História A eterna devoção de Matt - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Death Note
Personagens Matt, Mihael "Mello" Keehl
Tags Death Note, Drama, Matt, Mello
Visualizações 9
Palavras 1.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Me desculpem pela demora, eu havia dito que postaria antes, mas aqui estou eu, atrasada. Este capítulo será maior para compensar o atraso. Se estão gostando comentem, isso me dará mais inspiração e motivação.

Capítulo 4 - Demonstrações de afeto


Fanfic / Fanfiction A eterna devoção de Matt - Capítulo 4 - Demonstrações de afeto


Ao chegar no loft, abro a porta meio desajeitado, pois estava carregado de sacolas, entrando no mesmo paraliso ao notar que o sofá se encontrava vazio. Mello acordou! Ufa. Suspiro de alívio.
   Por mais aliviado que eu estivesse no momento, a parte mais difícil viria agora. Com um movimento rápido, largo as sacolas no chão e corro em direção ao banheiro. Eu não sei o porquê, mas minha intuição me dizia que eu encontraria Mello lá. 
  Parando em frente a porta do banheiro, ouço alguns grunhidos que mais se pareciam com gemidos em reclamações. Ele deve estar com dor. “ Não, é claro que estava com dor, afinal esta coberto por queimaduras ”. Me encolho ao pensar em seu sofrimento. Forço a maçaneta da porta pensando que a mesma estava trancada, fico surpreso ao ver que a porta se encontrava destrancada. Adentro o banheiro e observo Mello que estava encolhido num canto próximo á banheira, ele havia chorado, e ao me ver rapidamente começa a encarar o chão com uma expressão envergonhada, Mello odiava ser pego em momentos como estes. Ignorando sua reação, vou ate ele e me sento ao seu lado, ele me joga um olhar assustador, mas que na verdade queria dizer, – “ me abraça Mail ”. (pronúncia-se Mile). Tendo interpretado desta forma, o envolvo em um abraço acolhedor, tomando cuidado com suas feridas expostas. Mello pode parecer durão, mas na verdade é sensível e emotivo. Ao analisa-lo, instantaneamente deduzo que o mesmo havia arrancado suas ataduras ao se olhar no espelho, também havia um estilhaço no espelho como se alguém houvesse lhe dado um soco. Alguém realmente havia lhe socado, e esse alguém estava entre meus braços. Eu vou acabar com a raça desses desgraçados que fizeram isso com o meu loiro. E eu te prometo Mello, que não vou descansar até você poder se olhar no espelho novamente. Pego sua mão direita e ele me olha com apreensão, sua mão estava ferida devido ao contato físico com o espelho, com cuidado o liberto de meus braços e digo o ajudando a se levantar: 

  - Mells...levanta, vem que eu vou trocar suas ataduras e fazer um curativo nessa sua mão. 
  
Mello não diz nada, estava muito quieto, porém com a mesma cara de revoltadinho. Nos dirigimos ate a sala e Mello finalmente quebrou o silêncio desconfortável do momento ao notar as sacolas que estavam jogadas de um lado para o outro no chão da sala, devido ao meu susto. 

  - Ham...você foi no mercado? Diz ele pegando algumas sacolas e retirando-as da entrada. Fecha a porta que eu havia deixado aberta e vira a chave trancando-a. Click.

  - Aham fui. Respondo calmamente apanhando uma das sacolas que estavam no chão.

  Dela retiro uma barra de chocolate e estendo o braço oferecendo-a á ele. Mello vem ate mim e a pega, suas pálpebras tremem e ele suspira como se fosse desmaiar. Instintivamente seguro um de seus braços pronto para segura-lo caso viesse a cair, o guio ate o sofá aonde ele se senta meio desajeitado devido á tontura. Ao sentar-se, abre a embalagem de alumínio e em seguida dá uma mordida cheia de vontade na barra de chocolate. Mello não larga esses chocolates por nada, não importa em que estado esteja. Sorrio com o meu pensamento, em seguida me sento ao seu lado perguntado-lhe: 
  
  - Tudo bem contigo Mells? Ponho minha mão em um de seus ombros de modo a corfortá-lo. 
  
  - Ham...só um pouco zonzo, devem ser os analgésicos. Diz isso apertando os olhos. 

  - Fica aqui que eu vou pegar os curativos. E vê se fica quieto, é melhor não fazer muito esforço Madonna-Chan, se não vai acabar desmaiando, hum. Já volto! Digo isso dando uma risadinha debochada enquanto me encaminhava para o quarto. O meu senso de humor é péssimo. 

