História A Fanfic Que Virou Best Seller - 2 Geração. - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Exibições 360
Palavras 2.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


AVISOS IMPORTANTES!

• Fiz um desafio no grupo de leitoras do whatsapp em que a leitora que ganhasse, poderia escolher uma fanfic para ganhar um capítulo extra! Então, esse é só um capítulo a mais. Não estou começando a atualizar já, ok? Mas, aviso que essa fanfic está ganhando na votação. Para as leitoras que ficaram em dúvida: PODE SIM ESCOLHER MAIS DE UMA FANFIC, OK? A que tiver mais interesse, atualiza antes, apenas isso. Mas, as outras não serão abandonadas, apenas entram na lista de espera.

• Leo é interpretado pelo Liam fetus.
• Nick é interpretado pelo Niall fetus (mas, não tem nenhuma ligação com o Niall).
• Vick é interpretada pela Victoria Justice.

Capítulo 2 - Sarah Malik.


Fanfic / Fanfiction A Fanfic Que Virou Best Seller - 2 Geração. - Capítulo 2 - Sarah Malik.

~ Oi, não é a Alice e nem tenho a intenção de ser.

Em primeiro lugar, devo esclarecer que estou sendo obrigada a escrever isso pela minha mãe, porque, segundo ela, preciso extravasar meus sentimentos e raiva. A verdade é que não sou nem nunca quis ser escritora, então, por favor, não me comparem ao jeito melodramático e encantador da minha mãe.

A única promessa que minha mãe me fez é que esse manuscrito seria um segredo e que jamais seria liberado para os olhos curiosos dos leitores dela. Obviamente, essa promessa não se cumpriu, porque você, caro leitor, está lendo tudo! Mas, isso é história para mais tarde.

A propósito, meu nome é Sarah Malik, mas isso não é novidade para você. Também não deve ser novidade que fui arrastada de Los Angeles até Londres pelo meu pai e acabei parando na porta da minha mãe, sendo obrigada a ficar lá daqui para frente.

Eu respirei fundo, contendo o nervosismo de estar ali, na porta dela. Eu não queria morar ali. Eu amava minha mãe, mas era irritante como ela sempre vivia no mundo da lua.

Era uma vergonha gigantesca que minha mãe ficou famosa por escrever uma fanfic. Fanfics são tão antiquadas e ela continua escrevendo como se tivesse quinze anos! Acontece que eu tinha quinze anos e eu sabia que a vida não era um conto de fadas só porque ela conheceu um famoso de uma boy band que se apaixonou por ela. Quer dizer, dois famosos de uma boy band que se apaixonaram por ela.

Quem escreve sobre a própria vida amorosa e publica? Minha mãe. E o pior é que ela era famosa entre todas as minhas amigas da escola que acreditavam em seus ensinamentos como se minha mãe fosse alguma musa da sabedoria e do amor verdadeiro.

Era um fardo enorme ser filha de Zayn Malik, mas era um fardo ainda maior ser filha de Alice Tomlinson. Alice era um nome emblemático e todas as meninas entravam em parafusos por eu ser filha dela. Romances idiotas. Enquanto isso, minha mãe vivia escondida numa mansão em Londres, criando seus trigêmeos adoráveis com seu marido maravilhoso, Louis Tomlinson, que agora estava gravando um último álbum ao lado dos integrantes da One Direction para se despedir das fãs. Eles ainda eram uma febre, não importava se eles já tinham quarenta anos de idade! Directioners nunca cresceriam.

Não me leve a mal, eu também amava muito meus três irmãos. Eu sempre brincava com eles quando vinham me visitar em Los Angeles, mas Louis era o problema e sempre ia ser. Louis mantinha minha mãe presa nesse conto de fadas idiota do qual eu fazia parte. Tem coisa pior do que ser o final feliz da sua mãe? Eu era o final feliz dela e estava escrito num livro. As pessoas eram minhas fãs, mas eu só tinha quinze anos! Meninas que eu nunca tinha visto na vida queriam andar comigo, porque eu era a adorável Sarah Malik do livro. Não satisfeita em retratar o próprio romance, minha mãe me retratou também e agora eu tinha pessoas na minha cola por onde andasse.

- Você vai gostar daqui, Sarah. – Louis falou, empolgado, enquanto minha mãe fechava a porta da entrada. – FREDDIE! ETHAN! MENINAS? VENHAM VER QUEM CHEGOU!

