História A estrela do Olimpo - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Grega
Visualizações 6
Palavras 326
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Universo Alternativo
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 20 - Bendito seja o grego antigo


Minha noite fora tão calma quanto o mar do lado de fora. Phoenix chegara tarde devido a despedida de seus irmãos. Nos deitamos e ficamos lá; ele acariciando meus cabelos e eu deitada de costas abraçando sua outra mão.  Já minha manhã, dolorosa demais. Era domingo, podíamos ficar até as oito na cama e a rotina era feita por nós mesmos. Quando abri os olhos estava só; Phoenix partira quando o Sol nasceu. Um bilhete na cabeceira da cama e uma caixinha dourada. Peguei o papel branco e senti o cheiro de sua colônia, impregnado por ele.

                                                           “Só amarei você. Você e mais ninguém.

                                                                                                        Seu Arqueiro “

Abri a caixinha e retirei o colar dourado de dentro; um Sol sorridente muito bem feito e brilhante. Outro papel esperava para ser lido.

            “Meu pai dera a minha mãe, que me deu na esperança que eu também desse à minha amada. Espero que goste.”

Minhas mãos tremiam e lágrimas embasavam minha visão. Coloquei o colar e olhei o relógio: seis e meia. Revirei meu quarto em busca de uma blusa específica. No fundo de uma gaveta achei uma blusa do New York Yankees e uma calça de moletom. Com tanta coisa que aconteceu nesse ano, acabei esquecendo de devolver a roupa usada de Phoenix. Vesti a camiseta, coloquei um short preto e prendi meu cabelo em um coque alto.

Devo ter dormido por uma meia hora. Um sussurro macabro acariciava meus sonolentos tímpanos. “Πολεμιστής” ¹. Grego antigo. Isso não era um bom sinal. Coloquei meus chinelos de praia e me rastejei até o cômodo com alguns sofás e uma mesa redonda de vidro que se ligava com a pia da “cozinha”. Atravessei o hall de entrada e prescindi algo estranho no ar. “Μη φοβάστε, αγαπητέ μου. Ελάτε να μιλήσετε” ². Resolvi confiar na voz. Se for outra profecia, juro que me atiro no... Ah, não! Esqueci que sou imortal.

 

 

¹ Guerreira

² Não tenha medo, querida. Venha conversar. 



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