História A faxineira. - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Ação, Amizade, Amor, Comedia, Drama, Empresa, Engraçada, Feia, Justin Bieber, Romance, Saudade, Tortura, Violencia
Visualizações 1.024
Palavras 1.548
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLAAAAAAAAAAA MEU AMORES!!!

EU ESTOU PREPARADA PARA OS XINGAMENTOS .... O meu maior medo de vim atualizar era o tanto de pessoas que me apedrejariam nos comentários, mas eu não discordo de vcs, eu sou mesmo uma vadia por não ter atualizado nesses ultimos meses.

Peço perdão para cada um. ❤❤
É um minimo que posso fazer.

Mas em fim, eu sei que vcs querem ler, então, boa leitura. 😆❤❤

Capítulo 35 - XXXII - Concorrência.


Fanfic / Fanfiction A faxineira. - Capítulo 35 - XXXII - Concorrência.

“Ainda luto e eu não sei por quê
Se o nosso amor é tragédia, por que você é meu remédio?

Porque você é o pedaço de mim
Que eu gostaria de não precisar”

Elizabeth

Meu rosto estava enterrado no travesseiro, enquanto eu gritava completamente  desesperada. Alana e Léo, por sua vez, estavam ao meu lado, tentando de alguma forma me acalmar. Caramba, eu não queria ficar calma!

Eu queria simplesmente me enfiar em um buraco e nunca mais sair dele. Nada em minha vida dava certo. Tudo parecia está contra mim. Até mesmo quando eu encontro um emprego, eu tenho que me apaixonar pelo chefe e, puf, acabar com a única forma de sustentar minha casa. Mas olha só, isso não foi bastante, a vida achou pouco, então ela resolveu me dar um filho. Dele. De Justin! O cara que arrombou meu coração.

— Elizabeth, fica calma. — sinto as mãos de Leonardo tocar minhas costas. — Olha pra mim.

Eu diminuo o soluço, mordo o lábio inferior e levanto a cabeça para olhar em seus olhos.

— Eu estou aqui, ok? — imediatamente agradeço a Deus por tê-lo na minha vida. — Você se lembra da nossa promessa? Se estivermos juntos, tudo que vier…

— Passaríamos de cabeça erguida. — completo. Ele sorri. — Meu Deus. Eu estou grávida, dá pra acreditar?

— É um bebê, Elizabeth, não uma doença.

— Eu sei, mas eu não quero que meu filho cresça sem um pai. Eu sempre sonhei em ter uma família. Em casar, ter filhos e que o meu marido estivesse ali, compartilhando tudo comigo. — limpo os requisito de lágrima do meu rosto. — No entanto, isso nunca vai acontecer.

— Você vai contar sobre esse filho pra esse cara, sim! — Eduarda diz, surgindo ao meu lado. — Não vai segurar essa barra sozinha, já basta eu ter que ter o meu filho sem poder dizer a ele quem é pai, porque ele é um criminoso. Mas esse homem aí tem a obrigação de assumir esse filho.

— Pelo amor de Deus! Assumir? Justin é noivo!  — digo, angustiada. — Não posso exigir que ele assuma essa criança. Não quero que pense que fiz de propósito. E também não quero acabar com sua vida.

— Você o estaria privando de uma coisa que nem sabe qual seria sua reação. — eu dou risada, sem ânimo.

— Ah claro. Porque a sua reação seria das melhores, não é? — passo a língua pelos lábios. Desespero era o meu nome do meio.

— Isso não cabe a você decidir. — Léo diz.

O quê? Ele também achava que eu dizer a Justin sobre essa criança?

— Esqueçam! Eu não vou contar. — Sim, eu estava perdida.

Mas olhando por outro lado, o que eu diria ao meu filho quando ele me perguntasse sobre o pai?

Caramba. Mil vezes merda. Centenas de vezes jogada na lama.

Eu não entendia o porquê de tudo aquilo está acontecendo. Como se o mundo estivesse desabando sobre a minha cabeça.

Desde o começo eu devia saber que isso não acabaria bem. Eu fui tão estúpida. Tão burra.

Justin.

Eu o senti em cada parte do meu corpo. Naquele momento eu acreditei, acreditei cegamente que ele me amava. Mas Justin só sentia pena de mim, e foi como cair de paraquedas, como ir do céu ao inferno. Tudo não havia passado de uma brincadeira para ele.

Mas meu filho era real. Nós poderíamos ter sido uma mentira, porém aquela criança não. Ela existia realmente e fazia parte de algo que um dia, mesmo que por pouco tempo, compartilhamos um com o outro.

Havia uma pedaço meu e de Justin crescendo dentro de mim.

 

¤¤¤

 

O dia amanheceu e eu pulei da cama com disposição, sentia-me pronta para encarar a realidade de cabeça erguida.

Idaí que eu estava machucada?

Aquilo em algum momento teria que passar. E eu precisava me reerguer, porque em breve teria mais uma boca para alimentar. Primeiro eu iria procurar um emprego, depois eu veria o que faria com o resto.

Desci as escadas, já arrumada, e parei ao ver meu pai sentado no sofá com as mãos sobre a cabeça.

— Bom dia! — sorrio para ele, no entanto ele não sorri de volta.

— Quando você iria me contar? — pergunta, mostrando-me o teste de gravidez. O meu teste.

— Pai, — fecho os olhos, pois não sabia como lhe explicar. — Eu estava esperando o momento certo pra te contar.

— E quando seria o momento certo, Elizabeth? — levanta-se, indignado. — Você era o exemplo dessa casa. Quando sua irmã me disse que estava grávida de um marginal eu não me surpreendi, em algum momento isso iria acontecer. Mas eu nunca esperei isso de você.

