História A Fada Maldita - Capítulo 19


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Josei, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 19 - Coragem


Eu queria pedi desculpa pelo meu erro ter deixado você, mas não consegui apenas o observei em silencio meus olhos se fecham.

-. Todas as memorias que plantou em mim, acreditando que minha mãe me amava era você que fazia minhas memorias felizes e não ela.

-. Não odeie Marta, ela te amava nos últimos momentos de vida dela, seus pensamentos eram de arrependimento e de amor, sua mãe te amava muito – digo para ele.

-. Queria não acreditar que fosse a pessoa que me criou – diz virando de costas, melhor eu sair quando está assim quer dizer algo que conheço em um suspiro caminho em direção a saída e com Roen em forma de cachorro que o seguro pela pata traseira da esquerda.

Com um suspiro jogo Roen pela janela e vou ao jardim da frente onde meu irmão está olhando a cidade, com os braços cruzados esperando dizer algo.

-. Eu vou restaurar minha cidade, como está a busca da mulher humana que seu ex pegou?

-. Eu ainda estou a procura só que é tão difícil, o meu... digo Lindo a criança que criei, não consegue mais olhar para mim, eu o criei como um filho e sinto que fui rejeitada pelo meu filho de coração.

-. Não é isso, o tal do Lindo gosta de você, não dessa forma maternal – diz meu irmão, meus olhos ficam arregalados e em choque digo.

-. O Lindo, do que está falando homem? Ele é como fosse meu filho e não de sangue.

-. Não estou falando de relacionamento entre mãe e filho – diz com um tom calmo, eu olho para a minha cidade.

-. Quando coloquei Ugo no comando porque pensava que ele seria melhor em governar do que eu.

-. Olha, eu posso encontrar essa tal de Maria, só se...

-. O que?

-. Encontre o nosso pai e restaure a minha cidade.

-. Eu penso que sei onde ele está, mas eu não quero ir – digo para meu irmão sentando nos degraus e com as mãos no queixo.

-. A vida é tão complicada além do que você cria – diz meu irmão me dando consolo.

-. Eu vou buscar o nosso pai, poderia cuidar deles não quero que se envolvam nisso e mais a culpa é toda minha querido irmão – digo abraçando de lado do meu irmão mais velho JC.

-. Não nunca é... a nossa irmã quer nos ver unidos com força, afinal está ligada a ela pela dor que sofreu – diz meu irmão tocando em minha testa onde está o cristal que me dá a luz quando me perco.

-. Sem essa luz, estaria perdida e sozinha uma parte dela, eu tirei essa parte dela acho que ela não quer me ver – digo olhando para o céu com um tom triste.

-. Não remoa o passado, ela não vai querer isso – diz JC passando a mão em meu ombro, ficamos bastante tempo nos degraus.

-. Mura-san – escuto Ritsuka me chamar viro para ela de costas e a vejo sem folego, vejo em seus pensamentos algo de ruim me levanto e meu irmão.

-. Droga, aquela mulher!

-. Eu cuido disse ajude os cidadãos, eu cuido dela! – grito descendo os degraus.

-. Mura-san!

-. Venha precisamos tirar os civis, minha irmã cuida disso – ouço a voz de JC segurando Ritsuka corro em direção ao centro da cidade em que o vejo os soldados de armadura e a minha madrasta Tamiya, vejo todos se esconderem ao espiar a mim em frente a todos.

Tamiya está com um vestido longo e com ombrearas douradas e uma coroa dourada na cabeça com seus cabelos longos vermelhos e olhos azuis claro em um par de óculos tartaruga, com mangas compridas.

-. Veio se render? – pergunta olhando para mim em uma voz gentil.

-. Eu jamais vou desistir de minha cidade, meu pai me deu essa cidade foi dada em homenagem a Abel irmão de Seth, não irei deixar o meu povo nas mãos suas mãos e de ninguém, eu sou a princesa Lidgia – digo para ela, em uma voz séria olhando para ela mesmo mantendo uma máscara com um sorriso olhei para ela sem desviar o seu olhar.

-. Então eu lhe condeno a torre por traição a minha pessoa.

-. Vocês recebem ordem de uma pessoa que não pertence ao meu sangue! O que ela fez de tão bem a nossa cidade, me falem meu povo! Ela realmente é digna de ser a imperatriz! Diga-me! – todos estão em silencio e olham a imperatriz que se auto nomeou.

-. Acha mesmo que vai manipula-los dizendo meras palavras a mim – diz se aproximando, eu não vou ataca-la.

-. Então me diga, acha mesmo que intimidando o povo daqueles que nunca morrem, para ser uma imperatriz, a pessoa precisa governar, ser a imperatriz do povo, você é a imperatriz de nada – digo olhando em seus olhos, ao me dar uma bofetada continuo em pé chego.

-. Mamãe! Basta! – ouço a voz feminina, cabelos longos e meio cacheado com olhos azul claro.

-. Ergueu a voz para mim? – Tamiya vira para Mei, em que Charles e Allan do meu lado.

-. Você não tem o que nosso pai para governar, você usa a opressão em governar nossa cidade, nosso pai jamais usou opressão – diz Charles com uma voz calma e olhando a sua mãe, com seu cabelo castanho avermelhados e olhos vermelhos.

-. Vocês três, estão contra mim sua mãe, dei a vocês tudo e em troca ficam do lado dessa bastarda indigna a coroa – diz Tamiya me menosprezando e olhando friamente para mim.

-. Eu não sou digno a coroa, ainda não sou imperador para o meu povo e jamais serei.

-. Então vai dar a coroa para ela, criei uma criança fraca – diz Tamiya decepcionada.

-. Você não merece a coroa – digo para ela ao sumir da nossa frente, Mei me abraça forte.

-. Senti sua falta nos desculpe por tomar Cain a nossa mãe ia machucar os cidadãos de JC – diz ela com uma voz meiga.

-. Não queríamos ter feito isso, ninguém queria – diz Charles me dando um outro abraço.

-. Não estão com raiva de mim, fico feliz desculpe por deixá-los com ela – digo abraçando Allan que retribui.

-. Tudo bem, ela não tem tanta influência quanto nos cinco aqui – diz Allan ironicamente, cabelo curto e com um par de óculos redondo e olhos grandes azuis com o cabelo repicado com uma ferida nos lábios até o queixo.

 -. Agora preciso saber, onde está o nosso pai?

-. Vamos te contar o que a nossa mãe fez, primeiro – Allan mostra os soldados de armadura olho cada soldado.

-. Atenção todos, abaixem as armas não precisam lutar... aquela não é a imperatriz de vocês... eu vou trazer, o nosso imperador de volta! Eu prometo a vocês! – grito para eles com a voz dura e firme, todos se ajoelham deixando a arma no chão, olho para cada um deles eu me ajoelho por eles, o imperador não é o rei de poder ou de tomar o que imperador quer, para ser o imperador tem que ser do seu povo.

-. Mura.

-. Nosso pai ensinou que devemos ajoelhar perante ao povo que devemos proteger, foi o que ele me ensinou e eu quero ser digna como a filha do meu pai – digo com a cabeça baixa.



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