- Quem? – Sophie foi a primeira a aparecer, toda suja. Provavelmente, estava brincando no jardim. Eu sorri para ela que abriu um sorriso enorme de volta e correu me abraçar. – SARAH!

- SARAH! – Ethan gritou, me abraçando junto para logo depois Emma se juntar a eles. Eu sorri, porque era bom ter meus irmãos por perto.

- Freddie, você lembra da Sarah? – Louis perguntou e eu levantei o rosto para a escada. Freddie, eu lembrava dele muito bem. Meu estomago deu uma volta completa de um jeito idiota. Freddie tinha os olhos azuis pequeninhos e um sorriso lindo que derreteria o coração de qualquer garota. Ele estava com uma camiseta branca e uma calça de moletom cinza, displicente, com as mãos no bolso.

- Lembro sim. – Ele disse, sorrindo. Eu forcei um sorriso, sem jeito. Por que diabos meu rosto estava queimando? Era só Freddie, meu amigo da escola, filho de Louis e que logo após, de uma maneira meio torta, foi meu irmão por dois anos. Antes de eu embarcar de volta para Los Angeles e nunca mais vê-lo. Sete anos que não o via, porque nem ele e nem Louis nunca foram me visitar. Não que eu quisesse de qualquer jeito.

- Vocês eram tão grudados quando eram menores. – Minha mãe falou com um tom infantil e eu revirei os olhos.

- É, muita coisa mudou. – Eu falei, maldosa.

- Seja bem-vinda, Sarinha. – Freddie falou, sorrindo e eu cerrei os olhos para ele.

- Ninguém me chama de Sarinha mais. – Eu revidei, sem paciência.

- Oh, desculpe. – Ele disse ainda com o mesmo sorriso. Eu tinha certeza que ele estava debochando da minha cara. – Força do hábito.

- Mas, nós adorávamos te chamar de Sarinha, querida. – Minha mãe falou, enquanto passava o braço em volta do meu pescoço para me guiar para o andar de cima.

- Mãe, para. – Eu falei, sem paciência. – Eu não sou mais nenhuma Sarinha. Só Sarah, está bem?

- Está bem, você já está uma moça mesmo. – Ela concordou, sorrindo e eu bufei. O que aquela casa tinha para que todos fossem tão adoráveis e mantivessem um sorriso congelado no rosto? Que droga.

---*---

- Bom dia. – Eu falei, mal humorada, chegando à cozinha. Aquilo parecia um caos logo cedo, totalmente o oposto da minha casa em Los Angeles, onde meu pai dormia até tarde e Gigi praticamente amordaçava Antony na cadeira para comer quieto.

- Bom dia, Sarinha! – Minha mãe falou, animada, e eu revirei os olhos. Seria difícil tirar esse apelido da boca dela, aparentemente. – Sente-se. – Ela pediu e eu me sentei à mesa, sonolenta e de mal humor. Observei que Sophie e Emma já comiam seus ovos mexidos, hipnotizadas no desenho que passava na televisão.

- Vá logo comer! – Louis apareceu na porta, sorrindo e empurrando Ethan que andava lentamente, sem tirar os olhos de seu livro. Mas, por que diabos um menino daquele tamanho já estava lendo às 7h da manhã? – Bom dia!

- Bom dia, querido. – Minha mãe respondeu, lhe dando um selinho e eu quase perdi a fome. Parecia um comercial de margarina, então preferi observar Ethan que se sentou ao meu lado sem largar o livro.

- O que você está lendo? – Eu perguntei, curiosa.

- Romeu e Julieta. – Ele respondeu, me encarando com os pequenos olhos azuis de Louis. Por que diabos essa família toda se parecia com o baixinho da boy band?

- Por que você não lê algo mais emocionante? – Eu perguntei, preocupada. Ele devia ser zoado na escola e eu temia que ele virasse um “loser”.

- Tipo o quê?

- Tipo Game Of Thrones. É sensacional. Tem várias mortes. – Eu falei, tentando fazer um suspense, mas Ethan revirou os olhos para mim. Um pirralho revirou os olhos para mim! Que abuso!

- Eu já li todos.

- Todos? Mas, os livros são gigantes. – Eu falei, cética.

- Eu já li todos. – Ele respondeu, entediado. – Na minha opinião, você está superestimando as mortes do livro. Há toda uma história muito curiosa envolvida em Guerra dos Tronos. As mortes são secundárias.

