História A Fênix e a Morte - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Alvo Potter, Angelina Johnson, Carlinhos Weasley, Dominique Weasley, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley Ii, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hugo Weasley, Jorge Weasley, Lílian L. Potter, Lino Jordan, Lorcan Scamander, Louis Weasley, Lucius Malfoy, Lucy Weasley, Luna Lovegood, Lysander Scamander, Marcus Flint, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley II, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Percy Weasley, Personagens Originais, Rita Skeeter, Ronald Weasley, Rose Weasley, Roxanne Weasley, Scorpius Malfoy, Ted Lupin, Tiago S. Potter, Victoire Weasley
Tags Bruxaria, Comensal Da Morte, Guerra, Harry Potter, Magia, Malfoy, Ordem Da Fenix, Potter, varinha, Weasley
Exibições 2
Palavras 1.406
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo Dois


03/04/2029 11h12m p.m. – Sede dos Comensais da Morte

Louis e Anne estavam sentados na mesa de jantar da sede dos comensais, eles discutiam sobre o que fariam hoje, Louis prometera que contaria seu segredo sobre como conseguia seus artigos para o Profeta Diário.

— Anne, entenda. Não tem nada acontecendo hoje, vai ter que esperar. — Ele se justificou.

Ouviu-se um pigarreio vindo de trás deles, e ao dois viraram ao mesmo tempo, procurando de onde via esse som, e descobriram que o som vinha do quadro de você-sabe-quem que fica pendurado na sede, mas ele raramente falava e fica bastante tempo vagando entre seus outros quadros, pendurados em todo o lugar de importância para os comensais.

— Ouvi que Margareth estará no caldeirão furado esta noite. — Disse o quadro daquele que não deve ser nomeado e então saiu calmamente pela direita.

— Resolvemos o nosso problema! — Anne disse, sorrindo, pegou seu casaco que estava pendurado na escora da cadeira e andou em direção à porta. — Vamos?

— Vamos! — Louis respondeu, enquanto suspirava.

Ele andou e pegou na mão da amiga e juntos, eles desaparataram na recepção do caldeirão furado, logo conferindo se as tatuagens que representavam sua fidelidade aos ideais de você-sabe-quem estavam cobertas pela manga e puseram-se a andar em direção a recepcronista. 

— Sou um oitavo veela, é quase nada, mas não é definitivamente nada... — Louis contou.

Ao chegar até a balconista, Louis a olhou nos olhos da mesma e sorriu, fazendo-a se encantar, então ela devolveu o olhar apaixonado e perguntou: 

— Posso lhe ajudar?

— Na verdade... Pode! — Louis fez cara de coitado.

— Me diga como!

— Preciso saber qual o quarto de Margareth Melhievá, ela é sua sogra... Digo, minha mãe. — Ele fingiu um sorriso sem graça.

— Ah, 509.

— Muito obrigado, docinho! — Ele beijou-lhe na bochecha e saiu.

Quando estavam longe o bastante para ela não lhes escutar – apesar dela manter o olhar fixo em Louis se afastando – Anne começou a rir e disse:

— “Sua sogra... Ahn, não, pera!” — Disse ela, imitando ridiculamente a voz do amigo e dando risadas bem sonoras.

Louis ignorou e continuaram a andar até o quinto andar, onde Louis pegou a varinha e apontou para uma janela.

Accio vassouras. — As suas duas vassouras apareceram ao longe, vindas lá do prédio do Profeta Diário, que nem era visível dali.

Quando elas chegaram ao garoto, ele as segurou e entregou uma à amiga, montou na sua e voou para fora, Anne seguiu o amigo, voando um pouco mais precariamente.

Accio câmera. — O mesmo que aconteceu com as vassouras, aconteceu com a câmera de Louis, que estava também em seu escritório na sede do Profeta Diário.

– Agora a gente espera. Qaundo vermos uma funcionária perto, vamos fazer barulho para a velha sair, e então você usa o flipendo na funcionária, ela caí e eu tiro a foto com se fosse a velha quem a derrubou.

Anne gosta do plano.

Eles esperaram um pouco e logo viram uma faxineira se aproximando, ela tinha uma varinha nas mãos e ia controlando duas vassouras de limpeza á sua frente e dois espanadores no teto, a mulher de aparência velha assoviava uma canção enquanto fazia seu trabalho.

Louis usou um bombarda na porta de Margareth, controlando a intensidade do feitiço para apenas Margareth acordar.

— Segura! — Louis tocou a vassoura para Anne e se transformou em uma mariposa um tanto grande e clara e entrou no prédio voando e pousou na parede.

Logo Margareth saiu e foi falar com a funcionária que disse não ter escutado nada, Louis percebeu Anne se movimentando lá fora e de repente, a faxineira caiu no chão e também caíram as vassouras e os espanadores, Louis se transformou em humano no ar e Margareth se virou ao ver flash de sua câmera, e quando Louis chegou perto da janela, ela pegou a varinha e gritou:

Petrificus totalus! — Louis ficou paralisado no meio da janela.

