História A Essência - Um só coração. - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Tags One Direction
Exibições 1
Palavras 3.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoal... ;)
Mais um capítulo para vocês...
Obrigada a todos que estão acompanhando. :D
Se estiverem gostando compartilhem... E deixem comentários...
Boa leitura!

Capítulo 16 - Party - part II


Fanfic / Fanfiction A Essência - Um só coração. - Capítulo 16 - Party - part II

    - Você viu a minha calcinha? – disse ela a Niall. – Eu estava de calcinha. Droga! – disse ela ajeitando o vestido e o cabelo enquanto ele vestia a camisa branca. Ela parou e o encarou enquanto ele terminava de se ajeitar. – Ah... Niall?

    - O que foi? – disse ele a encarando atentamente.

    - Ah... nada. – disse ela limpando a garganta. – Toma cuidado.

    - Você também.

    Ela se virou e tentou abrir a porta que estava trancada. Obviamente ela tinha se esquecido que a porta estava trancada e deu dois puxões na maçaneta. Niall sorriu e se aproximou e virou a pequena chave, destrancando a porta.

    - Se eu não te conhecesse ia achar que estava fugindo de mim. – disse ele passando a mão pelo rosto dela. 

    Roxanne deu um sorriso sem graça. Ele abriu a porta.

    - Nos vemos depois? – disse ela.

    - Com certeza. – disse ele com um sorriso contagiante que a fez sorrir também. – Esperarei ansioso. - Ele ia beijá-la, mas Roxanne se desvencilhou e saiu do cômodo e segundos depois Niall saiu também caminhou pelo salão e passou perto de Elliot e Eloise.

    - O que você acha? – disse Eloise olhando em volta quando se aproximou da escada. 

    - Acho que não vamos conseguir dançar até o segundo andar. – disse Elliot se referindo ao segurança, com cara de poucos amigos, que estava parado a poucos passos deles e em frente à escada.

    - Sugere o quê? – disse ela encarando Elliot.

    - Estou pensando. – disse ele a olhando de soslaio.

    - Não tem pressa. – disse ela soltando o ar pela boca.

    Elliot revirou os olhos.

    - Se você tem uma ideia. – disse ele se aproximando. – Fala logo!

    - Ok. – disse ela olhando em volta. – Ah... – completou passando os braços no ombro de Elliot fingindo um desmaio.

    Ele não esperava, então quando Eloise jogou seu peso sobre ele quase que Elliot a deixa cair. E caiu junto.

    - Ah, meu amor? – disse ele se fingindo de preocupado.

    O segurança se aproximou.

    - Algum problema senhor? – disse ele com sua voz grave de arrepiar qualquer um.

    - A minha mulher é muito fraca para bebida. – disse Ellliot com um sorriso sem graça. – Será que tem algum lugar aonde ela possa se deitar até melhorar?

    O segurança olhou brevemente para a escada.

    - Me acompanhe, por favor.

    - Ah, obrigado. – disse Elliot pegando Eloise no colo.

    Elliot subiu a escada, com Eloise em seus braços, seguindo o segurança que abriu a primeira porta assim que chegou ao segundo andar.

    - Obrigado. – disse Elliot entrando dentro do quarto e colocando Eloise sobre a cama. – Está achando que a minha mulher é difícil, não é? – disse ele com um sorriso que caiu por terra quando o segurança continuou com a cara fechada.

    - Quando ela acordar, vocês descem, entendido?

    - Entendido. – disse Elliot fechando a porta do quarto.

    Eloise se sentou na cama e encarou Elliot com um sorriso preso em seus lábios.

    - Eu disse que tinha um plano.

    - Seria legal se você compartilhasse ele comigo. – disse ele. - Mas mandou bem, Kerr. – ele aproximou a mão do ouvido direito. - Anne? Você está comigo?

    - Eu estou com você Elliot. – ela disse pelo ponto em seu ouvido. – Saindo do quarto siga em frente pelo corredor.

    - Eu volto daqui a pouco.

    - Vê se não demora. – disse Eloise.

    Uma vez fora do quarto ele começou a caminhar pelo corredor.