  - AHH!...MATT SEU...VOCÊ SABE QUE EU ODEIO ESSE APELIDO IDIOTA! Berra a Madonna-Chan.

  - Eu não tinha dito pra você não fazer esforço?! Falo com a maior firmeza que consegui impor na minha voz. Eu podia ser brincalhão, mas sabia quando era a hora de parar, assim como Mello também tinha consciência disso às vezes. 

  - Tsc...que saco. Mello admite a derrota resmungando, por um milagre ele me obedece, após demonstrar que possui um lado pacífico e obediente dentro de si, se encosta no sofá um pouco arfante, pois ainda estava cansado. 

  As queimaduras estavam realmente feias, sinceramente, não sei como ele estava se aguentando em pé. Mihael você é tão orgulhoso. Sorrio. Apesar de não estar nem um pouco feliz no memento. E como eu poderia sentir alguma felicidade com a situação atual? A única coisa que eu conseguia sentir era pura preocupação, e um estranho frio na barriga quando estava junto dele, não importando a situação em que nos encontrávamos. 
  
 
 Volto do quarto, e trago comigo os medicamentos necessários para trocar os curativos do loiro que estavam pela metade e encharcados de sangue. Me sento ao seu lado novamente, peço á ele para que fique de lado. Ele obedece. Começo a remover as ataduras que lhe restavam sob á pele com a maior delicadeza possível. 

  - AI!...Tsc. Matt caramba isso dói! Mello reclama de dor apesar deu estar fazendo tudo com a maior delicadeza. 
 
  - Espera...não se mexe que já to acabando. Falo enquanto termino de enrolar a atadura em torno de sua cabeça. 

  - Ta. Responde com uma voz manhosa e emburrada. 

  Finalizo cortando um pedaço de fita e colando no fim da faixa, de modo a segura-la para que não ficasse nem muito frouxa nem muito apertada. Feito isso, não consigo mais resistir e pego a mão de Mello, este se vira de imediato e me olha confuso. Merda! O que eu to fazendo? 

  - Mello eu...vo-o-ou sempre estar do seu lado, não importa o que aconteça! Digo isso em voz baixa me atrapalhando um pouco. Na verdade eu queria ter dito outra coisa, mas não queria dizer aquilo que realmente tinha vontade com meu loiro tão mal fisicamente como psicologicamente. 

  - Matt que porra é essa? - Pergunta Madonna-Chan já irritadinha.

  - O que foi? - perguntei - Não posso dizer nada bonitinho pra você que já fica todo alteradinho. Respondo com voz manhosa e brincalhona tentando descontrair, desvio os olhos da face confusa e ao mesmo tempo ameaçadora de Mello. Achei melhor esperar que ele se recuperar por “completo” para dizer tal coisa, não quero que ele surte caso não goste do que eu estava louco pra fazer. –“Estava completamente louco para beijar aquele chocólatra psicopata”.

  - Hum...sei... - responde em tom de desconfiança. 

  - É melhor você se deitar e descansar um pouco mais, quer que eu faça algo pra você? 

  - Só um café. Diz com uma voz rouca e cansada.

  - O.K. eu vou lá fazer o seu café Madon... - achei melhor não terminar o seu apelidinho sexy, não tava afim de apanhar da Madonna-Chan. 

  Dito isto, vou para cozinha, ligo a cafeteira, espero por uns cinco minutos, e observo o líquido escuro encher a caneca que ali eu havia posto, em seguida pego a mesma e a levo para sala, tomando cuidado para não derramar o café que estava quente. Ponho a caneca na mesa de centro e me sento numa poltrona ao lado do sofá. Tendo me sentado, apanho meu game boy do bolço e começo a joga-lo loucamente. Mello fica me observando jogar enquanto espera seu café esfriar. 

  -*...* 

  Tendo se passado uns dez minutos, Mello pega seu café e o toma em pequenos goles. Quando termina, se deita no sofá encarando o teto pensativo. Observando-o, me levanto da poltrona e pego o edredão que estava no sofá onde o loiro se encontrava e o cubro. Ele não questiona e ajeita a parte de cima do edredão, cobrindo-o ate o pescoço, e logo em seguida eu estava á olhar um Mello adormecido. 

  -*...* 

  Eram apenas 11:00 da manhã e eu capotei na poltrona. Estava exausto, pois não havia conseguido dormir direito àquela noite. O que será que vai acontecer daqui pra frente? - Bom...só me resta esperar e ver o que acontece, vamos deixar o tempo decidir nossos destinos. 
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado. :3


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