História A Vida de Rosyuya Contada como Fanfic - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Josei, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Minha Primeira Fanfic Para mim


Escrevendo a Fanfic de “A Raposa Guardiã” e “A Garota dos Cabelos cor de Sangue”, parei de escrever e penso na minha primeira Fanfic que fiz para mim mesma, começou quando vi o anime Blood+ e gostei muito da história então comecei a criar minha personagem que precisava nessa história começou assim.

Em uma personagem que nasceu humana fruto de um estupro chamada Yuna, ela é filha de Rido Kuran e Shizuka Hiou, ao nascer presa em uma cela junto com sua mãe mesmo se controlando em não beber o sangue de sua filha nascida humana. Yuna aprendeu tudo por sua mãe Shizuka que a ama mais do que tudo, abraçada em seu braços Yuna com 5 anos nasceu com olhos de cores diferentes um azul gelado no direita e no esquerdo um rosa cerejeira como de sua mãe, seu cabelo é castanhos parecendo de seu pai Rido.

Rido jamais reconheceu Yuna como sua filha, por nascer humana, sempre a olhando com desprezo fazendo os servos levar comida a sua filha ilegítima, então Shizuka quando sentiu o impulso de sede, Rido trazia humanos para alimentar Shizuka e Yuna assistia sem realmente entender por que sua mãe faria tal monstruosidade.

Dormindo ao lado dela, Yuna acorda durante a noite ao ver sua cela aberta, ela silenciosamente sente uma sensação forte até chegar um corredor e ver seu pai Rido carregando um bebe em seus braços ao cravar suas presas na criança pequena. Yuna tampa sua boca apavorada até ver o sangue derramar na criança e então sem sentir suas pernas, Yuna depara com um caixão lacrado e então vê um homem de cabelos longos castanhos manchado de sangue, ferindo seu pai gravemente e o homem de olhos vermelhos vira para Yuna e ao olhar em seus olhos, ele faz um gesto de silencio.

Yuna escutando passos apressados deixa o corredor voltando a sua cela e abraçando sua mãe com força.

-. Yuna, o que houve?

-. Tive um pesadelo, mamãe – responde com a voz tremula, ao passar de um tempo, Yuna tem dificuldade de acelerar seu crescimento então ela continua 5 anos até chegar outro humano diferente olhando diferente Shizuka. Em um tempo Yuna percebe que esse humano se transformou em vampiro para ficar com sua mãe, fazendo ter um pai substituto, até que Rido chega em sua cela com um olhar frio abrindo a cela pegando Yuna pelo braço dizendo.

-. Você vai embora longe daqui e nunca mais voltara.

-. Mamãe... – diz Yuna olhando a sua mãe.

-. Não, Rido! Por favor é a minha filha! Não a tire de mim!

-. Essa coisa que chama de filha não existi mais para você, eu vou devora-la – diz Rido friamente pegando Yuna pelo braços chutando e lutando sentindo o medo, Shizuka usa seus poderes ferindo Rido. Yuna caindo no chão corre pelas escadas íngremes e deixa a porta correndo pelo corredor seu coração acelera em um ritmo forte até chegar em uma floresta escura e densa numa noite de neve ao tropeçar nos troncos.

Yuna se depara com uma figura de asas negras, olhando em seus olhos vermelhos brilhantes e cabelos prateados com uma foice vermelha sangue, com vestes pretas, a figura de lábios escuros, presas brancas finas, se aproxima com passos calmos em direção a Yuna caída no chão, até mover a foice de forma vertical.

Fechando os olhos pensando em morrer, Yuna desmaia pelo chão frio cobrindo com a neve úmida e fria, o ser de asas negras volta um homem belo de cabelos prateados se aproximando da criança encharcada tirando seu casaco e a carregando em seus braços.



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