    - Quer corredor mais longo que esse?

    - Você vai até o final Elliot. – disse ela atenta ao sinal de sua localização pelo computador na sala da casa onde estavam acampando por alguns dias. – A última porta a esquerda. – disse ela olhando para uns papeis que saíram do cofre do quarto de hotel, que Roxanne havia conseguido pegar.

    Elliot tentou abrir a porta, mas ela estava trancada.

    - A porta está trancada. - Ele tirou do bolso dois grampos e se agachou. – Eu não posso arrombar, então...

    - Eu vou querer saber onde você aprendeu a fazer isso? – disse Anne. – Tenho certeza de que não foi na policia.

    A porta se abriu. E Elliot ascendeu à luz para que pudesse ver o ambiente. Era um escritório.

    - Antes de eu ser policial, eu... fiquei um tempo por ai.

    - Acho que vou ter que aceitar essa sua resposta.

    - É, vai. – disse ele tirando um quadro da parede e encostando-o na mesa de madeira. – É isso ai. O cofre. Quer dizer que a tal maleta está ai dentro.

    - É o que esperamos.

    - Eu já disse que a sua voz é maravilhosa.

    - Elliot! – disse Anne. – Não é o momento de ser galante. Concentre-se.

    - Desculpe. – disse ele. – Como eu abro isso.

    - Ruby está aqui me dizendo que você é bom em charadas.

    - A gente tem tempo para isso? – disse ele unindo as sobrancelhas

    - Vamos ter que ter.

    - Ok. – disse ele se rendendo. - Pode falar.

 

 

(...)

 

 

    Roxanne estava tomando tequila quando um homem se aproximou dela e disse quase em seu ouvido:

    - Eu conheço uma mulher que ama dançar esse tipo de música.

    Ela se virou e viu Derek sorrindo.

    - Eu não me lembro. Faz tanto tempo. – disse ela retribuindo o sorriso.

    - Eu duvido disso. – disse ele dando de ombros. – Dança comigo? – disse estendendo a mão a ela.

    - Como dizer não aos seus belos olhos castanhos. – disse ela aceitando a mão de Derek.

    Os dois caminharam até onde alguns casais dançavam e começaram a dançar tango. Após alguns segundos todos os olhos estavam voltados para os dois que dançavam de um jeito de tirar o fôlego.

    Harry cruzou os braços e se apoiou a uma coluna. Niall se aproximou e parou ao lado dele.

    - Quem é o cara, hein?

    - Está com ciúmes, Horan?

    Niall olhou Harry brevemente e depois voltou a olhar Roxanne.

    - Derek Stenfild. – disse ele. – Eles namoraram.

    - Que reconfortante. – disse ele claramente com ciúmes. – Os dois parecem tão próximos. Quero dizer: você não dança com seu ex assim.

    - Ela dança muito bem mesmo. Na verdade não sei em que ela é ruim.

    - Por que acabou? – disse Niall curioso.

    - Ele a traiu.

    - E ainda está respirando? – disse ele olhando para Harry surpreso.

    - Não fica animadinho, não. – disse Harry. – Eu soube disso há pouco tempo. Aliais, a pouquíssimo tempo.

    Niall voltou a encarar Roxanne que dançava com Derek.

    - Se a magoar. – disse Harry. – Eu mato você.

    - E se ela me magoar?

    - Eu mato você do mesmo jeito. – disse Harry. – Porque terá sido sua culpa.

    - Eu morro de qualquer jeito, não é? – disse Niall segurando um sorriso. – É um destino interessante. – disse ele sem tirar os olhos de Roxanne. – Eu estou apaixonado.

    Harry olhou para Niall pela primeira vez durante a conversa.

    - Um motivo para não pisar na bola. – disse Harry. – Eu vou pegar uma bebida. Grande papo, hein, cara? – disse Harry batendo a mão no ombro de Niall e em seguida seguindo até o bar.

    - Harry? – disse Verônica com um sorriso.

    Harry passou por ela e pediu ao barman um uísque.

    - Você ainda está viva, é?

