História A filha da Morte - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~LadyBorderline

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Depressão, Drogas, Ficção, Morte, Prostituição, Sobrenatural, Suícidio, Traição
Exibições 10
Palavras 444
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Essa história terá duas personagens principais. Cada capítulo será narrado por alguma delas, a informação estará no título.

Capítulo 1 - Victória My Pain


Eu não sei quando tudo começou, mas me sinto observada a todo momento. Meus pais se divorciaram têm três semanas. Papai a traiu na mesa da cozinha e eu os peguei durante o ato. Ficamos um tempo na casa de minha avó e agora encontramos uma casa própria em uma cidade longe de meu pai.

— Querida, o que achou? — Camille pergunta com medo da minha resposta.

— É bonita. — Respondo sem muita emoção. Era claro que eu não queria ter saído da minha antiga cidade. Meu pai é um idiota.

Minha mãe é corretora de imóveis, ela viaja bastante e essa foi a desculpa de meu pai pela traição: "Camille não tem tempo pra mim". Ele trabalha com finanças, muitas vezes em casa. Sou apenas uma garota qualquer com problemas de família, a beira de uma depressão. Venho de Houston, uma cidade bastante chuvosa no Texas. Bastante diferente daqui de Los Angeles, California, onde as pessoas são bronzeadas e parecem curtir o ano inteiro.

Camille me fazia frequentar um psicólogo desde os meus doze anos e, mais recentemente, fui encaminhada a um psiquiatra. Não é tudo o que dizem, ele só me deu alguns remédios para depressão. Acho que deveriam ser mais fortes. Ultimamente não tenho conseguido dormir e me sinto observada o tempo todo. Isso não para nem mesmo enquanto eu durmo. Vejo vultos e, algumas vezes, até ouço alguém sussurrando.

— Victória? — Camille gritou meu nome. Eu estava perdida em meus devaneios de novo.

— Desculpa, mãe. O que dizia?

— Amanhã você começa na escola.

— Mas já? Eu não conheço nada da cidade.

— Quanto antes melhor e, aliás, amanhã vou ter que voltar para Houston e pegar nossas últimas coisas.

— Vai encontrar com ele?

— Espero que não. — Assim minha mãe encerrou a conversa e entramos na casa que cheirava estranho, embora estivesse bem limpa. Era bonita, com três quartos, dois banheiros, sótão e porão.

Na manhã seguinte eu estava sozinha. Acordei assustada, suando frio. Tive um pesadelo, o que já era rotina. Eram cinco da manhã e eu não conseguia mais dormir. Estava agitada, com medo, nervosa, triste. Corri ao banheiro com um estilete, fazendo pequenos riscos no meu braço, sem cortá-lo, apenas arranhando.

Desviei meus olhos para o espelho ao perceber um movimento, como um vulto. Ela estava atrás de mim, chorando lágrimas negras que manchavam sua pele pálida e sorriu para mim. O frio dominou todo o banheiro e a atmosfera tornou-se pesada. Eu estava ficando louca. Com o susto, o estilete perfurou minha pele, fazendo algumas gotas caírem no chão.

Quando abaixei para limpar o sangue do piso branco, vi as manchas negras, as lágrimas daquela moça. Não poderia ser real, certo?


Notas Finais


Prólogo curto


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