História A fenda - Capítulo 10


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Exibições 7
Palavras 722
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem ontem não ter postado capítulo '^^

Capítulo 10 - A ave do paraíso


Fanfic / Fanfiction A fenda - Capítulo 10 - A ave do paraíso

Mog sabia que não conseguiria vencer Grimbald estando naquele estado, Grimbald tinha tudo a seu favor daquele ponto o que deixou Mog furioso. O palácio estava completamente destruído devido ás chamas que haviam queimado as paredes as deixando negras por completo. O chão estava queimado e alguns tecidos que estavam no palácio ainda estavam em chamas, o teto rangia com algumas fendas que tinham sido causadas pela explosão das chamas e caia alguma poeira do mesmo. Grimbald deu um passo em frente caminhando um pouco de lado devido ás suas costelas terem sido deslocadas, mas logo de seguida, um dos pilares que sustentava o palácio se desfazia por completo caindo no meio dos dois levantando uma enorme poeira. Mog então aproveitou a oportunidade, e já que tinha um obstáculo no meio, olhou para todos os lados procurando alguma saída e foi quando reparou em umas escadas que logo subia por eles com algumas dificuldades devido ás queimaduras em suas pernas. Assim que chegou no topo das escadas, pegou em uma pequena bomba que ainda tinha em sua cintura a largando nas escadas.

 

Mog: Eu voltarei...e da próxima vez, irei destruir VOCÊ POR COMPLETO!!! 

 

Após dizer isto, a bomba explodia desfazendo as escadas por completo de forma a ser impossível de as subir na forma que grimbald estava. Grimbald então olhou para cima vendo ainda o Mog fugindo pelo corredor. Grimbald ainda tentou atacar Mog á distância mas estava fraco demais para usar qualquer feitiço que fosse, e logo caiu pelo chão, ficando sem mana e desmaiando.

Grimbald acordou após algumas horas e viu a seu lado a ave que ele havia mandado antes em busca de Sibel e Cokil. A ave estava olhando de lado para Grimbald que estava ainda colado ao chão. Logo ele se colocou sentado e olhou sua mão direita se assustando, os ossos da mão estavam completamente curados e a ferida na sua mão esquerda que havia sido feita pela faca de Mog estava cicatrizada. Grimbald colocou-se em pé levando a mão ás suas costelas verificando se alguma estava deslocada ou partida, e para seu espanto todas elas se encontravam em seu devido lugar. A ave assim que Grimbald se colocou em pé fez um som um pouco estranho e logo disse com a voz igual à de Sibel:

 

Ave: Ainda bem que estás bem Grimbald, pensámos que havias te perdido no deserto. Depois daquela tempestade o acampamento rebelde foi destruído por completo e então nos mudámos para a região a norte de Tahir, e juntámos ambas as divisões rebeldes. Mas estamos bem...e esperamos que volt...

 

Grimbald olhou a ave e logo perguntou:

 

Grimbald: Porque não acabaste a frase ?

 

Ave: Porque ela não acabou de falar, uma forte explosão interrompeu o que ela dizia e depois vários rebeldes começaram a gritar muito alto e não consegui entender metade do que ela disse.

 

Grimbald sabia que o Norte, tal como o Oeste, também iria ser atacado por vários goblins. Grimbald então pegou na pequena ave que se colocou em seu ombro e saiu do palácio. Mesmo tendo derrotado Mog, a cidade havia sido destruída por completo, os edifícios estavam em ruínas e ainda era possível ver uma enorme poeira levantada. Ainda se viam alguns corpos mortos pela cidade, mas o cheiro a sangue já havia sido levado pelo vento. Grimbald então saiu da cidade entrando no enorme deserto que o esperava até chegar a norte de Tahir. Tinha uma grande caminhada pela sua frente e sabia que não seria algo fácil, atravessando o deserto sozinho e sem nada para o auxiliar.

Grimbald então olhou o passáro de lado, que estava coçando a sua própria cabeça com a sua pata, e logo olhou de novo para a mão perguntando:

 

Grimbald: Tu por acaso sabes quem me curou os meus ferimentos?

 

A ave olhou de lado para Grimbald rodando um pouco a cabeça:

 

Ave: Não...eu apenas cheguei e estavas no chão...aí eu esperei tu acordares e simplesmente te disse o que a mulher me falou.

 

A ave terminou a frase com um pequeno som característico dela e logo olhou para cima. Grimbald voltou a olhar suas mãos e a questionar-se como era possível ele ter-se curado, visto que ele mesmo não possuía qualquer habilidade regenerativa. Grimbald simplesmente limitou-se a caminhar e tentar esquecer como ele próprio se havia regenerado.

...


Notas Finais


O capítulo é um pouco pequeno mas prometo que o próximo será maior ^^


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