História A filha de Asmodeus. -Camren - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Anjos, Asmodeus, Camila Cabello, Camren, Demônio, Demonios, Fifth Harmony, Larry, Normina
Visualizações 495
Palavras 2.606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom pessoal, a fic e baseada em outra história, onde eu me inspirei nela e agora estou escrevendo. A autora e @cannabiscabello, e eu amo o modo de como ela escreveu a história que eu estou aqui, escrevendo uma fic baseada na dela, que também é Camren, e já avisando que eu pedi autorização ;) então ... espero que gostem !!

Capítulo 1 - A curiosidade de Camila.


Fanfic / Fanfiction A filha de Asmodeus. -Camren - Capítulo 1 - A curiosidade de Camila.

Karla Camila Cabello Estrabão,  esse era o nome da caçula da família Cabello Estrabão.

Camila era de origem latina, veio de Cuba ainda muito nova para os estados unidos, detalhadamente para Miami, Camila era uma menina curiosa, sempre ia atrás de tudo que a chamava sua atenção e que a deixava intrigada, era como um formiga que procurava comida, e quando sentia comida por perto, ela ia em direção a mesma, ou seja, sempre procurava coisas novas, e quando achava, ia até origem arara fundo.

Também era uma menina meiga, carinhosa e ingênua,  vivia na área mais carente de Miami,  mas mesmo assim era um ótimo local, ela ela não tinha muitos amigos de fato, vivia inventando amigos imaginários para acabar os eu tédio e lhe acompanhar nas aventuras, onde a pequena se metia em cada uma.

Alejandro seu pai, Sinue sua mãe e Sofia, sua irmã mais velha, essa era a e família de Camila,  e claro que tinha seus outros parentes com o primos, tios e etc, mas os mesmo nunca foram presentes em sua vida.

Camila era inteligente,  muito para a sua idade, que era uns 9 anos, e apesar de tudo, era ingênua, nunca via maldade em nada, era pura.

Pov's Camila.

E mais um dia começou,  me levantei rapidamente de minha cama e segui em direção às escadas,  a meia em meus pés deixavam o chão um pouco escorregadio,  era 1° de janeiro, ou seja, primeiro dia de aula, e eu estava animada, gostava da escola,  lá era muito melhor do que ficar em casa, sem fazer nada e assistir apenas desejos repetidos.

A casa onde eu morava não era muito grande,  mas aconchegante, 2 andares, com 3 quatros, um meu, um dos meus pai e 1 de Sofia,  tinha uma cozinha, a sala de estar, 2 banheiros, um quintal em um espaço razoável para brincar,  não era lá essas casas de filmes, mas era a minha casa, cheguei no andar de baixo e logo encontrei minha mãe,  sozinha na cozinha, amava a comida dela.

-Mãeeeeeeee! Gritei ao entrar na cozinha, a mesma me olha assustada sentada na mesa, dei um beijo em sua bochecha e me sentei ao seu lado, vendo a mesa com o café da manhã,  café,  pão,  queijo e manteiga.

-Menina,  eu já ia te acordar. Ela disse bebericando seu café. -Camila em nome de Jesus,  coma devagar, mastigue. Ela me repreendeu, comi só jeito que ela pediu, queria comer rápido para ir me arrumar, vestir minha farda e ir a escola.

Assim que terminei de comer corri em direção ao meu quarto, e quase levo uma queda quando subo as escadas, parei em frente a pequena janela do meu quarto, onde dava a visão da rua, o sol forte iluminando a cidade, alguns carros em movimentos,  o dia parecia bom, sair da janela já entrando no banheiro e tomando meu banho, e assim que terminei tudo, vestir minha farda, bom ... Não era das melhores,  uma saia longa cinza, uma blusa branca com o símbolo da escola no peito, a gola da mesma cor que a saia, sem contar dos sapatos ridículos e a meia que ia até meu joelhos, me sentia uma boneca, qual sentido tem em usar um fardamento ?

Arrumei minha bolsa com meu novo caderno, fino, porém bonito e ainda era da barbie, sair do meu quarto com a pequena mochila em minhas costas, e desci as escadas agora lentamente,  cheguei na cozinha e vi minha mãe conversando com minha irmã.

