História A Farmer, a madwoman, a detective and a biologist - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Batman, Once Upon a Time
Tags Harlivy, Swanqueen
Exibições 21
Palavras 699
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P)
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


A história é curta e ta acabada, por isso tô postando, não prometo postar tudo hoje, depende do meu sono.
História meio "louca" por envolver dois universo nada haver, mas veio essa ideia na cabeça e pensei: por que não?
Se eu não postar, nunca saberei se ficou bom, aqui está ela e me digam o que acharam, ok?
Obrigada e boa leitura,
Bye o/

Capítulo 1 - Regina Mills


Qual o sentido da vida? Estamos nela apenas para morrer, certo? A vida, na verdade, é injusta. Peço desculpa se pareço deprimida demais para você, mas não vejo mais sentido na vida desde que meu grande amor morreu. 

Ainda lembro como se fosse ontem, eramos o casal mais feliz de toda StoryBook, tinhamos uma pequena bebê recém nascida de apenas 3 meses, ele tinha pego o carro para comprar algumas coisas pra ela que tinha acabado, só que ele nunca voltou. 

Já estava tarde, quando eu estava preste a ligar pra ele, recebo a ligação de um total desconhecido me contando da perda. 

Sei que ela nada tem culpa, mas acabei a culpando pela morte do pai, afinal se ela não precisasse das fraldas e das vitaminas, ele não teria saído aquela hora da noite. Se não fosse ela, eu ainda teria meu Daniel do meu lado. 

Juro que eu tentei, tentei cria-la como uma mãe deve criar um filho (mesmo que a minha não seja aquele exemplo), fiquei com ela até que completou 3 anos, ela já sabia falar e andar quando a vi a ultima vez. Onde ela está? 

Sinceramente, eu não sei. Entreguei ela para minha mãe e pedi para que desse um jeito nela. A pequena chorava a plenos pulmões como se soubesse que não iria mais me ver, acho que no fundo ela realmente sabia. Gritava para quem quisesse ouvir "Mamãe!" ou "Eu quero a mamãe", claro, com alguns errinhos de fala por causa da idade. 

Se me arrependo? É claro que sim. Logo no dia seguinte eu já me arrependi, mas não conseguir descobrir para onde minha mãe a enviou 

Até tentei contratar um detetive e obtive êxito até, Cora, minha mãe, a tinha mandado para um colégio militar, o detetive também me contou que ela estava morta após uma invasão a base onde "morava". Sei que não fui uma boa mãe, sei que não estive presente a vida inteira da minha filha, mas ouvir aquela noticia, foi como morrer novamente, a mesma sensação que tive ao saber de Daniel. 

Ela morreu com apenas 10 anos... 10 anos... Agora entendem o por que a vida é injusta? 

Desde então, decidir me isolar, comprei uma fazenda bem longe de Storybook, quase no meio do nada, sei que se continuasse a estrada que passa em frente da minha chácara iria parar numa cidade chamada de Gotham se não me engano. As vezes aparece algumas pessoas perdas vezes aparece algumas pessoas perdidas por aqui, mas finjo que sou alguém que viveu a vida inteira no campo, que não sabe falar nem escrever direito. 

O impressionante é que eles meio tem medo de pessoas assim, pensam que pode rouba-los a qualquer momento, eu era assim, admito. Não passava perto de ninguém que parecesse ser assim, sou filha da perfeita de StoryBook (ou era, não sei se ela continua lá e não me interessa também), sempre tive tudo que quis, nada me faltava, o dinheiro só deixou de ser "importante" após eu conhecer Daniel, ele me mostrou a importância das coisas. 

_ Ah Daniel... - Suspiro olhando o céu com os olhos marejados. - Não imagina a saudades que me deixasse. 

Só saio daqui quando meu estoque de comida realmente estiver baixo, mas tem um grande sótão adaptado para guardar essas coisas. Então raramente eu saio de casa, o que eu prefiro, quanto menos eu falar com alguém, menos eu posso me machucar um dia. Estava no fundo da casa colhendo os morangos que ali estavam, até que noto que já estava escurecendo, como naquele pedaço não tinha poste era melhor eu entrar, era milagre minha casa ter energia, mas o que dinheiro e nomes não fazem certo? 

Deixo a cesta com os morangos em cima do balcão da cozinha e vou direto para meu quarto, ao entrar no cômodo, começo a me despir indo em direção do banheiro que ali tinha, jogo uma água no corpo rapidamente e volto pro quarto me jogando na cama após vestir um pijama leve de seda. Rapidamente adormeço tendo como a última lembrança o sorriso bobo de Daniel quando pegou nossa filha pela primeira vez e ela tentando pegar seu nariz. 


Notas Finais


E mais uma história que ficara sem capa Xp


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