História A filha da empregada - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Bellatrix Lestrange, Córmaco Mclaggen, Draco Malfoy, Fred Weasley, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lilá Brown, Luna Lovegood, Molly Weasley, Ronald Weasley, Viktor Krum
Tags Amizade, Harry Potter, Romance, Romione
Exibições 85
Palavras 1.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey, guuuys! ❤
Olha só, se não é a autora mais atrasada do mundo? Siiiim, não é miragem, eu tô aqui e peço desculpas pelo atraso, mas minha vida acadêmica não está sendo fácil... Espero que compreendam!
E bem, já que enrolei todo esse tempo, vamos logo pro capítulo!
Desculpem-me os erros ortográficos.
Boa leitura 😊

Capítulo 23 - Semelhantes


— Estou adorando poder tomar milk-shake com você todo o fim de tarde.

— Não parece. Afinal vai embora dois dias antes do previsto.

— É necessário. — disse sugando o líquido de um grande copo com um canudo.

— Não é necessário, Hermione! — ele disse alto o suficiente para que chamasse a atenção de outras pessoas.

Hermione e Victor tomavam milk-shake numa cafeteria em Dublin. Estavam sentados ao ar livre em uma mesa para dois, e o tom de voz alto de Victor chamou a atenção dos outros clientes ali presentes.

— Temos dois dias livres para fazermos o que quisermos, e eu quero usar minha liberdade pra voltar pra casa. — declarou Hermione.

— Ir embora por causa do Weasley!

— Sim, exatamente por causa dele.

— Ele não iria embora de lugar nenhum pra passar o seu aniversário com você. — disse bravo.

— Sim, ele iria. E mesmo que não fosse, eu não faço nada pensando em ser retribuída. Faço por amor!

— O que é, está apaixonada por ele agora?

A garota quase engasgou-se. Que pergunta mais absurda! Sabia que sentia algo por Rony, mas com certeza não passava de uma grande amizade, nada além disso... Apaixonada? Que grande bobagem!

— Somos apenas amigos, Victor!

— Duvido que faria isso por mim!

— Você já está passando dos limites! Faria sim, com certeza. E vou fazer por ele também, tenho certeza que ele ficará mais feliz comigo lá do que com o presente que darei pra ele. Por que vocês se odeiam tanto, ein?

— Porque sim!

— Nossa, que bom motivo. Entendi tudo! — disse sarcástica. — Anda Victor, desfaz essa carranca. Não quero que fique bravo comigo!

— Não estou bravo, nunca fico bravo com você. Estou com ciúme desse Weasley idiota só isso, você é minha amiga não amiga dele.

— Sou amiga dos dois. E, você vai ter que vir um dia antes também, ou não vai querer conversar com o nosso professor sobre o teatro com as crianças?

— Ah é, tinha me esquecido disso. Temos que agradecer a Luna por ter conseguido marcar um horário pra isso.

— E também por ter segurado a barra com as crianças sozinha durante este mês.

— Nem tão sozinha. Ela tinha o Neville e tenho certeza que ela levou o Peter enquanto não estávamos! — Hermione riu.

— Eu sei, mas ainda assim ela é a única integrante do grupo lá presente.

— É eu sei. — ele passou a fitar as pessoas ao redor deles e percebeu que um homem jovem não tirava os olhos de Hermione, a feição dele lembrava vagamente a de outra pessoa que ele não sabia direito dizer quem, mas o olhar o enciumou. — Hermione, vai tomando o milk-shake no caminho. Vou te levar até o aeroporto!

— Jura? — os olhos da garota brilharam de animação. — Vamos logo então!

 

(...)

 

Gui tinha acabado de chegar na mansão Weasley com a filha e a esposa. Haveria um almoço de noivado de Arthur e Bellatrix, e o patriarca Weasley fez questão que todos os filhos estivessem presentes.

Gui como sempre saiu à procura de Rony, seu irmão caçula e o que mais gostava. Acabou encontrando-o na sala de estar sentado em um dos grandes sofás.

— E aí, molecote!