-pronta Camila ? Perguntou minha mãe, confirmei com a cabeça ainda com meus olhos em minha irmã,  as roupas pretas,  o cabelo recém pintado de preto também,  com algumas mexas vermelhas,  a maquiagem pesada, mesmo que seja as 7h da manhã ela usava uma maquiagem escura, que dava até medo. -Vamos Camila. Minha mãe chamou minha atenção já me puxando para a porta,  e logo estávamos em seu carro, não era um caro, mas era um pequeno e fofo da cor avermelhada. -aqui esta o meu lanche, boa sorte e boa aula. Sentir ela beijar minha testa, e logo sair do carro,  vendo os pais de seus filhos o deixando na porta,  alguns com o a minha mãe apenas para o carro. 

-

O sinal tocou e sair correndo como os outros alunos para o recreio, com uma pequena lancheira de plástico rosa. Me sentei em um banco no porquinho da escola, vendo as outras crianças correrem para o lado para o outro, algumas nos brinquedos, e outras apenas brincamos com as outras crianças. 

Eu estava sozinha, ainda não tinha feito nem uma amizade, mas esperava ter uma, abri a lancheira onde vi duas banana, minha fruta preferida, e um suco de caixinha de morango,  peguei uma banana e descasquei a mesma, comia e a vontade imensa de sair do banco e me levantar para brincar com as outras crianças era imensa, mas tinha vergonha, e se elas não quisessem que eu brincasse ? Então decidir ficar no meu canto,  até o sinal tocar, e assim que tocou joguei as cascas no lixo e a caixinha recém seca.

A minha escola não era muito grande, era pública,  mas estava em perfeito estado, era do jardim de financia do 1° ano até o 9°, e minha mãe disse que assim que eu termina ia para outra escola, a mesma que a de Sofia, mas eu não queria ir para lá,  parecia ser estranho lá, assim que Sofia foi para que lá escola ela mudou tanto,  colocou pedaços de ferro no corpo, no nariz, sobrancelha e até nos lábios,  só usa roupa reta agora, maquiagem direta, e o cabelo que escondia metade do rosto,  sem contar nas músicas que me fava faça até medo pelo tom de voz do cantor, que era praticante gritos.

O resto das aulas se passaram,  até meu pai vim me buscar,  fazendo aquelas perguntas básicas como foi o primeiro dia de aula, a tarde se passou em apenas uma palavra ... tediosa.

-

Acordei no meio da noite escutando alguns barulhos, abrir meus olhos e o frio veio direto para mim, me fazendo escolher no lençol grosso,  a chuva forte fazia presença,  amava dormi e escutar o som a chuva,  olhar os pingos molhando a janela,  tentei até dormi de novo,  mas o barulho lá de baixo estava me incomodando. 

Tirei o lençol do meu corpo, fazendo o mesmo se arrepiar pelo frio,  e desci da minha cama, o chão gelado tocou meus pés,  o que me fez temer e correr até a porta para pegar minha chinela, estava tudo escuro,  não tinha medo do escuro, era uma menina corajosa, mas nunca andei pela casa no meio da madrugada. 

Abrir a porta lentamente,  escutando a porta ranger, coloquei apenas a cabeça para fora do meu quarto, vendo o corredor vazio, mas o que me chamou atenção foi o quarto um pouco mais a frente, ele estava com a porta aberta, nunca na minha vida eu vi a porta do quarto de Sofia aberto, minha cabeça gritava para fechar a porta e voltar para a minha cama quentinha e dormi, mas a minha curiosidade era maior que tudo,  e assim foi, coloquei o pé para fora do meu quarto,  e logo já estava completamente no corredor.

Em passos lentos segui em direção ao quarto da Sofia,  era alguns metros de distância da minha porta,  o chão de madeira escuto fazia leves barulhos, não tinha iluminação no mesmo apenas pequenas e e fracas luzes que vinha do quarto de Sofia,  e estava silencioso,  como se não tivesse ninguém.

Assim que fiquei na frente do quarto de Sofia,  meu coração se acelerou, me assustei com as velas, no chão iria queimar a casa toda!!

