História A Fazenda Storm - Capítulo 11


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 11 - Um fantasma?


''Como assim o jardim e tudo voltaram ao normal?” pensou Saulo parado na porta da estufa enquanto tomava coragem para caminhar.

Deu o primeiro passo e ouviu um barulho de papel sendo amassado, olhou para o chão e viu uma folha pequena, abaixou-se e pegou a folha. “NEM COM AJUDA VOCÊ VAI SE LIVRAR DE MIM!!!”.

Ajuda? Seria aquela voz?

Saulo precisava de alguma coisa para se defender, resolveu ir para a esquerda, até o galinheiro pois sabia que lá havia uma caixa de ferramentas que seu pai usava frequentemente para consertar a grade do galinheiro.

Caminhou em direção ao lago, estava normal, não parecia assustador como imaginou que seria quando estava naquela “outra fazenda”. Foi contornando o lago cautelosamente com medo de fazer algum tipo de barulho.

Enquanto Saulo caminhava começou a lembrar dos dias felizes que se passaram por aquele lago, a avó de Saulo adorava sentar-se de frente para o lago e ficar ali observando e alimentando os patos, e Saulo por muitos anos a acompanhava nesses momentos.

Saulo olhou bem para o lago, e lá estavam os patos, nadando alegremente por aquela bela água, parcialmente coberta por vitórias-régias, também era possível ver alguns sapos em cima das plantas. Saulo está parado em frente ao lago, quando uma mão lhe toca o ombro.

- Que bom ver que meu garoto ainda está bem.

Saulo olha para o lado, e lá está Judith, sua avó. Seus cabelos grisalhos reluziam, sua mão lhe aquecia levemente o ombro. Agora Saulo reconhecia aquela voz do celeiro.

- Desculpe que te colocado em encrenca Saulo, realmente não foi minha intenção. - Disse Judith.

Saulo não disse nada, apenas abraçou a avó, que o encobriu em seus braços.

- Eu sinto sua falta! - Diz Saulo chorando de alegria em ver a falecida avó.

- Eu também sinto sua falta, querido. Mas agora não é hora de conversar, você tem que ter forças.

- O que eu faço vovó? Você veio me salvar?

- Saulo, me escute, não posso te contar algumas coisas agora, mas em breve saberá o motivo. Vim apenas lhe dar um recado. Está prestando atenção?

- Sim.

- O estranho sempre saberá onde te encontrar, mas você também pode saber onde ele está.

- Como eu faço isso vovó? Esse colar que te dei, Saulo. Olhe dentro dele, mas cuidado… NUNCA olhe para quem estiver usando uma capa vermelha.

Saulo segurou o colar com a posta dos dedos e olhou para aquela bolinha branca, e então viu… A fazenda naquele estado dos sonhos, com pessoas mortas, viu o jardim com flores negras. E lá cruzando o jardim, viu o lago, próximo ao celeiro. Em frente ao lago havia uma enorme luz branca, ofuscando a vista, e se deu conta que via onde ele estava, a partir do outro lado do jardim. Era lá que o estranho estava o observando.

- Vovó!!! Temos que…. - Disse Saulo olhando para o lado e percebendo que sua avó já não estava mais lá.

Agora Saulo sabia de quem era a voz que ouviu. E sabia como evitar o estranho. Mas quem era a pessoa com capa vermelha que Judith mencionou?



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