História A ex resignada EDITADA COMPLETAMENTE - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha, Inuyasha Kanketsu-hen
Tags Inuyasha, Kagome, Sesshoumaru, Traição
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Palavras 1.334
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


⍟ Aeeee, eu de novo!!

⍟ Boa leitura!

Capítulo 2 - Palavras ao vento



 Hoje o dia promete muitas coisas, uma pitada de ciumes mais uma pitada de desilusão,
mas no final sempre tendo a certeza que o prato sairá na medida certa para quase todos os gostos

 

A manhã estava linda, da janela do quarto de Kagome dava uma visão panorâmica da maravilhosa e linda cidade de São Paulo, cinza, São Paulo era cinza, combinava perfeitamente com Kagome. Sem mais delongas a morena levantou de vez, era por volta das 6:00 AM teria que arrumar os meninos e deixá-los-ia na escola; Tininha sua fiel e doce empregada, fazia um delicioso café, do jeitinho que só ela sabia, já Rin estava pronta, só deu tempo de a ver correndo com uma maça na boca e gritando "Tô indo, não quero pegar metro lotado". Ah, São Paulo, a cidades dos loucos, ou dos quase loucos; Kagome ria das próprias matutações logo pela manhã.

– Bom dia amores da mamãe, está na hora de acorda, sim? –  Os resmungos saiu em uníssono, retirando da morena uma deliciosa gargalhada – Vamos amores, levantem. Mamãe irá levá-los hoje, sim?

Eles amavam serem levados pela mãe para a escola, então em um pulo estavam sentados na cama coçando os olhinhos quase fechados, tão lindos, tão parecidos consigo. Kagome amava olhar seus filhos, eram duas cópias perfeitas sua, Kaori tinha cabelos castanhos em um corte chanel, possuía uma pele alva e olhinhos verdes, já Inu tinha cabelos em um tom de castanho claro, seus olhos eram de um tom mel único, não chegava a ser âmbar como o do pai, mas era tão lindo quanto. Suspirava cansada, sentada sobre o sanitário, vigiando zelosamente seus pequenos tomarem banho.

Penteava os cabelos cuidadosamente, e vestiu os meninos com o uniforme do colégio; A mesa já estava posta e o cheiro inebriante,Tininha era uma ótima dona de casa, sua comida era deliciosa.

–  Huuuuum Tininha, caprichou hoje. –  Disse Kaori sorridente dando um leve beijo na bochecha da senhora.

–  Esta tudo muito bonito Tininha, estou louco para devorar esse bolo de cenoura. –  O olhar de Inu ficou baixo, e sua voz um pouco tremulo, passando a sensação de tristeza e confusão. –  Mamãe, e-eu sinto falta do papai, posso vê-lo? Hoje? –  Kagome olhou para Tininha com um olhar " Help-me", aquele momento era inevitável teria que conversar com Inuyasha e os meninos em algum momento. Seu antigo grande medo era de que o prateado usasse as crianças para conseguir o que queria, mas dessa fase, ela já passou. 

–  Irei falar com o pai de vocês hoje, e se ele puder ficar com vocês os levarei para passar o final de semana com ele, o que acham? –  Radiantes, os gêmeos correram e abraçaram a mãe.

–  Obrigada mamãe.



፠፠፠
 

 

A empresa estava movimentada, pessoas correndo de um lado para o outro, Kagome passava despercebida por todas elas, coisa rara de se acontecer, ainda mais com o seu traje belíssimo onde esbanjava vitalidade, beleza e mistério. Semicerrou os olhos ao ver Sesshoumaru ao longe na porta do elevador, nunca tinha reparado no quão bonito e charmoso ele era.
 

–  Bom dia. – Falou sem olha-lo; entraram no elevador ainda calados, e seguiram assim por todos os andares. Ao ver da morena Sesshoumaru nunca a aturou, sempre a destratava, evitava ao máximo o contato com ela, isso só aumentou quando ela se afastou de vez da empresa dedicando-se apenas ao seu lar. O elevador abriu e não aguentando mais aquela tensão instalada no ar. Era tão palpável. – 

 Sesshoumaru –  Chamou Kagome, recebendo como resposta um olhar sem emoções por cima do ombro, sem conseguir evitar o pensamento de " Tão previsível" ou de até mesmo revirar olhos, mas por fim falou: – Poderíamos conversar? Na hora do almoço. – Abaixou a cabeça corada, maldito, desde a época do colegial, onde eram grandes amigos ele a fazia ficar assim, rubra. 
Sesshoumaru girou o corpo por completo e andou na direção da morena, dando um leve peteleco na testa dela, ele sempre fazia isso, há 12 anos atrás...

–  Tola como sempre, não consegue enxergar um palmo a sua frente. –   Sorriu galante e voltou a andar para a sua sala. –  Um convite desses é impossível de recusar, passo na sua sala as 11:40 AM.
Por fim sumiu no corredor, certas coisas nunca mudam. Esperava que sua amizade para com Sesshoumaru fosse uma dessas coisas.