E entrei no quarto para apagar as velas, mas o susto foi maior, nunca entrei no quarto e Sofia,  e era melhor não ter entrado no mesmo, tudo nele era assustador,  as paredes pintadas de preto,  tudo de preto além dos níveis de madeira, mas nas paredes ... tinham desenhos, mas não desenhos normais, e sim arrepiantes que dava medo em qualquer um, inclusive em mim.

Monstros ou alguma coisa do tipo, com chifres,  garras, Asas extremamente grandes, as faces horríveis,  tudo era horrível,  mas estava me mantendo presa,  mesmo assustada, eu não conseguia sair do quarto,  os imagens nas paredes me chamavam atenção, diversas criaturas que nunca vi em minha vida, mas que já me fascinavam.

E tinha uma maior do que as outras, e logo a baixo o nome Lúcifer. Com a aparência avermelhada, chifres,  os braços fortes e musculosos, aquilo era assustador.

Minha atenção foi para o chão,  onde tinha um desenho estranho,  uma estrela desenhada no chão com um círculo ao eu redor, e junto a ele as velas, apaguei cada uma,  o que me deixou mais com medo ainda ao ficar no escuro daquele quarto,  me fazendo correr dali, já ia entrar em meu quarto quando escutei um barulho lá de baixo, suspirei pesado,  minhas pernas eu num tinha mais nem controle das mesmas.

Fui em direção às escadas, e de manhã parecia tudo menos errpilante,  parecia um filme de terror,  onde eu sou um dos personagem,  e como sempre, sempre iria na direção onde não deveria ir, que era na mais nada menos onde estava o assino ou o bixo demoníaco.

Não tinha ninguém, mas o que me chamou atenção veio da cozinha, e segui a mesma com passos lentos, chegando lá não tinha ninguém,  mas a porta estava aberta, deixando leves pingos da chuva entrando na cozinha e molhando o chão de madeira,  mamãe vai matar quem deixou a porta aberta, já ia fechar a mesma quando vejo alguém andar, parecia ir em direção ao porão,  meu deus,  o que estou fazendo aqui ?

Fechei a porta atrás de mim,  já sentindo o vento forte e as gotas geladas molharem o meu pijama e molhar meu corpo,  segui em direção aonde a pessoa ia, e vi a porta do portão aberta, oh céus,  nunca na minha vida também entrei no porão, lá só ia Sofia com algumas amigas.

O mesmo estava aberto,  dando a visão da escada funda de madeira velha,  escuro era a palavra certa, no céu estava uma lua,  e cheia, suspirei de frio e logo pisei no primeiro degrau de madeira do porão,  para logo descer o resto,  a madeira rangia a cada passo, e eu rezava para não ouvem,  enquanto meus dentes se chocavam pelo frio.

Vozes, escutei vozes, na verdade era sussurros,  mas não só de uma pessoa, desci com um pouco mais de pressa pera curiosidade de saber quem estava lá,  até chegar no último degrau, uma pequena salinha era ali, com algumas coisas estranhas, uma cruz que está com um dos pedaços de madeira um pouco mais a cima que o normal,  velas e mais velas,  tinha uma mesa de maneira, com um pano preto por cima, sofás e uma estante de livros,  mas tinha mais uma porta, e ela estava aberta,  segui em direção a mesma, e assim que abrir a porta ... mas o que ...

Vi Sofia ajoelhada de costa para mim no chão,  em frente ao espelho,  junta a mais 2 meninas, todas sussurrava coisas inaudível para mim, um enorme espelho estava a frente delas o quarto era escuto também,  mas ele tinha menos velas.

-Porra ,  isso não está dando certo ! Escutei Sofia gritar irritada.  -algumas de vocês devem está desconcentrada! 

-Sofia,  não adianta, estávamos fazendo isso desde o começo da noite. A outra menina disse se levantando. -não coloque a culpa na gente.

-Mas alguma coisa está errada ! Disse ao se levantar também.

-Não é como se Lúcifer ou Asmodeus fosse aparecer de uma hora para outra, tem gente que tenta a anos invocar eles mas não conseguem nada. A outra garota que estava ajoelhada ainda dizia.

-isso, não é como se você fosse conseguir invocar algum deles na primeira noite, e impossível.  