    - Aí, que grosseiro. – disse ela se aproximando. – Você sabe que você é meu irmão favorito.

    - Eu sou o único irmão que você tem.

    - Por isso mesmo. – disse ela bebendo de sua bebida em seguida. – O Liam está aqui. Estou me escondendo dele.

    - Você não é o tipo de pessoa que se esconde.

    - Tem razão. – disse ela.

    - Você concordando comigo? – disse Harry encucado. – Que novidade.

    - Harry...? – disse ela o encarando. – Você deveria se unir a mim. Somos irmãos.

    - Verônica, só tenho duas coisas para te dizer: primeiro você tornou a minha vida um inferno quando foi embora e segundo, ficou do lado do Marcel depois de tudo o que ele fez.

    - Ele é nosso pai. – disse ela. – Eu o respeito e jamais irei contra ele.  

    - Respeito é uma via de mão dupla. Não uma estrada com ciclovia. – disse ele com raiva e se afastou de Verônica antes que ela abrisse a boca para falar mais alguma coisa.

    Verônica caminhou até parar ao lado de um homem que observava Roxanne atentamente, cada movimento.

    - Posso saber por que está comendo a minha irmã com os olhos, Stan?

    - Estou olhando como uma caça olha para a sua presa.

    - Acho bom mesmo. – disse ela se virando para ver a irmã. – Ela é bonita, não é? – ela se virou para Stan e continuou. – Se dizer para alguém que eu disse isso. Eu te mato.

    Stan soltou uma gargalhada.

    - Eu falo sério. Vai ser tão rápido que você não vai nem saber o que o atingiu.

    - Por isso que eu gosto de você. – disse ele a olhando de soslaio.

    - Vai matá-la?

    - Vou. – disse ele friamente. – Tem algum problema com isso?

    - Não.

    - Ótimo. Mas antes eu quero uma coisa dela.

    - E o que seria?

    Stan encarou Verônica e sorriu ao se afastar deixando-a falando sozinha.

    - Está bem. – disse ela para si. – Me ignora mesmo. Idiota!

    A música parou e Roxanne sorriu para Derek. 

    - Obrigado pela dança. – disse Derek dando um beijo na bochecha dela.

    Niall que observava desviou o olhar e deu as costas deixando o salão.

    - O que veio fazer aqui?

    - Eu recebi um convite. – disse ele. – Do seu pai. Eu achei que ele estava morto. Pode imaginar o susto que eu levei. Então decidi pagar para ver.

    Roxanne colocou a mão no rosto de Derek e olhou bem nos olhos dele.

    - Celina está grávida. – disse ele.

    - Isso é ótimo. – disse ela com um sorriso sincero. – Se quer ver o seu filho crescer, você tem que ir embora, Derek. – disse ela como um sussurro.

    Ele encarava os olhos verdes de Roxanne confuso.

    - Com licença. – disse Jason.

    Os dois se afastaram. 

    - Ah, Jason. – disse Roxanne se virando para encara o homem de cabelos grisalhos que havia colocado a mão em seu ombro. – Como vai?

    - Bem, obrigado. – disse ele com sua voz calma e grave. – Derek? – Derek parecia hipnotizado com o olhar de Roxanne e com as palavras que ela disse a ele.

    - Hum...? – disse Derek encarando Jason.

    - Posso roubá-la de você por um minuto?

    - Claro. – disse ele com um sorriso. – Eu vou indo. – disse olhando brevemente para Roxanne. – Foi um prazer revê-la. – disse Derek e logo em seguida se afastou. 

    - Você está encantadora. – disse Jason a encarando. – De todas você é a que mais se parece com sua mãe.

    - De todas? – disse ela se fazendo de desentendida.

    Ele sorriu.

    - Eu sei de tudo que se passa a minha volta, Roxanne. Eu sei que encontrou uma nova irmã.

    - Sabe? – disse ela sorrindo de volta.

    Ele apenas afirmou com a cabeça positivamente.

 

 

(...)

 

 

    Elliot estava parado em frente o cofre. Ele estava pensativo só tinha duas chances de acertar os quatro dígitos antes de o cofre travar.

    - Eu achei que...