- Deus do céu, você vai ser muito zoado no ensino médio. – Eu concluí, encarando Ethan que fechou a cara para mim, imediatamente.

- Querida, nessa casa, nós incentivamos as paixões de todos. – Minha mãe respondeu, enquanto me servia. – E a paixão de Ethan são os livros.

- E ser zoado, provavelmente. – Eu insisti, enquanto Sophie riu. – Não é verdade?

- Ethan já é zoado na escola. – Sophie falou, sem piedade do irmão. – Ele vive nos fazendo passar vergonha na sala.

- Ethan ama livros. Não vejo problema nisso. – Emma respondeu, dando de ombros.

- Quer dizer, os dois me fazem passar vergonha. – Sophie se corrigiu, encolhendo os ombros.

- E você é uma campeã nos esportes. – Eu a analisei, animada. – Você deve ser popular.

- Sophie gosta de aparecer. – Emma falou, sem paciência.

- Bom dia! – Freddie entrou na cozinha, animado. Eu o analisei, curiosa. Ele usava o uniforme do colégio que eu também era obrigada a usar. A diferença é que ele usava uma calça com suspensório e uma camisa social azul colada. Eu usava a mesma camisa social azul, os suspensórios, mas uma saia em vez da calça.

- Bom dia, filho. – Louis o cumprimentou com um toque de mão brega. Eu logo percebi que os dois tinham praticamente a mesma altura e senti pena de Ethan que além de zoado, seria igualmente baixinho.

- Bom dia, querido. – Minha mãe o cumprimentou, enquanto ele deu um beijo no rosto dela.

- Bom dia, mãe. – Ele respondeu, automaticamente, roubando uma torrada que ela estava preparando.

- Mãe? – Eu perguntei, cética. – Você chama a minha mãe de mãe?

- Sim. – Freddie me encarou, falando de boca cheia.

- Você tem a sua mãe. – Eu respondi, maldosa. O silêncio se fez na cozinha e eu não entendi o que estava acontecendo. Um clima pesado se instalou, mas aquilo era extremamente bizarro. Minha mãe não tinha um filho do tamanho de Freddie.

- Bom, vamos crianças? – Louis interrompeu o silêncio, mudando de assunto. Eu fiz uma careta, sem entender o que acontecia.

- Pai, eu levo todo mundo. – Freddie pediu e Louis respirou fundo, jogando a chave para ele.

- Cuidado!

- Pode deixar. – Freddie respondeu, empolgado por ter a chave do carro.

- Eu vou poder dirigir também? – Eu perguntei, automaticamente.

- Você não tem idade para dirigir ainda. – Minha mãe respondeu, distraída.

- Mas, quando tiver idade, poderá dirigir também. – Louis se apressou a dizer e eu bufei. Eu sabia que ele estava tentando procurar aceitação, mas eu não iria dar nenhuma.

Sentei ao lado de Freddie no banco da frente do carro, enquanto os trigêmeos se desentendiam no banco de trás. Ia ser um longo ano, concluí.

---*---

Quando finalmente estacionamos na escola, eu saí do carro lentamente, observando a movimentação. Pessoas completamente novas. Eu não queria estar ali, lembrei a mim mesma. Eu coloquei o capuz da jaqueta, automaticamente, e torci para que não me reconhecessem.

Observei enquanto os trigêmeos corriam para longe até perdê-los e de vista. Freddie, por sua vez, parou perto do chafariz e cumprimentou alguns garotos, empolgado. Logo eu percebi: Freddie era popular ali.

- Ei! – Ele me chamou, de repente, e eu me encolhi, virando para ele de má vontade. – Você vai ficar bem?

- Eu não sou uma criança e você definitivamente não precisa me proteger como antes. – Eu respondi, ácida.

- Ual! Que perigosa. – Um garoto de cabelo loiro se animou e me olhou com malícia.

- Nem pense nisso. – Freddie se apressou. – Ela é minha irmã, Nick.

- Ah, droga. – Ele murchou, imediatamente. Além de tudo, Freddie era o líder dos populares, concluí, tentando não rir.

- Tecnicamente, eu não sou sua irmã. – Eu revidei, fazendo birra, porque queria ver se Freddie iria se irritar.

- Oba! – Nick se animou, imediatamente.

- Ela é filha da Alice. – Freddie se explicou e Nick me olhou, alarmado. Droga.

- Você é a famosa Sarah?