-Arrg,  que ódio,  vão embora !! Exclamou. Corri em direção a mesa, me escondendo de baixo da mesma, ouvi os passos das meninas e ligo a madeira das escadas rangerem,  ouvi outro sussurro da sala,  sair de baixo da mesa e vi Sofia agora lá,  sozinha. - Asmodeus, Asmodeus,  Asmodeus ... ela repetia o mesmo nome de olhos fechados. -Porra! ! Por que não aparece  logo caralho!! Sofia se levantou e uma vez, e mais uma vez corri em direção a mesa, para logo a escutar saindo. 

Meus olhos se arregalaram quando escutei as portas do porão se fecharem,  corri de baixo da mesa para as escadas,  oh meu deus,  as portas estavam fechadas,  corri para cima e tentei empurrar as mesmas,  parecia que estava trancada,  e agora estou aqui,  trancada no porão.

Segui em direção ao sofá velho,  me sentando no mesmo abraçando meus joelhos, um  choro se prendeu em minha garganta estava sozinha, e com frio, não deveria ter vindo aqui,  muito menos ter saído do meu quarto.

A porta se mexeu só, chamado minha atenção rapidamente,  fazendo meu corpo entrar em alerta,  a mesma estava ainda balançando um pouco, tirei meus pés do sofá e me levantei, a curiosidade de entrar naquela sala apareceu,  e saber o que minha irmã fazia e sussurrava naquele local,  andei até a porta sentindo meu corpo se arrepiar com a pequena sala escura,  apenas com duas velas nas ponta do enorme espelho, fechei a porta não sei porque,  mas fechei,  e segui em direção ao espelho,  onde tinha dois papéis,  um quadrado com um desenho estranho, e outro com algumas palavras.

Me olhei o espelho o que de leve me deixou com um pouco mais de medo ainda,  peguei o papel do desenho, ele tinha um desenho estranho, onde ente o círculo tinha Asmoday, deixei o papel a frente do espelho, e peguei o outros, mais curto com algumas letras.

 -Satã, concedei-me sua graça, eu lhe peço o poder de imaginar e executar em minha mente o que eu desejo fazer a fim que eu consiga sua ajuda. Me assustei com as palavras seguintes,  mas continuei a ler em voz alta. - ó Poderoso Satanás o único e verdadeiro Deus que vive e reina para todo o sempre. Rogo-te que inspire Asmodeus para se manifestar diante de mim para que ele possa me dar a verdadeira e fiel resposta para que eu possa realizar meu desejo desde que adequado ao seu escritório. Isto eu humilde e respeitosamente peço em Seu Nome, Satã, você pode me julgar digno, Pai.

Terminei de ler, e uma sensação boa se instalou em meu corpo, o que me deixou surpresa por aquilo, pois estava bem tensa a minutos atrás, o papel ainda continuava. " Repita o nome do seu demônio ", mas que demônio ? Na minha cabeça rapidamente veio a pelas uma palavra, Asmodeus.

Fechei meus olhos e a imagem do desenho no papel veio em minha cabeça, e logo meus lábios se abriram.

-Asmodeus, Asmodeus,  Asmodeus Asmodeus, Asmodeus ... 

Meus ombros caíram, e meu corpo estava mole, o frio que sentia em meu corpo se foi, como se as velas fossem o bastante para me esquentar.

Abrir meus olhos mas a única coisa que eu vi foi o meu reflexo no espelho,  com meus cabelos molhados e o pijama do mesmo jeito, fechei meus olhos novamente e pensei nas palavras de minha irmã,  ela falou que alguma coisa estava dando errada para não acontecer nada, então repetir o pequeno texto em meus lábios, já memorizado rapidamente, para logo repetir diversas vezes o nome.

-Asmodeus, Asmodeus,  Asmodeus ... meu corpo se arrepiou assim que falei pela última vez,  e o mesmo ficou  tenso, tentei abrir meus olhos mas não consegui,  parecia que eles estavam colados.

-Hey... 

Meus olhos se abriram rapidamente,  meu coração faltou sair pela minha garganta pela a imagem a minha frente, O QUE ERA AQUILO ???


Notas Finais


:) espero que tenham gostado ...
Obs : e G!P


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