Meus olhos imediatamente se enchem de lágrimas.

— Não esperava o quê? Que eu fosse gerar um filho em algum momento da minha vida? — cuspo as palavras.

— Você sabe quem é o pai? — pergunta, sarcástico.

Espera, ele não estava me chamando de vagabunda, estava?

— O que o senhor tá insinuando? — limpo a lágrima que havia escapado. — Eu não sou uma vadia.

— Então quem é o pai? Você nunca apareceu aqui com ninguém. — suas palavras foram arremessadas em minha direção com crueldade.

— Não se preocupe, eu irei cuidar do meu filho muito bem. — vou em direção a porta.

— Você e sua irmã vão jogá-los em minhas costas, isso sim. — eu viro para ele, incrédula.

— Não, eu não vou! — mordo o lábio, com raiva. — E não haja como se eu não ajudasse nas contas de casa, porque mesmo eu tendo dificuldade em arrumar um emprego, sempre me virei nos trinta pra colocar alimento nessa casa…

E eu fazia isso sozinha.

Sozinha.

— E eu meu filho iremos embora da sua casa, porque eu tenho a capacidade de criá-lo sem sua ajuda. — vejo os seus olhos vacilarem. — Espero que esteja feliz. Eu finalmente estou saindo da sua casa.

Então eu saio, atordoada. E pela minha cabeça passava um turbilhão de coisas de como faria para viver de agora em diante.

Andando pelo centro avistei uma loja de roupinhas e produtos para recém nascidos. Não me contive em entrar. Havia tanta coisa fofa, sapatinhos, roupinhas... Peguei um macacãozinho na mão e o levei até o nariz, o cheiro era incrível.

— A senhora vai ficar com esse? — a moça me pergunta.

— Sim, eu irei.

Assim que eu fui pagar, minha boca quase foi ao chão ao ver o preço, no entanto eu não me importei, eu havia amado aquela roupinha e iria levar, não importava o custo.

Depois de sair da loja, comecei a procurar emprego, e já era cinco horas da tarde, o sol estava quase sumindo e ninguém quis me empregar. Aquilo era desumano.

Parei em frente a empresa Power Kelv’s e arregalei os olhos ao ver Danilo em frente a mesma. O mesmo cumprimentava um homem de terno, e no momento que me viu, seus olhos fixaram em mim e o sorriso aumentou.

Ai Jesus!!

Aceno para ele, sem graça, e o mesmo acena de volta, dizendo algo no ouvido do cara ao seu lado e começando a andar em minha direção.

Corre, Elizabeth!

Corre, palhaça!

Tempo esgotado, Danilo já havia me alcançado.

— Elizabeth, — seus olhos sorriam. — Está tudo bem? Nós nem nos despedimos direito naquele dia.

— Eu estou ótima, — mentira!  — E você?

— Estou na correria. Sabe como é. A empresa não está passando por um período muito bom. — faz uma careta. — Se você não trabalhasse pro idiota do Bieber eu iria chamá-la para trabalhar comigo. Você é uma das melhores administradoras que eu conheço.

Meus olhos arregalam-se. Emprego? Alguém falou emprego?

— Ah, sobre isso. Eu não trabalho mais na empresa Apple Bieber’s. — dou de ombros. A tristeza oculta em meu olhar. — Se quiser me contratar, estou aceitando.

— O quê? É sério? — ele me analisa. — Porra, Elizabeth. Porque você não disse antes? — segura em meus braços. — Preciso te apresentar ao meu pai. Você vai ser a nossa salvação.

Eu o sigo até a entrada da empresa. O sorriso brincando em meus lábios.

Calma filhinho, mamãe já tá resolvendo nossos problemas.

Mas o sorriso se vai no momento em que vejo um determinado cartaz em frente a recepção.

Era o anúncio do evento que premiaria a melhor empresa do ano, e aquele evento arrecadava muito dinheiro e muita variabilidade nos mercados para quem ganhasse. E a Apple Bieber’s estava concorrendo junto com a Power Kelv’s.

Justin estava disputando com a empresa do pai de Danilo.

— Danilo! Eu estava te procurando. — pelo que eu conhecia, aquele era o seu pai.

O mesmo me olhou de cima abaixo e arqueou a sobrancelha.

— Quem é ela?

— Lembra da aluna da faculdade que eu te falei? — ele olha para mim, confuso. — Essa é a Elizabeth.

Eu sorrio, sem graça.

— Oh, prazer, Elizabeth. Meu filho havia comentado que estava trabalhando com os Bieber’s.  — ele segura em minhas mãos.

— É, mas não estou mais. — dou de ombros.

Oh, que pena. — em seus olhos havia felicidade. — Muito bem, Danilo. — olha para o filho com cumplicidade no olhar. — Não deixe a moça ir sem contratá-la. — ele sorri. — Você já é nossa, garota.

Ponho a mão sobre a minha barriga e olho para Danilo com expectativa.

— Você começa amanhã. — ele diz, não pensando duas vezes antes de falar.

Sim, eu realmente trabalharia para a concorrente dos Bieber’s…  Que mundo pequeno.
 

Porque nós dois sabemos como isso termina
Um relógio faz tic-tac até quebrar seu vidro
E me afogo de novo em você.”

 


Notas Finais


HEEEEYY BABYS.

VÃO DA UMA OLHADA NA MINHA NOVA ONESHOT. Chama-se Não foi para sempre.

Link:

https://spiritfanfics.com/historia/nao-foi-para-sempre-9787138

Espero que ainda estejam ai.

Cometem o que acharam, e mais uma vez, me desculpe pela demora.
😉😉😉❤❤❤❤


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