História A Fazenda Storm - Capítulo 10


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Personagens Personagens Originais
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 10 - Saulo já sabe o caminho


Fanfic / Fanfiction A Fazenda Storm - Capítulo 10 - Saulo já sabe o caminho

 

Saulo se via correndo em direção ao lago, onde os patos costumavam nadar. Sabia que não estava mais onde costumava estar, as coisas estavam diferentes, e não sabia o que iria encontrar no lago, então resolveu correr para o celeiro onde os patos ficavam quando não estavam no lago. Então modificou mais um pouco seu trajeto fazendo mais uma leve curva para esquerda. 
Naquele momento notou que não ouvia mais o barulho do estranho atrás dele, mas não queria arriscar, então continuou correndo. Quando chegou na porta do celeiro, bateu com força, arrebentando a frágil tranca que servia apenas para prender os patos.

A porta abriu com força, bateu em uma caixa de madeira que se encontrava no seu caminho e voltou a posição de fechada. Saulo olhou para trás e não viu ninguém, olhou ao redor e o celeiro não parecia assustador como o restante da fazenda, estava apenas com aspecto de abandonado.

- Saulo… - Sussurrou uma voz leve e suave.

O menino mais uma vez se assustou e começou a procurar ao redor quem o chamava, apesar de estar com medo, aquela voz o trazia conforto.

- Sei que está com medo, mas você precisa continuar, não deixe aquele monstro entrar na estufa, você tem que entrar lá sozinho e se trancar lá dentro. - Disse a suave voz.

- Quem é você? Onde você está? Você tem que me ajudar. - falou Saulo com a voz trêmula.

Naquele momento os olhos de Saulo começaram a lacrimejar, não apenas de medo dessa vez, mas sim por ter visto que não estava sozinho, que ainda tinha alguma chance.

E então…. ouvia-se apenas o silêncio. A voz sumiu, e Saulo insistiu.

- Cadê você? Por favor, me responda!! Estou com medo…

Saulo sentou-se em um canto, abraçou os joelhos e ali ficou por um tempo. Uns 5 minutos depois, levantou-se, sentia-se mais corajoso. Foi até a escada do celeiro, onde dava para uma pequena plataforma localizada no topo daquela grande estrutura de madeira. Ao subir, dava para uma janela de frente para o jardim, onde podia-se ver boa parte da fazenda.

Olhando para o jardim via que as flores negras haviam sumido e dado lugar aquele velho jardim abandonado. Saulo sentiu-se como quando sonhou no dormitório, onde no sonho a fazenda era uma, e quando acordava era outra. Por que isso estava acontecendo.

Continuou cautelosamente olhando a fazenda, procurando alguma pista do estranho, ou da voz que ouviu há pouco.

Nada… A fazenda aparentemente estava calma e vazia. Desceu a escada, foi em direção a porta, abriu vagarosamente olhando pela fresta que se abria. Saiu lentamente, com medo de fazer qualquer barulho. Não queria passar pelo jardim novamente com medo que aquele estranho estivesse escondido aguardando por ele.

Saulo agora sabia o que tinha que fazer. Pegar a chave na casa, e ir para a estufa.
Antes de começar a caminhar, ficou pensando de quem seria aquela voz confortante que ouviu no celeiro.



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