Anne rapidamente voou em socorro do amigo, lhe pegando pelo braço e puxando consigo, portanto, sua velocidade na vassoura ficou muito reduzida, era peso demais para ela, Margareth teve tempo de chegar à janela e gritar:

— Bombarda — a câmera de Louis explodiu ainda em sua mão.

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04/04/2019 15h13m – Sala 204, sede do Profeta Diário

— Sabe que nosso fracasso veio bem a calhar. Escórpio me pediu um artigo, parece que ele torturou Sydra Solaris. — Anne ficou boquiaberta — Sim, eu sei... Burrice. E agora que há boatos sobre seu sumiço, eu tive que inventar algo, leia isso. – Entregou um pedaço de pergaminho para a amiga.

— Foi muito esperto... Insinuar uma série de problemas vai fazer todos pensarem que ela se suicidou ou quis desaparecer para aliviar a cabeça, é genial! — Ela disse surpresa com tamanha engenhosidade do amigo.

— Dormiu com Dellarus essa noite? — Louis mudou de assunto, pegando o pergaminho da mão dela e enrolando.

— Sim. E eu sei “ele é quase um idoso” — imitou a voz do amigo, ridiculamente de novo. — mas faz uns poemas muito bons.

— E você não é tão difícil assim — Louis e Anne gargalharam e ele pegou sua xícara de café com rum, bebendo um grande gole. 

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04/04/2019 16h39m - Quarto 513, St. Mungus

— Abaffiato — Escórpio disse, com a varinha erguida.

Logo que Alice o viu começou a gritar, mas ninguém podia ouvi-la, Escórpio andou até ela vagarosamente, sorrindo por causar esse efeito em Alice, quando chegou perto dela, apesar da garota gritar e se contorcer na cama, ele a imobilizou os braços com sua força muitíssima maior que a dela e fechou sua boca com a palma da mão.

— Escute, Alice. — ela estava ofegante e ainda tentava se contorcer, tento lembranças horríveis.

— Você é fraca, Alice, pare de lutar — ele dizia para ela, e aquela voz que elaescutava agora, lhe trazia tantas lembranças que ela se contorceu ainda mais. — Se, por algum acaso, você mencionar meu nome á qualquer pessoa... Eu volto aqui e te mato! Dessa vez é pra valer, ouviu?

Ela fez que sim com a cabeça e quando ele a soltou, a garota estava imóvel e calada, completamente amedrontada.

Finite Encantatem — Ele desfez o feitiço silenciador.

Saiu do quarto da garota, e quando chegou no primeiro andar da recepção, deixou seu crachá de visitante e logo foi atingido por alguém que nem tinha visto, era Bellarus segurando sua camiseta.

— O que você está fazendo aqui, Escorpião nojento?

— Uma visitinha. — disse sorrindo para Bellarus, que fora tirado de perto de Escórpio pelos seguranças e não tentou lutar – Seu irmão mandou lembranças! — Escórpio gritou, sabendo que aquilo o atingiria.

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04/04/2019 22h45m – salão de entrada, sede dos Comensais da Morte

Sílico entrou na sede dos comensais e como sempre a bagunça parou, as pessoas deram seus lugares no sofá para ele sentar, mas ele apenas tirou seu casaco e seu chapéu e segurou a gravata de Louis que estava sentado à mesa, o puxando para o outro cômodo, e o servo tentou o acompanhar sem perder a pose, mas deu alguns tropeços pelo fato de a gravata ser curta e Sílico estar puxando com força. Mas quando chegaram na cozinha, Sílico o soltou bruscamente, e Louis logo se equilibrou, ficando ereto novamente, encarando o mestre com comportamento estranho.

— Beatriz levantou suspeita... Uma imprestável... E como sempre, você vai consertar, Louis. — Sílico disse, sério.

— Não dá, briguei com Dominique, lembra? — Louis disse, ajeitando a gravata.

— Tem que dar! — ele pegou a gravata de Louis outra vez e gritou aquela frase bem perto do rosto dele.

— Sim, senhor. — Louis esperou ele soltar a gravata e saiu da cozinha.

Louis voltou para o salão de entrada e todos estavam silenciosos e alguns olhavam para ele, então o rapaz parou perto da porta, se virou para eles e disse:

— Que que é? Vocês não tem nada pra fazer, não? — Alguns desviaram os olhares, Louis era temido pelo fato de sua amizade com Escórpio e Sílico. E percebeu que Kaya estava o encarando, então olhou para ela e perguntou, gritando: — Perdeu alguma coisa aqui, querida? — Fez uma pausa e abriu a porta, mas não saiu, continuou berrando: — Eu quero que cada um de vocês vá pro inferno com suas vidas de bosta e não voltem nunca mais. — Bateu a porta e aparatou dali.

Sílico apareceu ali e todos olharam para ele, ou pelo menos aqueles que tiveram coragem, ele deu de ombros e saiu com uma xícara na mão, em direção ao seu quarto.



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