A manhã correu rapidamente era por volta das 11:30 quando sua sala foi aberta abruptamente, fazendo com que tirasse a sua atenção dos papeis que revisava cautelosamente, vendo assim que era nada mais, nada menos que Inuyasha.

–  Essa não é mais a sua sala para você entrar assim, sem ser anunciado. –   Falou Kagome calma, voltando sua atenção para os papeis.

–  Já chega disso Kagome, já chega. Se o que você queria era me deixar irritado, já conseguiu. Que merda de sala é aquela na qual você me impôs ficar? Além de sem juízo esta ficando louca?  –   Calmamente, a morena olhou as horas no seu relógio e faltava 1 minutos para as 11:40 AM, se Sesshoumaru fosse o mesmo de sempre chegaria aqui em ponto a livrando de um possível aborrecimento.

–   Quantas vezes vou ter que explicar Inuyasha, nos não temos mais nada, caso não esteja satisfeito, demita-se. –   Retirou os óculos de descanso colocando um belo óculos de sol, pegou sua bela bolsa e seguiu na direção a porta, que logo foi aberta por Sesshin, era esse o apelido carinhoso que em sua época de escola o chamava, que por sinal ele odiava, pelo menos dizia odiar.

–  Antes que eu esqueça, nossos filhos me pediram para passar o final de semana com você. Então, caso você possa, ou queria, este é meu número. –  Disse retirando um pequeno cartão branco com letras douradas. –  Passar bem Inuyasha.


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A conversa entre eles fluía nem parecia que tantos anos tinham passado, Kagome se permitiu a falar de tudo que passou ao longo desses anos, e Sesshin apenas a ouviu, paciente. A morena sentia falta disso, de sentir-se livre, para poder falar abertamente de igual para igual com alguém, sentia-se bem ao lado dele, protegida, era apalavra mais adequada. 

–   Eu sempre soube que tudo terminaria assim. –    Falou seco, sem desviar os olhos dos dela. 

A conexão entre esses dois  era forte de mais, nunca consegui entender como eles nunca ficaram juntos, acho que por a Kagome ser cega demais e o Sesshoumaru orgulhoso demais. A morena abaixou a cabeça reparando na mão direita do prateado de cabelos longos que segurava rudemente o copo de Whisky, tinha uma belíssima aliança prateada, simbolizando noivado. Sem entender o por que aquele sentimento de tristeza apoderou do seu ser. Sesshoumaru notou o olhar dela para sua mão e logo tratou de retomar o assunto, mas não tão rápido quanto a voz sagaz da morena.

–   Quem é a coitada? –  Era pra ter saído cômico, se sua voz não tivesse saído ressentida, ela achou mesmo? Que depois de toda a rejeição, de ser trocado pelo o irmão, ele a esperaria por tantos anos, ta certo que não foi trocado, eles nunca tiveram juntos, mas Kagome sabia dos sentimentos do prateado para com ela e fez questão de fingir não saber.
 

Doces sonhos... São assim...  
 

–  Sara... –   Um clima tenso se apoderou daquele almoço que era pra ser feliz e amistoso. –   Cansei de enrola-la, já tenho 30 anos, está na hora de formar uma família e ter filhos. 

Kagome se sentiu uma tremenda egoísta, era deveria estar feliz, mas não estava e o pior de tudo, não conseguia disfarçar seu descontentamento para com a situação lhe imposta. Amaldiçoava-se por isso, tentou ao máximo esbouçar um sorriso, mas Sesshoumaru a conhecia, não seria 1 década que a faria mudar a sua personalidade e o jeito previsível que tanto ele adorava.

–   Coof Coof,  legal. –   Pegou um cardápio enfiando a cara no meio dele. A morena se amaldiçoava pela forma que estava reagindo,"Droga, droga, droga" 
 

–    Depois quero a apresenta-la, você vai gostar bastante dela. –   Riu irônica da situação  "Com certeza vou adorar".
 

Definitivamente a vontade de rir é grande mas a de chorar é maior ainda... Tola
 

 


Notas Finais


⍟ Iaaai??

⍟ Outras fics minha caso queiram acompanhar! Até mais e beijos!

⍟ Doce obsessão: uma história de uma garota superdotada que cresceu em um orfanato e quando fica adulta conhece suas origens. Rin x Sesshoumaru
https://spiritfanfics.com/historia/doce-obsessao-6535832

⍟ História A história por um novo olhar, o recomeço: Fala sobre a vida após o poço come-ossos ter fechado! A vida no futuro e as incertezas da existência do misticismo na era atual.(Estarei atualizando amanhã) Kagome x Sesshoumaru
https://spiritfanfics.com/historia/a-historia-por-um-novo-olhar-o-recomeco-6032400

⍟ Desejada: fala de uma menina órfã que deseja vingança pela morte misteriosa de sua mãe e por um homem que a iludiu e a fez odiar os homens. (Estarei atualizando ela amanhã!) Rin x Sesshoumaru
https://spiritfanfics.com/historia/desejada-6653708


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