    - Você não está me ajudando, Anne. – disse ele.  - Cala a boca.

    - Ok.

    - Então eu encontrei um homem que tinha sete esposas cada esposa tinha sete sacos, cada saco tinha sete gatos e cada gato tinha sete gatinhos. É isso?

    - É isso ai! – disse Anne. – Gatinhos, gatos, sacos e esposas.

    Elliot ficou pensativo.

    - Já estou enjoada de tanto falar em gatos. Como alguém pode ter tantos gatos?

    - Anne?

    - Desculpa, eu não estava falando com você. Vou fazer silêncio.

    - Sete vezes sete é quarenta e nove. Quarenta e nove vezes sete é... trezentos e quarenta e três. Trezentos de quarenta e três vezes sete é... dois mil quatrocentos e um. É 2401.

    - O que você está esperando para apertar os números 2401.

    Elliot apertou os números e o cofre não abriu. Ele apenas fechou os olhos.

    - Não espera. – disse Elliot. – É uma pegadinha. O começo da charada é quando eu ia viajar.

    - Está faltando uma parte, então. – disse Anne. – Porque isso não está escrito aqui.

    - Então a resposta é um. – disse ele passado.

    - Tem certeza? – disse Anne. – E aquele bando de gatos? Elliot? – ela engoliu em seco. – Você só tem mais uma chance. É melhor estar certo.

    - Zero. – disse ele enquanto digitava o número. – Zero. Zero. Um.

    Anne apenas ouviu Elliot soltar o ar pela boca fortemente e em seguida o barulho do cofre sendo destravado.

 

   

(...)

 

 

    Três batidas na porta e Logan entrou avistando Eloise sentada na beirada da cama. Ela se levantou.

    - Nada do Elliot ainda?

    - Não. – disse ela balançando a cabeça negativamente como se o não que dissera não fosse o suficiente.

    - Eu não posso ficar muito tempo aqui em cima. – disse ele entregando uma pasta preta para Eloise. – Melhor você ir no meu lugar. Eu fico aqui.

    - Não. – disse ela. – Eu confio no Elliot. Não vamos mudar nada agora. – disse ela o encarando atentamente como se sua vida dependesse disso. – Vai. Vamos seguir o plano. Fique o mais longe possível da mansão.

 

 

(...)

 

 

    Liam viu um homem alto subindo as escadas.

    - Que estranho. – disse Liam se aproximando de Niall.

    - O que foi?

    - Eu vi um cara subindo as escadas agora, mas eu não me lembro de onde foi que eu o vi antes.

    - De repente você apenas o confundiu com alguém.

    - Não. Não. – disse ele pensativo. – Eu nunca esqueço um rosto.

    - Aí, que droga! – disse Niall. Liam olhou para frente e viu Joshua se aproximando. – Se manda. – disse ele entre dentes.

    - Não precisa falar duas vezes.  – disse Liam saindo de perto de Niall que começava a conversar com Joshua sobre alguma coisa que o fez unir as sobrancelhas.

    Jason falava alguma coisa sobre os negócios na Bulgária e o prejuízo que Roxanne estava dando a ele por não mais negociar com Asen.

    - Então eu fui até lá e conversei com ele. – disse Jason.

    - Foi? – disse ela tentando disfarçar a surpresa.

    - Sim. – disse ele. – Roxanne, tem alguma coisa para me dizer?

    - Não. – disse ela engolindo em seco. – Sou fiel a você Jason. Tenho você como um pai.

    - E se eu tivesse filhos ia querer que eles fossem iguais a você. – disse ele com um leve sorriso preso em seus lábios. – Vem comigo. – disse ele oferecendo o braço direito que Roxanne segurou e começou a acompanhá-lo.

    - Harry...? – disse Liam. – Está me ouvindo? 

    - Estou? – disse Harry colocando o copo do uísque que bebia sobre o balcão.

    - Jason está levando Roxanne para o porão. – disse Liam entre dentes. 

    - Tem como ficar na cola dela?