— Gui! — Rony levantou e abraçou o irmão convidando-o para sentar-se — Acho que já estou grande pra me chamar assim.

— Ah, qual é! Não dá mais pra chamar de baixinho, está mais alto que eu.

— E aí, cadê as meninas?

— Ficaram na sala de jantar com a Gina, logo elas vem aqui te ver. Mas e aí, como vão as coisas por aqui?

— Vão bem, eu acho.

— E minha cunhada?

— Você não tem nenhuma cunhada. — disse desconcertado.

— Ainda.

— Não é ainda, você não tem e pronto.

— Por que não convidou ela pra almoçar hoje com a gente?

— Ela está viajando.

— Sozinha?

— Com um amigo dela. Estão em Dublin!

— Como é que você deixa sua gata ir viajar com outro cara?

— Ela não é minha, e eu não mando nela.

— Não manda, mas pode lutar por ela não pode?

— Eu não sei mais se posso, não sei mais se quero.

— Como assim não quer mais?

— Eu não sei, nós já somos amigos. Não quero tentar algo a mais e estragar tudo, ela pode não me corresponder. — disse pensativo.

— E como você vai saber se não tentar?

— Prefiro não saber.

— Tudo bem então. Mas enquanto você prefere não saber, o amiguinho dela deve estar lá querendo saber até demais!

— Nem me fale uma coisa dessas, se você soubesse o quanto eu odeio aquele narigudo dos infernos...

— Então, você vai deixar esse narigudo tirar ela de você?

— Não!

— Então, cara! Rony, eu sei que você não está acostumado a se sentir assim...

— Assim como?

— Apaixonado! — no mesmo instante as orelhas de Rony ficaram vermelhas. — Mas vale a pena arriscar, namorar é a melhor coisa do mundo irmãozinho. Tão maravilhoso que te faz querer casar com sua gata e viver com ela até o fim de sua vida. — ele disse e o irmão percebeu que ele estava falando de Fleur.

— Casar né, pena que nosso pai não vai casar com a gata que o faz se sentir assim.

— Você acha que ele não a ama?

— Tenho certeza.

— Então por que aceitou ser padrinho deles?

— Por causa dela...

— Mas parece que ela não domou seu coração não, acho que ela já está mandando em você! — caçoou do irmão.

— Pára de mudar de assunto. Papai não devia se casar com ela, não devia.

— Eu não sou a favor desse casamento. Mas sou a favor da felicidade dele, e se ele alega estar feliz, quem sou eu pra contrariar?

— Você faz tanta falta aqui. — confessou.

— Sinto falta de cuidar de você também. Antigamente eu achava que cuidava do meu garotinho quando na verdade só estava o ajudando a brincar, e de repente eu cresci e as coisas não mudaram muito. Invés de um garotinho eu tenho uma garotinha pra me preocupar muita mais do que me preocupava com você.

— Tio Roneeeeee! — uma garotinha loira extremamente parecida com Fleur irrompeu na sala de estar gritando pelo tio que tanto amava.

— Oi princesa! — disse pegando-a no colo.

— Senti saudades! — o abraçou.

— Eu também senti, muita saudade. — disse enquanto trocava um sorriso cúmplice com o irmão.

 

(...)

 

— Alô? Pai? — disse no telefone.

— Johnny? — disse Adam com a voz surpresa — Filho? É você? Como conseguiu meu telefone?

— Isso não interessa! Onde está Hermione?

— No abrigo, meu filho.

— Se passaram todos esses anos e você ainda não a tirou de lá? — perguntou irritado.

— É que...

— É que nada! Ela não está no abrigo!

— Como assim não está? — perguntou assustado.

— Eu acabei de vê-la pai, vi Hermione numa cafeteria em Dublin!


Notas Finais


Antes que me matem já vou explicando: essa parte do passado da Mione não vai se desenrolar agora, então me deixem viva! hahahaha
Espero que tenham gostado!
No próximo capítulo teremos o aniversário do Ron!!!!!!
Beijinhooooos 😘😘


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