- E ele é famoso Freddie! Por que ninguém fala dele como falam de mim? – Eu perguntei, sem paciência.

- Freddie faz sucesso aqui por ser quem é. – Nick explicou, perplexo. – Mas, acho que você superaria facilmente porque, primeiro, você é uma mulher e é gostosa, segundo, você é carne nova e terceiro, você é filha do Zayn Malik.

- Meu pai realmente é muito foda. – Eu falei, orgulhosa.

- Eu amo as músicas dele, o estilo dele... Eu até tentei me vestir como ele e...

- Você ficava parecendo um otário. – Freddie se apressou a dizer, entediado.

- Acho que aquelas vestimentas pretas e os anéis só ficam bons nele mesmo. – Nick encolheu os ombros, sem jeito, me fazendo rir.

- Daí, Freddie, tudo bem? – Um garoto enorme cumprimentou Freddie. Enorme. Eu tentei controlar o olhar, mas era impossível. Ele estava suado e sem camisa. O abdômen era todo desenhado e ele tinha uma pele bronzeada. Os olhos eram castanhos e ele usava um topete perfeito.

- Oi, Leo. – Freddie o cumprimentou, percebendo meu olhar.

- E você é...? – Ele perguntou, sorrindo para mim.

- Eu sou Sarah. – Eu respondi com um sorriso malicioso. Se a vista me agradava, ele saberia.

- Muito prazer, Sarah. – Leo respondeu, sorrindo.

- Leo, coloque a camisa logo. – Freddie pediu, sem paciência.

- Oh, tudo bem. – Leo falou, educado, pegando a camiseta da mochila que ele carregava. – Estava correndo um pouco antes da aula. Treino é importante.

- Leo é o capitão do time de futebol da escola. – Freddie me explicou.

- Achei que você seria o capitão do time, você sabe... – Eu falei, em dúvida.

- Eu não gosto de futebol. Meu pai gosta e Sophie o completa nisso. – Freddie falou, sem paciência.

- Entendi. – Eu respondi, em dúvida.

- Meu nome é Leo Payne. – Leo frisou bem o Payne e eu o encarei, perplexa.

- Payne como Liam Payne? – Eu perguntei, confusa. O filho de Liam era muito mais novo que todos nós, pelo que eu sabia.

- Isso, meu pai. – Leo falou, orgulhoso.

- Você nem gosta do seu pai, mas vive usando ele para conseguir fama. – Freddie falou, sem paciência.

- Não sabia que ele tinha um filho dessa idade. – Eu falei, ainda sem entender.

- Isso foi porque ele engravidou uma fã por aí e esqueceu. – Leo respondeu, ácido. – Depois de um exame de DNA, aos dez anos, bingo! Eu era filho de Liam Payne.

- Caramba. – Eu exclamei, surpresa.

- Bebê, aí está você! – Uma garota alta e encorpada gritou de longe.

- Lá vem. – Leo falou, meio assustado e eu fiquei confusa.

- Mozinho, onde você se meteu? – A garota se atravessou no grupo e agarrou Freddie, lhe dando um beijo tão exibido que eu achei que ela o engoliria ali mesmo.

- Eu sempre estive aqui. Bem aqui. – Freddie falou, meio que com vergonha da garota. Eu devia estar rindo, mas estava irritada. Odiava demonstrações publicas de afeto.

- Como vai, Vick? – Nick a cumprimentou.

- Ok. – Ela disse, meio entediada e virou para mim, de repente. – E você é...?

- Ela é minha irmã. – Freddie se apressou e a garota abriu um sorriso tão grande que pensei que ela me engoliria já que não conseguiu engolir Freddie. – Sarah, essa é a Victoria.

- Victoria Justice, prazer. – Ela disse, vindo até mim e me dando três beijinhos na bochecha.

- Sarah Malik. – Eu fiz a mesma cerimônia, mas sem sorrir.

- Seu pai é maravilhoso. – Ela comentou e eu abri um sorriso forçado.

- Eu sei.

- Vamos ser grandes amigas, cunhadinha. – Ela disse, empolgada.

- Ah, não vamos, não. – Eu respondi, agoniada, ainda forçando um sorriso no rosto.

- Como? – Ela fechou o sorriso, confusa.

- Não vamos ser amigas, não. Obrigada pelo convite mesmo assim. – Eu respondi, fechando o sorriso e virei as costas para sair dali, respirando fundo. Que menina esquisita.


Notas Finais




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