História A Fazenda Storm - Capítulo 9


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Corre!!


 

O estranho ia puxando Saulo, que não reagia mais, estavam indo para parte de trás da mansão pelo caminho da piscina.

- Incrível a quantidade de pessoas que trabalhavam aqui, não acha? - disse o estranho apontando para a piscina.

Lá estava a piscina, cheia de sangue, com vários corpos boiando, os que davam para ver o rosto estavam com os olhos abertos. Um pouco mais a frente, via-se o jardim que um dia foi belo, e agora, havia outro tipo de beleza, flores negras ornamentavam aquele enorme espaço.

Então Saulo teve uma ideia, ele era pequeno e conhecia aquele jardim como a palma de sua mão, por diversas vezes usava o jardim como esconderijo quando fazia algo errado e tinha que se esconder para não receber castigo, seu pai passava horas o procurando por meio as flores, porém sem sucesso.

Saulo já não ouvia mais o que o estranho dizia, apenas observada a distancia entre eles e o jardim, que se reduzia cada vez mais. Mas o estranho continuava o segurando com força, era impossível correr para o jardim.

- Se eu abrir a estufa, você me deixa ver meu pai? - pergunta Saulo.

o estranho subitamente suspende os passos e olha para o menino.

- Você está querendo uma troca? Você realmente acha que você está em condições de barganhar, garoto?

- Sim. Você pode me torturar e até me matar, mas se eu não quiser, você nunca entrará lá. Todos estão mortos, e pelo que você disse, meu pai ainda está vivo, quero ter certeza disso, depois que eu tiver essa certeza, eu abro a estufa.

- Saulo, se você não abrir, eu mato seu pai na sua frente. É isso que você quer? - Diz o estranho já com raiva e apertando ainda mais o braço de Saulo.

- Se você pudesse matá-lo, você já teria feito, você mesmo disse que ele escapou vivo. E se ele estiver morto, mais um motivo para eu não abrir essa merda de estufa! - Diz Saulo, já com raiva nos olhos.

O estranho fica parado olhando para Saulo por um tempo, recua, e então diz:

- OK, Garoto, você venceu. Se você abrir a estufa, eu te deixo ver seu pai.

Saulo se decepcionou quando a mão do estranho não afrouxou, pois era o que ele queria desde o inicio.

- Espere! Eu quero ir sozinho. - Disse Saulo

- O que? HAHAHAHA. Não faça piadas, seu idiotinha.

- Seu babaca, eu estou preso nessa fazenda cheio de pessoas que eu gostava, mortas. Minha mãe está morta! Vou fugir e ficar preso aqui, sendo que você disse que posso ver meu pai? Você que é o idiota aqui!

O estranho já estava sem paciência, não falou nada, ficou por 20 segundos olhando para o menino, então Saulo completou:

- Você pode vir atrás de mim, se quiser. Aquela estufa é especial para mim, então quero abri-la sem um monstro como você ficar segurando no meu braço.

- Está bem, mas saiba que não adianta tentar fugir, você sabe que vou te achar.

O estranho soltou Saulo com um empurrão bruto.

Ainda estavam na lateral da casa, Saulo teria que andar mais uns metros antes de tentar correr para o jardim e assim o fez. Foi andando lentamente, e o estranho o seguindo.

O estranho, de repente, lembrou-se de um detalhe importante, eles não haviam encontrado a chave da estufa.

Saulo olhava para o lado, de canto de olho, quando viu o movimento rápido do braço do estranho em sua direção. Então rapidamente, se jogou no chão, deu algumas engatinhadas desesperadas para frente e se levantou correndo. O estranho vinha bufando de raiva atrás do garoto.

- Seu merdinha!! É melhor você parar!!

Saulo não olhava para trás, apenas corria. Mas algo havia dado errado, o estranho estava perto demais para que ele pudesse se esconder no meio das flores em segurança. Quando chegou no jardim, continuava correndo e o estranho logo atrás, o plano não saiu como queria.

Agora Saulo apenas corria em meio a flores negras com um monstro logo atrás dele. Então Saulo lembrou-se que pelo jardim, haviam irrigadores, onde por um erro de planejamento, ficavam escondidos, e todos que andavam por ali, acabavam tropeçando, incluindo o pai de Saulo, quando corria atrás do menino. Saulo e Sr. Luiz, eram os únicos que sabiam exatamente o posicionamento de cada irrigador.

Saulo foi fazendo uma curva para esquerda, que além de ir em direção a um dos irrigadores, saía da direção da estufa.

Quando chegou ao irrigador, Saulo cautelosamente deu um pequeno salto e continuou correndo. Mas não ouviu barulho do estranho cair, estranhamente o estranho continuava correndo logo atrás de Saulo, o plano não funcionou.



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