    - Bem que eu queria. – disse ele pegando uma taça de champanhe da bandeja que um garçom carregava. – Mas tem 120 quilos de problema em frente à porta por onde eles passaram. – disse ele se referindo a um dos capangas que estava um pouco acima do peso.

    - Então deixe. – disse ele. – Ela sabe se virar.

    - Não tem nada para mim mais aqui. – disse Liam virando a taça de champanhe uma só vez. – Eu estou indo.

    - Certo.

    Liam colocou a taça em qualquer canto e se dirigiu a saída sendo barrado por Verônica.

    - Liam? – disse ela com um sorriso. – Já está indo?

    - É. – disse ele. – Eu tenho que voltar para a minha filha. Já que a mãe dela não dá à mínima.

    - Aí. – disse Verônica. – Você é mau comigo. Me insulta, não liga para nada do que eu faço. Eu sei que ela está a quilômetros daqui e você mente muito mal.

    - Eu tenho imaginado vários caminhões bem carregados passando por cima de você na minha mente. – disse ele. – E no final, não importa o que aconteça, você sempre está de pé. E você não faz ideia de como isso é frustrante.

    - Imagino! – disse ela irônica. - Você me ama. Admita. – disse ela com um sorriso malicioso.

    Ele se aproximou dela e os dois ficaram cara a cara.

    - Eu amei. – disse ele a encarando e depois a deixando sozinha. 

    Verônica engoliu em seco enquanto via ele se encaminhando para a saída.

 

 

(...)

 

 

    Elliot bateu no vidro da porta da sacada que estava trancada, assustando Eloise e Logan. Ela abriu a porta da sacada e ele entrou.

    - Mas... o quê? – disse ela fechando a porta.

    - O que você está fazendo aqui? – disse ele a Logan.

    - Ele não quis ir embora. – disse Eloise entregando a pasta vazia a Elliot que lhe entregou a que pegou no cofre.

    - Fique aqui. – disse Elliot olhando atentamente para Eloise. - Quando for seguro você vai. Entendeu?

    - Entendi. – disse ela.

    - O que aconteceu? – disse Logan.

    - Tem alguém zanzando pelos corredores. – disse ele passando a mão pelos cabelos. – Eu tive que me esconder em um dos quartos. A minha sorte que não estava trancado.

    - O que quer fazer? – disse Logan.

    - Não podemos ficar enrolando. Temos que ir. – disse Elliot pensativo. – Eloise? – disse ele olhando para e Eloise e depois para a sacada de onde ele tinha vindo.

    - Ah, não! – disse ela quando percebeu que ele queria que ela desse um jeito de descer por ali. – Você sabe que eu tenho medo de altura.

 

 

(...)

 

 

    - Atenção! Atenção! – disse Lauren. – Aqui é a Lauren. A água está voando. – disse ela quando viu Marcel saindo da mansão.

 

 

(...)

 

 

    - Você ouviu. – disse Elliot preocupado.

    - Mas...

    - Cala a boca! Não discute comigo, Eloise. Vai! – disse Elliot um pouco exaltado. - Louis está te esperando no carro. – disse Elliot praticamente empurrando Eloise pela sacada com a pasta. – Boa sorte!

 

(...)

 

 

    - Temos um problema? – disse Harry a Niall. – Roxanne.

    - Joshua está na minha cola. – disse Niall entre dentes. – Não dá para eu sair daqui agora.

    - Eu não posso ir sem ela. – disse Harry. – Eu vou até porão. 

    - Harry, sai daí agora. – disse Ruby.

 

(...)

 

    - O que quer me mostrar Jason? – disse Roxanne.

    - O que quero te mostrar está atrás desta porta. – disse ele. – Tem que estar em outro lugar? – completou ao perceber que ela mexia as mãos em nervoso.

    - Hum...? Não. – mentiu ela com um sorriso sem graça.

    Quando ele abriu a porta Roxanne deixou o ar sair pela boca, não podia acreditar no que acabava de ver.


Notas Finais


Então...
O que acharam deste capítulo???
Quem será o homem que subiu as escadas???
O que será que a Roxanne viu??
Estou curiosa para saber a opinião de vocês...
Vejo vocês em breve...
XX Kathy


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