a cozinha, pegou um copo de café e se encaminhou até o escritório ignorando os outros agentes que estavam verificando sua casa. Se trancou no escritório e se sentou na cadeira de coro dando um gole no café quente e abriu o pacote curiosa.


                   Observou com cautela a caixa preta, e assim que abriu viu um disco de dvd. Se levantou e colocou na pequena televisão antiga de seu escritório voltando a se sentar dando play.

            
                  Era um vídeo longo, de duas horas e cinquenta minutos. Era um depoimento de um homem chamado Marcus Neyton, onde ele contava sobre o assasinato de Jennifer, uma garota de quinze anos encontrada morta no seu apartamento.


                 Ele parecia apavorado, e não conseguia ficar parado na cadeira enquanto contava com detalhes o que houve.


                — Senhor Marcus, peço que se acalme. —  O delegado pede.
— Quero que me conte o que houve. — 


             —  Foi horrível! — Marcus gritou horrorizado em resposta. Seu semblante era assustador.
—  Eu não queria, mas ele me obrigou! Foi ele quem me fez perder a cabeça! Eu dizia não, eu pedia pra sair, mas o choro dela me irritava! —  Gritos e mais gritos.


             — Senhor Marcus, pare de gritar. —  Pediu novamente o delegado em vão.


      —  Ele vai vim atrás de mim! Stan está aqui! Eu sei! Eu sei! — 

                 Desligando a televisão, Rose se encostou na cadeira arrepiada. Lembra desse caso no jornal e não iria aguentar ouvir por muito tempo. Não tinha passado nem dez minutos de gravação.


                     Permaneceu assim por alguns minutos, até pegar no sono.



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