História A Fazenda Storm - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 8
Palavras 397
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Eu achei que o cap anterior tava MUITO pequeno .-.

Capítulo 8 - Os antigos amigos começam a aparecer


Fanfic / Fanfiction A Fazenda Storm - Capítulo 8 - Os antigos amigos começam a aparecer

Saulo tenta resistir, mas é arrastado pela casa, as mãos do estranho seguram o braço do menino com uma força surpreendente.

Chegam na porta principal de casa.

- O que você vê, garoto? – Pergunta o estranho.

Saulo não responde, apenas chora e se debate.

- O QUE VOCÊ VÊ???!!! – Insiste o estranho com mais agressividade e dando um tranco no braço do menino.

Saulo que olhava apenas para baixo, olha para frente e vê o portão de casa.

- Eu só vejo o portão de casa. Me solte por fa…

- Cala a boca! – interrompe com mais um tranco no braço de Saulo. – Vou te mostrar a verdadeira visão do seu mundinho.

Saulo olha novamente para frente, e na frente do portão de casa ele vê uma enorme estaca fincada no chão, e no meio dela está um corpo, de costas para eles. A estaca penetrava pelo ânus da vitima, que estava nua, e saía pela boca. Muito sangue descia pela estaca até o chão barroso. Saulo já não entrava mais em estado de choque. Após tudo o que havia passado, as reações já vinham instantaneamente.

- Não!!!! Por que você fez isso??? – diz Saulo sem ainda identificar a vitima.

O estranho apenas da um sorriso macabro e doentio. Volta a puxar o menino, dando a volta na estaca até que a vitima fica levemente de lado para eles.

Era o Sr. Aurélio, um dos seguranças da fazenda. Saulo tinha aulas na mesma turma do filho de Aurélio, e as vezes estudavam juntos.

Saulo já não chora mais, porém, a tristeza é inevitável.

- Seja educado, Saulo. Dê um “oi” ao nosso amigo. – diz o estranho.

Antes que Saulo se perguntasse o porque daquela pergunta, olhou para cima, e viu o Sr. Aurélio com os olhos arregalados de medo olhando o menino nos olhos.

- Vamos continuar nosso passeio, amiguinho, deixe nosso hospede quieto, creio que ele não vai sair do lugar, e assim ele não dorme no trabalho. – debocha o estranho, voltando a puxar o menino.

Saulo se deixa levar, não se debate mais, apenas pensa em todas aquelas pessoas da fazenda. De todo aquele tempo que passou sozinho na fazenda, que não havia visto mais ninguém por anos. Quando aquilo teria acontecido?

Saulo sabia que muitas respostas viriam a partir dali, e viriam muito rápido. Ele só não sabia se estava preparado para saber tudo. 



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